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SÃO CARLOS/SP - São Carlos registrou 76,4 milímetros de chuva entre a meia-noite e as 16h50 desta quinta-feira (10), segundo levantamento da Defesa Civil. Com o volume registrado em apenas parte do dia, o acumulado de setembro chegou a 142 milímetros, superando em quase 66 milímetros a média histórica do mês.

A média de chuva para setembro em São Carlos é de 85,79 milímetros, considerando os últimos 15 anos. Com isso, o município já ultrapassou esse índice antes mesmo do fim do mês, evidenciando o volume significativo de precipitação registrado nos últimos dias.

A chuva provocou ocorrências em diferentes regiões da cidade. A Defesa Civil registrou a queda de uma árvore na Avenida Getúlio Vargas e pontos de acúmulo de água na região do CDHU e na Avenida Morumbi. No Jardim Jacobucci, uma residência também foi atingida por alagamento.

Outro ponto afetado foi a Avenida Trabalhador São-carlense, onde o alagamento ocorreu devido ao entupimento da vazão da água da chuva. Equipes do SAAE trabalharam no desentupimento das galerias para restabelecer o escoamento e reduzir os impactos provocados pela forte chuva.

SÃO CARLOS/SP - São Carlos deve registrar um volume de chuvas bem acima do histórico em setembro, segundo dados da Defesa Civil de São Carlos. A previsão para o mês é de 245,70 mm de precipitação, quase três vezes a média registrada nos últimos 15 anos para o período, que é de 83,79 mm.

Entre os dias 1º e 7 de setembro, a cidade já acumulou 46,6 mm de chuva, volume equivalente a mais da metade da média histórica esperada para o mês inteiro. O número também representa um salto expressivo na comparação com o mesmo período do ano passado: em setembro de 2025, o total de chuva acumulada no mês inteiro havia sido de apenas 26,70 mm, menos de um terço do que a Defesa Civil projeta para 2026.

A previsão detalhada para os próximos dias indica um período de instabilidade acentuada, com chuva presente em praticamente todos os dias entre quinta e sábado.
Para quinta-feira (10/09) a previsão indica chuva ao longo de todo o dia, com possibilidade de temporal durante a noite. Na sexta-feira (11/09), pancadas de chuva rápidas se estendendo pelo dia todo; no sábado (12/09): chuva o dia inteiro, com temporal previsto para a noite e domingo (13/09): tempo nublado, sem previsão de chuva.

Apesar de o domingo não ter chuva prevista, a Defesa Civil alerta que ainda existem condições para pancadas isoladas ao longo do fim de semana. “A combinação dos dados sugere um mês de setembro atipicamente chuvoso para São Carlos. Se a previsão de 245,70 mm se confirmar, o volume de chuva do mês superaria em quase 200 mm a média histórica dos últimos 15 anos, um indicativo de que o período deve ser marcado por eventos de chuva mais intensos e frequentes do que o habitual, incluindo o risco de temporais concentrados em curtos intervalos de tempo”, disse o diretor da Defesa Civil, Pedro Caballero.

A Defesa Civil recomenda que moradores fiquem atentos aos alertas oficiais nos dias de temporal. Os alertas meteorológicos da Defesa Civil podem ser recebidos gratuitamente por SMS. Basta enviar o CEP da região para o número 40199. As informações também estão disponíveis no aplicativo Alerta SP.

CHILE - A região de Atacama, no norte do Chile, registrou em quatro dias um volume de chuva equivalente ao que costuma cair em quatro anos, em um episódio considerado extremo por meteorologistas.

Atacama, onde fica o deserto mais árido do mundo, teve pontos com mais de 250 milímetros acumulados em quatro dias. O volume já supera marcas associadas a chuvas registradas em 2015 e 2017, quando a região teve entre 200 e 250 milímetros de chuva, de acordo com Emol e a ADN Radio.

Governo chileno decretou Estado de Exceção por Catástrofe na província de Huasco, uma das áreas mais afetadas. A medida foi tomada em meio ao sistema frontal que atinge grande parte do país, com Atacama entre as zonas mais castigadas, segundo a ADN Radio.

