Jornalista/Radialista
SÃO PAULO/SP - Os amantes de dinossauros têm, desde 10 de setembro, um programa imperdível em São Paulo: a exposição Dinossauros: Patagotitan – O Maior do Mundo, cuja estrela absoluta é o esqueleto fóssil do maior desses répteis que já existiu na Terra, o titanossauro herbívoro Patagotitan mayorum. A mostra, programada para ir até 27 de novembro, está sendo realizada em uma área de 2.700 m2 no Pavilhão de Culturas Brasileiras (Pacubra), no Parque do Ibirapuera.
A exposição apresenta 15 réplicas de esqueletos de dinossauros completos e 20 fósseis originais, que incluem, além do Patagotitan, gigantes do período Cretáceo, como o Tyrannotitan e o Giganotosaurus (vitorioso numa disputa contra o tiranossauro rex no mais recente filme da franquia Jurassic Park), com cerca de 120 milhões de anos de idade. Também marcam presença alguns dos mais antigos dinossauros conhecidos, como o eoraptor e o Herrerassaurus, ambos do período Triássico, com 231 milhões de anos de idade, e o “brasileiro” Buriolestes schultzi, o atual recordista, que viveu há 233 milhões de anos no que é hoje o Rio Grande do Sul.
Cuidados específicos
O responsável pela exposição no Brasil é o paleontólogo Luiz E. Anelli, professor da USP e escritor de livros como Brasil dos Dinossauros. “Há espécies curiosas como o Carnotaurus, com seus chifres, e o Amargasaurus, com sua fileira de espinhos no pescoço e nas costas. Mais do que ver de perto esses seres magníficos, essa mostra é uma oportunidade de convivermos com espécies da América do Sul e assim entender melhor nossa história, uma oportunidade única de entretenimento científico que interessa a toda a família, a todos nós”, disse ele.
Alguns cuidados especiais foram tomados para a mostra. No caso do esqueleto do Patagotitan mayorum, por exemplo, a produção da exposição teve de criar um espaço específico, já que, segundo estudos, esse dinossauro tinha 40 metros de comprimento (ou três caminhões cegonha enfileirados) e pesava 72 toneladas (correspondente ao peso de 18 elefantes).
Os ingressos custam de R$ 20 a R$ 50, e crianças de até 2 anos terão gratuidade. Confira mais informações sobre como adquiri-los em https://www.livepass.com.br/artist/dinossauros-patagotitan/.
RÚSSIA - Quando se encontrarem às margens de um fórum de segurança da Ásia bancado pela China no Uzbequistão, Vladimir Putin e Xi Jinping terão muito a falar. Se o farão na mesma língua, metaforicamente claro, é outra história.
O líder chinês faz sua reestreia no cenário internacional após a pandemia com a visita à mítica Samarcanda, não por acaso um centro da Rota da Seda, que Xi buscou reviver no seu governo na forma de um mastodôntico projeto multinacional de infraestrutura que até usa o nome da antiga via comercial entre China, Ásia e Europa.
Mas sua agenda mirando o encontro daqui pouco mais de um mês do Partido Comunista Chinês, que o irá reconduzir a um inédito terceiro mandato e entronizar ainda mais sua visão de mundo na Constituição, será ofuscada pelas sombras em torno do colega russo.
Putin está em seu pior momento político desde o começo da Guerra da Ucrânia, 20 dias após seu último encontro com Xi, em fevereiro, quando ambos selaram a entrada de Moscou na Guerra Fria 2.0 entre Pequim e Washington.
Um século se passou desde então. No mundo ideal de Xi, Putin teria matado a fatura na Ucrânia rapidamente e submetido a Otan liderada pelos EUA a um vexame histórico, dando cartas no jogo energético no qual ainda tem vários ases na manga.
Isso cristalizaria a posição chinesa de líder em um mundo polarizado, e ai de Taiwan. A ilha vista como rebelde por Xi está imersa em um contexto histórico diverso do da Ucrânia, mas o temor ocidental de que Pequim se sentiria tentada a forçar a anexação do território com um Putin triunfal não é de todo infundado.
O apoio russo na mais recente crise, com a provocação de Nancy Pelosi ao visitar a ilha, reforçou essa impressão.
Como mundos ideais não resistem ao calor da batalha, seis meses depois Putin se vê lidando com uma crise na região nordeste da Ucrânia. Por óbvio, o noticiário ocidental é "Kiev-dependente" e torcedor, mas parece evidente que os russos estão em apuros ao deixar a província de Kharkiv.
Se isso significa uma virada na maré da guerra, não é possível aferir agora. As posições de Moscou no leste e sul da Ucrânia parecem estáveis, e os relatos de que há uma fuga de autoridades russas da Crimeia anexada soam exagerados.
