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SÃO CARLOS/SP - Uma ocorrência registrada na noite de segunda-feira (16) terminou com a prisão de um homem na UPA Vila Prado, localizada no bairro Vila Prado, em São Carlos.

Segundo relatos, o caso teve início quando um paciente passou a acusar outro de ter furtado sua carteira, provocando uma discussão dentro da unidade de saúde.

Durante a intervenção, um agente da Guarda Municipal de São Carlos realizou consulta no sistema e identificou que o homem acusado possuía um mandado de prisão em aberto.

A ordem judicial, conforme apurado, está relacionada ao não cumprimento de determinações impostas pela Justiça durante o cumprimento de pena.

Diante da constatação, o indivíduo foi detido ainda no local e conduzido ao Centro de Polícia Judiciária, onde ficou à disposição das autoridades judiciais.

SÃO CARLOS/SP - A Prefeitura de São Carlos iniciou nesta segunda-feira (16/03) o cronograma da operação tapa-buraco, uma das frentes de trabalho do programa São Carlos Mais Bonita. As equipes começaram os serviços após o período de chuvas intensas registrado nos últimos dias no município.

De acordo com o planejamento elaborado pelas equipes da administração municipal, os primeiros atendimentos priorizaram os pontos considerados mais críticos da cidade, entre eles está o buraco que se abriu na Avenida Trabalhador São-Carlense, nas proximidades do Terminal Rodoviário, além das entradas dos bairros Samambaia e Cidade Aracy.  As equipes de tapa-buraco do Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE) também estão atuando para atender o cronograma do programa São Carlos Mais Bonita.

Outras equipes também atuaram no centro expandido da cidade, sendo realizados reparos em vias de grande circulação, como a Rua Dona Alexandrina e a Avenida Miguel Petroni, na região da Unicep, além de outras ruas e avenidas com intenso fluxo de veículos.

O programa também avançou com serviços de roçada em diferentes regiões da cidade. As equipes atuaram na Avenida Bruno Ruggiero (Santa Felícia), na Rua Larga (Vila Prado), na Praça da ACISC (Cardinalli), na Pista de Atletismo (Distrito de Água Vermelha) e em áreas da zona leste.

No bairro Douradinho, foi realizada a poda de árvores nas principais avenidas, seguida pela coleta de massa verde. O serviço também ocorreu na Avenida Dr. Carlos Aníbal Brassi e na Rua Totó Leite.

A programação incluiu ainda a limpeza de córrego do Córrego Sorregotti na Avenida Comendador Alfredo Maffei, no trecho entre a rotatória da Cardinalli e a Praça Outubro Rosa. Já a equipe de recuperação ambiental realizou intervenções no Jardim Paulista, na Rua Coroliano José Gilbertoni.

“Esse trabalho faz parte de um esforço amplo da Prefeitura para recuperar e manter a cidade em boas condições, principalmente após o período de chuvas intensas que provocou danos em diversas vias. As equipes estão atuando de forma planejada, priorizando inicialmente os pontos mais críticos e as vias de maior circulação”, reforçou o prefeito Netto Donato.

João Muller, assessor de gabinete da Prefeitura, lembrou que o programa São Carlos Mais Bonita reúne várias frentes de manutenção urbana e representa um investimento importante para melhorar a mobilidade, a limpeza e a qualidade dos espaços públicos em toda a cidade.

O programa São Carlos Mais Bonita prevê a realização de cerca de 3 mil operações até dezembro de 2026, envolvendo uma série de serviços de manutenção urbana, como tapa-buraco, capinação, roçagem, cata-treco, recuperação de praças, poda e supressão de árvores, além da limpeza de córregos e bueiros, modernização da iluminação pública e recapeamento de vias.

Para a execução da operação tapa-buraco, a Prefeitura contratou mais de 20 mil metros quadrados de serviços, com investimento de R$ 2.976.043,56. Já para roçagem e limpeza de áreas verdes foram contratados 24.067.782,06 m², sendo 7.800.000 m² de roçada manual, 10.224.489,78 m² de roçada mecanizada e 6.043.292,28 metros de varrição, totalizando investimento de R$ 10.804.512,00.

