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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SÃO CARLOS/SP - O vereador Azuaite Martins de França, presidente da Comissão de Educação da Câmara Municipal de São Carlos, formalizou solicitação ao Ministério Público do Trabalho em Araraquara, para que promova os procedimentos legais para averiguar as condições de trabalho das serventes de merendeira contratadas pela Prefeitura de São Carlos. Conforme resposta da Prefeitura a um requerimento do parlamentar, atualmente 30 dessas profissionais estão readaptadas ou afastadas por incapacidade para o trabalho.

Azuaite verificou que esse número representa 17% das serventes de merendeira do quadro municipal, as quais estavam aptas para o trabalho quando foram contratadas mediante concurso público. “Hoje, uma em cada cinco não está apta”, disse o vereador, que em pronunciamento na última sessão da Câmara se declarou surpreso com a informação oficial da Prefeitura e considerou “absurda” a situação.

Ainda na resposta ao requerimento, a Prefeitura informou que a vaga de médico do Trabalho “atualmente não está preenchida” porque não houve êxito nas convocações de concurso público realizado em 2018.

“As serventes de merendeira podem estar sendo submetidas a situações de trabalho que levam a doenças e, por outro lado, não existe avaliação médica que deve ser feita a cada dois anos. Sem um médico do Trabalho, as pessoas estão sendo afastadas ou colocadas em outra função e a Prefeitura não está nem aí. Comete um erro muito grave contra os trabalhadores”, afirma o vereador.

No ofício ao Ministério Público, Azuaite observou que “espaços inadequados e insalubres, falta de equipamentos e utensílios adequados para o processo de manipulação dos alimentos e número de merendeiras incompatível com o número de refeições produzidas diariamente, são fatores que devem estar contribuindo para esse número absurdo e alarmante de trabalhadoras readaptadas”. Segundo ele, “essas situações têm sido comprovadas em relatórios do Conselho de Alimentação Escolar (CAE) de São Carlos, encaminhados à secretaria municipal de Educação”.

Na tribuna da Câmara, Azuaite disse que recorreu ao MPT porque se questionasse a secretaria de Educação “iria assistir a uma preleção do Rolando Lero da Escolinha do Professor Raimundo” e se interpelasse a Secretaria de Gestão de Pessoas, “estaria falando com a campeã brasileira de prejuízo do erário público, todas as ações trabalhistas que correram por questionamento dela, a Prefeitura perdeu”. Afirmou que poderia questionar diretamente o prefeito, “mas ele não existe na cidade, existe uma entourage que governa em seu lugar”.

Interessados devem se inscrever até o dia 30 de abril

 

SÃO CARLOS/SP - O Departamento de Ciências da Natureza, Matemática e Educação (DCNME-Ar), do Campus Araras da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), está oferecendo uma bolsa de pós-doutorado vinculada ao Projeto Temático - Fapesp (processo 2017/21097-3) intitulado "Interações abelha-agricultura: perspectivas para a utilização sustentável". O projeto, que conta com o professor Bruno Campos Janegitz, do DCNME-Ar, como um dos pesquisadores principais, pretende desenvolver e avaliar a detecção de agrotóxicos e peróxido de hidrogênio em mel, utilizando sensores eletroquímicos à base de filmes finos nanoestruturados produzidos a partir de cera de abelhas.
O pós-doutorando deverá atuar no desenvolvimento de sensores utilizando materiais nanoestruturados como grafeno, negro de fumo e nanotubos de carbono para a determinação de agrotóxicos e peróxido de hidrogênio em amostras de mel. Os requisitos para os candidatos são: conhecimento de técnicas de análise morfológico-estrutural; conhecimento de técnicas voltamétricas para fins analíticos; disponibilidade imediata para residir em Araras (SP); e ter concluído o doutorado há menos de cinco anos.

SÃO CARLOS/SP - A Secretaria Municipal de Cidadania e Assistência Social, dentro da programação do mês da Mulher, promoveu na última terça-feira (16/03) a palestra com o tema “Demandas e Trajetórias de Mulheres em Situação de Rua no Município de São Carlos”, ministrada pela Profª Drª Carla Regina Silva, do Laboratório Atividades Humanas e Terapia Ocupacional (AHTO) do Departamento de Terapia Ocupacional da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar).

Durante a palestra foram apresentados os resultados de uma pesquisa de iniciação científica orientada pela docente e que buscou identificar o perfil e as principais demandas das mulheres em situação de rua a partir dos dados do I Censo da População em Situação de Rua de São Carlos, realizado em 2019 pela Secretaria Municipal de Cidadania e Assistência Social em parceria com universidades, Governo e sociedade civil organizada.

Além de evidenciar o cenário de maior vulnerabilidade a que estão expostas as mulheres em situação de rua, a pesquisa trouxe importantes recortes voltados às questões de raça, cor da pele, exposição à violência, ao esgarçamento dos vínculos familiares e à fragilidade do acesso dessas mulheres aos serviços de cuidado e proteção e às oportunidades de trabalho e consequentemente de acesso à renda.

A pesquisa concluiu a importância de se criar estratégias integradas de atenção a essas mulheres, sugerindo à rede de atendimento do município possíveis protocolos de ação voltados às demandas das mulheres em situação de rua, incluindo grupos específicos (gestantes em situação de rua, mulheres em situação de rua com demandas de saúde e em saúde mental, mulheres em situação de rua que sofreram violência e mulheres trans com demandas de tratamento hormonal), contribuindo para o fluxo do cuidado socioassistencial.

LVIV - O prefeito de Lviv, Andriy Sadovy, disse nesta sexta-feira (18) que mísseis russos destruíram uma fábrica próxima do aeroporto da cidade, no oeste da Ucrânia, perto da fronteira com a Polônia.

"Vários mísseis atingiram uma fábrica de reparos de aeronaves. O prédio foi destruído por tiros. A operação da fábrica havia sido suspensa anteriormente, então não há vítimas até agora", escreveu ele no Facebook.

O prefeito informou que já salva-vidas se deslocaram para no local. Minutos antes, Sadovy tinha garantido que o ataque não havia atingido diretamente o aeroporto.

Um jornalista da AFP pôde observar uma cortina de fumaça subindo ao céu naquela área, bem como viaturas da polícia e ambulâncias naquela direção.

A cidade de Lviv, por onde passa grande parte dos ucranianos que fogem para outros países, não havia sofrido ataques até agora.

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