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BRASÍLIA/DF  - Pressionado até por apoiadores sobre as ações do governo federal para conter a crise de saúde em Manaus, o presidente Jair Bolsonaro disse que o Amazonas não informou a União que haveria falta de oxigênio nos hospitais em razão do avanço do novo coronavírus. Com a falta do insumo, pacientes morreram sufocados na capital e também em municípios do interior.

“Nós demos dinheiro, recursos e meios. Não fomos oficiados por ninguém do Estado na questão do oxigênio”, disse, ao chegar ao Palácio da Alvorada. Segundo ele, foi a White Martins, principal fornecedora de oxigênio no Amazonas, que informou o problema na sexta-feira, 8 de janeiro. “E na segunda estava lá o ministro”, disse ele, em referência ao ministro da Saúde, Eduardo Pazuello.

Apesar da fala de Bolsonaro, o governador do Amazonas, Wilson Lima, se reuniu com Pazuello no dia 6 de janeiro, quando teria comunicado a falta de oxigênio e a alta ocupação de leitos no Estado, assim como o pico de contaminações, previso para o dia 13.

Como Bolsonaro informou, Pazuello de fato esteve em Manaus no dia 11, mas, acompanhado de uma comitiva de médicos, foi cobrar dos profissionais de saúde do Amazonas a administração de medicamentos sem eficácia comprovada contra a covid-19. Lançou também um aplicativo, o TrateCOV, que recomenda o uso dos remédios até para bebês e pessoas com sintomas de ressaca. Dias depois, com o colapso no sistema de saúde em Manaus, o governo enviou caminhões, navios e aviões das Forças Armadas para o transporte de cilindros de oxigênio ao Estado.

Ainda sobre a crise de saúde no Amazonas, Bolsonaro disse que o governo federal foi “além daquilo" que seria obrigado a fazer. “Atualmente está equalizada a questão do oxigênio. Agora, lá no Estado, tem que ter gente para prever quando vai faltar uma coisa ou não, para tomar providência. Nós aqui fomos além daquilo que somos obrigados a fazer”, afirmou.

A um apoiador que sugeriu intervenção federal na saúde do Amazonas, Bolsonaro disse que não pretende tomar a iniciativa. “Primeiro o governo do Estado tem de nos comunicar nesse sentido nos pedindo. A gente analisa e vê se intervém ou não.”

Bolsonaro afirmou ainda que não indica, mas apenas “sugere” a adoção de medicamentos como a hidroxicloroquina e a ivermectina contra a covid-19, e destacou que conta com o respaldo do Conselho Federal de Medicina (CFM), para quem a autonomia dos médicos na prescrição de tratamentos deve ser respeitada. “A gente não indica, a gente sugere, pra deixar bem claro. O médico que decide, na ponta da linha”, disse.

Instado a fazer mais comentários sobre as restrições de funcionamento de estabelecimentos no Amazonas para conter a pandemia, Bolsonaro aproveitou para criticar o governador de São Paulo, João Dória. “O de São Paulo fechou e foi para Miami”, disse, sobre a viagem do tucano no fim do ano.

Segundo Bolsonaro, hotéis e restaurantes poderão demitir um milhão de empregados se essas restrições forem mantidas. Em São Paulo, eles terão de fechar às 20h em dias úteis e durante todo o fim de semana. Em reunião com o presidente, o setor pediu ao governo a retomada de políticas como a redução de salários e jornada, adotadas em 2020.

“Fomos ao Ministério da Economia tratar desse assunto e em parte está resolvido”, disse. Também em razão das restrições, ele criticou também o prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil. “BH a mesma coisa, o prefeito vai bater no peito ‘aqui quem manda sou eu’, e o ditador sou eu né”, disse.

“Essa política de fechar eu pergunto, até quando? Esse vírus, queira ou não, a gente lamenta os mortos, mas a gente vai conviver com ele a vida toda. Não é fechando tudo”, disse. “É irresponsabilidade quem toma essas medidas que não deram certo no passado e continua insistindo com elas.”

Bolsonaro recomendou ainda que as reclamações sobre fechamento de estabelecimentos comerciais sejam cobradas dos prefeitos e governadores. “Vocês acabaram de escolher prefeitos, então não reclamem comigo. Tem prefeito que foi apoiado pelo governador e votaram nele.”