Especialistas apontam que o acumulado em poucos dias foge do padrão climático de uma região que normalmente recebe pouca chuva. Ao Diario de Atacama, o meteorologista Jaime Leyton afirmou: "Esta tempestade ainda não acabou e há lugares que já ultrapassaram os 250 milímetros em quatro dias. Uma estimativa da quantidade de precipitação aponta que 240 milímetros de chuva equivalem, praticamente, ao total de quatro anos de chuva na região, falando em termos de média".

Nas áreas do interior, como a pré-cordilheira e os vales, a situação tende a ser ainda mais intensa. Leyton disse que, nesses pontos, pode chover "o dobro ou quatro vezes" o volume de um ano, e resumiu: "Por isso, este evento foi categorizado como um evento extremo, completamente anômalo em relação às estatísticas disponíveis".

O risco de enxurradas e tempestades aumenta quando o solo deixa de conseguir absorver a água. Leyton explicou que a infiltração tem um limite e que o escoamento cresce depois disso: "Primeiro é preciso preencher a capacidade de retenção de água do solo e, só depois que essa capacidade é atingida, começa a se gerar o escoamento".

Comparações com 2015 e 2017 ajudam a dimensionar a preocupação com deslizamentos e corridas de lama. Naqueles episódios, as chuvas causaram inundações após acumulados entre 200 e 250 milímetros, patamar que o evento atual já teria ultrapassado, segundo especialistas ouvidos por Emol e pela ADN Radio.

 

 

por Folhapress

SÃO CARLOS/SP - A Defesa Civil de São Carlos emitiu alerta para a chegada de uma frente fria que deve alterar as condições do tempo a partir desta quinta-feira (23/07), trazendo pancadas de chuva, rajadas de vento e declínio das temperaturas. O fenômeno marca o fim do período de calor e estiagem que vinha predominando na região.

De acordo com o diretor da Defesa Civil, Pedro Caballero, a mudança será perceptível já na quinta-feira, com formação rápida de nuvens e chuvas de curta duração entre a tarde e à noite. “Na sexta-feira, dia 24, o tempo deve permanecer nublado durante todo o dia, com chuvas especialmente pela manhã e à noite. A temperatura deve cair para cerca de 15 graus”, explicou.

Caballero acrescentou que no sábado (25/07) ainda há previsão de chuvas leves, com temperaturas variando entre 15 e 16 graus. Ele destacou que, apesar da estiagem, a chuva prevista ajudará a reduzir os riscos de queimadas. “Estamos em um período seco, e essa chuva vai melhorar as condições, evitando fogo em mato por alguns dias”.

Segundo a Defesa Civil, após o fim de semana, o tempo deve voltar a ficar estável e sem chuvas até o final do mês, com possibilidade apenas de precipitações localizadas. O órgão destaca as recomendações à população durante o período de instabilidade: evitar áreas sujeitas a alagamentos, não enfrentar enxurradas, manter distância de árvores e da rede elétrica durante tempestades e procurar abrigo seguro em caso de ventos fortes.

Para receber alertas gratuitos da Defesa Civil, basta enviar o CEP da localidade por SMS para o número 40199. Em situações de emergência, a população deve acionar a Defesa Civil pelo telefone 199 ou o Corpo de Bombeiros pelo 193.

Passagem inferior do km 176 será fechada para lançamento de vigas da terceira faixa, mas cronograma dependerá das condições do tempo

 

RIO CLARO/SP - A Eixo SP Concessionária de Rodovias realiza neste fim de semana uma nova etapa das obras de implantação da terceira faixa da SP 310 - Rodovia Washington Luís, em Rio Claro, com a interdição total da passagem inferior do viaduto localizado no km 176, em ambos os sentidos.

A previsão inicial é de que o fechamento tenha início às 7h deste sábado (23), com liberação do tráfego na noite de domingo (24). No entanto, a concessionária ressalta que os horários de interdição e liberação dependerão das condições do tempo durante o fim de semana.

Em caso de chuva, a programação poderá ser alterada e os serviços serão executados apenas quando as condições meteorológicas permitirem a realização segura dos trabalhos. Por conta dessa condicionante, os horários previstos para bloqueio e reabertura da passagem poderão sofrer mudanças, com possibilidade, se necessário, de avanço das intervenções para os dias seguintes até a conclusão do lançamento das vigas.

A passagem inferior do viaduto faz a ligação de bairros como Jardim Bonsucesso e Novo Jardim Wenzel com a Avenida Castelo Branco. Nesta etapa da obra, serão realizados os serviços de lançamento das vigas que servirão de sustentação da nova pista da rodovia.

