Jornalista/Radialista
Reduções foram apresentadas na comparação com 2019, último ano sem pandemia; a região ainda registrou o menor número de roubos de carga desde 2010
RIBEIRÃO PRETO/SP - A região de Ribeirão Preto terminou o mês de abril com queda em todos os índices criminais, tendo ainda registrado o menor número de roubos de carga desde 2010. A análise leva em consideração os dados deste ano, em comparação com 2019, período pré-pandemia e com cenário semelhante ao atual.
No mês passado, os casos e vítimas de homicídios dolosos tiveram queda de 4 e 7 registros, em números absolutos, respectivamente. Em abril de 2019, foram registradas 24 ocorrências, com 28 vítimas. Em contrapartida, no mesmo período deste ano, foram 20 boletins de morte intencional, com 21 vítimas.
Com os resultados, as taxas dos últimos 12 meses (de maio de 2021 a abril de 2022) ficaram em 6,94 ocorrências e 7,24 vítimas de mortes intencionais para cada grupo de 100 mil habitantes.
No quarto mês deste ano houve um caso e uma vítima a menos de latrocínio na região, se comparado a abril de 2019, quando foram contabilizados dois boletins, com duas vítimas.
Nos estupros, a queda foi de dois registros no mesmo comparativo, passando de 85 para 83 registros.
Os crimes contra o patrimônio também seguiram a tendência de diminuição. O índice de roubos de veículos foi o que apresentou maior redução, com queda de 25,7%, passando de 105 para 78 ocorrências.
No quadrimestre, o indicador também teve redução. Nos quatro primeiros meses deste ano, foram registrados 375 casos, o que representa queda de 9,6% quando comparado a igual período de 2019, que registrou 415 ocorrências.
Em seguida, vêm os roubos em geral, com queda de 20,8%, passando de 549 registros em abril de 2019 para 435 em igual mês deste ano. A redução também aconteceu no quadrimestre. Até abril de 2019 foram registrados 2.370 roubos em geral ante a 1.908 no mesmo período deste ano.
Já furtos de veículos registraram queda de 11,4%, passando de 394 em abril de 2019 para 349 no quarto mês deste ano.
Os furtos em geral também apresentaram redução, com 270 casos a menos. O indicador passou de 3.372 para 3.102, queda de 8,0%. Já roubo de carga caiu de 11 para 8 casos, o menor registro desde 2010.
A tendência de queda ainda foi seguida pelos dois indicadores no quadrimestre. O primeiro índice registrou 13.340 em abril de 2019 e 13.232 em igual mês deste ano, o que representa redução de 0,8%. Os roubos de carga, por sua vez, caíram 18,3% no mesmo comparativo, passando de 60 para 49 ocorrências.
A região de Ribeirão Preto não registrou roubos a bancos e extorsões mediante sequestro nos meses de abril de 2019 e 2022.
O trabalho das polícias paulistas resultou na prisão de 1.360 pessoas no mês de abril na região de Ribeirão Preto, além da apreensão de 76 armas de fogo. Também foram contabilizados 339 flagrantes por tráfico de entorpecentes.
Já no quadrimestre, foram presas 5.250 pessoas e apreendidas 305 armas de fogo na região, que também contabilizou 1.233 flagrantes por tráfico de drogas.
Confira os dados estatísticos do Estado por ano e mês clicando aqui.
Para reduzir os indicadores criminais, especialmente neste período pós-pandemia, com aumento na circulação de pessoas nas ruas, o Governo de São Paulo deflagrou, no dia 4 de maio, a operação Sufoco. A ação tem permitido enviar tropas da cidade de São Paulo a outras regiões do Estado para reforçar o policiamento, combater o crime e aumentar a sensação de segurança.
IBATÉ/SP - Na quarta-feira (25), aconteceu o Dia do Desafio. Como de praxe, as escolas municipais participaram do evento. O Secretário Municipal de Educação, Alexandre Moraes Gaspar, relatou que esse ano o evento foi diferente.
“A 28ª edição da maior campanha mundial de incentivo à prática regular de atividades físicas e esportivas em todas as fases da vida e para todos os públicos não teve o desafio entre as cidades. Nesta edição, a intenção foi destacar a importância da prática regular de atividades físicas, fundamentalmente, como um hábito de vida determinante para a saúde e para a harmonia na convivência social”, comentou.
