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Redação

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 Jornalista/Radialista

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ITÁPOLIS/SP - Um menino de cinco anos morreu, na madrugada de terça-feira (26), após ser picado por um escorpião na escola onde estudava na cidade de Itápolis, no interior de São Paulo.

Segundo a prefeitura da cidade, citada pelo 'G1', Lorenzo Benício de Moraes Ramalho foi picado no pé, na segunda-feira, quando foi beber água no pátio da escola que está em obras para ampliação. O menino estava de chinelos.

O aluno foi prontamente socorrido no local e, em seguida, encaminhado para a cidade de Ibitinga para receber tratamento médico. Lorenzo não recuperou e, na madrugada desta terça-feira, acabou morrendo.

A prefeitura informou que a escola foi desparasitada em julho e que o local é limpo diariamente.

Foi declarado luto de três dias em homenagem ao menino.

 

 

NOTÍCIAS AO MINUTO

EQUADOR - A viúva de Fernando Villavicencio, candidato assassinado no Equador dias antes das eleições presidenciais de agosto, foi vítima de um atentado na quarta-feira (27), denunciou Christian Zurita, melhor amigo de Villavicencio e seu substituto na chapa presidencial.

"Verónica Sarauz acaba de sofrer um atentado", anunciou Zurita na rede social X, antigo Twitter, sem mencionar se houve vítimas. "Sua cápsula de segurança prendeu um cidadão venezuelano de moto que portava uma arma de fogo e que tentou atacar o carro."

A polícia descreveu o ocorrido em Quito como "um procedimento isolado", embora tenha prendido "um cidadão estrangeiro que circulava de moto em atitude suspeita e que portava uma arma".

Villavicencio foi assassinado em 9 de agosto, quando deixava um comício no norte da capital. Seis colombianos foram presos após o crime, e outro acusado de atirar contra o político morreu no confronto com a segurança de Villavicencio, ex-jornalista investigativo conhecido por suas denúncias de corrupção.

Zurita substituiu o político assassinado e ficou em terceiro lugar nas eleições de 20 de agosto, com 16% dos votos. A esquerdista Luisa González (34%) e o direitista Daniel Noboa (23%) irão disputar o segundo turno, em 15 de outubro.

O Equador enfrenta há anos uma onda de violência ligada ao narcotráfico. "Um país paralisado pelo terror", resumiu Zurita.

 

 

AFP

UCRÂNIA - A defesa aérea ucraniana afirmou nesta quinta-feira (28) que destruiu 31 de 39 drones lançados durante a noite em um “ataque em larga escala” da Rússia contra as regiões de Odessa Mykolaiv, no sul do país.

“O trabalho da defesa aérea foi muito eficaz. Mais de 30 drones foram destruídos”, afirmou Natalia Gumenyuk, porta-voz do comando sul das Forças Armadas da Ucrânia.

“O inimigo não para de atacar, não cessa a pressão e a busca de novas táticas, principalmente com o uso de ataques em larga escala”, acrescentou.

Ela disse ainda que “as consequências do ataque estão sendo esclarecidas porque realmente foi grande”.

O Estado-Maior ucraniano afirmou em sua atualização diária que a Rússia “atacou novamente a Ucrânia com ‘drones kamikazes’, utilizando 39 drones de ataque do tipo Shahed-136/121”, e 31 deles foram “destruídos pelas forças e recursos da defesa aérea”.

As tropas russas atacam com frequência as regiões às margens do Mar Negro que abrigam portos importantes para o comércio marítimo.

Os ataques aumentaram desde julho, quando a Rússia abandonou o acordo que permitia à Ucrânia exportar sua produção de grãos pelo Mar Negro.

 

 

AFP

ARGENTINA - A taxa de pobreza na Argentina aumentou de 39,2% no segundo semestre de 2022 para 40,1% na primeira metade deste ano, informou o Instituto Nacional de Estatísticas e Censos (Indec) na quarta-feira, 27. O montante considera 31 aglomerados urbanos e equivale a 11,8 milhões de pessoas abaixo da linha da pobreza.

A agência de estatísticas revelou ainda que 9,3% da população argentina estava em situação de miséria, o que representa 2,7 milhões de indivíduos. No total, quase 30% dos domicílios argentinos são considerados pobres e 9,3% estão na faixa da miséria.

Os números indicam as consequências da crise econômica que se abateu sobre o país sul-americano, que enfrentou uma seca histórica no começo do ano. Como resultado, a inflação atingiu taxa anual de inflação superior a 100% e o governo foi forçado a promover um choque de desvalorização do peso argentino.

A economia é o tema que domina a campanha para as eleições presidenciais marcadas para outubro. Em agosto, o candidato ultraliberal, Javier Milei, teve desempenho surpreendente nas primárias e ameaça impedir a manutenção do peronismo no governo, representado pelo ministro da Economia, Sergio Massa.

 

 

por André Marinho / ESTADÃO

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