CONCHAL/SP - Até a próxima sexta-feira, dia 17 de julho, equipes da Neoenergia Elektro realizarão trocas de lâmpadas ineficientes por lâmpadas de LED, de maneira gratuita, para famílias das zonas urbana e rural de Conchal inscritas no Cadúnico. A ação, do Projeto Energia com Cidadania, ocorre no CRAS do Bairro Esperança II.
A iniciativa integra o Programa de Eficiência Energética da Neoenergia Elektro e é regulado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Com ele, a distribuidora visa incentivar o consumo consciente de energia elétrica, reduzir a conta de luz e auxiliar no processo de descarbonização em sua área de concessão.
O uso de lâmpadas de LED traz uma série de benefícios, além de gerar economia de energia. Elas possuem maior vida útil, com duração de aproximadamente 25 mil horas, enquanto as lâmpadas fluorescentes duram, em média, 15 mil horas. A tecnologia LED também causa menos impacto ambiental, além de que todos os equipamentos recolhidos serão descartados por uma empresa especializada, dando assim a destinação correta aos resíduos.
Critérios para participar do Projeto Energia com Cidadania:
· Ser cliente residencial ou rural-residencial;
· Ser morador de comunidade popular ou estar cadastrado na Tarifa Social de Energia Elétrica (TSEE);
· Apresentar a conta de energia do mês anterior paga;
· Não ter débitos com a concessionária;
· Não ter trocado lâmpadas em projetos da Neoenergia Elektro nos últimos 6 anos (limite máximo de 8 lâmpadas);
· Entregar as lâmpadas incandescentes, fluorescentes ou halógenas usadas (potência igual ou superior a 14W).
Onde realizar as trocas
Local: Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) - Rua Peterman, 154 – Bairro Esperança II
Dias e horários
13 de julho – das 13h às 17h
14, 15 e 16 de julho – das 08h às 16h
17 de julho – das 08h às 12h
SÃO PAULO/SP - A conta de luz de grande parte da população do estado de São Paulo ficará mais cara a partir deste sábado (4). Com o reajuste tarifário anual da Enel, o valor médio para o consumidor terá aumento de 10,18%. A elevação foi aprovada na terça-feira (30) pela diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).
O aumento médio para a baixa tensão, que inclui residências, será de 8,97%. Já a média para alta tensão, como indústrias e grandes comércios, sobe 15%.
Segundo a Aneel, entre os fatores que mais contribuíram para o reajuste tarifário estão custos com a transmissão e encargos do setor.
A mudança afetará 24 municípios paulistas e aproximadamente 8,9 milhões de unidades consumidoras.
AGÊNCIA BRASIL
SÃO CARLOS/SP - Um estudo recente efetuado por pesquisadores do Instituto de Física de São Carlos (IFSC/USP) e divulgado na plataforma ScienceDirect, via revista Measurement Energy, traz uma boa notícia para o avanço da energia solar: o desenvolvimento de um equipamento mais simples e barato para testar a durabilidade de novos tipos de painéis solares.
Hoje, uma das maiores dificuldades dessas tecnologias mais recentes é justamente saber quanto tempo elas conseguem funcionar bem. Embora sejam mais baratas de produzir e tenham grande potencial, esses novos painéis ainda se desgastam com relativa rapidez, o que dificulta sua utilização em larga escala.
Até agora, testes de durabilidade são feitos com equipamentos sofisticados, geralmente disponíveis apenas em escala industrial ou laboratórios bem financiados. Esses sistemas simulam condições como luz solar intensa, calor, humidade e exposição ao ar, mantendo os painéis em funcionamento contínuo durante dias, semanas ou até meses. Ao longo desse período, os pesquisadores monitorizam o desempenho para identificar quando e como ocorre a perda de eficiência. Apesar de eficazes, esses métodos exigem aparelhos caros, manutenção constante e ambientes controlados, o que limita o número de instituições capazes de realizar esse tipo de análise.
O problema, portanto, não está apenas nos materiais, mas também na dificuldade de testar a durabilidade dessas tecnologias de forma ampla. A limitação de acesso a esses equipamentos acaba por atrasar a obtenção de resultados e a comparação entre diferentes estudos.
