Jornalista/Radialista
Balanço da Concessionária registrou uma vítima fatal durante a Operação Padroeira; menos do que nos feriados anteriores
RIO CLARO/SP - O balanço da Operação Padroeira da Eixo SP mostra uma redução de vítimas fatais nas 12 rodovias administradas pela Concessionária. Nos dois últimos feriados prolongados deste ano, foram registradas oito mortes nos 1.221 quilômetros do trecho concedido. Foram cinco ocorrências fatais no Feriado de Corpus Christi e três no Feriado da Independência. No Feriado da Padroeira, encerrado na noite de ontem, foi registrada uma vítima fatal.
Já o número de acidentes teve um ligeiro aumento. Foram 44 acidentes registrados durante a Operação Padroeira. Enquanto na Operação Independência foram 37 e na Operação Corpus Christi foram 39.
Para o gerente de Operações da Eixo SP, Paulo Balbino, a queda no número de mortes representa um avanço importante no esforço da Concessionária para chegar ao índice zero de vítimas fatais nas estradas. "Todo esforço da Concessionária é para que nenhuma morte ocorra em seu trecho. O ideal é que todas as pessoas que utilizam as rodovias cheguem em segurança ao seu destino. Quanto menos mortes são registradas, mais perto nós chegamos deste ideal”, diz Balbino.
Ainda de acordo com o balanço divulgado pela Eixo SP, a operação registrou 2.925 atendimentos durante o feriado prolongado. Os principais serviços prestados foram a inspeção de tráfego, com 1.354 registros, socorro mecânico, com 763 chamados, remoção de veículos, com 609 solicitações, atendimento pré-hospitalar (APH), com 164 socorros, além de outras ocorrências como uso de irrigadeira, apreensão de animais e lavagem de pista.
O volume de veículos em circulação neste feriado ficou dentro do previsto. A estimativa divulgada pela Eixo SP era de 1 milhão de veículos nas estradas durante os cinco dias da Operação Padroeira. Das 12h de quarta-feira (11) até as 24h deste domingo (15), o levantamento indicou a presença de 1,032 milhão de veículos nas estradas administradas pela Concessionária.
EUA - Eles estão de volta! A banda de rock britânica The Rolling Stones lançará o primeiro disco de estúdio em 18 anos e o primeiro após a morte do baterista Charlie Watts na próxima sexta-feira, dia 20 de outubro.
O álbum intitulado Hackney Diamonds é sucessor de A Bigger Bang, lançado em 2005, e já teve duas músicas lançadas: Angry, cujo clipe conta com a participação da atriz da série Euphoria, Sydney Sweeney, e Sweet Sounds Of Heaven, feita em parceria com Lady Gaga e Stevie Wonder. O disco ainda contará com participações de grandes artistas como Paul McCartney e Elton John.
Em entrevista para o programa de TV da Rede Globo, Fantástico, os integrantes Mick Jagger e Keith Richards falaram sobre o motivo da demora para produzir um novo projeto da banda:
- A gente vinha gravando, daí parava de gravar, sem nenhum plano mais concreto. A gente sempre fez álbuns pra lançar nas turnês, mas os shows começaram a lotar mesmo sem álbum novo, então ficamos preguiçosos!, diz Jagger.
- Daí o Mick chegou pra mim e disse: vamos agitar isso, vamos fazer um álbum. Pode ficar horrível, mas vamos fazer! A gente mergulhou na coisa e começou a gostar. Não teve enrolação; até estabelecemos uma meta - o que é raro pra mim, completa Richards.
Já para a entrevista concedida ao programa de rádio BBC Radio 4, Keith Richards falou sobre os temas por trás do novo projeto e foi questionado sobre o sentimento de raiva que permeia Hackney Diamonds.
- Mick escreve as letras. Ele sente alguma angústia e provavelmente pensou vamos usar isso. Mick, dada uma música na qual ele não está realmente interessado, pode torná-la realmente ruim [risos]. Essa talvez seja uma das razões pelas quais demorou 18 anos – porque as ondas de entusiasmo de Mick vêm e vão.
O guitarrista ainda disse à estação como o Stones planeja levar o novo álbum para uma turnê de shows ainda em 2024, mas apenas se todos estiverem de acordo. Até o momento, nada foi oficialmente anunciado. Mas, e aí, ansiosos para o lançamento?
Confira abaixo a capa do disco e teaser do clipe de Angry:
*HACKNEY DIAMONDS*
— The Rolling Stones (@RollingStones) September 6, 2023
The brand new studio album!
Yours October 20th. Pre-order now & listen to ANGRYhttps://t.co/vaMZOCL0M5#therollingstones #hackneydiamonds pic.twitter.com/OGVEkreCnj
SÃO PAULO/SP - A atriz Maisa anunciou que está morando sozinha aos 21 anos de idade. No domingo (15/1), a apresentadora saiu da casa dos pais e mudou-se para seu primeiro apartamento luxuoso.
No Twitter/X, Maisa compartilhou fotos do seu quarto com decoração digna de hotel e também uma selfie de despedida com os pais no elevador. A atriz contou que os pais foram levá-la em casa para sua primeira noite na residência.
“Hoje eu saí de casa para trabalhar e terminei o dia com meus pais me deixando em casa, porque hoje é minha primeira noite morando sozinha”, ela revelou. Nos comentários, os amigos e fãs de Maísa brincaram que o tempo passou muito rápido: “Parece que foi ontem”, brincou um seguidor. “Pelo amor de Deus, eu te vi criança, você tá morando sozinha. Me sinto uma tia”, declarou mais um internauta.
