SÃO CARLOS/SP - O Secretário de Fazenda e Planejamento do Estado de São Paulo, Henrique Meirelles (ex-ministro da Fazenda), recebeu na quarta (22) uma comitiva de autoridades de São Carlos e representantes da empresa Tecumseh do Brasil. O assunto da audiência agendada pelo deputado federal Herculano Passos (MDB-SP) na capital paulista, foi a solicitação da Câmara Municipal de São Carlos do ressarcimento de créditos tributários (ICMS) da empresa Tecumseh do Brasil no valor de R$ 70 milhões que estão retidos junto ao Governo Paulista.
Participaram da audiência com o secretário Meirelles, o deputado federal Herculano Passos, o vice-prefeito de São Carlos Edson Ferraz, o presidente da Câmara Municipal de São Carlos, Roselei Françoso, o vereador Lucão Fernandes, o Diretor-Presidente da Tecumseh do Brasil, Ricardo Ferreira, o diretor de finanças da Tecumseh Claudio Fidelis, o diretor do CIESP São Carlos, Paulo Giglio, a advogada da Tecumseh, Rogeria Zapparoli e Hélio Kubata da Coordenadoria de Administração Tributária (CAT).
Além da questão do crédito tributário, foram tratados também outras demandas das indústrias referentes à exportação, benefícios e políticas de incentivo ao se utilizar a circulação de mercadorias via zona franca de Manaus.
O Diretor-Presidente da Tecumseh do Brasil, Ricardo Ferreira agradeceu ao presidente da Câmara, vereador Roselei Françoso, ao poder público de São Carlos e ao deputado federal Herculano Passos por conseguirem a agenda com o secretário Meirelles. “O nosso caso está aparentemente resolvido, houve uma ressonância, São Carlos ter comprado a nossa briga entre aspas fez toda diferença para a Tecumseh buscando o nosso direito junto ao Governo Estadual, e essa parceria que a gente conseguiu criar como o Poder Público de São Carlos, isso sendo resolvido, a empresa vai respirar e manter alto o nível de vendas. Estou muito otimista e espero que tudo seja resolvido”, frisou Ferreira
O presidente da Câmara, vereador Roselei Françoso explicou que juntamente com o vereador Lucão Fernandes foi procurado pela Tecumseh há 15 dias sobre a questão do crédito tributário que não estava sendo liberado. “Solicitamos uma agenda ao deputado federal Herculano Passos que conseguiu a audiência com o ex-ministro Henrique Meirelles; “a reunião no Palácio dos Bandeirantes foi muito positiva, nos explicaram todos os problemas que houveram no meio do caminho, sistemas, apuração, mudanças de portarias e atendendo ao nosso pedido analisou a documentação apresentada pela Tecumseh do Brasil e deve liberar esse crédito tributário, inclusive desburocratizando esse sistema hoje imposto pelo governo do estado de São Paulo há mais de 10 anos”
Sobre os benefícios Roselei disse ainda que “serão beneficiadas também outras empresas que precisam reaver os créditos e no caso da Tecumseh possibilita a contratação de novos funcionários, competição no mercado, compra de matéria-prima, continuar a prestação de serviços e produção de riquezas no nosso país”, finalizou.
O vice-prefeito Edson Ferraz também agradeceu ao secretário Meirelles e ao deputado federal Herculano Passos que prontamente atenderam São Carlos “A liberação dos recursos é um ganho importante não só para a Tecumseh que gera mais de 2 mil empregos há 40 anos em São Carlos, mas porque garante empregos. Hoje ficou demonstrado que quando você tem a vontade política vem as vitórias e a certeza que nós vamos sair daqui com boas notícias para a nossa cidade”.
O diretor do CIESP São Carlos, Paulo Giglio, ressalta que o CIESP sempre está ao lado de seus associados. “A Tecumseh é uma empresa que emprega hoje 2.400 pessoas na cidade e essa ajuda que está existindo entre o CIESP São Carlos, a Prefeitura Municipal com o apoio da Câmara Municipal e a conversa direta com o secretário Henrique Meirelles, tem uma grande importância que vai objetivar em resultado rápido para empresa e para a cidade”, ressaltou.
TÓQUIO - O governo do Japão espera que o banco central mantenha os esforços para alcançar a meta de inflação de 2% e que ambos trabalhem juntos em relação à política econômica, disse o primeiro-ministro, Fumio Kishida, nesta quinta-feira.
