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Redação

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 Jornalista/Radialista

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No encontro foi apresentado o planejamento das atividades que serão desenvolvidas ao longo do ano

 

SÃO CARLOS/SP - O Conselho da Mulher Empreendedora (CME), realizou na sede da ACISC (Associação Comercial e Industrial de São Carlos), a primeira reunião presencial, após um período de encontros realizados virtualmente, devido à pandemia da COVID-19. Na oportunidade foi apresentado o planejamento das atividades que serão realizadas neste ano de 2022.

 Na ocasião, a presidente do Conselho, Juliana Tomase, salientou a importância do envolvimento de todas para a concretização de ações, e afirmou que pretende fortalecer os projetos e alcançar resultados mais assertivos. “Precisamos estar unidas para conquistar novos caminhos e oportunidades para as mulheres empreendedoras. E hoje demos o pontapé inicial para novos projetos”.

 Segundo Juliana, o Conselho atua como um fórum de debates e inspirações que promovem e incentivam, de forma estratégica a educação empreendedora entre as mulheres. “Buscamos desenvolver ações, campanhas e projetos sociais, visando fomentar a economia local. Portanto, quem quiser trocar informações, aprendizado e muito network, será muito bem-vinda no Conselho, basta nos procurar em nossas redes sociais”, acrescentou.

 Vinculado à ACISC, o Conselho da Mulher Empreendedora tem por finalidade principal, dentre outras, unir e promover o fortalecimento da mulher empresária e empreendedora de São Carlos, assim como participar e promover eventos de cunho empresarial, sociocultural e filantrópico.

SÃO CARLOS/SP - São Carlos registra mais um óbito por COVID-19 nesta terça-feira (08/02), totalizando 567 mortes pela a doença no município. 

O óbito que ocorreu em domicílio foi de uma mulher de 93 com comorbidades. Ela já tinha as doses da vacina contra a COVID-19. A cidade registrou 182 exames positivos e 176 negativos nesta terça-feira (08/02).

Neste momento temos 8 pacientes aguardando vagas em leito de estabilização nas UPAS. Todos testaram positivo para COVID-19.

ABU DHABI - O Palmeiras está na final do Mundial do Clubes! Nesta terça-feira, em Abu Dhabi, o Alviverde bateu o Al Ahly, do Egito, por 2 a 0, e garantiu sua vaga para disputar o tão sonha título. Com belos gols de Raphael Veiga e Dudu, a equipe de Abel Ferreira fez uma partida segura, abriu vantagem e jogou com inteligência. Agora a próxima etapa será no sábado, às 13h30 (de Brasília), contra o vencedor do duelo entre Chelsea e Al Hilal, da Arábia Saudita.

O jogo começou como se esperava, com o Palmeiras com a posse de bola, enquanto o adversário se mantinha no campo de defesa. Com isso, o time de Abel Ferreira passou a adotar uma marcação alta, que durante os 15 primeiros minutos dificultou muito a saída do Al Ahly. Um lance perto de se tornar uma chance foi um cabeceio travado de Raphael Veiga, mas nada mais do que isso.

A partir dali, já sem o ímpeto inicial, o Alviverde começou a sofrer com algumas bolas mal passadas no campo de ataque, viravam contragolpe do egípcios, mas apesar de alguns vacilos individuais, o sistema defensivo palmeirense foi seguro e neutralizo o perigo. Weverton não precisou fazer suas defesas. Veiga, de novo, quase teve uma chance, mas teve chute travado dentro da área.

Depois de variar entre marcar alto e circular a bola na defesa, o Palmeiras voltou a deixar a bola com o Al Ahly. Em um desses lances, aos 38 minutos, Zé Rafael recuperou a posse no campo de ataque e Danilo tocou rápido para Dudu, que por sua vez deu um passe genial para Raphael Veiga sair cara a cara com o goleiro e finalizar para fazer mais um gol em partida decisiva.

A abertura do placar era justa e ele poderia ter sido ampliado em seguida, caso não houvesse tanta ansiedade para resolver as jogadas. Depois de boa tabela, Rony recebeu em profundidade com liberdade, mas não olhou para cruzar e deu no pé do adversário. No término do primeiro tempo, o Verdão tinha o jogo à sua feição, com vantagem e podem explorar os contra-ataques do rival.

 

Golaço de Dudu, ajuda do VAR e vaga na final garantida

A segunda etapa, como era previsto, começou do jeito que o Palmeiras gosta, com o Al Ahly tentando o ataque e o time de Abel Ferreira esperando. Não demorou muito e o Verdão ampliou o placar com um golaço. Rony tocou rápido para Veiga, que deixou um belo passe de calcanhar para Dudu. O camisa 7 arrancou do meio-campo, entrou na área e bateu forte para marcar o 2 a 0.

