SÃO PAULO/SP - Rick Sollo, da dupla Rick e Renner, teve a morte confirmada após a aeronave em que estava ser localizada na Serra Catarinense nesta terça-feira (22), dois dias depois de fazer sua última apresentação ao lado de Renner.
O Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina encontrou os destroços do helicóptero durante a operação de busca. As autoridades confirmaram que não houve sobreviventes entre as cinco pessoas que estavam a bordo. Além de Rick, morreram o empresário Bruno Avelar e outras três pessoas que viajavam na aeronave.
O helicóptero havia decolado de Porto Belo, no litoral de Santa Catarina, com destino à região de São Joaquim. A aeronave perdeu comunicação na tarde de segunda-feira (21), quando sobrevoava a região serrana do Estado. As buscas mobilizaram bombeiros, cães, drones e aeronaves da Força Aérea Brasileira.
A notícia da localização da aeronave e da morte do cantor provocou manifestações de pesar entre pessoas ligadas à música sertaneja e ao círculo de amizades de Rick. Desde o desaparecimento, artistas e fãs já acompanhavam a operação e publicavam mensagens de esperança e pedidos de oração nas redes sociais.
O jornalista Milton Neves foi um dos que lamentaram a morte do cantor. Em uma publicação nas redes sociais, recordou a convivência com Rick e escreveu: "Que pena, Rick, amigo de tantos programas. Que você descanse em paz".
A cantora Ana Castela também deixou um coméntario: "Deus conforte o coração de toda a família".
Ratinho, apresentador do SBT, publicou: "Que Deus receba você de braços abertos, meu grande amigo Rick. Que Ele conforte o coração de todos os familiares e amigos neste momento de dor."
A dupla Zé Neto & Cristiano publicou: "Descanse em paz, ídolo".
O sertanejo Junior Marques publicou uma foto de Rick e escreveu: "Ainda sem acreditar, Perdemos um grande ídolo da música sertaneja, esse cara que sempre foi exemplo".
Bruno e Marrone lamentaram a morte de Rick. Nas redes sociais, a dupla escreveu: "Vai com Deus, Rick. Irmão de estrada, de música e de tantos momentos que a gente vai guardar para sempre no coração. Que Deus o receba de braços abertos e conforte a família de todos. Sua voz fica, sua história fica e a saudade também."
Thomaz Costa também prestou uma homenagem ao cantor. O ator publicou uma foto ao lado de Rick e escreveu apenas "Luto".
Marcos e Belutti também lamentaram a morte de Rick e das outras vítimas do acidente. A dupla escreveu: "Hoje, com muita tristeza, nos despedimos de cinco vidas. Dentre elas estava não só um ídolo, mas um amigo, com uma trajetória de muita luz e inspiração. Desejamos nossos mais sinceros sentimentos a toda a família e aos amigos das vítimas: Rick, Bruno Avelar, Paulo Soares, além do piloto e do copiloto do helicóptero. Estamos em oração para que Deus traga conforto aos corações de todos neste momento tão difícil."
Henrique e Diego também se manifestaram sobre a morte do cantor. "Hoje o mundo sertanejo está de luto. Infelizmente, recebemos a triste notícia do falecimento do cantor Rick e de mais quatro pessoas nesse trágico acidente, uma perda imensa para todos nós da música. Que Deus conforte o coração de todos os familiares e amigos neste momento tão difícil", escreveram.
Sérgio Reis prestou solidariedade às famílias das vítimas. "Me solidarizo com todas as famílias neste momento. Que Deus possa confortar os corações", publicou.
por Folhapress
SÃO JOAQUIM/SC - Na tarde desta terça-feira (22), o Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina (CBMSC) confirmou que encontrou os destroços do helicóptero desaparecido na serra catarinense com cinco pessoas sem vida.