Sobre as críticas que recebeu pelo volume de compras da União em leite condensado, que totalizaram R$ 15 milhões em 2020, Bolsonaro disse que as explicações serão dadas em live amanhã, 28, ao lado do ministro da Controladoria-Geral da União (CGU), Wagner do Rosário. “Fui chamado até de corrupto por isso”, afirmou. “Mesmo que eu tome 500 latas de leite condensado por hora não daria conta do recado.”

Apesar da fala do presidente, o montante gasto, revelado pelo site de notícias Metrópoles, deixa claro que o valor diz respeito a toda administração federal e não apenas à Presidência. De acordo com a reportagem, o gasto global do Executivo federal com alimentos e bebidas registrou um aumento de 20% em relação a 2019. Neste total estão ainda despesas de cerca de R$ 2,2 milhões com chicletes e R$ 32,7 milhões com pizza e refrigerante, por exemplo.

 

 

*Por: Anne Warth / ESTADÃO

IBATÉ/SP - A cidade de Ibaté recebeu na tarde desta quarta-feira (27), 190 doses da vacina de Oxford/AstraZeneca contra a Covid-19. As vacinas foram
recebidas no Hospital e Maternidade Municipal de Ibaté.

Segundo a Vigilância Epidemiológica da Secretaria Municipal de Saúde, as doses serão usadas na continuidade do plano de imunização dos profissionais de saúde do município, que teve início no dia 21 de janeiro, quinta-feira, com o recebimento das 280 doses da CoronaVac.

Live será transmitida no dia 29, sexta-feira, pelo Facebook da Unimed São Carlos

 

SÃO CARLOS/SP - Na próxima sexta-feira (29/01), a partir das 18h, a Unimed São Carlos irá realizar uma live com o tema Janeiro Branco: “Quem cuida da mente, cuida da vida!”

A live terá a participação das psicólogas Aline Cristina Gavioli, do Núcleo de Desenvolvimento de Pessoas da cooperativa, e Jenifer Leila Domingos, do Viver Bem.

A ação é voltada a toda população que queira entender melhor os aspectos e questões da saúde mental.

Acompanhe a transmissão pela página do Facebook da Unimed São Carlos(www.facebook.com/unimedsaocarlos), compartilhe e envie suas perguntas.


Janeiro Branco

O Janeiro Branco é uma campanha ao estilo da Campanha Outubro Rosa e da Campanha Novembro Azul. O seu objetivo é chamar a atenção da humanidade para as questões e necessidades relacionadas à Saúde Mental e Emocional das pessoas e das instituições humanas. Uma humanidade mais saudável pressupõe uma cultura da Saúde Mental no mundo!

Para essa campanha foi escolho o primeiro mês do ano porque, em termos simbólicos e culturais, as pessoas estão mais propensas a pensarem em suas vidas, em suas relações sociais, em suas condições de existência, em suas emoções e em seus sentidos existenciais. E, como em uma “folha ou em uma tela em branco”, todas as pessoas podem ser inspiradas a escreverem ou a reescreverem as suas próprias histórias de vida.*

*Fonte: Campanha Janeiro Branco - https://janeirobranco.com.br/

Quadro infeccioso atinge a pele e o sistema linfático, e deve ser tratado com o acompanhamento da especialidade vascular

 

SÃO PAULO/SP - Picadas de insetos, naturalmente, já causam incômodos como coceiras, inchaços e vermelhidão. Mas, em alguns momentos, elas também podem causar doenças, como a erisipela, que é uma infecção da pele e do sistema linfático, gerada por bactérias. O quadro, sem o tratamento adequado, pode ter complicações.

De acordo com o cirurgião vascular e presidente da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV), Dr. Bruno Naves, a infecção ocorre após o ato de coçar a pele depois de uma picada de inseto, e isso pode causar lesões, tornando-a mais vulnerável.

“Habitualmente, a erisipela é causada por bactérias que estão na nossa pele.  Quando existe um pequeno ferimento, uma lesão de continuidade na pele, que chamamos de porta de entrada, essas bactérias alcançam a corrente linfática e atingem os tecidos subcutâneo e o gorduroso. Pode ser por uma picada de inseto, um pequeno machucado ou, o mais comum, uma frieira entre os dedos dos pés”, afirma.

