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SÃO CARLOS/SP - A Vigilância Epidemiológica de São Carlos informa nesta quarta-feira (29/07) os números da COVID-19 no município. São Carlos contabiliza neste momento 1.294 casos positivos para a doença (20 resultados positivos foram liberados hoje), com 20 mortes confirmadas e 1 suspeita. 62 óbitos já foram descartados até o momento. O óbito descartado é de um homem de 80 anos internado em 28/7 que morreu no mesmo dia. Já o óbito suspeito é de um homem de 75 anos também internado em 28/7 e que morreu também no mesmo dia, porém o resultado do exame ainda não saiu. Dos 1.294 casos positivos, 1.180 pessoas apresentaram síndrome gripal e não foram internadas, 1 óbito sem internação, 113 pessoas precisaram de internação devido a COVID-19, 78 receberam alta hospitalar, 16 estão internadas, 1 paciente de São Carlos está internado em outro município e 19 positivos internados foram a óbito. 980 pessoas já se recuperaram totalmente da doença. 4.925 casos suspeitos já foram descartados para o novo coronavírus (82 resultados negativos foram liberados hoje). Estão internadas neste momento 35 pessoas, sendo 19 adultos na enfermaria (12 positivos – sendo 2 de outros municípios, 5 suspeitos, 2 negativos); na UTI adulto hoje estão internadas 12 pessoas (11 positivos - sendo 6 de outros municípios e 1 negativo). Na UTI duas crianças estão internadas, uma com suspeita da doença e outra com resultado negativo. Outras duas crianças estão na enfermaria, sendo 1 com resultado negativo e 1 com suspeita da doença. A taxa de ocupação dos leitos especiais para COVID-19 de UTI/SUS está hoje em 70%. Na rede privada nenhum paciente está internado neste momento na UTI. Já na enfermaria 5 pacientes estão internados na rede particular, sendo 3 com resultado positivo para a doença e 2 com suspeita da COVID-19.

NOTIFICAÇÕES – Já passaram pelo sistema de notificação de Síndrome Gripal do município 8.246 pessoas desde o dia 21 de março, sendo que 6.449 pessoas já cumpriram o período de isolamento de 14 dias e 1.796 ainda continuam em isolamento. A Prefeitura de São Carlos está fazendo testes em pessoas que passam em atendimento nos serviços públicos de saúde com Síndrome Gripal (febre, acompanhada de um ou mais sintomas como tosse, dor de garganta, coriza, falta de ar). 4.248 pessoas já realizaram coleta de exames, sendo que 3.281 tiveram resultado negativo para COVID-19, 822 apresentaram resultado positivo (esses resultados já estão contabilizados no total de casos positivos). 145 pessoas ainda aguardam o resultado. O boletim emitido diariamente pela Vigilância Epidemiológica de São Carlos contabiliza as notificações das unidades de saúde da Prefeitura, Hospital Universitário (HU), Santa Casa, rede particular e planos de saúde.

SÃO CARLOS/SP - A Força Tarefa, composta por representantes da Guarda Municipal, Policia Militar, Departamento de Fiscalização da Secretaria Municipal de Habitação e Desenvolvimento Urbano, Defesa Civil e Vigilância Sanitária, completou quatro meses de trabalho no combate a disseminação da COVID-19 e na exigência do cumprimento dos Decretos Municipais e do Plano SP, estratégia do Governo do Estado em parceria com os municípios para retomar com segurança a economia do estado durante a pandemia do novo coronavírus.

O trabalho da Força Tarefa começou no dia 19 de março e todos os dias as operações são realizadas de manhã, à tarde e à noite, inclusive aos feriados e aos finais de semana.

A cidade de São Carlos foi pioneira no Estado de São Paulo em realizar operações especificas e unificadas para o cumprimento, inicialmente dos decretos municipais e depois do Plano SP. Devido a esse trabalho, São Carlos se manteve entre as vinte cidades com melhores índices de isolamento social e com número baixo de óbitos em comparação com os municípios do mesmo porte na região central.

