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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SÃO CARLOS/SP - São Carlos registrou um homicídio na manhã de hoje, 24, na Rua Wesley Herrick, no bairro Jockey Club.

Segundo informações, a Clayton José Dias Júnior, de 29 anos, estava em um bar, quando uma pessoa encapuzada entrou no estabelecimento e com uma arma de fogo efetuou sete disparos e entrou em um carro preto e fugiu.

O SAMU foi acionado assim como a Polícia Militar, quando a USA (Unidade de Suporte Avançado) chegou, foi constatado o óbito.

A Polícia Militar faz diligências, mas ninguém foi encontrado. A Polícia Civil também está no local para investigar o caso.

ALEMANHA - O asteroide que provocou a extinção de boa parte das espécies de dinossauros há 66 milhões de anos não selou somente o destino dos animais, mas também alterou a rota evolutiva de plantas, flores e frutas. É essa a conclusão de um estudo recente, realizado por pesquisadores do Centro Alemão de Pesquisa Integrada em Biodiversidade (iDiv) e da Universidade de Leipzig: a extinção dos dinossauros provocou mudanças radicais no comportamento e no futuro da vegetação do planeta a partir de então.

O princípio de tal efeito é ligado diretamente à extinção em massa dos animais: muitos deles eram herbívoros, e as ausências, no consumo e manipulação das plantas e frutas causaram uma redução na velocidade evolutiva média e no desdobramento em novas espécies vegetais. A conclusão contraria a ideia recorrente de que, com o desaparecimento dos animais, as vegetações viveram uma explosão de crescimento, diversificação e evolução.

Já a velocidade de plantas com grandes frutos, segundo o estudo, permaneceu praticamente constante, com o tamanho dos frutos aumentando no período após a extinção. “Assumimos, portanto, que a falta de influência de grandes herbívoros levou a vegetações mais densas nas quais plantas com sementes e frutos maiores tinham uma vantagem evolutiva”, afirmou Renske Onstein, pesquisador que liderou o estudo, realizado a partir da análise de plantas fossilizadas e outras ainda vivas.

De acordo com a pesquisa, ao longo dos primeiros 25 milhões de anos que sucederam o asteroide, a vegetação enfrentou mudanças expressivas, com diversas plantas perdendo mecanismos de defesa, como espinhos, enquanto outras começaram a crescer frutos maiores. “Assim, pudemos refutar a suposição científica anterior de que a presença de grandes frutos de palmeiras dependia exclusivamente de mega-herbívoros”, diz o autor. “Traços de defesa sem predadores aparentemente não ofereciam mais vantagens evolutivas”, explicou o cientista.

Segundo o estudo, com a perda das defesas das plantas, os animais menores também passaram a comer grandes frutas e, assim, espalhar suas sementes. Não por acaso, essas defesas retornaram na maioria das espécies de palmeiras, quando os novos mega-herbívoros surgiram, como elefantes e rinocerontes. O estudo foi publicado na revista científica Proceedings of the Royal Society.

 

 

Vitor Paiva / HYPENESS

GENEBRA - A Organização Mundial da Saúde (OMS) disse nesta terça-feira que havia 131 casos confirmados de varíola dos macacos e 106 outros casos suspeitos desde que o primeiro foi relatado em 7 de maio fora dos países onde geralmente se espalha.

Embora o surto seja incomum, ele pode ser contido e limitado, disse a OMS, que está convocando mais reuniões para apoiar os Estados-membros com mais conselhos sobre como lidar com a situação.

A varíola dos macacos é uma infecção viral geralmente leve que é endêmica em partes da África Ocidental e Central. Ela se espalha principalmente por contato próximo e, até o recente surto, raramente era vista em outras partes do mundo. A maioria dos casos recentes foi relatada na Europa.

"Encorajamos todos vocês a aumentar a vigilância da varíola dos macacos para ver onde estão os níveis de transmissão e entender para onde estão indo", disse Sylvie Briand, diretora da OMS para Preparação Global para Riscos Infecciosos.

Ela afirmou que não está claro se os casos são a "ponta do iceberg" ou se o pico de transmissão já passou.

Em declarações na Assembleia Mundial da Saúde em Genebra, Briand reiterou a opinião da OMS de que é improvável que o vírus tenha sofrido uma mutação, mas disse que a transmissão pode estar sendo impulsionada por uma mudança no comportamento humano, principalmente quando as pessoas voltam a socializar à medida que as restrições da Covid-19 vão sendo retiradas no mundo todo.

Muitos, mas não todos, os casos foram relatados em homens que fazem sexo com homens, e Briand disse que é particularmente importante tentar prevenir a transmissão sexual.

 

 

Por Jennifer Rigby e Mrinalika Roy / REUTERS

NOVA YORK - A cidade de Nova York desconectou na segunda-feira (23) sua última cabine de telefone público de moedas, as famosas "payphone booth", que têm sido substituídas durante anos por terminais de Wi-Fi gratuitos.

Contudo, os fãs do Superman podem ficar tranquilos: Manhattan conservará quatro cabines telefônicas fechadas, nas quais o jornalista Clark Kent entra para se "transformar" em super-herói.

Nesta segunda pela manhã, Nova York pôs fim a um mito que sobreviveu na cultura popular durante décadas em quadrinhos, fotos, cinema e televisão.

Diante dos jornalistas, as autoridades municipais e o presidente (equivalente a subprefeito) do bairro de Manhattan, Mark Levine, testemunharam a desmontagem, e a remoção em cima de um caminhão, da última "booth" (cabine) com dois telefones, que, durante anos, ficou situada na esquina da 7ª Avenida com a Rua 50, no centro da Big Apple, marcada pelo símbolo da campainha azul da empresa de telecomunicações Bell System.

"Estive aqui hoje para o último adeus do famoso - ou vergonhoso? - telefone público de NYC. Não vou sentir falta de seus tons de discagem, mas tenho que reconhecer que senti um nó no estômago nostálgico ao vê-lo partir", escreveu Mark Levine no Twitter.

O democrata disse que realmente não sente falta da época em que esses telefones funcionavam uma a cada duas vezes, quando era preciso procurar uma moeda de 25 centavos nos bolsos ou fazer fila para usar o telefone em plena rua e à vista dos transeuntes.

Os telefones públicos começaram a desaparecer da paisagem nova-iorquina no início dos anos 2000, na medida em que os telefones celulares se popularizavam, e se acelerou a partir de 2010 com a explosão dos telefones celulares inteligentes, os "smartphones".

A partir de 2015, Manhattan acelerou a instalação de milhares de terminais LinkNYC que oferecem Wi-Fi e chamadas locais gratuitas. Estes novos pontos de acesso serão progressivamente conectados à rede 5G.

"Realmente é o fim de uma era, mas também, esperamos, o início de uma nova era com um acesso mais igualitário à tecnologia", disse Levine, em alusão aos bairros do norte de Manhattan, em particular o Harlem, com pior cobertura de redes de telefonia e internet.

Segundo a imprensa local, Manhattan conservará quatro cabines telefônicas antigas no Upper West Side, na avenida West End, na altura das ruas 66, 90, 100 e 101.

 

 

AFP

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