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Redação

Redação

 Jornalista/Radialista

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PERU - O Banco Central da Reserva do Peru (BCRP) cortou a taxa básica de juros em 25 pontos-base, a 7,0%. O BC, entretanto, alerta que a decisão de reduzir os juros não indica necessariamente que haverá um ciclo de sucessivas reduções na taxa e aponta que as decisões seguirão as informações mais recentes de inflação e suas determinantes.

Segundo o anúncio, a decisão teve como contexto a queda mensal da inflação em outubro, com sua leitura anual chegando a 4,3% no mês passado, ante 5,0% em setembro. Ainda, o relatório indica que as expectativas de inflação para 12 meses também caíram de 3,4% a 3,3% entre setembro e outubro, ficando perto do limite do intervalo da meta. A projeção é que a tendência de desaceleração da inflação continue e que a taxa chegue à meta no início de 2024.

Entretanto, o BC peruano alerta que indicadores e expectativas para a economia apontam uma deterioração em outubro. “A atividade econômica e a demanda interna foram afetadas por choques derivados de conflitos sociais e do El Niño, que tiveram um impacto maior do que o esperado”.

A próxima reunião monetária ocorrerá em 14 de dezembro.

 

 

ISTOÉ

EUA - Na contramão das críticas que Joe Biden tem sofrido de alas de seu partido, pré-candidatos republicanos à Presidência afirmam que o democrata não tem feito o suficiente para apoiar Israel na guerra contra o Hamas, e prometem apoio total a Tel Aviv se forem eleitos.

A política externa, sobretudo o conflito no Oriente Médio, dominaram o terceiro debate das primárias do partido, realizado na quarta (8) em Miami, na Flórida. O líder nas pesquisas de intenção de voto de republicanos, Donald Trump, mais uma vez não participou.

"Termine o trabalho", "acabe com eles" e "execute esses terroristas" é o que Ron DeSantis, Nikki Haley e Vivek Ramaswamy, respectivamente, diriam ao primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, neste momento.

Tim Scott defendeu um ataque direto pelos EUA ao Irã, para "matar a cabeça da cobra", enquanto Chris Christie apontou uma falha na inteligência israelense e americana, que não identificaram com antecedência o ataque preparado pelo grupo terrorista.

Haley, que foi embaixadora americana nas Nações Unidas durante o governo Trump, afirmou ser contra pausas ou um cessar-fogo -maneiras de suspender o conflito defendidas por vários países, incluindo o Brasil, diante do número de mortes de civis em Gaza e da tragédia humanitária na região.

Se no debate anterior o alvo preferencial foi Trump, no desta quarta Biden voltou para a mira por sua reação à crise no Oriente Médio. Sem mencionar a idade do presidente -seu principal ponto fraco diante do eleitorado-, os pré-candidatos buscaram associá-lo a uma imagem de fraqueza e hesitação diante do Irã.

Mais que o Hamas, o principal inimigo identificado pelos debatedores foi o país persa, contra quem a Casa Branca deveria ter uma postura mais dura, na visão dos republicanos.

A reação doméstica de Biden também entrou na mira. DeSantis, Scott e Halley criticaram o democrata por não reagir de maneira mais dura contra protestos em universidades americanas, classificados por eles como antissemitas.

Scott chegou a afirmar que, se fosse presidente, cortaria o financiamento federal a essas instituições e revogaria o visto de estudantes estrangeiros que participassem dessas manifestações.

DeSantis criticou ainda a iniciativa lançada pelo presidente para combater a islamofobia, após uma criança de origem palestina ser assassinada em Illinois, e disse que o Departamento de Justiça deveria ser acionado para investigar os estudantes por violação de direitos civis.

O conflito no Oriente Médio serviu ainda para reforçar a bandeira republicana de maior controle na fronteira sul dos EUA -Scott argumentou que terroristas do Iêmen e da Síria usariam esse acesso para entrar no país.

DeSantis prometeu não só encerrar a construção do muro, como cumprir a promessa de campanha feita por Trump de fazer o México pagar pela obra. Para viabilizar essa cobrança, o governador da Flórida prometeu instituir taxas sobre as remessas de trabalhadores estrangeiros nos EUA para o seu país de origem.

