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Redação

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 Jornalista/Radialista

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EUA - A Disney divulgou o pôster e o trailer nacionais de “Mickey: A História de um Camundongo”, documentário que vai contar a trajetória do personagem Mickey Mouse desde sua criação, em 1928, até os dias atuais.

O filme vai mostrar como Walt Disney concebeu Mickey Mouse, como o personagem ajudou a população dos EUA a se entreter durante o auge da crise de 1929, quando o país entrou em depressão econômica, sua influência durante a 2ª Guerra Mundial, sua convivência com hippies e assim por diante, até virar um dos maiores ícones da cultura pop americana.

A produção é dirigida por Jeff Malmberg (“Marwencol”) e conta com a participação de grandes nomes da animação da Disney como Eric Goldberg (“Fantasia 2000” e “Pocahontas”), Mark Henn (“A Pequena Sereia” e “O Rei Leão”), Randy Haycock (“Hércules” e “Tarzan”) e Floyd Norman (“Tigrão: O Filme” e “Monstros S.A.”).

A estreia está marcada para 18 de novembro na Disney+.

 

 

 

Pipoca Moderna

ALEMANHA - A agência de classificação de risco Fitch Ratings, uma das três maiores do mundo, cortou drasticamente as previsões para o desempenho da economia mundial neste e no próximo ano. A reavaliação ocorre em meio ao agravamento da crise energética na Europa, à escalada da inflação e ao movimento global de aperto de juros.

Em relatório divulgado ontem, a agência revela ter reduzido a estimativa para alta do Produto Interno Bruto (PIB) global em 2022, de 2,9% para 2,4%, e em 2023, de 2,7% para 1,7%. A piora nos números se deve, em parte, às expectativas de que a Zona do Euro e o Reino Unido entrem em recessão no fim deste ano e os Estados Unidos, no ano que vem.

A instituição revisou para baixo a projeção de avanço da atividade econômica nos EUA em 2022 (de 2,9% para 1,7%) e em 2023 (de 1,5% para 0,5%). Para a Zona do Euro, o cálculo é de uma queda de 0,1% no próximo ano, 2,2 pontos porcentuais a menos do que o previsto anteriormente.

A Fitch também diminuiu a estimativa para expansão do PIB chinês em 2022, de 3,7% para 2,8%, e em 2023, de 5,3% para 4,5%. “Tivemos uma tempestade perfeita para a economia global nos últimos meses, com a crise do gás na Europa, uma forte aceleração nos aumentos das taxas de juros e uma queda cada vez maior no mercado imobiliário na China”, disse Brian Coulton, economista-chefe.

 

Projeções para o Brasil

A Fitch também revisou as projeções de crescimento do PIB do Brasil tanto para este ano quanto para o próximo. De acordo com as estimativas da agência, em 2022, a atividade econômica brasileira deve ter expansão de 2,5%, ante 1,4% estimado anteriormente. Para 2023, contudo, segundo projeta a Fitch, deve haver uma desaceleração forte, baixando a estimativa para 0,8%. Antes, a taxa esperada era de 1,0%.

Segundo a agência de risco, a revisão de 2022 se deu por causa de dados mais fortes do que o esperado no segundo trimestre. “A recuperação foi apoiada por um maior fortalecimento do mercado de trabalho, pela reabertura do setor de serviços, pela recuperação da produção hidrelétrica após a seca do ano passado, por algumas medidas políticas e pelos altos preços das commodities”, disse.

Para 2023, a desaceleração é esperada por causa dos seguintes fatores: o efeito defasado do aperto da política monetária doméstica (o salto na taxa básica da economia, a Selic), o crescimento global também mais lento, as condições de financiamento externo mais apertadas e as incertezas relacionadas ao ciclo eleitoral do próximo mês.

Entre as incertezas no caminho do crescimento do PIB no ano que vem, a agência de risco coloca a política fiscal, tema de preocupação do mercado já no atual governo, com medidas que tiraram o poder do teto de gastos (regra fiscal que limita o avanço das despesas do governo à inflação do ano anterior). “As perspectivas de crescimento também dependerão dos planos e sinais econômicos do próximo governo, principalmente no que diz respeito à política fiscal e ao envolvimento do Estado na economia”, informou a Fitch.

 

 

André Marinho e Mateus Fagundes / ESTADÃO

CHILE - O ministro da Fazenda do Chile, Mario Marcel, afirmou na quarta-feira (14) que o projeto de reforma tributária apresentado no Congresso, pilar do programa de governo do presidente Gabriel Boric para financiar reformas sociais, arrecadará o equivalente a 3,6% do PIB, meio ponto a menos do previsto inicialmente.

O governo Boric apresentou em 1º de julho passado uma reforma tributária que inclui a instauração de um royalty para a atividade mineradora e um imposto sobre a riqueza, com a expectativa de arrecadar o equivalente a 4,1% do PIB.

Mas uma série de modificações apresentadas na terça-feira no Congresso implicarão a redução de 0,5 ponto percentual na estimativa de arrecadação, informou Marcel.