Isso dito, até pela opacidade do processo decisório russo, a impressão que transparece em conversas com analistas em Moscou é a do proverbial "barata-voa". Quando um aliado do Kremlin como o tchetcheno Ramzan Kadirov critica em termos duros a condução da guerra, algo está fora da ordem usual.
Nada disso significa que Putin esteja a um passo de ser derrubado por um golpe palaciano, como sonham propagandistas do outro lado. Até aqui pelo menos, ele parece ter endurecido ainda mais o controle sobre as estruturas políticas do país, embora qualquer assertiva aqui precise de cautela.
Não é casual, de toda forma, que esse líder enfraquecido esteja enfrentando justo agora uma segunda crise em uma de suas fronteiras estratégicas, no caso o sul do Cáucaso, na forma dos renovados combates entre Armênia e Azerbaijão.
Nesta quarta (14), o Ministério da Defesa em Ierevan alertou para o risco de uma guerra entre os dois países, dado o grau de violação do cessar-fogo entre eles na região armênia de Nagorno-Karabakh, uma herança do colapso soviético no meio do território azeri.
Em 2020, Baku venceu a segunda guerra sobre o lugar, mas não o reconquistou totalmente porque os russos, aliados históricos dos armênios, ainda que atravessados com a liderança política do país, mediaram uma trégua instável e enviaram forças de paz.
Os EUA até sugeriram que a crise foi instigada por Putin, visando um diversionismo para mostrar força, como fez ao mandar soldados para ajudar a autocracia do Cazaquistão em janeiro. Não parece muito factível.
O sujeito nem tão oculto aqui é a Turquia, fiadora do governo azeri, interessada em retomar a influência que já teve como Império Otomano em toda a região -uma rota histórica de invasões contra a Rússia, assim como suas fronteiras ocidentais na Ucrânia e na Belarus, ora um apêndice russo.
O autocrata turco, Recep Tayyip Erdogan, saiu fortalecido em 2020 no Cáucaso e, na Ucrânia, é apoiador do governo de Volodimir Zelenski enquanto mantém laços com Putin. Agora, parece testar sua ambiguidade, ao ver Baku atacar interesses armênios em meio à guerra europeia.
O Azerbaijão também manteve uma boa relação com Moscou, mas é igualmente fato que seu governo rico em gás natural está de olho nos mercados europeus que estão lentamente se fechando ao produto russo. Bom negócio para Baku, aumento de poder regional para Erdogan -que também irá encontrar-se com Putin em Samarcanda, onde também estará outro rei do jogo duplo, o premiê indiano Narendra Modi.
Aí entra Xi. O Kremlin voltou a balançar a aliança com Pequim antes do encontro, como que para lembrar o mundo de que não está sozinho. Fotos serão tiradas, e sinais de apoio serão emitidos pelo chinês. O que sairá em termos de ajuda efetiva é incógnito.
No casamento com a China, o dote de Moscou era seu poderio militar, não só nuclear, mas convencional. Economicamente, a Rússia é dez vezes menor do que o vizinho e parece fadada a ser tratada como uma província energética na relação.
Com a musculatura bélica russa desafiada e exposta como ineficaz, ainda que pontualmente, em tese Xi poderia tomar proveito da situação e firmar-se como macho alfa da relação. Pegaria bem internamente, mas um Putin muito desgastado não lhe serve no jogo que apresenta a Joe Biden e amigos do Ocidente.
Por outro lado, com uma crise econômica grave para resolver, o chinês ainda não pode prescindir da interdependência que mantém com EUA e aliados, o que explica sua posição moderada na crise da Ucrânia. É um xadrez de múltiplas camadas sobrepostas, e elas se encontrarão bem no meio da mítica Rota da Seda.
IGOR GIELOW / FOLHA de S.PAULO
Depois de duas edições online, devido às restrições impostas pela pandemia, em 2022 o
FCCJ volta a ocupar o antigo Cine Glória de Campos do Jordão, atual Espaço Cultural Dr. Além.
CAMPOS DO JORDÃO/SP - A 8ª edição do Festival Curta Campos do Jordão - FDCJ - idealizada e realizada pela Associação Cultural Cineclube Araucária em parceria com a Secretaria Municipal de Valorização da Cultura - acontece entre os dias 15 e 22 de outubro de 2022, no Espaço Cultural Dr. Além, com acesso gratuito em toda a sua programação.
Do total de 570 curtas-metragens inscritos de todo o território nacional, Espanha e Portugal, cerca de 80 produções serão exibidas no Festival em diversas categorias, concorrendo ao Prêmio Araucária de Cinema 2022.
A Cerimônia de Abertura acontece no dia 15/10 (às 19h), com exibição do longa convidado Todos os Mortos, de Caetano Gotardo e Marco Dutra. No encerramento (dia 22/10, às 19h), além da premiação, o FCCJ faz a tradicional Homenagem à Personalidade do Cinema 2022.