Para contornar esse obstáculo, pesquisadores do IFSC/USP criaram um sistema de testes que pode ser montado com menor custo e que segue padrões internacionais, permitindo comparar resultados com maior segurança. Na prática, isso significa que mais equipes poderão estudar como esses painéis se comportam ao longo do tempo e em diferentes condições.
Nos testes realizados, o novo equipamento apresentou resultados confiáveis, semelhantes aos obtidos com métodos mais caros. Além disso, ele permite simular tanto condições controladas quanto situações do mundo real, como a exposição ao ambiente externo.
A principal contribuição da pesquisa é tornar esse tipo de análise mais acessível. Com isso, será possível entender melhor por que esses painéis se deterioram e como aumentar sua vida útil — um passo essencial para que possam chegar ao mercado de forma competitiva.
Um tipo de análise mais acessível
O pesquisador do IFSC/USP, Prof. Dr. Gregório Couto Faria, autor correspondente do estudo, aponta que essas novas tecnologias solares podem transformar profundamente o setor energético nos próximos anos. “Diferentemente dos painéis tradicionais, esses novos modelos podem ser mais leves, flexíveis e até transparentes, o que amplia as possibilidades de uso. Eles podem, por exemplo, ser integrados em janelas de edifícios, fachadas, telhados mais leves e até em dispositivos portáteis, como mochilas e equipamentos eletrônicos”, sublinha o pesquisador, acrescentando que essa versatilidade abre caminho para uma geração de energia mais descentralizada, em que casas, empresas e até objetos do dia a dia passam a produzir a sua própria eletricidade. “Com custos de produção potencialmente mais baixos, essas tecnologias também podem tornar a energia solar mais acessível a regiões com menos recursos, contribuindo para reduzir desigualdades no acesso à energia”, enfatiza.
Além disso, a facilidade de fabricação pode permitir uma produção em larga escala com menor impacto ambiental, reforçando o papel dessas soluções na transição para fontes de energia mais limpas. Em vez de grandes centrais solares concentradas, o futuro pode passar por uma rede mais distribuída e integrada ao cotidiano das cidades.
No entanto, a durabilidade ainda é um ponto crítico. Sem garantir que esses painéis funcionem de forma estável ao longo do tempo, a sua adoção comercial fica comprometida. “É aqui que nosso trabalho entra”, menciona Yosthyn M. Ariza Florez, aluno de doutoramento do Prof. Gregório C. Faria, e primeiro autor do trabalho. “Em sistemas fotovoltaicos, medidas de eficiência de primeiras medidas, não representam a viabilidade tecnológica da solução. Medidas de eficiência sempre devem ser acompanhadas de testes de estabilidade, já que sistemas fotovoltaicos devem operar satisfatoriamente por vários anos”, sublinha o pesquisador.
Ao propor uma alternativa mais simples e econômica para testar esses equipamentos, o estudo ajuda a acelerar esse processo e reforça a importância da pesquisa científica no desenvolvimento de fontes de energia mais sustentáveis.
Esta pesquisa foi apoiada pelo Instituto Nacional de Eletrônica Orgânica (INEO), Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e Fundação de Amparo à Pesquisa no Estado de São Paulo (FAPESP).
Confira no link o estudo original -
Condição depende da renda familiar e da quantidade de energia utilizada na residência; só na região de São Carlos, mais de 54 mil pessoas podem ser beneficiadas
SÃO CARLOS/SP - Clientes da CPFL Paulista inscritos no Cadastro Único (CadÚnico) podem ter a conta de luz isenta ou com desconto, conforme a renda familiar e a quantidade de energia consumida. As regras são definidas pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) e envolvem dois mecanismos: a Tarifa Social de Energia Elétrica e o Desconto Social. Na área de concessão da CPFL Paulista, mais de 619,5 mil clientes podem ter acesso a algum tipo de enquadramento na conta de luz. Só na região de São Carlos, são 54.856 pessoas.