A Guarda Municipal, por meio do telefone 153, já recebeu 8.163 ligações com denúncias e pedidos de orientações. No total foram realizadas 1.990 vistorias, 525 estabelecimentos foram notificados e 203 interditados.

A Secretaria Municipal de Segurança Pública e Defesa Social é a pasta responsável pela coleta de dados de todas as operações, além de realizar o controle dos índices de isolamento social, e a partir desses números, monta as operações nos bairros que possuem mais casos confirmados e baixos índices de isolamento.

Além disso, o setor de inteligência da Guarda Municipal realiza um trabalho investigativo para detectar festas de caráter público que são programadas pelas redes sociais.

Em pouco mais de quatro meses de trabalho, seis ocorrências terminaram com a lavratura de boletins pelo crime de saúde pública. A interdição de um clube, três festas de caráter público, um pesque pague e dois descumprimentos de Auto de Interdição foram às ocorrências nas quais os proprietários responderão, além das sanções administrativas, possivelmente por sanções criminais.

O Departamento de Fiscalização está recebendo diversas demandas do Ministério Público do Estado de São Paulo. Todas as vistorias são realizadas e os relatórios encaminhados ao órgão. Os promotores de justiça estão sempre amparando legalmente todos os atos administrativos da Força Tarefa.

As atividades em bares e lojas foram as mais autuadas pelo Departamento de Fiscalização. Os restaurantes e assistências técnicas foram os menos autuados. A região central, Santa Felícia e o Cidade Aracy foram os bairros que tiveram os maiores índices de notificações e interdições.

O diretor do Departamento de Fiscalização, Rodolfo Tibério Penela, explica que existe um manual de orientações. “Existe um manual de orientação que é atualizado de acordo com as mudanças dos decretos e do Plano SP, assim todos os fiscais, guardas municipais e policiais militares têm ciência e conhecimento das legislações para que os trabalhos sejam padronizados. Agradeço a coordenação do coronel Samir Gardini, secretário de Segurança Pública, de todas as equipes e do Comitê Emergencial de Combate ao Coronavírus”, finaliza Penela.

Já o secretário de Segurança Pública, Samir Gardini, avalia que a união de todas as forças de fiscalização da cidade proporcionou a formação de uma grande equipe de trabalho. “A Força Tarefa está realizando um trabalho excepcional que está servindo de modelo para outros municípios. Os números demonstram o cuidado da cidade com a saúde de toda a população”, ressalta Gardini.

Confira os números até o momento no mês de julho: 263 estabelecimentos vistoriados, 10 fechados, 80 notificados, 56 interditados, seis autos de infrações, no valor de R$ 1.126,00 cada, foram emitidos por aglomerações em estabelecimentos, 983 denúncias já foram feitas pelo telefone 153, 2 processos judiciais de aglomeração de pessoas já foram abertos, um inquérito civil de aglomeração de pessoas irregular foi instaurado e um boletim de ocorrência de crime contra a saúde pública por aglomeração foi lavrado.

MUNDO - A Rússia aguarda o sinal verde para começar a produção e distribuição de uma vacina contra a covid-19 —doença causada pelo novo coronavírus. Para atender aos mercados da América Latina, o país quer firmar acordos com laboratórios do Brasil.

O CEO do Fundo Soberano da Federação Russa, Kirill Dmitriev, que coordenou o desenvolvimento da vacina, confirmou as negociações ao Valor. “Grande parte da população brasileira poderá ser já vacinada neste ano, se tivermos 1 acordo com produtores brasileiros”, afirmou.

Dmitriev explicou que a aprovação da Rússia para o começo da produção deve vir em agosto. Será a 1ª vacina a receber o aval. Caso consiga firmar acordo com o Brasil, a produção nos laboratórios brasileiros começaria em outubro ou novembro. “Estamos em conversações tanto com laboratórios do setor público como privado no Brasil, e nosso interesse é também de fazer testes clínicos e produzir drogas contra a covid-19 no país“, disse, sem mencionar quais laboratórios foram procurados para a parceria.

A Rússia planeja produzir 30 milhões de doses no país e 170 milhões em outros lugares. O Brasil seria responsável pela produção para a América Latina.