O Corpo de Bombeiros informou que a aeronave encontrada seria a mesma que viajava o sertanejo Rick, da dupla com Renner, que também desapareceu em Santa Catarina. Bruno Avelar, palestrante e coach de Neymar Jr., que também acompanhava o artista no voo, está entre os mortos.
O artista, o palestrante, o piloto e mais duas pessoas saíram de Porto Belo, em Santa Catarina (SC), a caminho do município São Joaquim, quando a aeronave perdeu o contato. Logo após o alerta, o Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina (CBMSC) começou as buscas que teria caído na região serrana do estado.
Após 2 dias de buscas interruptas, o Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina (CBMSC) acaba de encontrar destroços da aeronave desaparecida na serra catarinense, com, infelizmente, 5 pessoas sem vida.
As buscas iniciaram na tarde desta segunda-feira, 21 setembro, e seguiram madrugada adentro, até ser encontradas próximo as 12h de hoje, 22 setembro.
A operação contou com a aeronave arcanjo 03, que encontrou os destroços, aprox 40 bombeiros, dois cães de busca e resgate, mais de 10 viaturas, e drones com capacidade de identificação térmica.
Agora, iniciarão os esforços para resgatar as vítimas - sem vida, para que a Polícia Científica possa realizar as perícias devidas e os órgãos competentes realizem as investigações necessárias.
O CBMSC lamenta as vítimas, e reforça seu compromisso com a sociedade catarinense.
por Rafael Damas
EUA - Aos 18 anos, em 1995, Christa Pike matou uma colega. No ano seguinte, foi condenada à pena de morte e, desde então, permanece no corredor da morte no Tennessee. Sua execução está marcada para 30 de setembro.
O caso chama atenção nos Estados Unidos pela excepcionalidade: se os recursos apresentados por seus advogados não impedirem a execução, Pike será a primeira mulher a ser executada pelo Tennessee em mais de 200 anos.
A raridade se estende ao restante do país. Desde 1976, quando a Suprema Corte voltou a permitir a aplicação da pena de morte após uma suspensão de quatro anos, apenas 18 mulheres foram executadas nos Estados Unidos, diante de mais de 1.600 execuções realizadas no período.
"É muito raro", afirmou à reportagem Robin Maher, diretora executiva do Death Penalty Center, organização sem fins lucrativos que publica análises e informações sobre a pena de morte. Segundo ela, além de crimes violentos serem cometidos com maior frequência por homens, há historicamente uma resistência maior dos júris americanos em condenar mulheres à morte.
"Ainda existe a percepção de que mulheres não estão entre os 'piores dos piores'", disse, em referência ao critério usado pelo sistema americano para determinar quais réus devem receber a punição máxima.
A idade de Pike na época do crime torna o caso ainda mais incomum. Ela tinha acabado de completar 18 anos quando participou do assassinato de Colleen Slemmer, 19, ao lado de outros dois jovens. Na era moderna da pena de morte, o Tennessee nunca executou uma pessoa que tivesse 18 anos na época do crime.
Tadaryl Shipp, então namorado de Pike, tinha 17 anos e, por isso, não podia ser condenado à morte. Ele cumpre prisão perpétua e teve seu primeiro pedido de liberdade condicional negado em 2025. Pike era apenas dez meses mais velha.
Em 2005, a Suprema Corte proibiu a aplicação da pena de morte a pessoas que cometeram crimes antes dos 18 anos. Desde então, segundo Maher, também se tornou menos comum que jovens de 18, 19 ou 20 anos sejam condenados à morte, em meio ao avanço do conhecimento científico sobre o desenvolvimento cerebral nessa faixa etária.
Outro ponto levantado pelos advogados de Pike é seu histórico de traumas e problemas de saúde mental. A defesa afirma que ela foi vítima de abuso sexual e estupros durante a infância e a adolescência, além de abandono e violência familiar.