Com alterações, o Al Ahly passou a ter mais volume de ataque, enquanto o Palmeiras insistia em jogadas que atraíam o adversário para o seu campo. Apesar de não conseguir concluir com sustos, as chegadas preocupavam. Até que em mais uma perda de bola no meio, os egípcios avançaram e Mohamed arriscou, Weverton falhou e deu rebote para Sherif marcar. No entanto, havia impedimento na origem do chute e o VAR anulou o que seria o 2 a 1.

No último terço do segundo tempo, já com a vantagem administrada, o Al Ahly ainda teve um jogador expulso após Ashraf fazer falta violenta em Rony. O lance foi revisado pelo VAR, já que o árbitro de campo deu apenas amarelo. Mesmo com algumas tentativas no ataque, o Palmeiras não conseguiu o terceiro gol, mas por pouco não levou um, graças a Weverton e o travessão.

 

 

Alexandre Guariglia / LANCE!

SÃO PAULO/SP - O Brasil atingiu o maior patamar, desde 2012, de crianças de 6 e 7 anos que não sabem ler e escrever. No ano passado, chegou a 40,8% a fatia da população dessa faixa etária que não havia sido alfabetizada, o equivalente a 2,4 milhões.

Os dados são de um estudo divulgado nesta terça-feira (8) pelo Todos pela Educação, com base na Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) do IBGE. Na pesquisa, os responsáveis pelos domicílios responderam se suas crianças sabiam ler e escrever.

Por lei, as crianças deveriam ter assegurado o direito de aprender a ler e a escrever até o fim do 2º ano do ensino fundamental, ou seja, aos 7 anos. O país, no entanto, atingiu o recorde dos últimos dez anos de crianças sem acesso a esse direito. Em 2012, 28,2% da população dessa idade não estava alfabetizada, cerca de 1,7 milhão.

O aumento de crianças de 6 a 7 anos nessa situação ocorreu durante a pandemia de Covid-19. Em 2019, 1,4 milhão não tinha sido alfabetizada (25,1% da população dessa faixa etária).

O impacto é ainda maior entre as crianças mais pobres, pretas e pardas. Além de terem tido menos oportunidade de continuar estudando a distância, foram esses alunos que ficaram mais tempo com as escolas fechadas no país.

"Os dados reforçam o que outras pesquisas já apontaram, a pandemia teve impactos brutais no aprendizado das crianças e reforçou as imensas desigualdades que já existiam no país. É urgente colocar em prática políticas que tenham como prioridade o ensino das crianças mais pobres, pretas e pardas", diz Gabriel Corrêa, gerente de políticas educacionais do Todos pela Educação.

Entre as crianças que moram nos 25% de domicílios mais pobres do país, 51% não sabem ler e escrever. Já entre as que moram nos 25% mais ricos, 16,6% ainda não tinham aprendido.

As crianças pretas e pardas, que já tinham o direito menos assegurado em anos anteriores, foram ainda mais impactadas. A diferença entre o percentual de crianças brancas e pretas que não sabiam ler e escrever subiu de 8,5 pontos percentuais para 12,3 entre 2019 e 2021.

Em 2019, 20,3% das crianças brancas não sabiam ler e escrever. O percentual subiu para 35,1%, em 2021. No mesmo período, entre as crianças pretas, a proporção cresceu de 28,8% para 47,4%. Entre as pardas, subiu de 28,2% para 44,5%.

"As crianças negras e as mais pobres tiveram menos oportunidade de continuar estudando durante a pandemia, principalmente por terem tido menos acesso ao ensino remoto. Por isso, precisamos de ações que sejam pensadas para quem foi mais prejudicado. Infelizmente, não é o que estamos vendo", diz Corrêa.

Desde o início da pandemia, o Ministério da Educação, que tem uma secretaria exclusiva para a alfabetização, não desenvolveu nenhum programa ou destinou recursos extras às escolas para evitar prejuízos nessa fase de aprendizado. Questionada, a pasta não respondeu sobre suas ações.

Segundo Corrêa, com a ausência do governo federal, é importante que os estados apoiem técnica e financeiramente os municípios para garantir a qualidade da educação nos primeiros anos escolares. "As escolas municipais são responsáveis pela maioria das matrículas nos anos iniciais do fundamental, mas não podemos achar que o desafio é só ter as crianças dentro da sala de aula, precisamos garantir educação de qualidade. E os estados precisam ajudar."

Na cidade mais rica do país, nem mesmo a matrícula de todas as crianças dessa idade foi garantida no início deste ano letivo. Em São Paulo, até 14 mil alunos que estão ingressando no 1º ano do ensino fundamental não tiveram vaga assegurada pelo governo estadual nem pela prefeitura.

"É o reflexo da falta de planejamento e cooperação entre o governo e a prefeitura. Essa situação dá um indicativo do tamanho do desafio que estados e municípios mais pobres podem ter pela frente se não tiverem organização e apoio. Garantir escola é só o primeiro passo, nós precisamos de escola de qualidade", diz Corrêa.

 

 

ISABELA PALHARES / FOLHA

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