Iniciativa registrou marca e desenho industrial do mascote; Agência de Inovação busca parcerias para ampliar materiais

 

SÃO CARLOS/SP - Como tornar o processo de aprendizagem mais acessível, acolhedor e culturalmente significativo para crianças surdas, desde os primeiros anos de vida?

Esta foi a pergunta que motivou a criação do #CasaLibras, programa desenvolvido na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e coordenado por Vanessa Regina de Oliveira Martins, docente do Departamento de Psicologia (DPsi) e do Programa de Pós-Graduação em Educação Especial (PPGEEs), ambos da UFSCar.

A iniciativa surgiu em 2020, durante a pandemia de Covid-19, a partir de uma constatação que vinha aparecendo nas pesquisas conduzidas pela docente com escolas públicas que adotam propostas bilíngues para estudantes surdos. "Eu desenvolvia um estudo com escolas públicas que tinham proposta bilíngue e a pesquisa mostrou a escassez de materiais didáticos em Libras", situa Martins.

Diante desse cenário, a primeira iniciativa foi a produção de contações de histórias em Língua Brasileira de Sinais (Libras), disponibilizadas online para professores e estudantes. A ação rapidamente passou a circular entre escolas públicas de diferentes regiões do país. "Quando falamos de entretenimento para crianças surdas, praticamente não há acessibilidade, ainda mais na fase de desenvolvimento de linguagem", observa a professora. 

Com o tempo, o que começou como uma atividade emergencial de extensão foi ganhando corpo e passou a integrar de forma mais estruturada as atividades da Universidade. Hoje, o #CasaLibras articula pesquisa, ensino e extensão em torno da produção de conteúdos educativos e culturais em Libras, reunindo vídeos, materiais pedagógicos, formações e ações culturais voltadas às chamadas infâncias surdas.

Os materiais produzidos vêm sendo utilizados por escolas públicas de diversas regiões do Brasil e parte do conteúdo está disponível gratuitamente no canal do Programa no YouTube (youtube.com/@CasaLibrasUFSCar). "Temos hoje um repositório variado culturalmente e de uso gratuito, com ampla circulação, que vem sendo utilizado por instituições de ensino públicas do Brasil todo", explica Martins.

Acessibilidade e protagonismo surdo
Uma das preocupações centrais do Programa é garantir que os materiais sejam, de fato, acessíveis às crianças surdas - algo que envolve cuidados técnicos que vão além da simples tradução de conteúdos para Libras.

Entre os aspectos considerados estão o enquadramento adequado da janela de Libras nos vídeos, iluminação, contraste de cores, ritmo narrativo e adaptação cultural das histórias. "Não se trata apenas de traduzir. Muitas vezes é necessário adaptar o conteúdo para a cultura surda e pensar visualmente a narrativa", explica a coordenadora.

Outro princípio importante do projeto é o protagonismo de pessoas surdas na produção dos conteúdos. Adultos surdos participam das atividades como artistas, narradores e produtores culturais, ampliando referências e representatividade para as crianças.

Entre as ações que ganharam maior alcance está o Campeonato Artístico-Literário do #CasaLibras, que mobiliza escolas de diferentes regiões do país na produção de trabalhos culturais em Libras. A primeira edição reuniu apenas cinco escolas. Hoje, o campeonato já conta com mais de 60 instituições participantes.

"O principal impacto é a relação que nós estabelecemos entre universidade e educação básica. É impacto na vida das crianças surdas. As famílias relatam que elas acessam o nosso canal e passam a ter um espaço de produção cultural em língua de sinais", afirma Martins.

A próxima edição do campeonato deve ter dois marcos importantes: a quinta edição nacional e a primeira participação internacional, com articulações em andamento com instituições do Uruguai.

Mascote CaLi, proteção institucional e parcerias
O crescimento do Programa também levou à criação de novos elementos de identidade visual voltados ao público infantil. Um deles é o mascote CaLi, personagem que representa o #CasaLibras.

A ideia surgiu durante uma disciplina de estágio. "Um dos estudantes sugeriu trabalhar com bonecos e, em seguida, tivemos a ideia do mascote. O personagem foi desenvolvido com apoio de um bonequeiro e o nome foi escolhido por votação entre estudantes. O CaLi foi pensado com atenção a aspectos visuais e simbólicos ligados à comunidade surda, incluindo o uso de cores associadas à cultura surda e à identidade visual do projeto", detalha Martins.