Os episódios de abuso sexual documentados não foram apresentados ao júri como fatores atenuantes. O advogado responsável por essa fase do julgamento tinha quatro meses de formado e nunca havia atuado em um caso de homicídio. Maher afirma que Pike também sofreu uma lesão cerebral e tinha problemas de saúde mental não tratados.
"Hoje, como sociedade, temos uma compreensão melhor sobre trauma e doenças mentais do que tínhamos 30 anos atrás", afirmou. "Suspeito que, se o julgamento dela fosse realizado hoje, a apresentação das evidências seria muito diferente e um júri poderia chegar a uma conclusão muito diferente."
Mesmo a poucas semanas da data marcada, a execução ainda pode ser suspensa. Os advogados de Pike apresentaram um pedido de clemência de 226 páginas ao governador do Tennessee, Bill Lee, que pode converter a pena em prisão perpétua sem possibilidade de liberdade condicional. Os tribunais também podem intervir.
Pike chegará à data prevista para sua execução após cerca de três décadas no corredor da morte -um período longo, mas não excepcional nos Estados Unidos. Segundo Maher, os presos executados no ano passado permaneceram, em média, 27 anos no corredor da morte. A demora decorre, entre outros fatores, da extensa tramitação dos recursos e da revisão de possíveis erros nos processos.
A possível execução de Pike ocorre em um momento contraditório para a pena de morte nos Estados Unidos. O país registrou 47 execuções em 2025, o maior número em mais de 15 anos. Apesar da alta recente, outros indicadores apontam para uma trajetória de queda no longo prazo.
A pena capital foi abolida em 23 dos 50 estados do país. Em outros três -Califórnia, Oregon e Pensilvânia-, as execuções estão suspensas por moratórias.
Mesmo entre os estados que mantêm a pena de morte, seu uso está concentrado em uma parcela pequena do país. Apenas 11 estados realizaram execuções no ano passado. A Flórida respondeu sozinha por 19 das 47 mortes, ou cerca de 40% do total. Alabama, Carolina do Sul e Texas tiveram cinco execuções cada. O Tennessee, onde Pike está presa, realizou três.
Das 47 execuções, 39 foram por injeção letal, 3 por pelotão de fuzilamento e 5 por hipóxia de nitrogênio, método criticado por especialistas da ONU como potencialmente cruel e desumano.
As novas condenações também permanecem em níveis baixos: foram 23 em oito estados em 2025, o quinto ano consecutivo com menos de 30.
"A grande maioria dos Estados Unidos não condena pessoas à morte nem realiza execuções", afirmou Maher. Segundo ela, o que existe hoje é um pequeno grupo de estados que continua recorrendo à pena capital.
A Flórida é o principal exemplo. Maher atribui o número elevado de execuções à política adotada pelo governador Ron DeSantis, que, segundo ela, passou a marcar execuções em intervalos de aproximadamente duas semanas.
No plano federal, Donald Trump também busca ampliar o uso da pena de morte. Em abril, o Departamento de Justiça anunciou a ampliação dos métodos disponíveis para execuções federais, incluindo pelotão de fuzilamento, e medidas para acelerar a tramitação de casos de pena capital.
A política ainda não resultou em novas sentenças ou execuções federais. Segundo Maher, há três pessoas no corredor da morte federal, nenhuma em condições de ser executada. "Embora o presidente Trump tenha mudado a política sobre a pena de morte federal, ainda não vimos nenhuma nova sentença de morte federal", disse.
Para Maher, o aumento registrado em 2025 não representa uma reversão da tendência observada nas últimas décadas. "Absolutamente não. Não é uma reversão", afirmou. Segundo ela, embora Trump e um grupo de autoridades estaduais busquem ampliar o uso da pena capital, o apoio popular à medida está no menor nível em cinco décadas, em cerca de 52%.
por Folhapress
EUA - Quatro anos depois de um crime que abalou a pequena cidade de Chippewa Falls, no estado norte-americano de Wisconsin, Carson Peters-Berger foi condenado à prisão perpétua pelo assassinato da prima Iliana “Lily” Peters, de 10 anos. Ele tinha apenas 14 anos quando cometeu o crime e hoje está com 18.