Os professores de Educação Física da Rede Municipal de Ensino desenvolveram inúmeras atividades durante todo o dia com o apoio de todos os docentes e funcionários das Unidades de Ensino. “Nossos professores mais uma vez trabalharam de forma brilhante, incentivando a prática de atividades físicas e conscientizando alunos sobre sua importância. A ideia é que as pessoas pratiquem alguma atividade física regularmente, já que as últimas pesquisas revelam o aumento da obesidade no país. Além de trazer reflexos positivos para o corpo, a atividade física auxilia no bem-estar psicológico, elevando a autoestima e melhorando a qualidade de vida. Promover a aprendizagem a partir de situações que acontecem no cotidiano é de extrema importância para estimular a conscientização e reflexão em nossos estudantes, afinal, eles são agentes multiplicadores”, destacou secretário.
Criada no Canadá, a data tem como objetivo incentivar a prática regular de atividade física e esportiva para a manutenção da saúde. O Dia do Desafio é resultado de uma parceria entre a Prefeitura e o SESC (Serviço Social do Comércio). Com um conceito simples, o evento incentiva cidades dos cinco continentes a promover a prática da atividade física diária, ressaltando a importância do esporte e do lazer para a manutenção da saúde.
O Dia do Desafio no Brasil foi instituído por meio do Projeto de Lei do deputado federal Lobbe Neto, do PSDB paulista. A proposta, que tornou-se a Lei 13.645/18, determina que essa data seja comemorada toda última quarta-feira do mês de maio, com o objetivo de motivar a população na prática de atividades físicas.
CHICAGO – Os contratos futuros de soja negociados nos EUA subiram 2,7% na quinta-feira, para uma máxima de três meses, com previsões meteorológicas para as principais áreas de cultivo no norte americano indicando chuvas, que podem adicionar mais lentidão ao plantio que já está atrasado, disseram traders.
Os futuros do milho terminaram mais fracos devido à pressão de dados de exportação dos EUA decepcionantes, e o trigo ficou misto.
Os contratos de trigo de primavera se firmaram em meio a outra desaceleração do plantio nas planícies norte-americanas, enquanto os futuros de trigo de inverno diminuíram.
Na Bolsa de Chicago, o contrato mais ativo da soja registrou seu maior ganho percentual diário desde 1º de março, com os traders digerindo o que os atrasos significariam para as perspectivas de colheita em regiões como Dakota do Norte e Minnesota, e o vencimento julho fechou em alta de 45,50 centavos a 17,2650 dólares por bushel.
O contrato de trigo soft vermelho de inverno para julho caiu 5 centavos a 11,4325 dólares por bushel, enquanto o trigo de primavera de julho MGEX ganhou 11,75 centavos para 12,9225 dólares por bushel.
O milho de julho caiu 7,25 centavos a 7,65 dólares por bushel.
Por Mark Weinraub / REUTERS
(Reportagem adicional de Maytaal Angel em Londres e Rajendra Jadhav em Mumbai)
NOVA YORK - China e Rússia vetaram na quinta-feira (26) no Conselho de Segurança da ONU uma proposta de resolução dos Estados Unidos com novas sanções à Coreia do Norte por seus lançamentos de mísseis balísticos.
Os 13 membros restantes do Conselho de Segurança votaram a favor do texto que previa uma redução das importações de petróleo bruto e refinado por Pyongyang. Nos bastidores, vários aliados de Washington lamentaram sua insistência em submeter algo à votação sabendo que China e Rússia se oporiam com seu direito ao veto.
Nos bastidores, aliados lamentaram a insistência dos Estados Unidos em submeter algo a votação mesmo sabendo que China e Rússia usariam seu veto. Para os americanos, "é pior não fazer nada e deixar que os testes norte-coreanos prossigam sem reação do que o cenário de dois países bloqueando a resolução", explicou um embaixador, que não quis ser identificado.
Os lançamentos de mísseis balísticos são "uma ameaça à paz e segurança para o conjunto da comunidade internacional", disse antes da votação a embaixadora dos EUA na ONU, Linda Thomas-Greenfield. Para seu par chinês, Zhang Jun, a atitude de Washington "afasta o Conselho do diálogo e da reconciliação".
Pequim tampouco "acredita que novas sanções ajudarão a responder à situação atual". Uma resolução coercitiva da ONU "não fará mais do que piorar a situação", afirmou Zhang, manifestando o "desacordo total" de Pequim com "qualquer tentativa de converter a Ásia em um campo de batalha ou criar confrontos e tensões".
Após insistir em que se deve "evitar qualquer provocação", Zhang pediu aos Estados Unidos que retomem o diálogo com a Coreia do Norte.
O embaixador russo na ONU, Vassily Nebenzia, acusou os Estados Unidos de ignorarem os apelos de Pyongyang para interromper a "atividade hostil" e dialogar: "Parece que nossos colegas americanos e ocidentais sofrem do equivalente a um bloqueio criativo. Parecem não ter nenhuma resposta para as situações de crise além da introdução de novas sanções."
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