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SÃO CARLOS/SP - 4 pessoas foram presas na noite de 5ª feira, 02, no bairro Cidade Aracy, em São Carlos.

Os Militares de Força Tática realizavam o patrulhamento, quando na Rua Homero de Oliveira Filho, foi visto um Kadett com quatro indivíduos e a abordagem foi realizada. Após uma breve pesquisa constatou-se que o veículo é produto de furto. Dentro do carro foi encontrado 01 simulacro de arma de fogo.

Um dos detidos confessou que tinha uma motocicleta que também era produto de furto, e diante da confissão os Policiais foram à residência e localizaram uma Yamaha Fazer.

Diante dos fatos os veículos e os quatro sujeitos foram apresentados na Central de Polícia Judiciária, onde ficaram à disposição da justiça.

MATÃO/SP - O ex-vereador e empresário de Matão, Agnaldo Navarro, foi preso na tarde desta quarta-feira, dia 22, com 118 munições calibre 22 dentro da sua empresa. Uma mochila com cerca de R$ 41 mil em dinheiro em espécie, que estava na sala do acusado, também foi apreendida.

O ex-vereador foi conduzido para a delegacia e, após denúncias anônimas, a equipe da Polícia Militar (PM) retornou ao endereço e apreendeu dois revólveres calibres 38 e sete munições intactas e duas deflagradas dentro do carro de um homem identificado como funcionário de Navarro.

Uma das armas não tem registro e outra foi identificada como sendo uma arma furtada no de 1999. Navarro deve ser preso pelos crimes de porte ilegal de arma de fogo e receptação de arma furtada.

 

Outro caso

Esta não é a primeira que o ex-vereador é preso com arma de fogo. Em março de 2022 ele foi detido na Rodovia Washington Luís com uma arma de fogo e dinheiro falso. O Portal Morada não conseguiu contato com a defesa do acusado. 

 

 

Por Chico Lourenço / PORTAL MORADA

CHINA - A China negou nesta segunda-feira (20) que esteja estudando fornecer armas à Rússia para apoiar a sua ofensiva na Ucrânia, como alegou o secretário de Estado americano, Antony Blinken, no fim de semana. O chefe da diplomacia chinesa, Wang Yi, está em Moscou para negociações sobre um possível plano de paz na Ucrânia, segundo jornal russo.

“O objetivo desta visita é fortalecer o papel de Pequim na resolução da questão ucraniana", escreve Kommersant em sua edição de hoje. De acordo com a publicação, o chefe da diplomacia chinesa, Wang Yi, já teria desembarcado em Moscou, nesta segunda-feira (20), para negociações de um futuro plano de paz na Ucrânia.

Uma fonte diplomática, no entanto, disse que Wang Yi ainda não havia chegado à capital russa, mas que ele era esperado em breve.

Na conferência anual de segurança de Munique, no fim de semana, Wang Yi reiterou o apelo ao diálogo e convidou os países europeus a "pensar com calma" em como acabar com a guerra na Ucrânia. Sem citar nomes, ele denunciou "certas forças que, aparentemente, não querem que as negociações sejam bem-sucedidas ou que a guerra termine rapidamente".

 

China acusa EUA de espalhar informações falsas

O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês, Wang Wenbin, disse que a China "não admite que os EUA critiquem as relações entre Pequim e Moscou, muito menos que exerçam pressão e coerção", acusando Washington de "espalhar informações falsas".

“Pedimos aos Estados Unidos que reflitam seriamente sobre suas próprias ações e façam mais para acalmar a situação, promover a paz e o diálogo, parar de culpar os outros e espalhar informações falsas”, disse o porta-voz chinês, nesta segunda-feira. .

"A posição da China no caso da Ucrânia pode ser resumida em uma frase, que é encorajar a paz e promover o diálogo", insistiu. "São os Estados Unidos e não a China que constantemente enviam armas para o campo de batalha", acrescentou.