O plano da Rússia vai contra as previsões da OMS (Organização Mundial da Saúde), que disse que uma vacinação em massa deve ocorrer apenas em 2021. “Sendo otimista, estamos acelerando o máximo possível, mas temos de garantir segurança, tomar toda precaução para ter resultado seguro. Mas, sendo realista, será na 1ª parte do próximo ano até que comecemos a ver pessoas sendo vacinadas”, disse o diretor-executivo, Michael Ryan.

A vacina russa se baseia em uma plataforma de adenovírus. Essa base teve sucesso na produção da vacina contra o Ebola, o que é visto pelos russos como vantagem sobre as outras vacinas em desenvolvimento. O adenovírus está presente no vacina da Universidade de Oxford, considerada uma das mais promissoras. A Rússia diz, no entanto, que o Reino Unido usa 1 tipo de adenovírus como vetor e isso reduz a capacidade de imunização.

Dmitriev falou da acusação dos Estados Unidos, Reino Unido e Canadá que que a Rússia teria roubado informações sobre as pesquisas de vacinas. “Essa acusação ironicamente acabou jogando positivamente para nós, porque vários países descobriram a existência da vacina russa e querem trabalhar conosco”, disse, completando que “é uma acusação infeliz, porque torna político algo que deveria ser para salvar vidas”.

 

 

*Por: PODER360

Pesquisa de Médicos Sem Fronteiras mostra que valor poderia ser de US$ 5 em vez dos quase US$ 20 cobrados pela empresa Cepheid

 

MUNDO - Pela alta demanda global e urgente de testes de diagnósticos rápidos, necessários para lidar com a pandemia de COVID-19, a organização internacional de ajuda humanitária Médicos Sem Fronteiras (MSF) fez um apelo nesta terça-feira (28) à empresa americana de diagnósticos Cepheid para ofertar testes de detecção da COVID-19 (Xpert Xpress SARS-COV2) de forma equitativa e acessível em todos os países.

MSF solicitou à companhia que se abstenha de buscar grandes lucros com a pandemia, reduzindo o preço de cada teste para US$ 5, em vez dos quase US$ 20 cobrados nos países mais pobres do mundo, a fim de garantir acesso mais amplo ao diagnóstico. Um levantamento de MSF aponta que os testes podem ser vendidos com lucro ao preço de US$ 5 cada.

"Como os países estão lutando para lidar com casos suspeitos de COVID-19, é essencial ter um teste rápido e preciso para o gerenciamento em tempo real das pessoas afetadas pelo vírus, a fim de combater essa pandemia", disse Greg Elder, coordenador médico da Campanha de Acesso de MSF. "Tantas vidas poderiam ser salvas se empresas como a Cepheid disponibilizassem seu teste com urgência e baixo custo em todos os países".

No Brasil, o Ministério da Saúde
 anunciou, em março, um processo de negociação com a Cepheid para a compra de 600 mil cartuchos. Até o momento, os testes ainda não foram disponibilizados no sistema público de saúde. Com número de novos casos ainda elevado no país, MSF reforça a necessidade de que as pessoas tenham acesso a um diagnóstico confiável, rápido e disponível no local de atendimento médico.

"É crucial, inclusive, para atender às necessidades de populações difíceis de alcançar. Portanto, mais transparência sobre a capacidade de produção e entrega da Cepheid e os preços mais baixos são etapas importantes para garantir o acesso sustentável a essa ferramenta para a população brasileira", salienta Felipe Carvalho, coordenador da Campanha de Acesso a medicamentos de MSF no Brasil.

A Cepheid estabeleceu o preço de cada teste em US$ 19,80 em 145 países em desenvolvimento, incluindo até as nações mais pobres do mundo, onde a renda por pessoa é de apenas US$ 2 por dia. A Cepheid desenvolveu o cartucho "Xpert Xpress SARS-CoV-2com um investimento de US$ 3,7 milhões, recurso oriundo de financiamento público da Autoridade Biomédica Avançada de Pesquisa e Desenvolvimento (BARDA) do governo dos EUA. No passado, MSF foi uma das organizações que analisou que a fabricação do teste de tuberculose (TB) da companhia, semelhante ao cartucho para testagem da COVID-19, mostra que o custo dos produtos, incluindo materiais, fabricação, despesas gerais e outras despesas indiretas para cada unidade é baixo, equivalente a US$ 3 considerando quantidades compras volumosas. Isso daria margem para lucro se o produto fosse oferecido ao mercado ao preço de US$ 5 a unidade, incluindo royalties relevantes expirados.

