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Redação

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 Jornalista/Radialista

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VATICANO - O papa Francisco apoiou na quinta-feira (15) a necessidade de manter o diálogo com a Rússia para tentar encerrar a guerra na Ucrânia, destacando que Kiev tem o direito a se defender.

"Acho que é sempre difícil entender o diálogo com os Estados que iniciaram a guerra, e parece que o primeiro passo foi dado de lá, daquele lado. É difícil, mas não devemos descartar isso, temos de dar a oportunidade de diálogo a todos, a todos", declarou o Pontífice aos jornalistas no voo de retorno à Itália após sua viagem de três dias ao Cazaquistão.

Segundo o argentino, "há sempre a possibilidade de que, no diálogo, se possam mudar as coisas, e também oferecer outro ponto de vista, outro ponto de consideração".

Jorge Bergoglio admitiu que iniciativas deste tipo podem ser mal-entendidas, pela opinião pública, mas enfatizou que é preciso manter aberta a "única porta racional para a paz".

"Não excluo o diálogo com qualquer potência, seja em guerra, seja o agressor. Às vezes o diálogo tem de se fazer assim, mas deve fazer-se, cheira mal, mas tem de ser feito. Sempre um passo à frente, uma mão estendida, sempre", acrescentou.

Questionado sobre o envio de armamento para a Ucrânia, o Papa explicou que esta é uma decisão política, "que pode ser moral, moralmente aceita, se for feita de acordo com as condições de moralidade, que são muitas".

No entanto, "pode ser imoral, se for feito com a intenção de provocar mais guerra ou vender as armas ou descartar as armas de que já não se precisa".

"A motivação é o que, em grande parte, qualifica a moralidade deste ato. Defender-se não é somente lícito, mas também uma expressão de amor à pátria. Aquele que não se defende, aquele que não defende algo, não ama, mas aquele que defende, ama", ressaltou.

O argentino insistiu ainda na necessidade de refletir sobre o conceito de "guerra justa" e lamentou que a paz esteja em debate "há tantos anos", sem que os discursos sejam concretizados.

"Devemos refletir ainda mais sobre o conceito de guerra justa, porque hoje todo mundo está falando de paz, há muitos anos as Nações Unidas falam de paz, estão fazendo muitas coisas sobre paz. Mas neste momento quantas guerras estão em andamento?", perguntou.

Francisco citou o conflito na Ucrânia, no Azerbaijão e Armênia, na Síria, lembrando que "estamos numa guerra mundial".

"Quais interesses movem estas coisas? Depois há o Chifre da África, o norte de Moçambique ou a Eritreia e uma parte da Etiópia, depois Myanmar, com este povo sofredor que tanto amo, o povo Rohingya que gira, gira, gira como um cigano e não encontra paz", acrescentou.

Para o Pontífice, a resposta é o "comércio das armas", que é "um negócio assassino". "Alguém que entende de estatísticas me disse que se parassem de fabricar armas durante um ano, isso resolveria toda a fome do mundo. Eu não sei se é verdade ou não. Mas fome, educação, nada, não se pode porque é preciso fazer armas", criticou.

Por fim, o argentino falou da importância de uma "consciência de paz" e da capacidade de "chorar" perante a guerra.

"A guerra em si é um erro, é um erro! E nós, neste momento, estamos respirando este ar: se não há guerra, parece que não há vida", lamentou.

"Uma coisa eu aprendi: é a capacidade de se arrepender e pedir perdão pelos erros da guerra. E não só pedir perdão, mas também pagar pelos erros da guerra", concluiu.

 

 

(ANSA)

MARROCOS - A brasileira Beth Gomes quebrou o recorde mundial da prova de arremesso de peso da classe F52 (atletas que competem em cadeiras), na quinta-feira (15) no Grand Prix de atletismo paralímpico de Marrakech (Marrocos), ao alcançar a marca de 8,69 metros, que lhe garantiu a medalha de ouro.