No domingo, depois de se encontrar com o seu colega chinês, Wang Yi, em Munique, à margem da Conferência de Segurança, o secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, alertou que a China estava considerando fornecer armas à Rússia. "Conversamos sobre a guerra liderada pela Rússia e as preocupações que temos de que a China esteja planejando fornecer apoio letal à Rússia", disse Blinken à emissora americana CBS. Questionado sobre o que isso implicaria concretamente, o chefe da diplomacia americana respondeu: "Principalmente armas".

Blinken alertou sobre "implicações e consequências" para a China se for descoberto que o país está fornecendo "apoio material" à Rússia para a guerra na Ucrânia ou ajudando Moscou a escapar das sanções ocidentais, disse o porta-voz do Departamento de Estado dos EUA, Ned Price.

Nesta segunda-feira, o chefe da diplomacia europeia Joseph Borrell advertiu que o fornecimento de armas da China à Russia é um limite para o bloco que não deve ser ultrapassado.

Presente em Munique no sábado, a vice-presidente americana, Kamala Harris, também questionou a neutralidade demonstrada pela China. Os Estados Unidos estão "preocupados com o fato de Pequim ter aprofundado suas relações com Moscou desde o início da guerra", sublinhou ela. "Qualquer movimento da China para fornecer apoio letal à Rússia apenas recompensaria a agressão, continuaria a matança e minaria ainda mais uma ordem baseada em regras", alertou a vice-presidente.

 

 

 

(Com informações da AFP)

por RFI

SÃO CARLOS/SP - Um jovem de 15 anos foi detido pela Polícia Militar de Rocam na noite de 5ª feira, 16, no Santa Angelina, em São Carlos.

De acordo com informações, os Militares estavam passando pelo cruzamento das Avenidas João Dagnone com a Av. Doutor Gildeney Carreri, quando avistaram o sujeito e o abordaram e ao ser questionado sobre o que ele fazia no local, o mesmo acabou confessando que tinha duas armas em sua residência.

Diante da confissão, os PMs foram à casa do adolescente e encontraram as duas armas e mais 3 munições calibre 28, 2 munições calibre 32 e 1 munição calibre 22.

O jovem foi conduzido à Central de Polícia Judiciária e as armas e munições apreendidas.

UCRÂNIA - O porta-voz presidencial ucraniano Mikhail Podoliak garantiu na terça-feira, 07, que as armas fornecidas pelos aliados ocidentais não são utilizadas pelas forças armadas ucranianas para atacar o território russo.

"Mais uma vez sobre coisas básicas para os nossos parceiros. A Ucrânia não ataca o território da Federação Russa. As armas fornecidas pelos aliados são utilizadas para a defesa, a desocupação dos territórios ucranianos e a destruição dos armazéns inimigos", observou.

Num post no seu perfil oficial no Twitter, Podoliak salientou que os mísseis de longo alcance que a Ucrânia agora exige são necessários "para uma eficaz contraofensiva das Forças Armadas".

Nos últimos meses, a Ucrânia intensificou as suas exigências às potências ocidentais para fornecerem tudo, desde tanques a caças a armas pesadas e mísseis de longo alcance, a fim de contrariar a ofensiva russa.

 

 

Fonte: (EUROPA PRESS)

Pedro Santos / NEWS 360

SÃO CARLOS/SP - Policiais de Força Tática conseguiram prender um comerciante que estava em posse de armas de fogo sem os devidos registros, na terça-feira, 31.

Os PMs abordaram o homem de 35 anos na Rua José Raimundo, bairro Jd. Zavaglia, e o sujeito acabou confessando que tinha 2 espingardas na sua casa, sendo que uma é de chumbinho. O Sargento Caon, Cabo Vinicius, Cabo Moreira e o Soldado Stivanelo, foram à casa do indivíduo e apreenderam as armas.