A análise também demonstra que não houve diferença significativa entre cartuchos virais e bacterianos que justificariam variações substanciais de preços entre cartuchos para diferentes doenças. MSF pediu à Cepheid uma redução significativa de preço de seus cartuchos para não mais que US$ 5, incluindo o teste de COVID-19.

"É indefensável para a Cepheid lucrar com esta pandemia", disse Sharonann Lynch, consultora sênior de HIV e TB da campanha de acesso de MSF. “Não é hora de definir o preço com base no que o mercado pode suportar. Este teste crítico deve ser acessível a todas as pessoas e custar US$ 5 para enfrentarmos esta emergência de saúde global.

Em março de 2020, a Cepheid recebeu uma autorização de emergência da Administração de Medicamentos e Alimentos dos EUA para comerciaizar o teste de COVID-19 para detectar coronavírus, fornecendo resultados em menos de uma hora. O teste foi desenvolvido para uso nas plataformas de testes GeneXpert, que já estão sendo usadas em todo o mundo para o diagnóstico de tuberculose e outras doenças infecciosas. Existem cerca de 11 mil instrumentos GeneXpert em países de baixa e média renda.

Organização Mundial da Saúde (OMS), juntamente com vários de seus parceiros, criou o 'Consórcio de Diagnóstico' em março deste ano para apoiar o acesso rápido e equitativo aos produtos de saúde de COVID-19 e diagnósticos para países de baixa e média renda. O Consórcio garantiu compromissos de volume dos principais fabricantes de testes de diagnóstico (Abbott, Cepheid, Roche e Thermo Fisher) por um período de quatro meses. Segundo o Consórcio, os valores comprometidos pela Cepheid representavam apenas um terço de sua capacidade de fabricação de cartuchos COVID-19. Como resultado, menos da metade dos pedidos dos países para o Consórcio foram cumpridos. O consórcio e as empresas, incluindo a Cepheid, devem se reunir novamente para negociar volumes e preços de suprimentos para o próximo período de quatro meses (setembro-dezembro).

"Nesta pandemia violenta, os países mais ricos têm uma enorme vantagem sobre os outros na compra de ferramentas médicas de COVID-19 para usar primeiro", disse Lynch. “Estamos profundamente preocupados que as pessoas em muitos países com recursos limitados sejam privadas desse teste de diagnóstico crítico. Precisamos ver a Cepheid tomar as medidas certas e garantir uma alocação justa e um suprimento acessível de seu teste COVID-19 ao Consórcio de Diagnóstico para ajudar países que, de outra forma, seriam deixados para trás ou deixados de fora de acordos bilaterais. Ninguém deve ter acesso negado com base em sua origem ou no que ganham.

MSF enfrenta a pandemia do novo coronavírus

As equipes de MSF estão correndo no combate à pandemia de COVID-19 em mais de 70 países, adaptando as atividades existentes ou abrindo projetos em novos países à medida que se tornam focos da doença. O trabalho de MSF frente à COVID-19 concentra-se em três pilares principais: apoiar as autoridades de saúde na prestação de cuidados aos pacientes com COVID-19; proteger pessoas vulneráveis e em risco; e manter os serviços médicos essenciais funcionando. No Brasil, MSF vem oferecendo serviços de saúde para populaçlões em situação de maior vulnerabilidade à infecção pelo novo coronavírus no Sudeste e no Norte do país.

 

Sobre Médicos Sem Fronteiras

Médicos Sem Fronteiras é uma organização humanitária internacional que leva cuidados de saúde a pessoas afetadas por conflitos armados, desastres naturais, epidemias, desnutrição ou sem nenhum acesso à assistência médica. Oferece ajuda exclusivamente com base na necessidade das populações atendidas, sem discriminação de raça, religião ou convicção política e de forma independente de poderes políticos e econômicos. Também é missão da MSF chamar a atenção para as dificuldades enfrentadas pelas pessoas atendidas em seus projetos. Para saber mais acesse o site de MSF-Brasil.