"A economia do Japão pode retomar o crescimento saudável garantindo que a política monetária do Banco do Japão e a política fiscal do governo trabalhem juntas", disse Kishida em seminário.
"É por isso que é importante que ambos os lados se comuniquem e se coordenem."
Futuras decisões podem ser influenciadas por acontecimentos na economia global e pela pandemia de Covid-19, completou ele.
"Mas, por enquanto, é importante que ambos os lados coordenem a política com base em um entendimento esboçado em comunicado conjunto de 2013", disse Kishida.
"O documento esclareceu o papel que o governo e o banco central têm em tirar o Japão da deflação, especificando a meta para a alta de preços pela primeira vez.
Reportagem de Leika Kihara / REUTERS
BRASÍLIA/DF - A Caixa Econômica Federal deposita nesta quinta-feira (23) o Auxílio Brasil, programa criado pelo governo federal para substituir o Bolsa Família, a todos os beneficiários que têm NIS (Número de Inscrição Social) com final 0.
O novo programa social tem três benefícios básicos e seis suplementares, que podem ser adicionados caso o beneficiário consiga um emprego ou tenha um filho que se destaque em competições esportivas ou em competições científicas e acadêmicas.
O Auxílio Brasil é disponibilizado a famílias com renda de até R$ 100 por pessoa, o que enquadra seus integrantes na situação de extrema pobreza, e a famílias com ganho per capita de até R$ 200, consideradas em condição de pobreza.
De acordo com o Ministério da Cidadania, 14,5 milhões de famílias foram atendidas em novembro pelo novo programa social. Do total, 13 milhões recebiam menos de R$ 400, o atual valor médio de pagamento do Auxílio Brasil.
O calendário de saques do novo benefício obedece a mesma lógica adotada para o Bolsa Família, com os pagamentos que seguem até o dia 23 de dezembro, quando receberão os beneficiários que têm NIS final com final 0. Nos próximos meses, os depósitos retornam à programação original e devem ocorrer na última semana de cada mês.
BRASÍLIA/DF - A Caixa Econômica Federal deposita nesta quarta-feira (22) o Auxílio Brasil, programa criado pelo governo federal para substituir o Bolsa Família, a todos os beneficiários que têm NIS (Número de Inscrição Social) com final 9.
O novo programa social tem três benefícios básicos e seis suplementares, que podem ser adicionados caso o beneficiário consiga um emprego ou tenha um filho que se destaque em competições esportivas ou em competições científicas e acadêmicas.
O Auxílio Brasil é disponibilizado a famílias com renda de até R$ 100 por pessoa, o que enquadra seus integrantes na situação de extrema pobreza, e a famílias com ganho per capita de até R$ 200, consideradas em condição de pobreza.
O calendário de saques do novo benefício obedece a mesma lógica adotada para o Bolsa Família, com os pagamentos que seguem até o dia 23 de dezembro, quando receberão os beneficiários que têm NIS final com final 0. Nos próximos meses, os depósitos retornam à programação original e devem ocorrer na última semana de cada mês.
ÍNDIA - A Índia reduziu na 3ª feira (21) o imposto de importação básico sobre o óleo de palma refinado de 17,5% anteriormente para 12,5%, disse o governo em comunicado, enquanto o maior comprador mundial de óleo vegetal tenta aliviar os aumentos de preços quase recordes.
Os cortes de impostos tornariam o óleo de palma refinado mais atraente para os compradores indianos do que o óleo de palma bruto e aumentaria os embarques de qualidade refinada da Malásia e da Indonésia, disseram traders.
BRASÍLIA/DF - A Caixa Econômica Federal paga hoje (21) o Auxílio Brasil para beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) com final 8. O benefício é de, no mínimo, R$ 400 por família.

As datas de pagamento seguem o modelo do antigo Bolsa Família, que pagava os beneficiários nos dez últimos dias úteis do mês. Em dezembro, em função do feriado de Natal, os pagamentos vão até 23, com a antecipação em uma semana em relação ao calendário regular.
Veja a tabela
NIS final 1 10 de dezembro
NIS final 2 13 de dezembro
NIS final 3 14 de dezembro
NIS final 4 15 de dezembro
NIS final 5 16 de dezembro
NIS final 6 17 de dezembro
NIS final 7 20 de dezembro
NIS final 8 21 de dezembro
NIS final 9 22 de dezembro
NIS final 0 23 de dezembro
O beneficiário pode consultar informações sobre as datas de pagamento, o valor do benefício e a composição das parcelas em dois aplicativos: Auxílio Brasil, desenvolvido para o programa social, e o aplicativo Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco.