O sujeito e as armas foram todos conduzidos à Central de Polícia Judiciária.

WASHINGTON – As vendas de equipamentos militares dos Estados Unidos para governos estrangeiros aumentaram 49%, para 205,6 bilhões de dólares, no último ano fiscal, disse o Departamento de Estado norte-americano nesta quarta-feira, 25.

As vendas aprovadas no ano incluíram 13,9 bilhões de dólares em caças F-15ID para a Indonésia, 6,9 bilhões em navios Multi-Mission Surface Combatant para a Grécia, e 6 bilhões de dólares em tanques M1A2 Abrams para a Polônia.

A General Dynamics Corp produz o tanque Abrams, a Boeing faz o jato F-15 e a Lockheed Martin Corp faz os navios.

Há duas formas principais de governos estrangeiros comprarem armas de empresas norte-americanas: vendas comerciais diretas negociadas entre um governo e uma empresa, e vendas militares estrangeiras nas quais um governo estrangeiro normalmente entra em contato com um funcionário do Departamento de Defesa na embaixada dos EUA em sua capital. Ambos requerem a aprovação do governo dos EUA.

 

 

por Mike Stone / REUTERS

UCRÂNIA - Relatos na imprensa alemã afirmam que a Alemanha decidiu, após meses de hesitação, enviar à Ucrânia os modernos tanques de guerra Leopard 2, além de permitir que outros países, como a Polônia, possam adotar a mesma medida para reforçar a defesa das tropas ucranianas contra aos invasores russos.

A notícia, inicialmente divulgada nesta terça-feira (24/01) pela revista alemã Der Spiegel, também afirma que os Estados Unidos deverão fornecer tanques Abraham a Kiev. Antes mesmo da confirmação oficial, autoridades ucranianas já comemoravam o que avaliam como sendo um fator de mudança nas frentes de batalha, na guerra que já dura 11 meses.

"Algumas centenas de tanques para nossas equipes, as melhores equipes de tanques do mundo. Isso sim se tornará um punho golpeante para a democracia contra a autocracia do pântano", afirmou Andriy Yermak, chefe de gabinete do presidente ucraniano, Volodimir Zelenski, no aplicativo de mensagens Telegram.

Há meses Kiev vem insistindo para que o Ocidente envie os tanques de que tanto precisa para dar mais poder de fogo e mais mobilidade a suas tropas, para romper as linhas de defesa russas e recapturar territórios no leste e no sul do país.

Até o início da noite, o governo alemão ainda não havia comentado a notícia, assim como os Ministérios da Defesa e do Exterior. Segundo a Spiegel, a decisão de enviar os blindados envolveria ao menos uma companhia de tanques Leopard 2 A6, o que representa 14 unidades.

"O fato de a Alemanha apoiar a Ucrânia com os tanques Leopard é um forte sinal de solidariedade" afirmou Christian Duerr, líder parlamentar do Partido Liberal Democrata (FDP), uma das siglas que forma a coalizão de governo na Alemanha, ao lado do Partido Social-Democrata (SPD) e dos Verdes.

 

Facilidades de envio e manutenção

As frentes de batalha na Ucrânia, que se estendem por mais de mil quilômetros através do leste e do sul do país, estão, em grande parte, estagnadas há pelo menos dois meses, apesar de várias perdas sofridas nos dois lados no conflito.

As conversas em torno do envio dos tanques de guerra dominou as discussões entre os aliados de Kiev no Ocidente nos últimos dias.

Berlim possui um papel central nesse debate, uma vez que os tanques Leopard de fabricação alemã – utilizados por Exércitos de vários países da Europa – são amplamente considerados como a melhor opção para a Ucrânia, por estarem disponíveis em grande quantidade, além de serem de fácil manutenção e envio.

Os social-democratas do chanceler alemão, Olaf Scholz, temem que o envio possa gerar um acirramento das agressões russas em solo ucraniano e um aumento do risco de que a Organização para o Tratado do Atlântico Norte (Otan) seja arrastada para o conflito.