Após apresentação presencial no Espaço Cultural Dr. Além, cada Sessão Competitiva será disponibilizada também para apreciação online, pelo canal do Cineclube Araucária no YouTube. O link de acesso - incluindo plataforma para votação popular - será divulgado no site www.fccj.com.br e nas redes sociais do Cineclube. As cerimônias de Abertura e de Encerramento também poderão ser acompanhadas virtualmente, em tempo real, pelo mesmo canal.
O Júri Oficial - composto por Jeferson De, Cris Arenas e Clarissa Kuschnir - vai eleger o Melhor Curta Regional e será responsável pela premiação dos melhores curtas Nacionais nas categorias: Ficção, Documentário, Animação, Experimental e Infantil, além da Melhor Direção e Melhor Roteiro Original. Também ficará a cargo do Júri a escolha, entre todos os concorrentes, do filme com melhores condições de seguir carreira internacional e que receberá como prêmio o trabalho completo de legendagem (inglês e espanhol), oferecido pela Centauro Comunicaciones. A votação pelo Júri Popular vai premiar o Melhor Curta Nacional e o Melhor Curta Regional.
Além das cerimônias de abertura e encerramento e das sessões competitivas, várias outras atividades que compõem a programação acontecerão nas dependências do Espaço Cultural: lançamento do livro Utopia da Autossustentabilidade - Impasses, desafios e Conquistas da Ancine, de Marcelo Ikeda (17/10, às 15h); Oficina de Stop Motion para Crianças, por Ralph Friedericks (18/10, às 13h); e bate-papos com Antonio Leal (diretor CINEfoot - Festival de Cinema de Futebol - 19/10, às 15h), Jeferson De e Cris Arenas (cineastas - 20/10, às 15h) e Tetê Mattos (professora de cinema e documentarista - 21/10, às 15h).
O diretor e curador do FCCJ, Cervantes Souto Sobrinho, comenta sobre a abrangência do festival: “Praticamente todos os Estados brasileiros responderam com parte da sua produção audiovisual ainda que, alguns deles, com volume modesto de inscrições. Mas, são vozes que se fazem ouvir e isto prova que o nosso cinema continua mais vivo do que nunca! É impressionante constatar a excelência técnica das produções e a diversidade temática, trazendo inclusive questões da atualidade, necessárias de serem discutidas, ganhando espaço nos roteiros e nas lentes”.
Acontecendo ininterruptamente desde 2015, o Festival Curta Campos do Jordão - FCCJ é organizado e produzido pela Associação Cultural Cineclube Araucária em parceria com a Secretaria Municipal de Valorização da Cultura de Campos do Jordão e o apoio do Campos do Jordão e Região Convention & Visitors Bureau e das empresas Natureza Maluca, VideoMidia Produção e Edição de Vídeos e Webz Comunicação Digital. Esta oitava edição conta também com recursos obtidos através da Chamada Pública 02/2022 - Retomada SP - do programa Juntos pela Cultura 2022, da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo, administrado pela Amigos da Arte (Organização Social de Cultura).
O FCCJ tem por objetivo a difusão da produção audiovisual brasileira, incluindo a Região da Mantiqueira, onde o evento acontece, e o estímulo à criatividade para revelar talentos pela produção independente de filmes de curta-metragem. O Festival também aproxima os realizadores de todo o País com os participantes dos programas de formação desenvolvidos pela Associação Cultural Cineclube Araucária, junto à Secretaria de Valorização da Cultura da Prefeitura de Campos do Jordão, visando novos horizontes profissionais, sobretudo para jovens artistas locais e das regiões da Mantiqueira, do Vale do Paraíba e do Litoral Norte de São Paulo.
FICHA TÉCNICA - Direção artística: Cervantes Souto Sobrinho. Direção de Produção: Paulo Gomes. Curadoria: Antonio Leal, Ralph Friedericks, Cervantes Sobrinho e Paulo Gomes. Júri: Clarissa Kuschnir, Cris Arenas e Jeferson De. Oficina de Stop Motion: Ralph Friedericks. Convidada Especial: Tetê Mattos. Palestrante Convidado: Marcelo Ikeda. Designer gráfico: Edgard Bittencourt. Edição de imagens: Sérgio Sachs. Projecionista: Edison de Oliveira. Produção: Carolina Mestriner. Apoio logístico: Jocelyne Aymon. Apoio de produção: Malu Galvão, Lucíola Nejar, Renata Moro e Adalberto da Silva. Apoio administrativo: Benilson Toniolo, Maurício José dos Santos e Tânia Regina Cunha. Assessoria de imprensa: Verbena Comunicação. Transmissão Online: Edigar Júnior. Administração do Website: WEBZ Comunicação Digital.