Os principais sintomas da doença incluem vermelhidão na perna ou na região afetada, íngua (inflamação das glândulas), dor, inchaço, febre alta e mal-estar em geral. Se não for tratada, a doença pode apresentar bolhas que podem ser bastante incômodas e doloridas ao paciente.

Dr. Naves destaca que a especialidade vascular deve ser procurada ao primeiro sinal de vermelhidão e inchaço na perna.

“O tratamento é feito com medicamentos, hidratantes para pele, elevação do membro afetado e tratamento da porta de entrada, ou do ferimento que ocasionou o problema. Como toda infecção, se bem tratada, cura”, afirma.

No verão, principalmente em áreas rurais ou litorâneas, onde há grande incidência de insetos, o uso de repelentes torna-se obrigatório para prevenir a doença. De acordo com o especialista, é muito importante que seja criado o hábito de examinar os pés, a fim de encontrar frieiras e outros ferimentos. “Ao menor sinal de lesão, deve-se lavar bem. No caso da frieira, é importante medicar, limpar os calçados, o box do banheiro, secar bem entre os dedos dos pés e, se possível, colocar o calçado utilizado no sol após ser utilizado”, indica.

Para o Dr. Naves, os cuidados com a saúde no geral são a melhor forma de prevenir quaisquer doenças.

“Se cuidarmos bem de nossa saúde, dificilmente teremos que tratar de doenças, e caso ocorra, estaremos mais preparados para enfrentá-las, seja qual for”, aconselha.

A SBACV 

A Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV) é uma associação sem fins lucrativos, que visa a defender os direitos de seus profissionais, médicos e residentes, especialistas em saúde vascular. Além disso, tem como objetivo incentivá-los à produção científica, aprofundando as pesquisas nas áreas de Angiologia, Cirurgia Vascular e Endovascular, Angiorradiologia e outras modalidades. 

A entidade trabalha com uma política alinhada aos valores da AMB (Associação Médica Brasileira) e do CFM (Conselho Federal de Medicina) a fim de conduzir a instituição de maneira ética, sempre valorizando as especialidades médicas em questão. Atualmente, conta com 23 associações regionais espalhadas por todo o Brasil. 

Nova tecnologia desenvolvida na USP de São Carlos - segura e eficiente - de prevenção e combate à COVID-19

 

SÃO CARLOS/SP - Pesquisadores do Grupo de Óptica do Instituto de Física de São Carlos (GO-IFSC/USP), liderado pelo Prof. Dr. Vanderlei Salvador Bagnato, têm estudado ao longo dos anos técnicas de Biofotônica para eliminar microrganismos de diversas naturezas e localizados em diversos lugares. O propósito é  garantir a segurança da população, com ênfase muito especial para a pandemia da COVID-19 e outras que agora passarão a ser relevantes. Muitas pesquisas que estavam em andamento foram redirecionadas para a prevenção e combate à pandemia, enquanto outras se iniciaram pelo mesmo motivo.

Depois de terem sido desenvolvidos diversos equipamentos com base em luz ultravioleta na faixa germicida (UVC) - rodos para pisos e objetos hospitalares, descontaminadores de ambientes fechados e esteiras para descontaminação de produtos in natura, entre outros -, agora foi a vez do IFSC/USP desenvolver, de forma inovadora, um descontaminador para compras e pacotes com radiação ultravioleta (UVC), que pode ser facilmente instalado em supermercados, lojas, correios , empresas de delivery, ou mesmo em escritórios de alta manipulação e circulação de pacotes.

A ideia, conforme adianta a pesquisadora Drª Thaila Quatrini Corrêa, surgiu para minimizar a propagação de qualquer tipo de microrganismo que possa estar nas superfícies de embalagens, frutas, garrafas, ovos,  e itens que estão nas prateleiras dos supermercados. “Como normalmente os itens são manipulados por muitas pessoas, ou mesmo as pessoas respiram sobre eles, existe a chance de ocorrer contaminação entre os clientes e de levar essa contaminação para casa”, sublinha Thaila.

O equipamento, que deverá ser colocado no final do processo de compra, ou de embalagem ou de entrega, ou seja, após o pagamento, é composto por uma espécie de três pequenas plataformas horizontais, onde são colocados os itens (compras).