“Os programas atendem públicos diferentes entre os inscritos no CadÚnico. A Tarifa Social garante a isenção da tarifa de energia para consumo de até 80 kWh e renda familiar de até meio salário mínimo por pessoa. Já o Desconto Social oferece redução no valor da conta para quem consome até 120 kWh e tem renda per capita entre meio e um salário mínimo”, explica Gustavo Uemura, diretor Comercial da CPFL Energia.
Na maior parte dos casos, a isenção ou o desconto entra automaticamente na conta de luz, sem necessidade de solicitação. Porém, Uemura alerta: “a conta de energia precisa estar em nome do beneficiário ou de alguém que mora na mesma residência e esteja com o CadÚnico ativo e validado. Quando essa vinculação não está correta, o direito à isenção ou ao desconto não consegue ser identificado e aplicado de forma automática”.
Quem pode ter a conta isenta – Tarifa Social de Energia Elétrica
A Tarifa Social de Energia Elétrica garante isenção da tarifa de energia para clientes inscritos no CadÚnico com renda familiar por pessoa de até meio salário mínimo e consumo mensal de até 80 kWh. Dentro desse limite, a tarifa de energia não é cobrada. Segundo levantamento feito pela CPFL Paulista, mais de 30,4 mil clientes na região de São Carlos, tem direito ao benefício, mas não estão cadastrados junto à concessionária.
Quem pode ter desconto na conta – Desconto Social
O Desconto Social é destinado a famílias com renda mensal por pessoa entre meio e um salário mínimo e consumo de até 120 kWh.
De acordo com a regulamentação da ANEEL, o desconto varia entre 9% e 18% no valor da fatura, conforme a região, e é aplicado diretamente na conta de luz. Na região de São Carlos, 24,3 mil clientes, podem receber o desconto.
Mesmo nos casos de isenção da tarifa ou de desconto na fatura, a conta pode manter cobranças como a Contribuição de Iluminação Pública (CIP), definida por cada município, além de tributos e serviços adicionais eventualmente contratados.
O que fazer se o desconto ou a isenção não aparecer na conta
Se a isenção ou o desconto não constar na fatura, a orientação é:
Mais informações estão disponíveis em: Nova Regra Tarifa Social | CPFL
BRASÍLIA/DF - O desenvolvimento da energia nuclear é estratégico para o Brasil alcançar autonomia energética e soberania nacional, em um momento em que as economias globais precisam de fontes estáveis de energia e o cenário geopolítico causa turbulência nas cadeias de petróleo e gás natural.
A opinião é defendida por especialistas que participaram, nesta segunda-feira (23), do Nuclear Summit, encontro sobre o desenvolvimento da energia nuclear, na Casa Firjan, centro de inovação e tendências da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro. O encontro foi realizado pela Associação Brasileira para Desenvolvimento de Atividades Nucleares (Abdan).
O professor de relações internacionais Júlio César Rodriguez, da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), considera que o Brasil deve investir na energia nuclear pelo caráter escalável dessa fonte energética, ou seja, capacidade de aumento da produção.
“A energia nuclear é uma fonte de energia chave para o Brasil dominar, ter autonomia energética e, mais do que isso, ser autônomo tecnologicamente”, completa o professor da universidade gaúcha em entrevista à Agência Brasil.
“Dominando o processo todo, a extração dos minérios, o enriquecimento, o desenvolvimento de reatores, estamos jogando em nível de desenvolvimento industrial, tecnológico e científico mais alto, dos atores mais importantes do mundo”, sustenta.
O presidente da Abdan, Celso Cunha, elenca que a energia nuclear tem “atributos importantes”. “É limpa, gera energia em um espaço muito pequeno, é altamente eficiente e tecnológica”, descreve.
Para Cunha, a conjuntura ambiental e geopolítica, com conflitos internacionais, reafirma as vantagens da energia nuclear.
“É extremamente importante um país ser independente energeticamente. Um país dependente energeticamente não consegue crescer”, diz ele à Agência Brasil.
O presidente da Abdan reconhece que o Brasil tem muitas fontes renováveis, como eólica, solar e hidrelétrica, mas ressalta a vantagem de a energia nuclear ter fornecimento constante, que não depende de fatores climáticos, como ventos, sol e regime de chuvas.