Durante o período de interdição, a orientação da concessionária é para que os motoristas que precisem seguir em direção ao centro da cidade utilizem como rota alternativa a passagem inferior do viaduto do km 174, conhecido popularmente como trevo da Viviani. Já para os motoristas que desejarem seguir em direção aos bairros, a recomendação é utilizar o acesso no dispositivo do km 179, conhecido como trevo de Batovi.

A concessionária reforça ainda a importância de os condutores redobrarem a atenção à sinalização implantada no trecho e programarem os deslocamentos com antecedência durante o período das intervenções.

Sobre a Eixo SP

A Eixo SP Concessionária de Rodovias administra mais de 1.221 km de rodovias que passam por 62 municípios da região de Rio Claro, no centro do Estado, até Panorama, no extremo oeste, na divisa com o Mato Grosso do Sul. O maior contrato sob supervisão da Artesp (Agência Reguladora de Transportes do Estado de São Paulo) terá investimentos na ordem de R$ 17 bilhões em obras de ampliação, conservação, além da modernização de serviços ao usuário. Para mais informações acesse: www.eixosp.com.br.

SÃO CARLOS/SP - O volume de chuvas acumulado em São Carlos desde o início de fevereiro ultrapassou com folga a média histórica do mês. De acordo com dados atualizados até as 8h desta terça-feira, 10, o município já registrou 349 milímetros de precipitação, superando em 132,9 mm a média de fevereiro dos últimos 19 anos, que é de 216,1 mm.

Somente na segunda-feira, 9, foram contabilizados 25,2 milímetros de chuva. O acumulado representa um excesso de aproximadamente 61% em relação ao padrão climatológico esperado para o período, indicando um mês atípico em termos de volume pluviométrico.

Especialistas alertam que chuvas acima da média elevam o risco de transtornos urbanos, como alagamentos, erosões e sobrecarga nos sistemas de drenagem. A Defesa Civil segue em estado de atenção e orienta a população a evitar áreas sujeitas a enchentes e a acionar os canais oficiais em caso de emergência.

A previsão indica a continuidade de instabilidades nos próximos dias, o que pode manter o acumulado elevado até o fim do mês.

SÃO CARLOS/SP - O diretor da Defesa Civil, órgão ligado à Secretaria de Segurança Pública e Mobilidade Urbana, Pedro Caballero, fez um balanço das condições climáticas recentes e alertou para os cuidados necessários diante das chuvas que continuam marcando o verão.

Segundo Caballero, o último fim de semana foi marcado por forte instabilidade. Entre sexta e domingo, o volume de chuva chegou a 100 milímetros, o que equivale a 100 litros de água por metro quadrado. Esse acumulado elevou o índice mensal para 260 milímetros, próximo da média prevista de 290. “Ainda estamos na metade do mês e esperamos pelo menos mais 40 milímetros de chuva”, explicou.

A previsão para os próximos dias mantém o cenário de alternância entre sol, calor e pancadas de chuva. Caballero destacou que, além da precipitação, há possibilidade de descargas atmosféricas e rajadas de vento. “São chuvas de curta duração, mas de alta intensidade, que podem provocar enxurradas. É fundamental que as pessoas não tentem atravessar áreas alagadas e busquem abrigo seguro durante as tempestades”, alertou.

O diretor reforçou que a sexta-feira e o sábado devem ser de tempo firme, sem previsão de chuva. No entanto, o domingo volta a apresentar instabilidade. Ele explicou que esse padrão é típico das chamadas chuvas convectivas, formadas pelo calor acumulado ao longo do dia. “As manhãs tendem a ser estáveis, mas por volta do meio-dia o tempo fecha e a chuva chega. É o comportamento esperado neste verão chuvoso”, disse.

Além das projeções da Defesa Civil, o boletim meteorológico de São Carlos registrou dados importantes. No dia 18 de janeiro, a precipitação foi de 49,2 milímetros. Entre os dias 16 e 19, o acumulado chegou a 100 milímetros. Já no dia 19, entre a meia-noite e as 7 horas da manhã, foram registrados 29,4 milímetros. O total de janeiro até agora é de 260 milímetros, próximo da média histórica de 292,35 milímetros. Apesar da intensidade das chuvas, não houve registro de transtornos na cidade.