Scholz vinha sendo cada vez mais pressionado para tomar uma decisão. O presidente Zelenski chegou a afirmar que a hesitação de Berlim estava custando vidas ucranianas. O primeiro pedido ucraniano pelo envio de tanques Leopard foi feito pouco depois do início da invasão russa ao país, em 24 de fevereiro do ano passado.

Na terça-feira, 24, a Polônia disse ter enviado um pedido formal ao governo alemão para que permitisse que as Forças Armadas polonesas pudessem enviar seus próprios tanques Leopard 2 para a Ucrânia. Regulamentações de defesa estabelecem que o país que produziu os equipamentos deve aprovar as reexportações dos armamentos dos países da Otan para os aliados.

 

EUA devem enviar tanques Abrahams

Segundo a Der Spiegel e a agência de notícias Reuters, os Estados Unidos estariam dispostos a abandonar sua oposição ao envio de tanques M1 Abrahams à Ucrânia. O equipamento é considerado menos adequado do que os Leopard devido ao alto consumo de combustível e pelas dificuldades de manutenção.

Se confirmada, essa medida parece ter sido elaborada de modo a facilitar o envio dos Leopard pela Alemanha, que havia pedido uma frente unida entre os aliados na defesa da Ucrânia.

 

 

rc (Reuters)

por dw.com

Prisão ocorreu no trabalho do indiciado

 

SUMARÉ/SP - Policiais civis da Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes (DISE) de Americana prenderam na terça-feira (10) um homem, de 49 anos, por porte ilegal de arma de fogo no bairro Jardim Santiago, em Sumaré.

Denúncias anônimas alegavam que o homem estaria vendendo armas e drogas em um condomínio. Durante as investigações, foi possível identificar o rapaz que foi denunciado, seu endereço e local de trabalho. Foi expedido um mandado de busca e apreensão, sendo cumprido onde o indivíduo trabalha.

Na residência do indiciado, foram encontradas e apreendidas uma pistola, munições, uma faca e um aparelho celular.

Diante dos fatos, foi feita a prisão em flagrante sendo conduzido para a sede da Polícia Civil onde foi submetido a exame corpo de delito e permanecerá à disposição da Justiça.

EUA - O ano passado não foi um bom ano para a economia: falta de mão de obra, cadeias de suprimentos interrompidas e mercadorias que chegavam atrasadas ou sequer chegavam. Como no ano anterior, o principal motivo para isso foi a pandemia de covid-19.

Mas apesar das dificuldades, os 100 maiores produtores de armas do mundo conseguiram faturar juntos 592 bilhões de dólares (R$ 3,1 trilhões) em 2021, o que corresponde a um aumento de quase 2% em relação ao ano anterior.

Os EUA ainda respondem pela maior parcela disso. Fabricantes de armas americanos respondem por cerca de metade das vendas globais. No entanto, as vendas no mercado americano caíram ligeiramente em 2021.

"Os problemas causados pelas interrupções das cadeias de suprimentos atingiram as empresas americanas com mais força", explica Xiao Liang, um dos autores do mais recente relatório anual do Instituto Internacional de Pesquisa para a Paz de Estocolmo (Sipri, na sigla em inglês), sediado na Suécia.

Ele vê o motivo da retração em uma espécie de "covid longa" da economia, que ainda não se recuperou. "Além disso, há também a alta inflação nos EUA em 2021. Esses são os dois principais motivos."

 

Europa continua se armando

Por outro lado, as vendas na Europa cresceram 4,2% no ano passado. E isso ainda foi antes da invasão da Ucrânia pela Rússia, em 24 de fevereiro de 2022. De acordo com o Relatório Sipri 2022, a guerra de agressão russa fez disparar a demanda por armas na Europa e nos Estados Unidos.