“É a grande solução”, defende ele, incluindo como vantagem para o país a capacidade de exportar combustível. "Podemos ganhar muito dinheiro vendendo combustível. Nada de vender minério in natura, isso não traz valor agregado. Estamos no momento certo, chegou a hora do nuclear”, finaliza.
Apesar de ser considerada pela indústria como energia limpa, a fonte nuclear atrai preocupação de ambientalistas a respeito dos resíduos gerados no processo, que precisam ser armazenados de forma segura.
No Brasil, a Comissão Nacional de Energia Nuclear, um órgão estatal, trabalha na definição de um reservatório definitivo para pastilhas utilizadas de urânio.
A assessora de integridade e gestão de risco da Empresa de Participações em Energia Nuclear e Binacional (ENBpar), Mayara Mota, explicou que a empresa, ligada ao Ministério de Minas e Energia (MME), busca caminhos para que o Brasil domine o ciclo completo do urânio, mineral matéria-prima da energia nuclear.
“Hoje em dia, a conversão é feita fora do Brasil. Então, a ideia da usina de conversão é que a gente possa trazer a infraestrutura. A técnica para fazer isso a gente tem, falta a estrutura”, detalhou.
A conversão é a transformação do yellowcake (concentrado de urânio) em hexafluoreto de urânio, etapa fundamental no ciclo do combustível nuclear, que transforma um pó sólido em um composto que facilita o enriquecimento e o transporte.
O ciclo do urânio é de monopólio do Estado e só realizado para fins pacíficos. A estatal Indústrias Nucleares do Brasil (INB) opera a única mina do mineral no país, em Caetité, no sudoeste da Bahia, e o enriquecimento é feito na fábrica de Resende, no sul do estado do Rio de Janeiro.
Atualmente, o Brasil tem duas usinas nucleares em operação, Angra 1 e Angra 2, na cidade de Angra dos Reis, litoral sul do Rio de Janeiro. As duas, juntas, têm capacidade de geração de 2 gigawatts (GW), potência capaz de abastecer uma cidade como Belo Horizonte, com 2,3 milhões de habitantes.
A usina Angra 3 está com a construção interrompida, e o governo discute se investirá na conclusão do projeto, que poderia adicionar 1,4 GW ao sistema elétrico brasileiro. A obra parada custa cerca de R$ 1 bilhão por ano ao país.
Um levantamento do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aponta que o custo do abandono definitivo das obras de Angra 3 pode variar entre R$ 22 bilhões e R$ 26 bilhões. Esse valor pode ultrapassar o necessário para a conclusão do empreendimento, estimado em R$ 24 bilhões.
A decisão de seguir ou não com Angra 3 cabe ao Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), órgão que reúne diversos ministérios.
A consultora técnica Regina Fernandes, da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), destacou que a energia nuclear ganha protagonismo no compromisso do país com a transição energética, diminuindo a dependência do país de combustíveis mais poluidores, como o petróleo.
“Essas fontes firmes e limpas têm espaço no cenário de longo prazo para ocupar lugar na matriz energética. São fontes que vão receber mais incentivos por conta de urgência climática”, afirmou a técnica da empresa vinculada ao MME.
No último dia 10, o governo brasileiro anunciou a adesão à Declaração para Triplicar a Energia Nuclear, iniciativa que busca mobilizar governos, indústrias e instituições financeiras para ampliar, até 2050, a capacidade instalada dessa fonte energética no mundo.
A iniciativa foi assinada durante a II Cúpula sobre Energia Nuclear, em Paris.
AGÊNCIA BRASIL
Das 8h às 13h, clientes poderão receber atendimento na unidade itinerante da concessionária de energia
ARARAQUARA/SP - A agência itinerante da CPFL Paulista estará no Parque Infantil neste sábado (21). A unidade prestará atendimento presencial aos clientes de Araraquara das 9h às 13h.
A iniciativa tem como objetivo facilitar o acesso da população aos principais serviços da companhia, levando atendimento direto a um local de grande circulação. Os clientes poderão solicitar emissão de segunda via de conta, alteração de titularidade, religação, cadastramento na tarifa social, entre outros serviços.