Ao alcançar este feito, a paulista superou um recorde que era dela mesmo, de 8,45 m e alcançado no Campeonato Brasileiro da modalidade, disputado em São Paulo em maio deste ano.

A medalha de Beth foi uma das sete de ouro do Brasil no primeiro dia da competição, a mais importante do atletismo paralímpico mundial nesta temporada. As outras foram conquistadas pelo velocista Ricardo Gomes, na prova dos 100 m da classe T37 (para paralisados cerebrais), por Washington Júnior, nos 100 m da classe T47 (atletas com deficiência nos membros superiores), por Júlio César Agripino dos Santos, nos 1.500 m das classes T11, T12, T13 e T20, pela baiana Samira Brito, nos 100 m da classe T36 (paralisados cerebrais), por Thalita Simplício, nos 100 m da T11, e por Joeferson de Oliveira, nos 100 m da classe T12.

 

 

Por Lincoln Chaves - Repórter da TV Brasil e Rádio Nacional 

AGÊNCIA BRASIL

SÃO PAULO/SP - O Corinthians garantiu presença na final da Copa do Brasil após derrotar o Fluminense por 3 a 0, na noite de quinta-feira (15) na Neo Química Arena, no segundo jogo da semifinal. Agora, o Timão mede forças com o Flamengo na decisão da competição, que será disputada nos dias 12 e 19 de outubro.

Esta é a sétima oportunidade na qual a equipe do Parque São Jorge chega a uma decisão de Copa do Brasil, competição que venceu em 1995, 2002 e 2009.

Empurrado por sua apaixonada torcida, o Corinthians partiu em busca da vitória nos 90 minutos (o que lhe garantiria a vaga na final após o 2 a 2 na ida) e começou o confronto adiantando as suas linhas e não deixando o Fluminense confortável. Com isso, o Timão criou as melhores oportunidades de marcar da primeira etapa, abrindo o placar em uma falha de saída do Tricolor.

Aos 33 minutos o goleiro Fábio saiu com um chutão, Balbuena ganhou no alto e mandou para Róger Guedes, que escorou de primeira para Renato Augusto, que, da entrada da área, acertou um belo chute.

Do outro lado do gramado, o Tricolor das Laranjeiras apresentou muito pouco, e chegou à oportunidade mais clara aos 14 minutos da etapa final, em cobrança de falta de Arias que parou no travessão do gol defendido por Cássio.

O Corinthians era claramente superior ao Fluminense, que adiantou as suas linhas e deu espaços para o contra-ataque adversário. E, de tanto tentar, o Timão ampliou o marcador nos últimos minutos.

Aos 45 minutos Giuliano garantiu o segundo em chute de dentro da área, após receber passe de Adson, e já aos 48 o Corinthians chegou ao terceiro quando Felipe Melo errou corte.

Final com o Flamengo

Agora, o Corinthians encontra o Flamengo na decisão da Copa do Brasil. Esta será a segunda oportunidade na qual o Timão e o Rubro-Negro medem forças na final de uma competição nacional, após o título dos paulistas na Supercopa do Brasil de 1991.

 

 

AGÊNCIA BRASIL

SÃO CARLOS/SP - A Paróquia São José, da cidade de São Carlos, promove o famoso “Porco no Rolete” para manutenção e promoção das atividades deste ano.

Neste ano, depois da pandemia, será servido no salão paroquial e terá música ao vivo. O cardápio foi escolhido com muito amor e carinho pela comunidade, com o Porco, sobrecoxa de frango, arroz, feijão gordo, polenta frita, farofa, salada e vinagrete. Ainda terá uma deliciosa sobremesa.

A adesão está super barato e cabe no seu bolso, e devem ser feitas na secretaria paroquial, ou pelo telefone (16) 3368-6044.

O almoço ocorre neste domingo, 18 de setembro, das 11h30 às 14h.

A Paróquia São José fica na Rua Silvério Ignarra Sobrinho, 670, na Vila Monteiro, em São Carlos.

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