A sentença foi anunciada na quarta-feira (26) pelo juiz Steven Gibbs, do Condado de Chippewa, depois que Peters-Berger se declarou culpado por homicídio doloso em primeiro grau. Ele poderá solicitar liberdade sob supervisão ampliada depois de cumprir 25 anos da pena.
Durante a audiência, Gibbs ressaltou a gravidade do caso, mesmo considerando a idade que o réu tinha na época.
“Eu acredito em dar às pessoas uma segunda chance depois que elas pagam sua dívida com a sociedade. Embora você fosse menor quando cometeu o crime, ainda é uma infração muito grave, e isso abalou esta comunidade”, afirmou o magistrado, segundo a emissora norte-americana WEAU.
Peters-Berger optou por não fazer uma declaração durante a audiência.
Lily desapareceu quando voltava da casa da tia
O assassinato aconteceu em 24 de abril de 2022. Lily havia passado um período na casa de uma tia e voltava de bicicleta para casa, em Chippewa Falls, quando estava acompanhada do primo.
De acordo com a denúncia criminal consultada pela revista People, Peters-Berger convenceu a menina a sair da trilha e entrar em uma região de mata. Aos investigadores, ele admitiu posteriormente que já tinha a intenção de atacá-la.
História do crime
O The Independent informa que a casa da tia e a residência da família de Lily ficavam a cerca de seis minutos de caminhada uma da outra. Como a menina não chegou em casa, o pai comunicou o desaparecimento por volta das 21h.
Na manhã seguinte, voluntários que participavam das buscas encontraram o corpo da criança em uma área arborizada próxima à trilha. A autópsia concluiu que Lily havia sido agredida, estrangulada e vítima de violência sexual. Peters-Berger foi preso no dia seguinte à localização do corpo.
Segundo o The Independent, promotores afirmaram ainda na época da prisão que o adolescente admitiu às autoridades que sua intenção, desde o início, era abusar sexualmente e matar a prima.
Acordo retirou duas acusações de abuso sexual
Peters-Berger respondia inicialmente por três acusações. Ao aceitar se declarar culpado de homicídio intencional em primeiro grau, duas acusações relacionadas à violência sexual foram formalmente retiradas como parte do acordo judicial.
As acusações, no entanto, foram registradas no processo de forma que o juiz pudesse levá-las em consideração na definição da sentença, segundo a People.
Decisões judiciais
A defesa havia tentado anteriormente transferir o processo para a Justiça juvenil. Os advogados argumentaram que Peters-Berger precisava de tratamento de saúde mental que não receberia de maneira adequada no sistema penal destinado a adultos.
O pedido foi rejeitado. O juiz considerou que a gravidade dos crimes justificava a permanência do caso na Justiça comum, decisão posteriormente mantida por um tribunal de apelações de Wisconsin, conforme noticiaram a Associated Press e o The Independent.
Família fala sobre impacto da morte de Lily
Familiares e pessoas próximas à menina participaram da audiência de sentença e falaram sobre os efeitos do crime nos últimos quatro anos.
“Ela era a minha luz”, afirmou Kiara Stevens, amiga de Lily. “Houve momentos em que eu simplesmente não queria mais continuar, mas Lily era o tipo de pessoa que fazia você querer seguir em frente”, relatou à WEAU.
Dana Whitcome, madrasta de dois irmãos de Lily, afirmou que a família pretende agora concentrar esforços na recuperação emocional e na memória da criança.
“Esperamos seguir em frente, nos curar e compartilhar esse espírito de gentileza com todos em memória de Lily”, disse.
A People relembrou ainda que, após a morte, familiares divulgaram um poema escrito pela menina. Nele, Lily expressava desejos de que as pessoas fossem mais gentis umas com as outras e de que houvesse paz no mundo.