Hj eu saí de casa pra trabalhar e terminei o dia com meus pais me deixando em casa pq hj é minha primeira noite MORANDO SOZINHA. pic.twitter.com/rHtTVAXEQt
— +a (@maisa) October 16, 2023
por Giovanna Camiotto / PIPOCA MODERNA
FRANÇA - O governo francês quer acelerar a expulsão de 193 estrangeiros radicalizados em situação irregular, anunciou na segunda-feira (16) o ministro francês do Interior, Gérald Darmanin, logo após uma reunião de segurança organizada no Palácio do Eliseu, após o ataque em Arras. De acordo com um ex-juiz especializado em terrorismo entrevistado pela RFI, é possível identificar pessoas radicalizadas, mas julgá-las e prendê-las é uma tarefa mais complexa.
Depois que um professor francês foi esfaqueado na sexta-feira (13), no pátio de um complexo escolar em Arras, no norte de França, por um ex-aluno de 20 anos de nacionalidade russa e acusado de radicalização, a França quer evitar ser pega de surpresa. Para isso, vai acelerar a expulsão de pessoas passíveis de cometer atentados e que já estão na mira da polícia.
Das 193 pessoas fichadas como radicalizadas e suscetíveis de expulsão, 85 “com certeza já não se encontram no território”, disse à AFP o Ministério do Interior, especificando que será necessária uma “verificação caso a caso” sobre essas pessoas.
Também foi solicitado aos secretários de Segurança Pública um “novo exame aprofundado” de 2.852 fichados em situação regular. No total, 20.120 pessoas, incluindo 4.263 estrangeiros em situação regular ou irregular, são consideradas radicalizadas pela polícia francesa, de acordo com a mesma fonte.
Desde 2015, 922 pessoas nessa situação foram expulsas da França, segundo o governo.
O ministro do Interior também anunciou, em comunicado, na segunda-feira, que 102 pessoas foram presas, por atos antissemitas ou por promoverem o terrorismo, desde os ataques do Hamas contra Israel em 7 de outubro.
“Novamente na manhã, a DGSI (Direção-Geral de Segurança Interior) realizou duas detenções, uma no leste de França, outra no sudoeste de França”, acrescenta o comunicado do ministro do Interior.
Entre os 102 detidos, 27 são “estrangeiros” disse o ministro e 11 estão “atualmente num centro de detenção administrativa ou na prisão”. “Solicitei a retirada sistemática das autorizações de residência para quem se encontrava legalmente em território nacional”, acrescentou.
Segundo Darmanin, 237 relatórios da plataforma de denúncias de conteúdos ilícitos na Internet, Pharos, foram enviados aos tribunais.
Expulsão de militante palestina
Entre as pessoas com ordem de expulsão está a militante da Frente popular de Libertação da Palestina (FPLP) organização fichada como terrorista pela União Europeia. Ela indicou na segunda-feira estar em prisão domiciliar, em Marselha, no sudeste da França, após uma ordem de expulsão do país ter sido emitida contra ela no domingo (15). A ordem não pode ser cumprida imediatamente porque “é necessário prever a organização material da saída” do território de Mariam Abou Daqqa.
De acordo com o Ministério do Interior francês, a militante representa “uma ameaça à ordem pública em um contexto de vivas tensões” ligadas à guerra entre Israel e Hamas. Abou Daqqa tinha um visto de 50 dias para vir a França, onde participaria de diversas conferências sobre o conflito entre Israel e Palestina.
Difícil saber quem cometerá atentado
O ex-magistrado francês Jean-Louis Bruguière especializado na luta antiterrorista, disse em entrevista à RFI que, apesar da polícia conhecer bem os perfis das pessoas radicalizadas, é muito difícil saber se realmente e quando cometerão um atentado.
“O problema é que hoje temos acesso a um conjunto de fatores que são favoráveis à radicalização e a cometerem um ato terrorista. O contexto familiar é um deles, assim como o contexto das relações”, explica o juiz. “Mas entre o fato de ter indivíduos ultrarradicalizados com potencial para cometer atentados e nós judicialmente termos elementos de prova para processá-los, isso é muito mais complicado. Temos uma dificuldade incontestável entre a fase de informação e a de detenção e ação”, explica.
Nesse sentido, ele descarta um erro da polícia que monitorava Mohammed Mogouchkov por radicalização. Apenas um dia antes de assassinar o professor em Arras, na sexta-feira, o jovem de nacionalidade russa se apresentou à DGSI para ser controlado e não havia cometido infrações.
“Estamos diante de um perfil familiar bem estabelecido. Como em outros casos, há o meio familiar que desempenhou um papel”, diz Bruguière se referindo ao fato de o pai de Mogouchkov ter sido do país, em 2018 por radicalização e de seu irmão estar preso pela mesma razão.
“Mas é difícil, nesta altura das investigações, tirar conclusões sobre os elementos determinantes da passagem ao ato. O indivíduo era radicalizado, monitorado pela DGSI, fichado, ele tinha um perfil tipo, mas sem elementos suficientes para prendê-lo”, lamenta o magistrado.
"Sim, as células familiares são incubadoras, mas não são elementos de prova”, insiste. “Não podemos prender todo mundo porque a pessoa faz parte de uma família radicalizada. Mas sabemos que a potencialidade do risco é forte. Mas não podemos detê-los para averiguação, porque prendê-los muito cedo seria arruinar a investigação”, explica.
(RFI e AFP)
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