"Com todas as armas que são enviadas para a Ucrânia, os EUA e a Europa foram esgotando seus estoques, que agora têm que ser reabastecidos", analisa Liang. "Temos certeza de que haverá mais encomendas, mas é muito cedo para dizer com certeza se isso se traduzirá em receitas maiores já em 2022."

Atualmente, no entanto, só o fabricante alemão Rheinmetall espera para sua divisão de defesa um salto de 30% a 40% na entrada de pedidos em 2023. Esse prognóstico é baseado na necessidade de reabastecer os estoques de veículos blindados que foram enviados à Ucrânia.

 

Falta tempo

Não faltam encomendas futuras, o que falta agora é outro recurso: tempo. Um exemplo disso é a encomenda dos EUA de mísseis antitanque Javelin. Até o final de outubro de 2022, os EUA entregaram 8.500 desses mísseis à Ucrânia, o equivalente a entre três e quatro anos de produção. "Portanto, é um desafio para as empresas: elas recebem mais pedidos, mas será que conseguem atender e entregar todas as encomendas?", pondera Liang.

Quanto mais tempo durar a guerra, mais urgente se tornará a questão sobre quantas armas os países ocidentais enviarão para a Ucrânia. "Vemos que alguns países já estão tentando encontrar esse equilíbrio", diz Liang. "Se trata de equilibrar as próprias necessidades com o apoio à Ucrânia. Mas ao mesmo tempo sabemos que os estoques estão baixando e que é preciso repô-los."

Alguns países da União Europeia (UE) estão se armando massivamente em resposta à guerra de agressão de Putin. A Polônia quer dobrar seu número de soldados em cinco anos, a Finlândia está fortalecendo suas defesas aéreas. Grécia, França e Itália estão comprando novas armas por bilhões de euros.

Logo após o início da guerra, o chanceler federal alemão, Olaf Scholz, anunciou um fundo especial de 100 bilhões de euros para a Bundeswehr, as Forças Armadas da Alemanha.

 

Empresas russas estão estagnadas

E a própria Rússia? "A indústria de defesa da Rússia cresceu apenas minimamente em 2021, mas isso não é novidade", diz Lang. De acordo com o relatório do Sipri, uma razão para isso é a ordem dada pelo governo russo ao complexo militar-industrial em 2016 para aumentar a produção civil.

A invasão da Ucrânia pela Rússia provavelmente reverterá essa tendência, segundo Lang, pois a indústria de defesa precisará apoiar o esforço de guerra. Atualmente, entretanto, faltam componentes para a produção de armas.

As sanções econômicas impostas pelos países ocidentais impedem à Rússia a importação irrestrita de chips e semicondutores, peças urgentemente necessárias para a produção, incluindo a fabricação de foguetes e tanques.

 

China e Oriente Médio

Em relação a Ásia e Oriente Médio, chama a atenção que o Oriente Médio esteja experimentando o crescimento mais rápido. As cinco empresas com sede na região registraram a maior taxa de crescimento de todas as regiões representadas no top 100 em 2021.

Uma tendência contínua na Ásia é que a China, em particular, está acelerando o ritmo de produção. Nos últimos anos, o país tornou-se o segundo maior produtor de armas do mundo, sendo que apenas os EUA produzem atualmente mais. O aumento nas vendas de armas reflete a extensão da modernização do equipamento militar chinês e a meta do país de se tornar autossuficiente na produção de todas as principais categorias de armas.

Entre 2017 e 2021, a China, assim como Índia, Egito e Argélia, adquiriram a maior parte de suas armas da Rússia. Entretanto, o especialista do Sipri diz ainda ser cedo para se saber exatamente como a invasão da Ucrânia pela Rússia está mudando o mercado a esse respeito. "A guerra continuará influenciando a dinâmica nos próximos anos", afirma Liang.

 

 

 

Autor: Anne Höhn / DW

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