O consenso sobre o apoio a Israel não se traduziu em uma união sobre o que fazer com a Ucrânia. Assim como o resto do partido, os pré-candidatos se dividem entre aqueles que defendem ser do interesse americano financiar e armar Kiev contra a Rússia, e aqueles que consideram o investimento um desperdício de recursos.

O empresário Vivek Ramaswamy, já conhecido por emular mais de perto a retórica polemista de Trump, foi mais longe na noite desta quarta e atacou diretamente o presidente ucraniano, Volodimir Zelenski, associando-o ao nazismo -Zelenski é judeu.

"A Ucrânia não é um exemplo de democracia. Eles celebraram um nazista em suas fileiras", disse Vivek, sem especificar quem seria essa pessoa. Em seguida, ele se referiu a Zelenski como "um comediante em calças cargo".

Conhecido pela retórica agressiva, fazendo as vezes de Trump na ausência do ex-presidente, o empresário de origem indiana ainda protagonizou um dos embates mais tensos da noite, com Haley.

Ambos têm entrando em choque desde o primeiro debate, mas nesta quarta a altercação chegou a ponto de a ex-embaixadora chamar Vivek de "escória", após ele dizer que a filha de Haley usa TikTok em meio a uma discussão sobre a ameaça representada pelo app chinês. Ele também chamou a concorrente de "Dick Cheney de salto".

Foi uma noite boa para Haley e DeSantis, e ruim para Vivek, que havia despontado como um destaque após o primeiro debate, em que ele finalmente conseguiu uma vitrine nacional. Nesta quarta, porém, sua performance foi mais nervosa do que incisiva, e nem os jornalistas que moderaram o debate foram poupados.

"Tucker Carlson, Joe Rogan e Elon Musk deveriam moderar esse debate", disse, defendendo que teria muito mais audiência.

Crítico mais duro de Trump, Christie praticamente desapareceu no palco, enquanto Scott manteve um desempenho mediano.

O direito ao aborto, que vem se mostrando a maior pedra no sapato de republicanos, como reforçado pelas derrotas sofridas pelo partido em eleições estaduais nesta terça (7), foi abordado apenas no final do debate. Não houve mudanças em relação ao evento anterior com Haley propondo algum consenso com democratas, e Scott defendendo um limite de 15 semanas para autorização do procedimento.

A estratégia republicana de atenuar o discurso em torno de uma limitação de tempo para a interrupção da gravidez, em vez de seu banimento, no entanto, já se mostrou fracassada em Ohio e na Virgínia.

 

 

FOLHAPRESS

EUA - O card final da temporada 2023 da PFL sofreu mudança, mas não nas disputas de título no dia 24 de novembro, em Washington. A bicampeã da PFL e duas vezes medalhista de ouro olímpica Kayla Harrison, que estava escalada para enfrentar Julia Budd, agora enfrentará Aspen Ladd no peso-casado até 68kg. A mudança de adversária foi feita depois que “Budd se recusou a cumprir sua obrigação contratual”, conforme informou a própria PFL em comunicado enviado à imprensa.

A luta marcará o retorno de Kayla ao MMA depois de um ano sem lutar. A última apresentação da americana foi em novembro de 2022, quando perdeu a final do peso-leve (até 70,3kg) para a brasileira Larissa Pacheco. Esta é a única derrota da ex-judoca no MMA, tendo somado até aqui 15 vitórias desde a transição dos dojo para os cages.

Budd, ex-campeão do Bellator, faria sua sexta luta na PFL, onde não tem tido muito sucesso, com duas vitórias e três derrotas até aqui. Ela ficou em sexto lugar nesta temporada e não avançou às semifinais. Já Aspen Ladd, que deixou o UFC no ano passado e estreou na PFL com vitória justamente contra Julia Budd, ficou em quinto lugar nesta temporada, tendo somado uma vitória e uma derrota em 2023.