O promotor do Condado de Chippewa, Wade Newell, afirmou que a condenação encerra o processo judicial, mas não apaga o que aconteceu.
Decisões judiciais
“Não acho que exista encerramento no sistema de Justiça criminal. Nada do que seja feito aqui vai apagar o que aconteceu com aquela pobre menina”, declarou.
NOTÍCIAS AO MINUTO
EUA - Uma menina de 8 anos morreu no Lousiana, nos Estados Unidos da América, depois de contrair uma rara infecção por ter nadado em um lago junto à sua casa. Lillian Smart, residente en Ruston (Louisiana), morreu este sábado, um dia depois de comemorar o seu 8.º aniversário.
"Ontem à noite, a Lillian passou dos nossos braços para os braços de Jesus", anunciou a família.
"As lesões no cérebro eram muito graves para que o seu corpinho conseguisse recuperar. Todos fizeram tudo o que puderam para a manter aqui. Estamos devastados e, sinceramente, não sabemos o que fazer agora", detalharam numa publicação nas redes sociais.
Na origem da morte de Lillian está a contração da bactéria "Naegleria fowleri". Trata-se de uma ameba de vida livre conhecida como "ameba comedora de cérebros", que vive em águas doces, mornas ou quentes (como lagos, rios e fontes termais) e em piscinas mal tratadas.
Morte e tragédia
A infecção pode acontecer quando a água contaminada entra pelo nariz e a ameba chega ao cérebro, refere o 20 minutos.
Lillian estava internada há vários dias. Segundo a sua mãe detalhou a imprensa, ela foi ao hospital depois de apresentar febres altas e problemas de visão. A menina sofreu uma inflamação cerebral e encontrava-se numa unidade de cuidados intensivos.
Vale destacar que o próprio Departamento de Saúde do Louisiana tinha informado, no dia 19 de agosto, que um residente do mesmo Estado tinha contraído esta doença, informando que a exposição tinha se verificado provavelmente enquanto nadava no lago Claiborne, situado a cerca de 48 quilômetros a noroeste de Ruston.
"Trata-se de uma infecção muito rara, mas normalmente fatal", alertou o mesmo departamento, citado pela CNN internacional.
As infeções por "Naegleria fowleri" são extremamente raras, havendo apenas 180 casos confirmados entre 1937 e 2025, de acordo com o Departamento de Saúde da Louisiana, refere a mesma publicação norte-americana. O estado registou apenas três casos durante esse período.
Ciências biológicas
Embora a maioria dos casos tenha se concentrado nos estados do Sul e do Centro devido ao clima mais quente, estudos recentes sugerem que as alterações climáticas estão aquecendo as águas nos estados do Norte e do Centro-Oeste, alargando as áreas onde a ameba pode ser encontrada.
NOTÍCIAS AO MINUTO
EUA - Um familiar, Brad Ireland, cuja ex-mulher e dois filhos estavam entre os mortos, identificou o atirador como Alan Smith, de 44 anos.
Os pais de Smith, que também morreram, haviam pedido que ele se mudasse semanas antes, mas ele voltou no domingo e abriu fogo, disse Ireland.
As vítimas pertenciam a quatro gerações da família, desde uma bisavó de 90 anos que usava cadeira de rodas até uma menina de 7 anos, de acordo com Jennifer Mercer, vizinha e amiga da família que criou uma campanha online para arrecadar dinheiro para ajudar a cobrir os custos do funeral e outras despesas.
A polícia foi chamada à residência na noite de domingo e ouviu tiros vindos dos fundos da casa, pouco antes de o imóvel ser completamente consumido pelas chamas.
Os investigadores confirmaram na terça-feira que houve oito vítimas, incluindo quatro crianças, e que o suspeito atirou contra si mesmo e morreu posteriormente.