Ao apertar um botão, essas plataformas giram, sendo que uma delas entra em um compartimento protegido, no qual ocorre a iluminação por UVC de alta intensidade,

Após 20 segundos de iluminação, o sistema gira novamente para liberar os itens já descontaminados, permitindo que a outra plataforma, já com outros itens colocados pelo cliente seguinte, entre novamente no compartimento, repetindo o processo de descontaminação. O sistema é simples, rápido e seguro, por não expor as pessoas a incidência de UVC, sendo operado pelo próprio cliente, que apenas precisa apertar um botão.

“O descontaminador de compras com luz ultravioleta, testado no laboratório de microbiologia do Grupo de Óptica do IFSC/USP, possui alta eficiência em eliminar microrganismos. Diferentes tipos de superfícies foram avaliadas (metal, vidro e plástico) e os testes foram realizados com bactérias. Com apenas 20 segundos de luz ultravioleta sobre as diferentes superfícies foi possível reduzir mais de 99,99% dos microrganismos em todas as faces externas do pacote ou do produto”, enfatiza Thaila.

Quanto aos índices de redução de microrganismos em log de unidades formadoras de colônia por mililitro, os resultados dos testes foram os seguintes:

 

  • - superfície de vidro: 3,7 log UFC/mL;
  • - superfície de metal: 4,1 log UFC/mL;
  • - superfície de plástico: 4,4 log UFC/mL;

 

O produto está sendo patenteado e deverá chegar rapidamente ao mercado através de parceiros existentes, ou novos parceiros interessados pelo desenvolvimento.

Segundo o coordenador, Vanderlei Bagnato, “A proteção dos indivíduos de nossa sociedade em todas as situações possíveis é essencial neste momento, e o será daqui para frente, pois estaremos enfrentando esta situação ainda por alguns anos”

Mais um esforço do Grupo de Óptica do IFSC/USP para que a vida continue, agora frente a um “novo normal”.

 

 

*Por: Rui Sintra - jornalista IFSC/USP

Com o início da imunização contra a COVID-19, a preocupação é de que os estoques despenquem

 

SÃO CARLOS/SP - O Banco de Sangue precisa urgentemente de doações dos tipos B negativo e A negativo. Os estoques dos tipos B negativo estão 90% abaixo do ideal e os de A negativo, 60% abaixo do ideal. 

“Estamos preocupados, porque os estoques já estão muito baixos e a situação pode se agravar com o início da imunização contra a COVID-19, já que, ao tomar a vacina, é preciso esperar 48 horas para doar sangue”, explica a hematologista e responsável técnica do Banco de Sangue, Andreia Moura de Luca.

A agenda de doações desta semana ainda não está completa. E no caso da aférese (doação com uso de um equipamento moderno, através do qual são coletadas até duas bolsas de plaquetas, componente do sangue responsável pela coagulação), não há nenhuma doação agendada.

“Pelo método tradicional, as mulheres podem doar a cada 3 meses e no máximo, 3 vezes por ano; e os homens, a cada 2 meses e, no máximo, 4 vezes por ano. Pela doação de plaquetas por aférese, é possível doar 4 vezes por mês, 24 vezes por ano. Por isso, é tão importante que as pessoas doem por esse método, para que consigamos manter os estoques”, afirma a médica hematologista.

 

SERVIÇO:

BANCO DE SANGUE – HORÁRIOS PARA DOAÇÕES

Segunda a sexta-feira –  7h30 às 12h

Terças e quintas – 13h30 às 15h30

Sábados – 8h às 11 h

BANCO DE SANGUE – CANAIS PARA AGENDAMENTO

(16) 99104-6748 (WhatsApp) e (16) 3509-1230 (fixo)

De segunda a sexta-feira, das 8h às 15h

Enfim o verão chegou. É hora de pegar aquele sol, se bronzear e se divertir muito. Mas atenção, é preciso tomar os cuidados para evitar que as manchas na pele apareçam. Se não, o momento de diversão pode se tornar uma grande dor de cabeça, como explica a dermatologista Hellisse Bastos.

 

SÃO PAULO/SP - Tão aguardado e esperado, o verão é aquele período em que todo mundo quer pegar uma praia ou uma piscina, desfilar o corpo cultivado ao longo do ano, e pegar aquela cor que só um bronzeamento natural pode garantir. Perfeito, não é? Nem tanto, afinal, se cuidados não forem tomados, todo este ritual de beleza pode ir por água abaixo.