Medidas adotadas para facilitar repasse de verbas públicas estão sendo utilizadas por gestores corruptos

SÃO PAULO/SP - “Parte da classe política brasileira está aproveitando a pandemia de Covid-19 para cometer crimes contra a população”. Quem está indignado é o advogado Anselmo Costa. De acordo com o jurista, grande parte do orçamento público está sendo desviado.

“Quem está se aproveitando da Covid-19 para cometer crimes é parte da classe política brasileira. Como exemplos, temos os governadores dos Estados de São Paulo e do Rio de Janeiro, dentre outros, além de prefeitos, que estão criando decretos para comprar equipamentos hospitalares e de proteção individual, além de testes, com superfaturamento e estão enchendo seus cofres”, alerta Anselmo Costa.

Ainda segundo o profissional de direito, “os governantes estão cometendo um crime contra a população brasileira e é por isso que estamos vendo tantas operações da Polícia Federal prendendo pessoas, muitas delas públicas, em vários locais do Brasil, justamente pelo fato de os responsáveis governamentais estarem aproveitando este momento para desviarem verba pública”.

Desde o início da pandemia de Covid-19 no Brasil, que já matou mais de 79 mil pessoas, foram publicadas normas e medidas governamentais que dispensam estados e municípios de licitações e facilitam atos como repasses financeiros, entre outras medidas. Toda essa flexibilização relacionada à administração pública está “ajudando” a aumentar o número de casos de corrupção em todo o Brasil.

Anselmo Costa vai mais além e sugere que é necessário também investigar quem está com coronavírus.

“É preciso descobrir que pessoas estão infectadas com o novo coronavírus e que estão se aproveitando do Covid-19 para se beneficiarem e prejudicarem outras pessoas. Inclusive, existem pessoas que testaram positivo para Covid-19 e que estão transmitindo a doença, de forma proposital, para outras pessoas”, finaliza Anselmo Costa.

Paulo Sérgio Bolonha ficou 43 dias na UTI e 10 na enfermaria

 

SÃO CARLOS/SP - A tarde do último dia 23 de julho, foi marcante para o caminhoneiro Paulo Sérgio Bolonha, de 52 anos, residente de São Carlos. Depois de 53 dias internado na área para tratamento da Covid-19 do Hospital Universitário da Universidade Federal de São Carlos (HU-UFSCar/Ebserh), finalmente ele pôde ir para casa. Paulo Bolonha foi paciente da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) por 43 dias e, durante 10 dias, ficou internado na enfermaria, recebendo os últimos cuidados antes da alta.
Na saída do Hospital, Bolonha foi aplaudido pela equipe que o acompanhou e recebeu mensagens de motivação para continuar a recuperação em casa. "Obrigado a todos do Hospital por tudo que fizeram por mim, só tenho a agradecer o cuidado que tiveram", comemorou ele.
Bruna Bolonha, que acompanhou a distância a recuperação do pai, se emocionou: "Toda a família está muito ansiosa com a alta dele, já chorei muito, estou muito emocionada em levá-lo pra casa".

Covid-19 no HU-UFSCar
A UTI do Hospital Universitário da UFSCar possui 10 leitos exclusivos para Covid-19. As vagas são reguladas pela Central de Regulação de Oferta de Serviços de Saúde (Cross) da Secretaria Municipal de Saúde de São Carlos. O Hospital também tem 44 leitos para atender casos leves e moderados da doença e todos os atendimentos são referenciados pela rede pública de saúde. Os 10 leitos da UTI ampliaram o atendimento do Hospital em casos de alta complexidade e, hoje, pacientes graves podem ser tratados com segurança e tecnologia adequadas.

SÃO CARLOS/SP - A cidade de São Carlos inicia nesta semana a Fase 3 Amarela do Plano SP. Mais atividades econômicas são permitidas nesta etapa.

E é importante que as recomendações sejam seguidas corretamente, para que o município não regrida novamente. 