A investigação foi dificultada pelas preocupações com a integridade estrutural da casa, depois que o incêndio a reduziu a escombros, disse Jeff Stovall, porta-voz do Departamento de Polícia de Billings.
Os bombeiros combateram o incêndio até a madrugada de segunda-feira, de acordo com o chefe do Corpo de Bombeiros de Billings, Matt Hoppel.
Entre os mortos estavam a ex-mulher de Brad Ireland, Megan Ghekiere, e os dois filhos, Owen Ireland, de 13 anos, e Chloe Ireland, de 7. Também morreram os dois enteados de Ghekiere com o atual marido: Landon Ghekiere, de 15 anos, e Charlotte Ghekiere, de 12.
"A única coisa que sabemos é que Charlotte foi a heroína", disse Jennifer Mercer. "Charlotte ligou para o 112 e tentou salvar a família", acrescentou.
A família Smith era originária da região de Seattle, no noroeste dos Estados Unidos, e os pais de Alan Smith, Dana e Barb Smith, mudaram-se para Billings depois que Megan Ghekiere comprou uma casa na região.
Alan Smith mudou-se para a casa dos pais em Montana e ficou com eles durante anos, antes de ser convidado a sair algumas semanas atrás, disse Brad Ireland.
O suspeito voltou inesperadamente para a casa no domingo à noite, onde a família estava reunida para o habitual jantar semanal.
Alan Smith matou a avó, os pais, a irmã mais nova e os quatro filhos antes de incendiar a casa, disse Ireland. O suspeito tentou fugir antes de ser confrontado pela polícia, acrescentou.
"Havia muitos sinais de preocupação e muitas pessoas alertaram" as autoridades, disse Ireland, que mora no Arizona, no sudoeste dos Estados Unidos. "Ninguém prestou atenção", lamentou.
Ireland descreveu Alan Smith como um "eremita" que passava a maior parte dos dias no quarto, em frente a um computador. "Ninguém sabia o que ele fazia lá dentro 24 horas por dia, sete dias por semana", disse.
NOTÍCIAS AO MINUTO
EUA - Morreu a lendária cantora de música country Dolly Parton, aos 80 anos. A estrela, nascida em Pittman Center, Tennessee, nos Estados Unidos, ficou conhecida pelos hits 'Jolene' e 'I Will Always Love You', que chegou a ser regravada por Whitney Houston.
A notícia da morte foi compartilhada pelo seu sobrinho através de um vídeo no Instagram.
Recentemente, no último dia 21 de agosto, a artista tinha compartilhado com os fãs atualizações sobre o seu estado, referindo que sentia um declínio da sua saúde após a morte do seu marido, Carl Dean, em março de 2025.Aprender Novas Línguas Com Cursos Online
A causa da morte da cantora ainda não foi divulgada. Também não há informações sobre o velório e enterro da artista.
por Rafael Damas
BANCOC - Um adolescente tailandês matou pelo menos seis pessoas e cometeu suicídio em uma escola nos arredores de Bancoc após matar a tiros seus avós, informou a polícia local. Este foi o pior massacre ocorrido na nação do Sudeste Asiático desde 2022.
A escola fica na região de Nonthaburi, vizinha à capital. Entre os mortos estão três alunos e três professores, além dos dois avós. A polícia ainda informou que ao menos 23 pessoas ficaram feridas no incidente.
O autor do tiroteio foi identificado como um aluno adolescente de 14 anos que estuava da instituição. Ele matou os próprios avós antes de seguir para a escola, onde ele teria disparado pelo menos 26 vezes com uma arma que pertencia ao seu avô. Outras 34 munições foram encontradas no local, segundo a polícia.
"É um incidente terrível. Nunca deveria ter acontecido. Como isso pôde acontecer em nosso país?", declarou o primeiro-ministro Anutin Charnvirakul a jornalistas na sede do governo, em Bancoc. "Sinto tristeza por aqueles que morreram e por ver algo assim acontecer em nosso país."
