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Redação

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 Jornalista/Radialista

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IBATÉ/SP - Visando ampliar e reforçar os trabalhos realizados nos mais diversos setores da administração municipal, a Prefeitura de Ibaté realizou mais um investimento importante na frota de veículos.

Dessa vez, foi a aquisição de um caminhão com cesta aérea hidráulica acoplada para auxiliar na manutenção corretiva e preventiva da rede elétrica de prédios, praças e postes públicos.

O veículo foi adquirido totalmente com recursos próprios, ou seja, dinheiro dos impostos pagos pelos contribuintes ibateenses, ao valor de R$ 250 mil, e será utilizado pela Equipe Elétrica, da Secretaria Municipal de Obras.

O caminhão, da marca Volkswagen, é movido a diesel e equipado com a cesta acoplada que possibilita giro de 360º, altura máxima de trabalho de 11,5 metros e capacidade de carga para 120kg, pelo menos, sendo comandada pelo seu sistema hidráulico localizado na base do veículo.

O prefeito José Luiz Parella informou que o investimento se fazia necessário, pois o Setor não possuía um veículo apropriado para este tipo de serviço. “A aquisição deste equipamento permite que os serviços realizados pelos funcionários sejam efetuados com maior segurança e agilidade”, explicou.

O caminhão já está à disposição dos funcionários e diversos serviços já estão sendo executados com o seu auxílio.

WASHINGTON - As exportações de bens dos Estados Unidos para a China caíram em dezembro, consolidando um aumento de 45 bilhões de dólares no déficit comercial dos EUA com o país asiático em 2021 e um saldo negativo de dois anos nos compromissos de compra de Pequim sob a "Fase 1" do acordo comercial negociado pelo ex-presidente Donald Trump.

O escritório de estatísticas norte-americano informou nesta terça-feira que o déficit comercial de bens dos Estados Unidos com a China aumentou 14,5%, a 355,3 bilhões de dólares, o maior desde o recorde de 2018 de 418,2 bilhões de dólares. O rombo de 2020 havia sido de 310,3 bilhões de dólares, mínima em dez anos.

As importações pelos EUA da China em 2021 aumentaram em 71,6 bilhões de dólares em relação a 2020, ou 16,4%, para 506,4 bilhões de dólares, maior patamar desde 2018. As exportações para a China cresceram 26,6 bilhões de dólares, ou 21,3%, para um recorde de 151,1 bilhões de dólares.

O déficit comercial global dos EUA em 2021 aumentou 27%, para um recorde de 859,1 bilhões de dólares.

Mas o aumento nas exportações dos EUA para a China em 2021 não foi suficiente para fazer cumprir as metas da China de elevar as compras de mercadorias sob a "Fase 1" do acordo comercial assinado em janeiro de 2020, que visava interromper a escalada de uma guerra tarifária sobre produtos chineses lançada por Trump em 2018.

No acordo, Pequim concordou em aumentar, num período de dois anos, as compras de produtos agrícolas e manufaturados dos EUA, energia e serviços em 200 bilhões de dólares acima dos níveis de 2017, entre outros compromissos de acesso ao mercado. Os compromissos de compras expiraram no fim de 2021.

A vice-representante de Comércio dos EUA, Sarah Bianchi, disse na semana passada que estava "muito claro que os chineses não cumpriram seu compromisso na Fase 1" e que o governo Biden estava trabalhando com autoridades do país asiático para resolver o assunto.

Autoridades dos EUA também disseram à Reuters na segunda-feira que estavam perdendo a paciência com o fracasso da China em reverter o não cumprimento de seus compromissos de compra.

Até novembro, a China atingiu apenas cerca de 60% de sua meta de aquisição de mercadorias, de acordo com dados comerciais compilados por Chad Bown, membro sênior do Peterson Institute for International Economics. O declínio nas exportações dos EUA para a China em dezembro mostra que a China não avançou no cumprimento da meta no último mês de 2021.

 

 

Por David Lawder / REUTERS

SÃO PAULO/SP - O Bradesco encerrou o quarto trimestre de 2021 com lucro líquido recorrente de R$ 6,6 bilhões, queda de 2,8% na comparação com o mesmo período de 2020 – resultado que veio em linha com as expectativas de sete casas de análise e bancos consultados pelo serviço Prévias Broadcast. Em 2021, o lucro recorrente do banco teve um salto de 34,7% em relação a 2020, para R$ 26,2 bilhões – um recorde.