E vale lembrar: a flexibilização das atividades econômicas não significa relaxamento das medidas de segurança sanitária: saia apenas se necessário, use máscara sempre, evite aglomerações, mantenha o distanciamento em filas, higienize as mãos sempre que possível, respeite as outras pessoas. 

Imunobiotech depositou patente da tecnologia desenvolvida para o ImunoScov19 ™, teste que indica se a pessoa desenvolveu anticorpos contra a proteína S do SARS-COV-2 e a quantidade de anticorpos produzida. Registro foi feito no United States Patent and Trademark Office (USTPO).

PORTO ALEGRE/RS - O laboratório Imunobiotech, localizado em Porto Alegre, depositou pedido de patente do ImunoScov19™, teste inédito altamente preciso para a COVID-19. A tecnologia foi desenvolvida pelo próprio laboratório, a partir de pesquisas de seu grupo de cientistas coordenado pelos cientistas Fernando Kreutz e Alberto Stein. Devido ao impacto global desta tecnologia, o registro foi feito no United States Patent and Trademark Office (USTPO) e poderá ser estendido para outros países - inclusive para o Brasil, através do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), órgão governamental brasileiro de registro de patentes. O registro desta patente refere-se a características dos antígenos para detectar e/ou gerar anticorpos contra o Sars-CoV-2 e métodos, ensaios e vacinas relacionados, compreendendo os mesmos. A descoberta poderá ser fundamental também no desenvolvimento das vacinas para a COVID19.

Recentemente vários trabalhos têm apontado que 20 a 30% dos pacientes não desenvolveriam resposta imune contra o vírus. O que o grupo de pesquisadores brasileiros conseguiu demonstrar foi que a falta de resposta imune estaria relacionada com a forma com que a resposta imune é detectada e não com a uma falta de resposta imune dos pacientes.

Kreutz, pesquisador que participou da pesquisa, explica o procedimento adotado: “para detectarmos a presença de anticorpos num teste, utilizamos pequenos fragmentos do vírus – o que chamamos de antígenos. A maioria dos testes utiliza uma porção muito restrita dos antígenos virais, que não representam a totalidade da resposta imune, como foi demonstrado nos estudos que levaram à nossa descoberta”.

A inovação tem a capacidade de modificar o paradigma de enfrentamento à pandemia, uma vez que pode identificar indivíduos que apresentam imunidade e, portanto, poderiam retornar às suas atividades com mais segurança. O teste pode mudar a forma de detectar imunidade contra Sars-CoV-2, o vírus da COVID-19, pois é capaz de identificar de forma mais ampla a presença de anticorpos e quantificar a presença de anticorpos tipo IgG, contra a proteína S, que é responsável pela entrada do Coronavírus nas células humanas.

“Inicialmente encontramos pacientes que tiveram a doença, mas que aparentemente não apresentavam uma resposta imune. Quando passamos a utilizar um antígeno mais completo, todos os pacientes analisados passaram a demonstrar a presença da resposta imune”, ressalta Stein. 

Em estudos independentes foi demonstrada a correlação significativa entre anticorpos detectados com este antígeno completo e os ensaios de neutralização, que são os testes que melhor avaliam a imunidade. Estudos vêm apontando que pacientes que apresentam estes tipos anticorpos podem apresentar imunidade contra a doença. O teste leva cerca de duas horas para ser realizado e o resultado fica pronto em até seis horas. O teste imunoScov já está disponível no RS e em outros estados. Atualmente, a maioria dos testes disponíveis no mercado até então identifica se a pessoa está infectada, mas não se já adquiriu imunidade à doença.

Como funciona o exame?

O teste é realizado a partir de uma amostra de sangue, analisada em laboratório, determinando e quantificando a presença destes anticorpos que reagem contra a proteína S. Este fator é extremamente importante, visto que a maioria dos testes imunológicos disponíveis hoje no mercado não quantificam o nível de anticorpos contra a proteína S (pois eles avaliam anticorpos contra a proteína N), e nem avaliam a possibilidade de imunidade contra o vírus.

Qual é a diferença deste teste em relação aos testes rápidos?