O ministro explicou que o governo tentará compensar essa diferença através de incentivos ao investimento, que engrossariam a arrecadação. Também estimou que por volta de 2026, o pagamento dos juros sobre a dívida do setor público será menor do que o estimado inicialmente.

Esta reforma tributária é o pilar do programa de governo de Boric, que assumiu o poder em 11 de março com a promessa de implantar um sistema robusto de proteção social, com melhorias na saúde, educação, habitação popular, pensões, e a adoção de um sistema nacional de cuidado, entre outros pontos.

A reforma inclui um imposto às pessoas com patrimônio superior a cinco milhões de dólares e um aumento dos impostos das pessoas físicas, que afetará 3% dos assalariados com salários a partir dos 4 milhões de pesos (4.275 dólares).

Estabelece, ainda, um novo regime tributário para a grande mineração, que produz mais de 50.000 toneladas métricas de cobre refinado por ano.

A reforma também limitará isenções fiscais e introduz medidas contra a evasão e a sonegação fiscal.

Boric propôs esta reforma por considerar que o país tem margem para aumentar a carga tributária, concentrada fundamentalmente nas receitas com IVA e impostos corporativos e menos nos impostos sobre a renda de pessoas físicas.

Um relatório recente da OCDE revelou que a carga tributária como percentual do PIB chileno está entre as mais baixas entre os países deste organismo, com 20,7% em 2019 frente à média de 34,7% de seus membros.

 

 

AFP

SINGAPURA - 2022 é o ano de Max Verstappen. Em conjunto com a RBR e seu RB18, carro deste ano, o holandês já tem 11 vitórias em 16 GPs disputados na temporada e terá a primeira chance de obter o bicampeonato já em Singapura, no dia 2 de outubro. Ou seja, com cinco corridas de antecipação, que seria a segunda melhor marca da história da Fórmula 1. Mas não é só isso: ele também tem boas chances de bater o recorde do maior número de vitórias em apenas um campeonato, que pertence aos alemães Michael Schumacher e Sebastian Vettel, e também o maior aproveitamento de triunfos em um ano, que tem como detentor o italiano Alberto Ascari, e já dura 70 anos.

Vamos aos cálculos para o título antecipado: Max Verstappen, neste momento, tem 116 pontos de vantagem. E a matemática para isso é simples. Após o GP de Singapura, a Fórmula 1 terá mais 138 pontos em disputa nos cinco GPs restantes em 2022. Para o holandês ser campeão na corrida noturna, precisa sair de lá com exatamente esta diferença em relação ao segundo colocado - já que leva vantagem no primeiro critério de desempate, o número de vitórias (11 até agora). Neste momento, Charles Leclerc tem 219, Sergio Pérez 210, George Russell 203 e Carlos Sainz 187. Apenas estes pilotos ainda possuem chances matemáticas.

Um resultado é obrigatório para o bicampeonato sair em Singapura: a vitória de Max Verstappen. Se ele não chegar em primeiro, a disputa obrigatoriamente vai para o Japão, já que precisa abrir 22 pontos em relação ao vice-líder Leclerc. Mesmo em caso de abandono do monegasco, o segundo lugar dá apenas 18 pontos - 19 se conseguir a volta mais rápida. Não seria uma tarefa fácil, mas pelo que vimos até agora em 2022, não seria algo impossível para o holandês da RBR.

 

Possibilidades para o bi de Verstappen em Singapura

GP de Singapura              Cenários para a conquista do bi de Max Verstappen

Max Verstappen em 1º                Charles Leclerc pode chegar no máximo em 9º

Max Verstappen em 1º                Sergio Pérez pode chegar no máximo em 4º

Max Verstappen em 1º                George Russell pode chegar no máximo em 2º

Max Verstappen em 1º                Carlos Sainz estaria fora da briga; o espanhol precisa descontar 11 pontos

- Título com corridas de antecipação

Se conseguir o título já na corrida noturna da cidade-estado de Singapura, Max Verstappen se tornaria o segundo campeão mais precoce da história da Fórmula 1 - com a segunda maior antecipação em uma temporada, igualando Nigel Mansell em 1992. O feito do holandês neste ano só ficaria atrás da marca do alemão Michael Schumacher em 2002, quando, na ocasião, se sagrou pentacampeão seis corridas antes do término do campeonato ao vencer o GP da França, em Magny-Cours.

Outro cenário plausível seria a conquista de Max Verstappen no GP do Japão, casa da Honda, fornecedora de motores da Red Bull - neste ano sob o nome de Red Bull Powertrains. Se o bicampeonato vier em Suzuka, o holandês teria quatro corridas de antecipação. Seria a terceira maior precocidade da história, empatado com os títulos de Michael Schumacher com a Ferrari em 2001 (Hungria) e 2004 (Bélgica) e com o de Sebastian Vettel com a Red Bull em 2011, também conquistado no Japão.

 

 

Voando Baixo / G1

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