HONG KONG - A empresa chinesa de inteligência artificial SenseTime anunciou nesta segunda-feira (20) que entrará na Bolsa de Hong Kong em 30 de dezembro, após adiar o projeto por ter sido incluída em uma lista de grupos marcados pelo governo dos Estados Unidos.
No início de dezembro, o Tesouro americano incluiu a empresa na lista de grupos envolvidos com a situação dos direitos humanos em Xinjiang, alegando que os programas de reconhecimento facial da SenseTime foram projetados em parte para serem utilizados contra os uigures e outras minorias da região.
A SenseTime, que considerou as acusações "infundadas", adiou a entrada na Bolsa, prevista para 17 de dezembro.
A inclusão na lista do Tesouro torna praticamente impossível para os bancos de investimento americanos, que participam com frequência de IPOs na Bolsa de Hong Kong, se envolverem na operação ou que um cidadão americano faça o investimento.
Nesta segunda-feira, a empresa apresentou um novo pedido para a cotação e pretende fazer a entrada na Bolsa de Hong Kong em 30 de dezembro.
Com a operação, a SenseTime espera arrecadar 767 milhões de dólares.
"Devido à natureza (...) em evolução da regulamentação dos Estados Unidos temos que excluir os investidores americanos", afirmou a SenseTime.
De acordo com a agência de notícias financeiras Bloomberg, a empresa de inteligência artificial garantiu US$ 512 milhões com nove investidores, incluindo o fundo de investimento chinês Mixed-Ownership Reform Fund.
De acordo com Washington, a SenseTime pode identificar graças a sua tecnologia os uigures, incluindo os que "usam barba, óculos de sol ou máscara", na vigilância policial em Xinjiang.
Grupos de defesa dos direitos humanos afirmam que pelo menos um milhão de uigures e outras minorias muçulmanas estão internados em campos nesta região do noroeste da China, onde Washington afirma que acontece um genocídio.
BRASÍLIA/DF - A Caixa Econômica Federal paga hoje (20) o Auxílio Brasil para beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) com final 7. O benefício é de, no mínimo, R$ 400 por família.

As datas de pagamento seguem o modelo do antigo Bolsa Família, que pagava os beneficiários nos dez últimos dias úteis do mês. Em dezembro, em função do feriado de Natal, os pagamentos vão até 23, com a antecipação em uma semana em relação ao calendário regular.
Veja a tabela
NIS final 1 10 de dezembro
NIS final 2 13 de dezembro
NIS final 3 14 de dezembro
NIS final 4 15 de dezembro
NIS final 5 16 de dezembro
NIS final 6 17 de dezembro
NIS final 7 20 de dezembro
NIS final 8 21 de dezembro
NIS final 9 22 de dezembro
NIS final 0 23 de dezembro
O beneficiário pode consultar informações sobre as datas de pagamento, o valor do benefício e a composição das parcelas em dois aplicativos: Auxílio Brasil, desenvolvido para o programa social, e o aplicativo Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco.
Confira a apuração completa do último concurso regular da Mega-Sena deste ano.
SÃO PAULO/SP - Neste último sábado (18), foi realizado o concurso da Mega-Sena 2439, o último sorteio regular de 2021 antes da Mega da Virada, que será no dia 31 de dezembro.
Porém, a bolada de R$3 milhões não será paga, pois nenhuma aposta registrada acertou as seis dezenas extraídas.
Dessa forma, o montante será incorporado no sorteio da Mega da Virada, incrementando o valor em disputa.
O montante principal não será pago, mas muitos apostadores terão motivos para celebrar neste fim de semana, já que irão receber os prêmios menores.
Todas as 46 apostas que acertaram cinco dezenas irão receber cerca de R$ 40.082,94 cada, enquanto que os 3.008 jogos que acertaram quatro números serão contemplados com R$ 875,67 cada um.
Se você ainda fez sua aposta na Mega da Virada, que está valendo incríveis R$350 milhões, pode conferir a seguir nossas dicas, que irão aumentar suas chances de ganhar.