Os testes rápidos produzem resultado a partir da identificação de anticorpos contra a proteína N, da COVID-19. Essa proteína encontra-se no interior do Coronavírus e sinaliza que a pessoa teve contato com o vírus, mas não dá informação sobre a imunidade contra ele, porque estes anticorpos contra a proteína N não são neutralizantes.

Mais de 500 máscaras de tecido e 100 protetores faciais (Face Shield) produzidos por funcionários do Sesc são distribuídas para uso de profissionais de instituições de saúde, de assistência social, em empresas doadoras do Programa Mesa Brasil e empresas do comércio em geral

 

 

SÃO CARLOS/SP - Mesmo com as unidades fechadas desde março, o Sesc continua realizando atividades programáticas em ambiente digital, e também trabalhando em um conjunto de ações socioculturais nas áreas de educação, saúde, alimentação e sustentabilidade para atenuar a crise sanitária que atinge todo o país.

Em São Carlos, uma equipe de 11 funcionários do Sesc e costureiras vinculadas ao Programa Municipal de Economia Solidária participam da campanha Tecido Solidário, criada pelo Sesc São Paulo, para confecção de máscaras de tecido com distribuição comunitária gratuita para grupos em situação de vulnerabilidade, entidades assistenciais e funcionários de empresas do comércio e serviços.

Afastados de suas funções presenciais por conta da pandemia, os funcionários produzem as máscaras em suas casas, utilizando máquinas de costura próprias ou com equipamentos que eram usados em cursos e oficinas oferecidos na unidade do Sesc.

O processo inclui protocolo de boas práticas, seguindo as determinações das autoridades de saúde, e as máscaras produzidas já estão de acordo com a mais atual recomendação da Organização Mundial de Saúde, possuindo três camadas: camada exterior feita de material resistente à água, camada intermediária em material sintético ou algodão e camada interior em material que absorva a água.

A participação na campanha tem propiciado inúmeros aprendizados e experiências para os funcionários, “costurar as máscaras é uma forma da gente se doar, colocar um pouco de carinho ao fazer bem ao próximo, mesmo que distante. Para mim foi uma experiência que fez muito bem, poder me dedicar a uma atividade que trouxesse bem estar, principalmente num momento em que estava entristecida com a doença da minha mãe. Aprendi com a costura e ainda formamos um grupo de funcionários e nos aproximamos muito, mesmo separados, trocamos informações, nos ajudamos, vibramos com o que conseguimos fazer. Ser capaz de aprender novas habilidades, criar algo com capricho e que ainda vai proteger alguém, me deixou muito feliz, afinal proteção é uma forma de amor”, relata Janaína Malvina, funcionária da área de alimentação.

Para Sidney Silva, acostumado com o trabalho na Central de Atendimento, “costurar foi um desafio, e tem sido um aprendizado. Nunca tinha costurado antes, mas ao saber do projeto Tecido Solidário, quis muito participar. Emprestei uma máquina do Sesc e comecei a treinar a costura a partir de algumas explicações e tutorial que recebi para a confecção da máscara. No começo, fiz algumas que não ficaram muito boas, mas hoje já estão dentro do padrão necessário para serem usadas nas empresas e instituições que receberão as doações”.

 

Protetores faciais

A partir de uma linha de produção digital instalada no Sesc Avenida Paulista, utilizando impressoras 3D, plástico biodegradável e máquinas de corte, que fazem parte da infraestrutura do programa de Tecnologias e Artes, funcionários de diversas unidades do Sesc da capital têm produzido protetores faciais (face shield) em dois modelos diferentes, um destinado aos trabalhadores do serviço público de saúde e instituições de atendimento hospitalar sem fins lucrativos, e outro modelo direcionado a entidades assistenciais que atendem idosos, pessoas em situação de vulnerabilidade e pessoas com deficiência, nas cidades atendidas pelas unidades da instituição em todo o estado.