As manchas de pele são comuns durante esta época do ano, por isso é preciso seguir algumas recomendações antes de sair de casa e já buscar o melhor lugar ao sol. Conforme explica a médica dermatologista Hellisse Bastos, as manchas tendem a aparecer justamente mais nessa época do ano, porque o sol é o gatilho que faz elas aparecerem. “Se a gente vivesse na Finlândia, por exemplo, onde o país recebe pouca incidência solar, o índice de pessoas com estas questões na pele é algo baixíssimo.”

Mas engana quem pensa que o sol é a grande responsável pelo aparecimento destas marcas indesejadas pelo corpo: “A causa principal são as alterações de hormônios, como o estrogênio, cortisol ou até a própria insulina. O cortisol está relacionado ao estresse da pessoa, já a insulina está associada ao consumo de açúcares e farináceos refinados, e o estrogênio se liga ao uso de algumas medicações, como os anticoncepcionais e alguns alimentos que têm aditivos químicos que podemos chamar de xenobióticos”.

Diante disso, a médica lembra que as causa das manchas são múltiplas, mas a exposição ao maior tempo no sol é um gatilho para que elas possam aparecer com mais intensidade no corpo: “Elas podem surgir em outras épocas do ano, mas acontece muito do paciente falar que foi até a praia, por exemplo, e relatar que apareceu aquela marca no corpo. É interessante observar que essa situação é mais comum quando a pessoa está com uma exposição solar mais intensa”, descreve.

Mas atenção, é importante observar que manchas como as melasmas e melanoses são permanentes e precisam de suporte médico constante: “Não existe cura para elas, então o tratamento é feito à medida que elas aparecem, e a pessoa precisa se cuidar para o resto da vida”, detalha Dra. Hellisse. Além disso, ela pontua: “Essas marcas são praticamente imperceptíveis quando se está em tratamento, mas se descuidar e expor novamente ao sol, a tendência é que elas voltem a aparecer”, reforça a dermatologista.

Mas calma. Antes de passar por problemas, existe um forte aliado que atua na prevenção de todos estes males:

“O protetor solar. Por exemplo, quando estamos com exposição solar intensa na praia, o ideal é aplicá-la de duas em duas horas. Quando estamos na praia, ele ajuda a evitar as queimaduras na pele”.

O que não dizer que estes cuidados devem ser tomados também para o a dia a dia.

“O ideal é escolher um produto que tenha durabilidade maior. O ideal seria passar o protetor de três em três horas, mas é natural que todo mundo tenha uma vida atribulada sem tempo para fazer isso, então o que posso sugerir é aplicar uma vez pela manhã e depois retocar na hora do almoço”, aconselha a médica. Além disso, ela reforça: "Não nos preocupamos muito com o protetor no dia a dia sobre a questão das queimaduras, mas sim com as manchas, e elas devem ser diferenciadas”.

Geralmente as manchas na pele,”até as hipercromias pós-inflamatórias e melanoses solares, só melhoram com o tratamento. Alguns tipos de lasers melhoram definitivamente algumas delas, mas a tendência é com o tempo aparecer mais, se não for tratada a causa”, completa.

 

Tipos de manchas mais comuns na pele:

1-    Melasma. Aquela que é mais frequente em mulheres, se associam a um padrão inestético. Por isso é o terror de toda mulher. As causas estão relacionadas com hormônio do estresse, o cortisol, e também os hormônios relacionados às “junk foods”, além da insulina em excesso, aditivos químicos que se comportam como hormônios tipo estrogênio. Há outras causas, como a exposição solar associada a esses fatores, por exemplo.

2-     Fitofotodermatoses. São as manchas no corpo causadas pela reação entre a exposição solar e o contato com agentes fitoquímico, tipo o limão, casca da laranja, além de alguns tipos de plantas, como o figo e também a alguns produtos de limpeza.

3-    Sardas

4-    Melanose solares

MANAUS/AM - O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, viajou no último sábado (23), a Manaus (AM). Sob pressão por causa da crise na saúde do Estado, Pazuello não tem “voo de volta”, segundo o Ministério.