Também haverá distribuição de materiais informativos e orientações práticas sobre o uso consciente de energia, reforçando os conceitos de sustentabilidade e educação energética.
SERVIÇO
Agência móvel CPFL
Data: sábado, 21 de março
Horário: das 9h às 13h
Local: Parque Infantil - (Rua São Bento, entre as avenidas Prof. Jorge Corrêa e São Geraldo – Centro)
TAMBAÚ/SP - Padarias, posto de combustíveis e um supermercado foram flagrados furtando energia elétrica durante a Operação Linha Direta, da Polícia Civil de São Paulo, com apoio da Neoenergia Elektro. Os crimes foram identificados nas cidades de Santa Cruz das Palmeiras e Tambaú. A energia furtada abasteceria 2,9 mil residências por um mês.
Quatro pessoas foram presas em flagrante e conduzidas às Delegacias de Polícia Civil das cidades de Casa Branca, Santa Cruz das Palmeiras e Tambaú, para os procedimentos de lavratura do Boletim de Ocorrência.
A partir de análises da Neoenergia Elektro partilhadas com a Polícia Civil, comprovou-se a adulteração do sistema de medição de energia em duas padarias na cidade de Santa Cruz das Palmeiras; e de um supermercado, além de um posto de combustíveis no município de Tambaú.
“A recuperação de energia furtada é uma medida essencial para garantir a segurança da rede e a qualidade do fornecimento para todos os clientes. Além de ser crime, o furto compromete a estabilidade do sistema e coloca em risco a vida das pessoas”, afirma Ricardo Becker, gerente da Neoenergia Elektro.
O furto de energia é crime previsto no artigo 155 do Código Penal e a pena para o responsável pela irregularidade (fraude, furto ou adulteração de medidor) pode chegar a oito anos de reclusão. A população pode denunciar ligações clandestinas de energia elétrica, de forma anônima e segura.
Canais de atendimento da Neoenergia Elektro
SÃO CARLOS/SP - Na última sessão ordinária da Câmara Municipal de São Carlos, o vereador Edson Ferraz chamou a atenção para um problema recorrente na marginal da cidade: vários pontos de iluminação estavam apagados, comprometendo a segurança de motoristas e pedestres que circulam pela região.
Durante sua fala, o vereador questionou publicamente de quem seria a responsabilidade pela manutenção da iluminação naquele trecho, se da Prefeitura Municipal ou da CPFL Paulista, concessionária responsável pelo fornecimento de energia na cidade.
Na manhã de ontem, quinta-feira, 16 de outubro, a própria CPFL entrou em contato direto com o vereador para esclarecer a situação. A empresa confirmou que a manutenção da iluminação naquele ponto específico é, sim, de sua responsabilidade e informou que já estava tomando as providências necessárias para restabelecer os serviços.
No final da tarde do mesmo dia, todas as lâmpadas que estavam apagadas já haviam sido trocadas, restabelecendo a iluminação na via.
Edson Ferraz destacou a importância da atuação integrada entre o poder público, a iniciativa privada e a população. “Agradecemos à CPFL pela agilidade e clareza nas informações. Nosso mandato continuará atento e à disposição para colaborar com a fiscalização e informar imediatamente qualquer nova demanda”, afirmou o vereador.
Além disso, o parlamentar reforçou que segue realizando andanças pela cidade para ouvir as demandas da população e cobrar soluções junto aos órgãos responsáveis.
A população também pode colaborar, informando diretamente ao gabinete qualquer ponto de iluminação com falhas ou outros problemas relacionados à segurança urbana.
SÃO CARLOS/SP - São Carlos receberá nos dias 31 de julho (quinta-feira) e 1º de agosto (sexta-feira) uma iniciativa voltada à eficiência energética e ao consumo consciente de eletricidade. Em parceria com a CPFL Paulista, a Prefeitura promove a troca gratuita de lâmpadas incandescentes e fluorescentes por modelos LED, que são mais econômicos e ambientalmente sustentáveis. A ação ocorrerá na Praça do Mercado Municipal, das 10h às 16h.
A ação faz parte do programa de Eficiência Energética da CPFL, regulado pela Aneel. Esse mutirão tem como objetivo facilitar o acesso a soluções simples para reduzir o desperdício de energia.