Obrigatórias e comprovadamente eficazes na proteção individual contra a propagação do Coronavírus, as máscaras e os protetores faciais (face shield), juntamente com folheto educativo e embalagens plásticas para acondicionar separadamente máscaras limpas das usadas, neste primeiro momento, foram entregues para funcionários da Santa Casa de São Carlos, aos colaboradores de empresas atendidas pelo Programa Sesc de Relacionamento com Empresas e para as instituições Nave Sal da Terra, Nosso Lar, Acorde, e os abrigos Cantinho Fraterno e Dona Helena Dornfeld, cadastrados no Mesa Brasil Sesc.

 

Saiba+: sescsp.org.br/tecidosolidario

 

+SESC NA QUERENTENA

Durante o período de distanciamento social, em que as unidades do Sesc no estado de São Paulo permanecem fechadas para evitar a propagação do novo coronavírus, um conjunto de iniciativas garantem a continuidade de sua ação sociocultural nas diversas áreas em que atua. Pelos canais digitais e redes sociais, o público pode acompanhar o andamento dessas ações e ter acesso a conteúdos exclusivos de forma gratuita e irrestrita. Confira a programação e fique #EmCasaComSesc.

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+ SESC DIGITAL

A presença digital do Sesc São Paulo vem sendo construída desde 1996, sempre pautada pela distribuição diária de informações sobre seus programas, projetos e atividades e marcada pela experimentação. O propósito de expandir o alcance de suas ações socioculturais vem do interesse institucional pela crescente universalização de seu atendimento, incluindo públicos que não têm contato com as ações presenciais oferecidas nas 40 unidades operacionais espalhadas pelo estado.

Saiba +: Sesc Digital

SÃO CARLOS/SP - A Vigilância Epidemiológica de São Carlos informa neste sábado (25/07) os números da COVID-19 no município. São Carlos contabiliza neste momento 1.219 casos positivos para a doença (34 resultados positivos foram liberados hoje), com 20 mortes confirmadas. 60 óbitos já foram descartados até o momento. A Vigilância recebeu hoje o resultado negativo para COVID-19 da sorologia do homem de 37 anos que foi a óbito na própria residência aqui na cidade. Dos 1.219 casos positivos, 1.113 pessoas apresentaram síndrome gripal e não foram internadas, 1 óbito sem internação, 105 pessoas precisaram de internação devido a COVID-19, 73 receberam alta hospitalar, 13 estão internados, 1 paciente de São Carlos está internado em outro município e 19 positivos internados foram a óbito. 742 pessoas já se recuperaram totalmente da doença. 4.635 casos suspeitos já foram descartados para o novo coronavírus (91 resultados negativos foram liberados hoje). Estão internadas neste momento 30 pessoas, sendo 16 adultos na enfermaria (10 positivos – sendo 2 de outros municípios, 4 suspeitos, 2 negativos); na UTI adulto hoje estão internadas 11 pessoas (10 positivos - sendo 6 de outros municípios e 1 suspeito). Na UTI uma criança está internada com suspeita da doença. Duas crianças estão na enfermaria, todas com suspeita da doença. A taxa de ocupação dos leitos especiais para COVID-19 de UTI/SUS está hoje em 60%. Na rede privada nenhum paciente está internado neste momento na UTI. Já na enfermaria 3 pacientes estão internados com suspeita da COVID-19.

NOTIFICAÇÕES – Já passaram pelo sistema de notificação de Síndrome Gripal do município 7.451 pessoas desde o dia 21 de março, sendo que 5.907 pessoas já cumpriram o período de isolamento de 14 dias e 1.544 ainda continuam em isolamento. A Prefeitura de São Carlos está fazendo testes em pessoas que passam em atendimento nos serviços públicos de saúde com Síndrome Gripal (febre, acompanhada de um ou mais sintomas como tosse, dor de garganta, coriza, falta de ar). 3.873 pessoas já realizaram coleta de exames, sendo que 2.998 tiveram resultado negativo para COVID-19, 764 apresentaram resultado positivo (esses resultados já estão contabilizados no total de casos positivos). 111 pessoas ainda aguardam o resultado. O boletim emitido diariamente pela Vigilância Epidemiológica de São Carlos contabiliza as notificações das unidades de saúde da Prefeitura, Hospital Universitário (HU), Santa Casa, rede particular e planos de saúde.

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