O Estado sofre com sobrecarga no sistema de saúde público. A falta de oxigênio nos hospitais resultou na morte de pacientes e na transferência de doentes para outros Estados.

O procurador-geral da República, Augusto Aras, pediu no sábado (23.jan) que o STF (Supremo Tribunal Federal) abra um inquérito contra o ministro para apurar se houve omissão do governo federal no enfrentamento da crise em Manaus.

Pazuello acompanhou a entrega de 132,5 mil doses da vacina contra a covid-19 desenvolvida pela AstraZeneca e Universidade de Oxford. Ao chegar em Manaus, o ministro foi recebido pelo governador do Amazonas, Wilson Lima (PSC). O político também é alvo de pedido de inquérito da PGR (Procuradoria Geral da República) no Supremo para apurar sua conduta.

Em nota divulgada no domingo (24), o Ministério da Saúde declarou que Pazuello vai comandar as ações emergenciais de combate à covid-19 no Estado.

“Pazuello não tem voo de volta a Brasília. Ficará no Amazonas o tempo que for necessário. Vai comandar de perto as ações emergenciais de combate à covid-19, ao lado da equipe do Ministério da Saúde que já trabalha para apoiar a população do amazonense”, informou a pasta.

O Ministério afirmou que “está cumprindo sua determinação de dar prioridade ao Amazonas na imunização, como uma das estratégias para conter o avanço da covid”.

“A pasta também está atuando no monitoramento e suporte para suprimento das demandas hospitalares por oxigênio e identificação de leitos disponíveis, regulação e transferência de pacientes para outros Estados.”

De acordo com o Ministério, mais de 458 mil doses da CoronaVac, desenvolvida pelo laboratório Sinovac, já foram enviadas e distribuída aos municípios do Estado.

 

 

*Por: PODER360

SÃO CARLOS/SP - Preocupado com o atendimento à Saúde, em especial, no momento em que a cidade apresenta aumento expressivo no número de casos de Covid-19, o vereador Lucão Fernandes (MDB) encaminhou ofício solicitando informações à Secretaria Municipal de Saúde, bem como, ao Hospital Universitário da UFSCar, Santa Casa de Misericórdia e Unimed São Carlos, que atuam na linha de frente no combate ao Coronavírus.

Lucão relata que além do aumento de casos, a capacidade dos leitos UTI/SUS atingiu índices altíssimos de 85,7%, o que foi amplamente divulgado pela imprensa.

“Diante de tudo o que está acontecendo, há uma grande preocupação quanto à prestação do serviço de saúde em São Carlos, serviço este que é essencial e importantíssimo frente à pandemia que estamos passando e o receio de nossa rede de atendimento entrar em colapso torna-se real”, explica.

O parlamentar lembrou o que vem ocorrendo em Manaus, onde a falta de oxigênio e insumos nas unidades de saúde, acabou ceifando a vida de muita gente. “Isso gerou uma grande comoção, consternação e preocupação em todo o mundo. Uma catástrofe até então inimaginável”, afirmou.

Entre as informações solicitadas, Lucão quer saber se há acompanhamento diário e se houve aumento no consumo de oxigênio durante o período da pandemia.

“Precisamos saber se há estoque de oxigênio para as unidades de saúde da nossa cidade e provisionamento futuro, tendo em vista que os casos continuam aumentando”, relatou. “Não podemos vivenciar em São Carlos, o que aconteceu em Manaus”, completou.

Além do oxigênio, o parlamentar questiona qual a atual situação dos insumos [materiais e medicamentos] para a assistência dos pacientes de Covid-19. “Diante do aumento no consumo desses insumos, queremos saber se o fornecimento atual será capaz de suprir o avanço da demanda e o que tem sido feito para que não ocorra a falta de oxigênio, insumos e medicamentos, em especial, nas nossas unidades públicas”, afirmou.

Outra preocupação é em relação aos leitos. “Há condições de ampliação dos leitos? Existem profissionais de saúde suficientes para atuar junto aos novos leitos, caso estes sejam criados?”, indagou o parlamentar.

Lucão ressalta que o questionamento tem o único objetivo de traçar um raio-X atual da situação de enfrentamento à pandemia e de colocar seu mandato à disposição para buscar apoio junto aos governos, caso haja a necessidade.