Cada consumidor poderá levar até oito lâmpadas antigas para o ponto de troca. Para receber os novos modelos, é necessário apresentar um documento com foto e uma conta de energia recente.
As lâmpadas LED consomem até 80% menos energia e possuem uma vida útil significativamente mais longa, contribuindo não apenas para a economia na conta de luz, mas também para a preservação ambiental.
Para o secretário de Conservação e Qualidade Urbana de São Carlos, Leonardo Orlando, a ação representa mais do que um benefício direto aos moradores. “São Carlos tem priorizado medidas sustentáveis que se revertem em qualidade de vida para o cidadão. A parceria com a CPFL reforça nosso compromisso em oferecer alternativas práticas e responsáveis”.
A iniciativa já passou por diversas cidades da região e agora chega a São Carlos como mais uma oportunidade de promover o uso inteligente da energia nas residências.
BRASÍLIA/DF - O governo federal, por meio do Ministério de Minas e Energia (MME), planeja uma expansão significativa da tarifa social de energia elétrica, visando alcançar cerca de 60 milhões de brasileiros com isenção ou descontos na conta de luz. A proposta de projeto de lei, que busca promover o que o ministro Alexandre Silveira classificou como "justiça tarifária", foi encaminhada à Casa Civil na última quarta-feira (16) e ainda pode passar por alterações antes de ser enviada ao Congresso Nacional.
Como funcionará a nova tarifa social?
A principal mudança proposta é a isenção total da conta de luz para consumidores com consumo de até 80 quilowatts-hora (kWh) por mês, desde que se enquadrem em um dos seguintes critérios:
Caso o consumo ultrapasse os 80 kWh, o consumidor pagará apenas a energia excedente. Por exemplo, uma família elegível que consumir 86 kWh em um mês pagará somente pelos 6 kWh adicionais.
O desconto social para famílias de baixa renda:
Além da isenção, o governo propõe a criação de um "desconto social" para famílias com renda per capita entre meio e um salário mínimo e consumo de até 120 kWh mensais. Esse grupo seria isento do pagamento da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), um encargo que atualmente representa cerca de 12% da conta de luz e custeia subsídios do setor elétrico. Estima-se que essa medida beneficie cerca de 21 milhões de famílias, sendo que 8,5 milhões delas já estão inscritas no CadÚnico.
Objetivos e custos da proposta:
Ao apresentar a medida, o ministro Alexandre Silveira destacou que a iniciativa faz parte de uma "reestruturação do setor elétrico" mais ampla, que inclui a abertura do mercado de energia e o rateio de custos entre diferentes tipos de consumidores. O MME estima que a nova tarifa social alcance um total de 60 milhões de beneficiários, dos quais 16 milhões teriam suas contas de luz zeradas. A pasta também espera que a medida contribua para a redução do furto de energia e dos custos operacionais relacionados à inadimplência.
No entanto, a implementação da proposta tem um custo estimado de R$ 4,45 bilhões, que será repassado aos demais consumidores, com um impacto inicial previsto de 1,4% na conta de energia elétrica. Para compensar esse aumento, o ministério planeja limitar os descontos concedidos às fontes de energia incentivada, como eólica e solar. A expectativa é que essa limitação retire cerca de R$ 10 bilhões em subsídios da conta de luz a longo prazo, com o vencimento dos contratos de aquisição de energia dessas fontes. Contudo, a pasta ainda não definiu o cronograma para essa compensação, o que significa que, se aprovada, a medida pode gerar um aumento imediato nas contas de luz a partir dos reajustes tarifários anuais da Aneel.
Como funciona a tarifa social atualmente?
Atualmente, a tarifa social oferece descontos de até 65% na conta de luz para famílias de baixa renda com consumo de até 220 kWh, sendo o maior desconto aplicado na faixa de consumo de 0 a 30 kWh. Famílias indígenas e quilombolas já contam com isenção para consumos de até 50 kWh. A nova proposta busca ampliar significativamente o alcance e o benefício da tarifa social, especialmente para as famílias de menor renda.
POR NOTÍCIAS AO MINUTO
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