Após a tragédia, os pais correram até o local para buscar os filhos, enquanto alunos e funcionários consolavam uns aos outros do lado de fora.
"Ouvi muitos tiros, muito altos, porque parecia que o atirador estava no andar logo acima. Eu conseguia até ouvir os cartuchos atingindo o chão e o barulho do metal", declarou a estudante Pawarisa Maylissa. "Não conheço o suspeito, mas sei que ele é um pouco mais novo do que eu. Não consigo acreditar que um garoto como ele tenha tido acesso a uma arma."
A Tailândia tem uma das maiores taxas de posse de armas de fogo da região, com uma estimativa de cerca de 10 milhões de armas em circulação, ou seja, uma para cada sete habitantes. Promessas anteriores de endurecer as leis sobre armas não impediram que tiroteios continuassem ocorrendo com frequência.
Este é o segundo ataque a tiros em escolas na Tailândia este ano; em fevereiro, um professor morreu e dois alunos ficaram feridos em um incidente no sul do país. Naquele caso, a polícia tailandesa baleou e deteve o adolescente, que usou a arma de um policial no tiroteio.
Anos antes, em 2022, um ex-policial armado com uma pistola e uma faca invadiu uma creche no norte do país e matou 24 crianças e 12 adultos, em um dos massacres mais terríveis da Tailândia.
No caso desta sexta, o socorrista Kiatikhun Verapongpradith, 47, descreveu ter chegado ao local enquanto o ataque ainda ocorria. Segundo ele, sua equipe atendeu alunos com ferimentos nas costas, no peito e nos braços. Eles encontraram um professor morto em um andar superior da escola e, em outra sala, uma professora com ferimentos no peito e no braço.
Ele relatou ter sido chamado para atender o adolescente atirador após ouvir um último disparo. "Corremos para o local e descobrimos que o autor havia atirado na própria cabeça, do lado direito, e caído. Ao chegarmos, verificamos o pulso dele; ainda havia batimentos, então iniciamos a RCP."
No ano letivo de 2025, a escola contava com cerca de 3.100 alunos e 147 professores, segundo autoridades do distrito.
por Folhapress
EUA - Um adolescente de 19 anos declarou-se culpado pelo homicídio de uma mulher de 28 anos, que morreu durante um ato de abuso sexual, em Rutland, no estado norte-americano do Ohio, em março do ano passado. O jovem, que é membro da comunidade Amish, ofereceu-se não só para dar a notícia ao pai da vítima, como também para ajudar nos preparativos das cerimônias fúnebres.
Samuel Hochstetler foi condenado a uma pena que vai dos 25 anos à prisão perpétua, além de ter sido obrigado a registar-se como agressor violento e agressor sexual de Nível III, de acordo com um comunicado divulgado pelo Gabinete do Procurador do Condado de Meigs, na passada sexta-feira.
A mesma nota assinalou que o julgamento do adolescente, que ficou sem efeito com a admissão de culpa, começaria na segunda-feira seguinte, dia 27 de julho.
Segundo a acusação, Rosanna Kinsinger “morreu por asfixia posicional enquanto Hochstetler mantinha relações sexuais não consentidas com ela”. Nessa linha, “Hochstetler causou deliberadamente a morte de Rosanna Kinsinger enquanto cometia estupro”.
Em 12 de março de 2025, a jovem estava trabalhando com o adolescente e outras pessoas na construção de uma estufa, de acordo com a Court TV.
“O acusado e Rosanna não estavam namorando, não tinham um relacionamento, não estavam juntos, não se encontravam, nem mantinham uma relação sexual casual”, frisou o procurador James Stanley, que adiantou que, segundo testemunhas, Kinsinger não gostava particularmente de Hochstetler, pese embora o indivíduo estivesse “se comportando de uma forma que parecia estar se exibindo perante Rosanna ou tentando flertar com ela”.
