Jornalista/Radialista
SÃO PAULO/SP - Segundo informações divulgadas pelo portal “Observatório da TV”, a apresentadora Sabrina Sato, que recentemente assumiu a apresentação de dois programas do “GNT”, canal da Rede Globo, poderá estar a frente de uma terceira atração.
Além do “Desapegue Se For Capaz” e do “Saia Justa”, a celebridade pode estar sendo cotada para comandar o “Vídeo Show”, da emissora carioca, que voltará a ser exibido em 2023. Sabrina se juntaria à Maisa Silva, que de acordo com o veículo, também vai assumir o programa.
No entanto, em entrevista ao “A Tarde é Sua”, Sato negou a informação: “Gente, eu não estou sabendo de nada não. Eu sei que estou trabalhando direto. Minha rotina está sendo uma verdadeira correria. Eu estou gravando todos os dias, desde o carnaval. Para vocês terem noção, eu ainda não tive uma folga”, contou.
Por: Laís / METROPOLITANA
SÃO CARLOS/SP - Uma quadrilha deixou um vendedor em pânico na tarde de ontem, 24, na Rua Professora Janete Maria Martinelli Lia, no bairro Cidade Aracy 2, em São Carlos.
Segundo consta, o homem de 38 anos, é vendedor de roupas intimas, e estava realizando entrega das peças aos clientes, quando dois bandidos o abordaram e o renderam, momento esse que apareceu mais dois meliantes e o obrigaram a ir com seu veículo até o final da rua, onde foi abandonado.
O carro um GM Classic da cor prata com placas DVO-7125, R$ 400,00 em dinheiro e as peças intimas foram levados pela quadrilha.
A vítima foi até a Central de Polícia Judiciária e registou o roubo.
CAMPO GRANDE/MS - A Embrapa Pantanal (MS) e a Embrapa Gado de Corte (MS), em parceria com a Associação Brasileira de Produtores Orgânicos (ABPO), avaliaram a dinâmica do desenvolvimento da cadeia produtiva de bovinos criados em sistema orgânico no Pantanal Sul-Mato-Grossense. Em apenas três anos, de 2013 a 2016, foi registrado aumento acima de 200% no número de animais e na quantidade de carne proveniente dessa cadeia. O número de produtores e abates cresceu mais de 100% no mesmo período. Crescimento exponencial dos abates mensais com certificação de carne sustentável também foi observado no período de junho de 2020 a maio de 2021.
Segundo os autores do estudo, todas as regiões do Pantanal têm vocação para a produção de carne orgânica. Boas práticas de produção, certificadas, com atendimento a requisitos que vão do tipo de alimento fornecido ao rebanho ao cumprimento de legislação específica (leia nesta matéria), dão direito ao uso de selos de carne orgânica e sustentável.
A pecuária é a principal atividade econômica da região pantaneira e vem sendo desenvolvida de maneira extensiva há mais de 200 anos, com a utilização racional dos recursos naturais, principalmente das forrageiras nativas. "A crescente produção de carne orgânica e sustentável pode ser uma opção capaz de contribuir para que se mantenham as boas condições de conservação ambiental do bioma”, afirma o pesquisador da Embrapa Urbano Abreu, líder das atividades sobre a temática.
A produção na região atende ainda à demanda do mercado consumidor por produtos obtidos por meio de sistemas de produção ambientalmente corretos e socialmente justos. Isso agrega valor ao produto, além de oferecer uma carne de melhor qualidade ao consumidor. Abreu lembra que uma parcela da população mundial se preocupa com a utilização de compostos químicos na produção animal. “Os processos de pecuária orgânica seguem critérios de qualidade que incentivam a conservação ambiental, a saúde humana, os direitos dos trabalhadores e o bem-estar animal”, destaca, afirmando que há muitas oportunidades no mercado de orgânicos. “Em especial, para os certificados premium e gourmet e de vínculo com a origem”, completa, ressaltando que os produtos também ajudam a valorizar o bioma.