Caballero enfatizou a importância da precaução e lembrou que a Prefeitura mantém equipes preparadas para atender a população em situações de emergência. “A Secretaria de Segurança Pública, a Defesa Civil, a Guarda Municipal, os Bombeiros e a Polícia Militar estão à disposição para garantir a proteção da comunidade”, afirmou.

Caballero concluiu reforçando a necessidade de atenção às condições climáticas e de respeito às orientações de segurança. “O mais importante é pensar na proteção. Evitar riscos diante das chuvas e dos raios é essencial para que todos possam seguir suas rotinas com segurança”.

SÃO CARLOS/SP - A chuva forte que atingiu São Carlos na noite de terça-feira (13) trouxe à tona dois aspectos centrais para a gestão urbana do município: a elevada concentração de chuva em poucas horas e a eficácia das intervenções realizadas para conter enchentes em áreas críticas da cidade.

Segundo informações da Defesa Civil, entre 18h45 e 21h36 foram registrados 45,8 milímetros de precipitação, volume suficiente para manter o município em estado de atenção. A média para o mês de janeiro é de 393,20 milímetros.

Mesmo diante desse volume, regiões tradicionalmente vulneráveis a alagamentos, como o centro e o entorno do Cristo, não sofreram os transtornos que eram comuns em anos anteriores. Em situações semelhantes no passado, a quantidade de chuva registrada seria suficiente para provocar enchentes e prejuízos significativos.

A ausência de ocorrências graves é atribuída ao funcionamento dos piscinões e às obras de macrodrenagem executadas na região, que conseguiram conter e escoar a água de forma eficiente. O episódio serviu como um teste prático da infraestrutura implantada, demonstrando avanços no enfrentamento dos impactos das chuvas intensas em São Carlos.

SÃO PAULO/SP - A Defesa Civil do Estado de São Paulo emitiu na quinta-feira (6) alerta para a formação de fortes tempestades entre sexta-feira (7) e sábado (8) em razão da atuação de um ciclone extratropical na costa da Região Sudeste. O sistema deve intensificar áreas de instabilidade e provocar chuvas intensas, rajadas de vento e possibilidade de granizo em diferentes regiões do Estado.

Com a combinação de calor pré-frontal, avanço de frente fria e circulação do ciclone extratropical, há condições para tempestades severas, com destaque para granizo isolado, raios frequentes e rajadas de vento extremas, além de microexplosões (downbursts) pontuais.

Ventos intensos

As rajadas previstas chamam atenção pela intensidade e podem causar danos, sobretudo em áreas urbanas e litorâneas. A previsão indica:

  • 115 km/h no Litoral Norte;
  • 110 km/h na Baixada Santista, Vale do Ribeira e Região de Itapeva;
  • 100 km/h na Região Metropolitana de São Paulo, Campinas, Sorocaba, Vale do Paraíba e Serra da Mantiqueira;
  • 95 km/h nas regiões de Presidente Prudente, Marília, Araçatuba, São José do Rio Preto, Barretos, Franca, Ribeirão Preto, Bauru e Araraquara.

Rajadas acima de 70 km/h já são suficientes para provocar quedas de árvores, destelhamentos e interrupções de energia. Com velocidades acima de 100 km/h, o risco de danos pontuais aumenta de forma significativa, exigindo atenção redobrada dos municípios e da população.

Acumulados de chuva

Segundo os meteorologistas da Defesa Civil, as chuvas tendem a ser fortes e rápidas. Os acumulados previstos variam por região:

  • Médio acumulado: Região Metropolitana da Capital, Vale do Ribeira, Itapeva, Vale do Paraíba, Serra da Mantiqueira, Baixada Santista e Litoral Norte;
  • Alto acumulado : Araçatuba, São José do Rio Preto, Barretos, Franca, Ribeirão Preto, Bauru e Araraquara;
  • Muito alto acumulado: Presidente Prudente e Marília.

O cenário pode provocar alagamentos pontuais, enxurradas rápidas e ocorrências relacionadas à instabilidade de encostas, especialmente em áreas de risco previamente mapeadas.