Quando não apareceu no trabalho, amigos e vizinhos dirigiram-se à sua caravana, onde se depararam com uma cabra, que teria entrado pela porta dos fundos. Rosanna foi encontrada no quarto, nua, deitada de barriga para baixo e curvada sobre a cama. O adolescente assumiu, então, “a responsabilidade de ser quem iria dizer ao pai de Rosanna que ela tinha morrido”.
“O Ministério Público considera que, além de ter estuprado e assassinado Rosanna, talvez a coisa mais cruel que ele fez tenha acontecido a seguir, quando se ofereceu para ir à quinta dos Kinsinger para os ajudar nas tarefas e preparar o celeiro para o funeral dela. Não só ajudou, como foi um convidado bem-vindo na casa deles. E não foi apenas um convidado durante o dia; foi um convidado durante a noite e passou lá a noite de sexta-feira, a noite de sábado e a noite de domingo, depois de ter assassinado Rosanna. Os pais e irmãos de Rosanna não faziam ideia de que tinham acolhido o assassino dela na sua casa e de que ele esteve ali mesmo, com eles, durante todo o tempo em que choravam a sua perda”, afirmou.
Stanley detalhou que a jovem foi vítima de uma agressão sexual violenta, tendo morrido durante o ataque. “Acreditamos que as provas demonstram que o estuprador ou lhe prendeu o rosto nos cobertores ou lhe cobriu o rosto com os cobertores com tanta força que lhe deslocou a mandíbula inferior”, concretizou.
A defesa, por sua vez, argumentou que o asfixiamento foi o “resultado da sua falta de experiência”, sugerindo que se tratou de um acidente.
“Peço desculpa por tudo o que fiz. Quem me dera poder voltar àqueles dias e construir uma vida diferente. Não sei como expressar plenamente o quanto lamento tudo isto”, disse o adolescente, numa breve declaração diante do tribunal.
por Notícias ao Minuto Brasil
EUA - Uma mulher de 36 anos foi presa e acusada de homicídio e posse ilegal de arma de fogo após matar um homem que estava escondido debaixo da cama da filha, em Memphis, no estado do Tennessee, nos Estados Unidos.
Policiais foram chamados para atender a uma ocorrência de disparos e, ao chegarem ao endereço, encontraram a vítima caída no jardim da residência, inconsciente e com um ferimento de bala na nuca.
Segundo o mandado de prisão obtido pela revista People, a suspeita, identificada como Kendra Scott, disse aos investigadores que voltou para casa e encontrou um homem escondido debaixo da cama da filha.
"Fiz o que tinha que fazer", afirmou à polícia.
A vítima, identificada como Rodderius Morton, morreu ainda no local.
Um vizinho contou aos policiais que saiu de casa após ouvir um disparo e viu o corpo próximo à varanda. Segundo o relato, Kendra segurava uma arma e repetia: "Eu atirei, eu atirei".
Durante a investigação, uma adolescente que mora na residência revelou ter convidado Morton para entrar na casa por volta de 1h20. Ela afirmou que, pouco depois, a mãe chegou gritando: "Quem está na minha casa?".
Ainda de acordo com o depoimento, a mulher já havia feito ameaças anteriormente caso encontrasse algum rapaz dentro da residência.
A adolescente relatou que Kendra encontrou Morton escondido sob sua cama. O homem recolheu seus pertences e deixou a casa, momento em que o tiro foi disparado.
Em declaração à revista People, o advogado da acusada, Blake Ballin, afirmou que o episódio começou com "o pior pesadelo de qualquer pai" e informou que a adolescente envolvida tem 13 anos.
Segundo o defensor, uma das principais questões do processo será determinar se alguém conseguiria agir de forma racional diante de uma situação como essa.
Kendra Scott permanece presa sem direito à fiança. A primeira audiência do caso está marcada para 24 de julho.
por Notícias ao Minuto
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