“O recorde histórico do balanço de 2021 tem sua identidade na solidez dos fundamentos. Isso nos fortalece para os desafios deste ano”, disse, em nota, o presidente do Bradesco, Octavio de Lazari Jr. O patamar ficou acima do registrado em 2019, ano anterior à pandemia da covid-19, quando o lucro chegara a R$ 25,9 bilhões.

Lazari destacou, em mensagem que acompanhou os resultados do Bradesco, que a recuperação da economia ao longo do ano passado, fruto do arrefecimento da pandemia, permitiu que a instituição pudesse atuar com uma perspectiva mais expansionista.

Isso se refletiu em um forte aumento da carteira de crédito do banco, que somou R$ 812,7 bilhões em 2021, alta de 18,3% sobre 2020. A maior parte do crescimento veio das operações direcionadas a pessoas físicas, que subiram 23,2%, enquanto as liberações de financiamentos a empresas avançaram 15,8%.

Mais Digital

Os canais digitais cresceram em importância na liberação de empréstimos pelo banco. No ano de 2021, foram R$ 88 bilhões através destes canais. No caso das pessoas físicas, 80% das solicitações tiveram origens em consultas feitas em dispositivos móveis.

Ao todo, o atendimento online foi responsável por 98% do total de transações realizadas pelos clientes do Bradesco em 2021. “Olhando pelo retrovisor, foi adequada a decisão de dobrar a aposta na transformação digital, no foco na experiência do cliente e no controle absoluto dos custos, ao mesmo tempo adotando uma forte política de provisões”, disse o presidente do banco.

Para 2022, a expectativa do banco é de crescimento, mesmo com um desempenho mais fraco da economia brasileira, que deve ter crescimento perto de zero. “Há novos fatores de risco a ponderar”, disse Lazari. “Somos realistas, o cenário é adverso, mas sabemos navegar contra o vento e temos instrumental seguro para lidar com ele.”

 

 

 

 Matheus Piovesana, Altamiro Silva Júnior / ESTADÃO

ALEMANHA - O chanceler alemão, Olaf Scholz, garantiu a um grupo de senadores norte-americanos que o polêmico gasoduto Nord Stream 2 não seguirá em frente se a Rússia invadir a Ucrânia, afirmou o líder dos republicanos, Mitch McConnell, na terça-feira (8).

O líder da minoria no Senado disse a repórteres que ele e um grupo de colegas foram tranquilizados em um jantar com Scholtz, que estava fazendo sua primeira viagem a Washington desde que assumiu como chanceler alemão, substituindo Angela Merkel.

"A boa notícia é que Scholz confirmou o que o presidente (Joe) Biden disse ontem: se a invasão acontecer, o Nord Stream 2 não seguirá em frente".

Na segunda-feira, Scholtz foi muito menos claro sobre o quão longe estava disposto a ir para punir a Rússia, que por ordem do presidente Vladimir Putin enviou para a fronteira com a Ucrânia mais de 100.000 soldados.

O chanceler indicou em uma entrevista coletiva conjunta com Biden que a dupla estava "absolutamente unida" nas sanções contra a Rússia, acrescentando que "daremos os mesmos passos e eles serão muito, muito duros com a Rússia".

Mas quando perguntado diretamente sobre o Nord Stream 2, Scholz repetidamente evitou mencionar o gasoduto pelo nome ou confirmar diretamente que apoiaria o descarte da infraestrutura.

Biden, por sua vez, assumiu o compromisso inequívoco de paralisar o gasoduto se Moscou iniciasse uma invasão da Ucrânia pró-ocidental.

A Alemanha seguiu em frente com seus planos para o Nord Stream 2, apesar das críticas dos Estados Unidos e do Leste Europeu. A estrutura foi concluída no ano passado, mas ainda precisa de aprovação dos reguladores.

O gasoduto, destinado a dobrar o fornecimento de gás natural da Rússia para a Alemanha, tornou-se uma moeda de troca para o Ocidente em sua tentativa de impedir Moscou de invadir a Ucrânia.

 

 

AFP

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