PARCERIAS: Secretaria Municipal de Valorização da Cultura, Convention & Visitors Bureaux de Campos do Jordão e Região, Natureza Maluca, VideoMidia Criação e Produção de Vídeos, Webz Comunicação Digital, Vitrine Filmes e Centauro Comunicaciones. REALIZAÇÃO: Associação Cultural Cineclube Araucária, Prefeitura de Campos do Jordão, Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo e Amigos da Arte.
2º Festival Curta Campos do Jordão
Data: 15 a 22 de outubro de 2022
Local: Espaço Cultural Dr. Além
Av. Dr. Januário Miráglia, 1582 - Vila Abernéssia. Campos do Jordão/SP.
Ingressos: Grátis. Classificação: Livre. Tel: (12) 3664-2300
Acompanhe a programação: www.fccj.com.br | Instagram - @cineclubearaucaria
Facebook - @araucariacineclube e @cineclube.araucaria
15/10 (sábado): 19h – Cerimônia de Abertura | 19h30 – Longa convidado: Todos os Mortos, de Caetano Gotardo e Marco Dutra | Brasil. 2020. 120 min.
16/10 (domingo): 15h – Sessão Competitiva (1) | 18h – Sessão Competitiva (2).
17/10 (segunda): 15h – Lançamento/livro: Utopia da Autossustentabilidade - Impasses, desafios e Conquistas da Ancine | Bate-papo como autor Marcelo Ikeda | 16h30 – Sessão Competitiva (3) | 19h – Sessão Competitiva (4).
18/10 (terça): 13h – Oficina: Stop Motion para Crianças - com Ralph Friedericks | 16h30 – Sessão Competitiva (5) | 19h – Sessão Competitiva (6).
19/10 (quarta): 15h – Bate-papo: CINEfoot - com Antonio Leal | 16h30 – Sessão Competitiva (7) | 19h – Sessão Competitiva (8).
20/10 (quinta): 15h – Bate-papo: Jeferson De e Cris Arenas conversam com realizadores | 16:30h – Sessão Competitiva (9) | 19h – Sessão Competitiva (10).
21/10 (sexta): 15h – Bate-papo: Tetê Mattos conversa com realizadores | 16h30 – Sessão Competitiva (11) \ 19h – Sessão Competitiva (12).
22/10 (sábado): 19h – Cerimônia de Encerramento | Homenagem à Personalidade do Cinema 2022 | Premiação.
ARARAQUARA/SP - A empresa Paschoalotto inicia atividades em Araraquara com oportunidades para 200 empregos em home office voltados, principalmente, para o público feminino e pessoas com deficiência. O foco da empresa é o serviço de recuperação de crédito, atendimento ao cliente e parceira na terceirização de processos de negócio. Líder no mercado e com mais de 20 mil colaboradores, a sede da Paschoalotto é em Bauru (SP)
Os interessados nas vagas deverão enviar seu currículo e participarão de processo seletivo mediante agendamento.
A entrega de currículo ocorrerá preferencialmente pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo., mas também poderá ser entregue presencialmente nesta quinta-feira (15), sexta-feira (16) e segunda-feira (19) no Posto de Atendimento ao Trabalhador (PAT), no Paço Municipal, das 9h30 às 16h30, na Rua São Bento, 840, Centro.
As entrevistas têm vagas limitadas e serão realizadas mediante agendamento na próxima semana, dias 20 e 21, na sede do Sebrae Regional, na Rua Maria Antônia Camargo de Oliveira, 2903, Centro.
Segundo o assessor de imprensa da Paschoalotto, Lucas Machado, a empresa implantará em Araraquara um modelo piloto de home office, com a primeira etapa contemplando 200 empregos. E com a meta de atingir nos próximos anos 500 colaboradores.
"A intenção é contratar mulheres que cuidam dos filhos menores, jovens em busca do primeiro emprego, pessoas com deficiência e maiores de 51 anos. Temos uma política social muito forte. A Paschoalotto fará o treinamento dos contratados e oferecerá o suporte para as operações nas residências", adiantou Machado.
Para o vice-prefeito e secretário do Trabalho, Desenvolvimento Econômico e do Turismo, Damiano Neto, a chegada da Paschoalotto fortalece a economia local com a geração de empregos.
"A nossa cidade foi escolhida para um plano piloto do Paschoalotto, que tem apoio da Prefeitura e do Sebrae. Na primeira etapa, a partir desta quinta-feira, terão início os agendamentos no PAT, e depois as entrevistas no Sebrae. Estamos confiantes na expansão dos postos de trabalho e do potencial de Araraquara, pela estrutura social, econômica e logística", afirmou Damiano.
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