Como funciona o sorteio da Mega da Virada
A Mega da Virada é um dos concursos mais aguardados do ano, já que seu prêmio principal atrai os olhares de qualquer pessoa, até mesmo daquelas que nem jogam com frequência nas loterias.
Na edição deste ano, o montante está avaliado em R$350 milhões, um dos maiores da história! E para ganhá-lo, será necessário acertar todos os seis números que serão extraídos.
Lembrando que o prêmio não acumula, ou seja, ele vai sair de qualquer jeito, seja para quem fizer seis, cinco ou quatro pontos, de acordo com o resultado final.
O sorteio funciona da seguinte maneira: de um total de 60 dezenas disponíveis, somente seis são sorteadas para o resultado que define os ganhadores de todas as faixas. Ganha o prêmio principal quem acertar todas elas, e os prêmios menores quem fizer quatro ou cinco pontos.
BRASÍLIA/DF - O aumento da pobreza decorre de uma crise econômica global provocada pela pandemia de covid-19, disse na sexta-feira (17) o ministro da Economia, Paulo Guedes. Em apresentação de balanço de fim de ano da pasta, ele disse que o Brasil fez o dever de casa e que as medidas de apoio à economia tomadas em 2020 foram sentidas em 2021.

Segundo o ministro, outros países, inclusive economias avançadas, experimentaram aumento da pobreza e da inflação neste ano. Ele comparou os efeitos econômicos da pandemia ao impacto de uma guerra.
“Alguns vão dizer que o Brasil está mais pobre. Sim, guerras empobrecem. O mundo todo ficou mais pobre. Inflação também está alta na Alemanha, Estados Unidos e China. É culpa do governo Bolsonaro? Falam que governo A ou B perderam menos empregos, mas algum outro governo enfrentou a covid? Então não podemos comparar”, declarou o ministro.
O ministro criticou previsões do fim do ano passado de que a economia brasileira cresceria 3,5% neste ano, dizendo que o país chega ao fim de 2021 com expectativa de crescimento em torno de 5%. Para Guedes, a recuperação econômica em relação à fase mais aguda da pandemia acabou e deveu-se, em grande parte, às medidas de sustentação do emprego e da renda tomadas no ano passado.
“Isso tudo deu frutos neste ano, quando a economia se reergueu. A síntese de 2021 é que as previsões de que o Brasil iria dar errado falharam, a economia realmente voltou em 'V' e cresceu 5% neste ano”, reiterou Guedes. O ministro não comentou a queda de 0,1% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e dos serviços produzidos) no terceiro trimestre, o que configura recessão técnica.
Para o ministro, a inflação, atualmente superior a 10% no acumulado de 12 meses, é um fenômeno temporário, decorrente da pandemia. Ele disse que as maiores pressões em relação aos preços vêm de problemas de oferta, como a escassez global de algumas matérias-primas e a interrupção de fluxos comerciais e de cadeias produtivas.
“Teve inflação no mundo inteiro. Em todo o mundo, salários, aposentadorias e aluguéis perderam poder de compra e os governos mantiveram programas sociais. Mas as cadeias produtivas se desarticularam, e esse choque de oferta adverso tirou renda, emprego e trouxe inflação no mundo inteiro. Se é verdade que a inflação subiu, a culpa é nossa ou da covid?”, comentou.
Na avaliação de Guedes, a prova de que o governo brasileiro está fazendo o dever de casa pode ser expressa pela redução do déficit primário, resultado negativo nas contas do governo sem os juros da dívida pública. Para o ministro, nenhum país conseguiu fazer um ajuste fiscal tão expressivo como o Brasil, mesmo num cenário de pandemia.
“É verdade que nós nos endividamos um pouco mais, mas os estados e municípios melhoraram seus resultados. Onze estados que estavam no vermelho voltaram para o azul. Não deixamos os governos regionais entrarem em colapso por falta de recursos”, declarou. Guedes acrescentou que os gastos federais retornaram a 19,5% do PIB em 2021, semelhante ao nível registrado em 2019, após terem subido para 26% do PIB em 2020, por causa da pandemia.
No fim de novembro, a equipe econômica melhorou as projeções do déficit primário de 2021 para R$ 95,8 bilhões (cerca de 1,1% do PIB). Para 2022, o projeto do Orçamento Geral da União originalmente previa déficit de 0,5% do PIB, mas a decisão do governo de aumentar gastos para bancar o Auxílio Brasil de R$ 400 elevará o déficit para 1,4% do PIB no próximo ano.
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