“Todos sabem que uma das minhas principais bandeiras sempre foi a saúde e eu não poderia cruzar os braços nesse momento em que essa pandemia tem aumentado e nos assustado demais. Continuaremos atuando e dando total apoio aos profissionais de saúde, que estão colocando suas vidas em risco para salvar a nossa população”, finaliza.

BRASÍLIA/DF - O procurador-geral da República, Augusto Aras, solicitou ao Supremo Tribunal Federal (STF) no sábado (23) abertura de inquérito para apurar a conduta do ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, em relação ao colapso da saúde pública em Manaus. A cidade registrou falta de oxigênio medicinal em hospitais na semana passada.

A demanda por oxigênio hospitalar em estabelecimentos públicos de saúde do Amazonas chegou a superar a média diária de consumo em mais de 11 vezes, o que agravou a situação nos hospitais, principalmente naqueles onde são atendidos pacientes com a covid-19. Centenas de pacientes tiveram que ser transferidos para outros estados.

O pedido de inquérito foi feito após representações formuladas por partidos políticos, que relataram omissão do ministro e de seus auxiliares. A solicitação ao STF cita o documento Relatório parcial de ações – 6 a 16 de janeiro de 2021, datado do dia 17 deste mês, no qual o ministro informa que sua pasta teve conhecimento da iminente falta de oxigênio no dia 8, por meio da empresa White Martins, fornecedora do produto. O Ministério da Saúde iniciou a entrega de oxigênio apenas em 12 de janeiro, segundo as informações prestadas.

“Sustenta existirem indícios de que a pasta comandada pelo representado teria sido alertada com antecedência por uma fornecedora de oxigênio hospitalar de que faltariam, no mês de janeiro de 2021, cilindros com o gás comprimido nos nosocômios da capital do Estado do Amazonas”, argumentou Augusto Aras.

Segundo a petição, em relação às prioridades do ministério em meio à crise, a pasta informou ter distribuído 120 mil unidades de hidroxicloroquina como medicamento para tratamento da covid-19 no dia 14 de janeiro, às vésperas do colapso por falta de oxigênio.

Aras solicita ao Supremo a oitiva do ministro e o envio dos autos para a Polícia Federal, para a adoção das medidas investigativas cabíveis.

Procurado pela imprensa, o Ministério da Saúde informou que aguarda a notificação oficial para posterior manifestação.

 

Fundo Epidemiológico

Na sexta-feira (22), o Ministério da Saúde informou que o governo federal vai criar um Fundo Epidemiológico para reforçar a imunização contra a covid-19 e frear o avanço da pandemia no estado do Amazonas, em função do colapso no sistema de saúde por causa da disseminação do novo coronavírus.

"O Fundo Epidemiológico foi elaborado em parceria com o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems) e destina uma cota das novas doses de vacinas para a região que estiver mais impactada pela pandemia no período analisado. Neste momento, as doses serão destinadas ao Amazonas", informou o ministério, em nota.

 

Comitê de crise

A pasta montou, em Manaus, um Comitê de Crise – o Centro de Operação de Emergência - em parceria com o governo do estado, e mantém equipes permanentes atuando nos diversos setores do controle da epidemia.

São desenvolvidas ações estratégicas para o enfrentamento da pandemia da covid-19 em Manaus. Entre elas, está a construção de uma enfermaria de campanha, e para isso o ministério vai ampliar em mais 50 o número de leitos clínicos. O ministério também vai enviar mais de 100 profissionais pelo programa Mais Médico Brasil para atuar na cidade e está na linha de frente da logística para o reabastecimento de oxigênio em Manaus, tanto no transporte quanto na requisição e instalação de usinas nos hospitais.

O ministério vai trazer e implantar no estado 12 usinas geradoras de oxigênio, sete delas requisitadas junto a empresas brasileiras e que estão chegando a Manaus. Duas já foram instaladas para atender a Enfermaria de Campanha, que vai ampliar em mais 50 o número de leitos do Hospital Delphina Aziz. As duas usinas têm capacidade para produzir 26 metros cúbicos de oxigênio por hora, suficientes para atender os 50 leitos clínicos da enfermaria de campanha.

A pasta informou ainda que está atuando no deslocamento de pacientes para outros estados brasileiros e apoio na atenção básica na capital amazonense.

 

 

*Por Heloisa Cristaldo - Repórter da Agência Brasil

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