Propriedades certificadasAtualmente, de acordo com o Gerente-Executivo da ABPO, Silvio Balduíno, há fazendas certificadas em produção de carne orgânica e sustentável em todas as regiões pantaneiras do Mato Grosso do Sul (MS). As marcas Korin, Wessel, Malunga, Farmi, Taurinos e Bio Carnes já comercializam o produto nos mercados interno e externo. Há seis indústrias frigoríficas credenciadas para fazer o abate desses animais: Boibrás Ind. Com. Carnes e Sub Produtos Ltda (São Gabriel do Oeste), Frima Frigorífico Marinho Ltda (Corumbá), JBS (Campo Grande), Frigo Balbinos (Sidrolândia), Frizelo Frigoríficos Ltda (Terenos) e Naturafrig Alimentos Ltda (Rochedo). |

A produção de carne orgânica no Pantanal iniciou-se com a formação da ABPO, que elaborou um protocolo de produção, no qual foram incorporados os conceitos de qualidade e sustentabilidade nas bases social, ambiental e econômica. Os pesquisadores da Embrapa, juntamente com parceiros da ABPO e WWF, deram início às pesquisas relacionadas à produção de pecuária orgânica no Pantanal em 2004. Ao longo dos anos, foram realizados estudos de casos de implantação e desenvolvimento de sistemas orgânicos no Pantanal, com levantamento de custos e análises dos pontos que apresentavam necessidade de pesquisa analítica dos sistemas de produção. Quem organiza e decide sobre os sistemas são os produtores pantaneiros.
O estudo avaliou a quantidade de carne orgânica produzida, número de produtores, reses e lotes abatidos em Mato Grosso do Sul (2013-2016). A análise mostrou a evolução da cadeia produtiva da carne orgânica: gargalos, oportunidades e demandas, além da taxa de crescimento médio. As avaliações mostraram um crescimento acima de 200% no número de animais e da quantidade de carne dessa cadeia produtiva, e acima de 100% no número de produtores e de abates. Os números avaliados em apenas três anos mostram que o interesse do consumidor por esse tipo de carne diferenciada é crescente.
Por outro lado, o peso médio individual das carcaças diminuiu 0,6%, provavelmente refletindo o direcionamento da ABPO em trabalhar com fêmeas mais jovens com melhor acabamento. Esse aspecto é de fundamental importância para a análise da eficiência econômica desses sistemas de produção. Pois a redução da idade do animal ao abate pode levar ao aumento da produtividade por unidade de área pelo uso mais eficiente do espaço das fazendas, com menor tempo e custo de produção. Isso mostra que a adoção de novas tecnologias será necessária para o desenvolvimento das cadeias da carne orgânica e sustentável visando ao aumento da produtividade e redução de perdas. As informações geradas possibilitam direcionar o crescimento dessa cadeia de forma mais eficiente com o objetivo de gerar lucro.
Vários criadores pantaneiros vêm se associando, com o objetivo de se beneficiar desse sistema natural de criação e procurando alternativas tecnológicas para aumentar a produtividade animal. Após o marco legal da Carne Sustentável do Pantanal de MS, ocorrido em novembro de 2018, e, apesar da pandemia, o mercado se organizou. E no período de junho de 2020 a maio de 2021 foi observado um crescimento exponencial (Figura 1) dos abates mensais com certificação de carne sustentável.
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Raquel Brunelli d´Avila / Embrapa Pantanal
SÃO CARLOS/SP - Mais um homicídio aconteceu em São Carlos nesta semana, desta vez foi na rua Professor Nelson Camargo Lima, no bairro Cidade Aracy 2.
Segundo informações, na madrugada de hoje, 24, moradores ouviram disparos de arma de fogo e ao ir até a rua visualizaram um corpo estendido no chão e acionaram o SAMU e a Polícia Militar.
O SAMU ao chegar constatou o óbito de Ricardo Luzi Barbizan, de 33 anos, a delegada Dra. Beatriz Mendes Pereira Lopes, deram inicio as investigações, conversando com populares. A Polícia Cientifica também esteve no local e apurou que no corpo haviam 3 perfurações.
Até o momento ninguém foi preso.
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