PFL - Finais

24 de novembro de 2023, às 18h30 (de Brasília), em Washington (EUA)

CARD PRINCIPAL:

Peso-leve: Olivier Aubin-Mercier x Clay Collard (final)

Peso-pesado: Denis Goltsov x Renan Problema (final)

Peso-pena: Larissa Pacheco x Marina Mokhnatkina (final)

Peso-pena: Kayla Harrison x Aspen Ladd

Peso-meio-médio: Sadibou Sy x Magomed Magomedkerimov (final)

Peso-pena: Gabriel Braga x Jesus Pinedo (final)

Peso-meio-pesado: Joshua Silveira x Impa Kasanganay (final)

CARD PRELIMINAR:

Peso-médio: Ray Cooper III x Derek Brunson

Peso-leve: Biaggio Ali Walsh x Joel Lopez

Peso-pena: Bubba Jenkins x Chris Wade

Peso-galo: Khai Wu x Phil Caracappa

Peso-pena: Jesse Stirn x Josh Blyden

 

 

Por Combate.com

RIO DE JANEIRO/RJ - O ditado que diz que um raio não cai duas vezes no mesmo lugar não valeu na noite de quinta-feira (9) no estádio de São Januário, onde o Grêmio derrotou o Botafogo por 4 a 3, de virada (mesmo placar do revés do Alvinegro para o Palmeiras na última semana), com uma grande atuação do artilheiro uruguaio Luis Suárez.

Após esta grande vitória, a equipe de Porto Alegre assumiu a vice-liderança da classificação com os mesmos 59 pontos do Alvinegro de General Severiano, que tem uma partida a menos. Também com 59 pontos, o Palmeiras, derrotado pelo Flamengo na última quarta-feira (8), é o 3º colocado, enquanto o Bragantino, que perdeu de 1 a 0 para o São Paulo na rodada, aparece em 4º com 58 pontos.

Botafogo pressionado

Vivendo um momento de grande pressão por conta de uma sequência muito ruim, de quatro jogos sem vitórias consecutivas (os últimos três derrotas), o Botafogo tentou se impor desde o início. Com isso, conseguiu abrir o marcador cedo, quando Hugo levantou a bola na área, onde Diego Costa matou no peito antes de bater rasteiro para marcar um belo gol aos 5 minutos do primeiro tempo.

Mas a vantagem durou apenas três minutos, pois Everton Galdino superou Lucas Perri após lançamento de Carballo. O empate não desanimou o Alvinegro, que continuou pressionando a equipe de Renato Gaúcho. E, de tanto tentar, voltar a ficar em vantagem antes do intervalo, graças a Júnior Santos aos 28 minutos.

Suárez decisivo

O Botafogo até iniciou a segunda etapa dando a impressão de que retomaria o caminho das vitórias, pois, com menos de um minuto, chegou ao terceiro com o volante Marlon Freitas. Mas, a partir daí, uma estrela começou a brilhar muito na partida, o atacante uruguaio Luis Suárez.

O primeiro lampejo do centroavante do Grêmio surgiu aos 4 minutos, quando o camisa 9 do Grêmio aproveitou uma bola que sobrou na área para se livrar de Hugo antes de chutar e superar o goleiro Lucas Perri. E não demorou muito para ele voltar a marcar. Aos 8 minutos Ferreira levantou a bola na área e o uruguaio precisou de apenas um toque para chutar a bola no fundo do gol.

Com o placar empatado o Botafogo se perdeu de vez na partida e o Grêmio conseguiu chegar à virada aos 23 minutos, quando Suárez dominou na intermediária e tabelou com Villasanti para conseguir entrar pelo meio da defesa do Alvinegro antes de marcar.

Agora o Botafogo tentar reverter o momento negativo no próximo domingo (12), quando visita o Bragantino a partir das 16h (horário de Brasília). Já o Grêmio recebe o Corinthians no mesmo dia e horário.

Outros resultados:

Corinthians 1 x 1 Atlético-MG
Goiás 0 x 1 Santos
Bahia 0 x 3 Cuiabá

 

 

AGÊNCIA BRASIL

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