Integração com estados do Sul e Sudeste

Como a passagem do ciclone extratropical se desloca pelos estados do Sul em direção a São Paulo, as Defesas Civis do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro atuarão de forma integrada. Durante a evolução do sistema, os Centros de Monitoramento dos quatro órgãos compartilharão informações em tempo real para acompanhar o deslocamento do ciclone e seu comportamento em cada estado, aumentando a acurácia das ações preventivas e de resposta.

Gabinete de Crise mobilizado

Para garantir pronta resposta às ocorrências relacionadas às tempestades, todo o Sistema Estadual de Defesa Civil estará em prontidão, e a Defesa Civil mobilizará o Gabinete de Crise no sábado (8) — dia com maior potencial de tempo severo no Estado. Instituições como o Corpo de Bombeiros, ARSESP, ARTESP, Fundo Social, SP Águas, Sabesp e concessionárias de energia e gás estarão reunidas no Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) da Defesa Civil estadual.

Recomendações à população

  • Evite áreas arborizadas e não estacione veículos sob árvores;
  • Recolha objetos soltos em varandas e quintais;
  • Durante tempestades com raios, evite áreas abertas, estruturas metálicas e contato com água;
  • Nunca atravesse áreas alagadas;
  • Se um fio energizado cair sobre o veículo, permaneça dentro do carro e acione o Corpo de Bombeiros;
  • Em caso de emergência, acione imediatamente a Defesa Civil (199) ou o Corpo de Bombeiros (193);
  • Acompanhe atualizações pelos canais oficiais e cadastre seu celular para receber alertas enviando o CEP por SMS para 40199.

SÃO CARLOS/SP - Em meio a um volume expressivo de chuvas registrado entre os dias 3 e 4 de novembro, São Carlos viu seus sistemas de drenagem urbana colocados à prova. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), a cidade acumulou 84,4 mm de precipitação em apenas 24 horas - o maior índice do país no período. O volume representa 53% da média histórica de novembro, que é de 159 mm. Com os eventos de chuva moderada a forte registrados no fim de semana, o acumulado chegou a 150,8 mm em apenas quatro dias, praticamente atingindo a média mensal.

Diante desse cenário, os piscinões construídos pela Prefeitura de São Carlos demonstraram sua relevância na contenção de alagamentos e no controle das águas pluviais. O secretário municipal de Gestão da Cidade e Infraestrutura, Leonardo Lázaro, destaca que “os reservatórios têm cumprido papel essencial na retenção das águas, evitando que bairros historicamente afetados sofram com os impactos das chuvas”.

Um dos destaques foi o piscinão da Travessa 8, na Vila Prado, que possui capacidade de reservação de 50 mil metros cúbicos. Durante os temporais, o equipamento atuou diretamente na contenção das águas que descem da região alta do bairro, evitando transbordamentos e alagamentos em vias críticas.

Outro reservatório estratégico é o piscinão da CDHU, com capacidade de 108 mil metros cúbicos. Atualmente, duas das cinco entradas e saídas de captação estão em operação, recebendo águas do Parque São José e da Avenida Morumbi. Segundo Lázaro, “com a conclusão das obras da concessionária Rumo, o piscinão poderá operar em sua capacidade plena, ampliando ainda mais a proteção para a zona sul da cidade”.

Em fase de escavação, o piscinão do Complexo Viário do Parque da Chaminé será o maior da cidade, com capacidade de 250 mil metros cúbicos. O projeto já está pronto e, segundo o prefeito Netto Donato, representa um avanço estrutural na prevenção de enchentes. “Estamos investindo em infraestrutura resiliente. Esses reservatórios são fundamentais para proteger vidas, patrimônios e garantir que São Carlos esteja preparada para os eventos climáticos extremos que têm se tornado cada vez mais frequentes”, afirmou o prefeito.

Netto Donato endossa que os piscinões fazem parte de um plano integrado de drenagem urbana, que inclui obras de canalização, ampliação de galerias e monitoramento climático. “São obras complexas, que exigem planejamento, recursos e tempo. Mas são absolutamente necessárias para que São Carlos enfrente os desafios das chuvas com mais segurança. Até o último dia do meu mandato, vou trabalhar incansavelmente para ampliar a infraestrutura de drenagem e reduzir os impactos das enchentes na vida da nossa população. Com planejamento e tecnologia, conseguiremos enfrentar as chuvas com mais segurança e eficiência”, concluiu.

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