Com a circulação do mascote em atividades e eventos, escolas passaram a solicitar produtos relacionados ao personagem, como camisetas, materiais pedagógicos e versões do boneco. "As crianças querem levar o CaLi para casa. Mas, para ampliar a escala, é fundamental termos apoios e novas parcerias", observa a professora.

Diante desse interesse crescente, o projeto contou com apoio da Agência de Inovação da UFSCar (AIn.UFSCar) para solicitar o registro da marca #CasaLibras e do desenho industrial do mascote. A iniciativa garante segurança jurídica e abre caminho para futuras cooperações com empresas e instituições interessadas na produção e difusão dos materiais.

Segundo Martins, a formalização também permite ampliar as possibilidades de desenvolvimento de novos produtos educativos. "A comercialização de produtos pode reverter recursos para o próprio projeto e ampliar as possibilidades de produção de materiais. Além disso, parcerias com empresas permitem dar escala a essas iniciativas e fazer com que os conteúdos e personagens cheguem a mais crianças e escolas."

Empresas e instituições interessadas em apoiar o desenvolvimento de materiais, patrocinar ações do projeto ou estabelecer parcerias para produção e difusão do mascote e dos conteúdos do #CasaLibras podem entrar em contato com a Agência de Inovação da UFSCar pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou pelo telefone (16) 3351-9433.

SÃO CARLOS/SP - A Prefeitura de São Carlos, por meio da Secretaria Municipal de Saúde e do Departamento de Vigilância em Saúde, já disponibiliza o Nirsevimabe para ampliar a proteção de bebês contra o Vírus Sincicial Respiratório (VSR), principal responsável pelos casos de bronquiolite e por quadros respiratórios graves em crianças pequenas.

O Nirsevimabe é um anticorpo monoclonal indicado para a prevenção da infecção do trato respiratório inferior causada pelo VSR. Diferente das vacinas tradicionais, que estimulam o organismo a produzir anticorpos ao longo do tempo, o medicamento fornece os anticorpos prontos, garantindo proteção imediata. A proteção pode durar cerca de seis meses, período que coincide com a maior circulação do vírus.

De acordo com a diretora de Vigilância em Saúde, Denise Martins Gomide, essa característica torna o medicamento especialmente importante para recém-nascidos e lactentes.

“Enquanto as vacinas estimulam o organismo a produzir seus próprios anticorpos, os anticorpos monoclonais já oferecem proteção imediata, sem depender da resposta imunológica da criança. Essa característica é fundamental para recém-nascidos e bebês pequenos, principalmente durante a sazonalidade do vírus”, explica.

A aplicação do Nirsevimabe é indicada para crianças prematuras com idade gestacional igual ou inferior a 36 semanas e seis dias, independentemente do peso ou da vacinação materna. O medicamento também é recomendado para crianças menores de 24 meses que apresentem comorbidades, como cardiopatias congênitas, broncodisplasia pulmonar, imunodeficiências, síndrome de Down, fibrose cística, doenças neuromusculares ou anomalias congênitas das vias aéreas.
Crianças que já nasceram e que se enquadram nos critérios estabelecidos também podem receber a dose, desde que estejam dentro do período indicado para a proteção.

Em São Carlos, a aplicação ocorre prioritariamente na maternidade do Sistema Único de Saúde (SUS) e no Ambulatório Materno Infantil Intermediário “Suely Fernandes”, localizado na Avenida São Carlos, nº 947, no centro. O medicamento é administrado em dose única, ajustada conforme o peso da criança.

O secretário municipal de Saúde, Leandro Pilha, destaca que a estratégia adotada pelo município busca antecipar a proteção das crianças antes do período de maior circulação do vírus. “Estamos nos antecipando ao pico sazonal da bronquiolite, que costuma ocorrer a partir de março. Nosso objetivo é ampliar as ações de prevenção e oferecer proteção e cuidado integral às crianças”, afirma.

O secretário também lembrou que o Sistema Único de Saúde já oferece a vacina contra o VSR para gestantes a partir da 28ª semana de gravidez, estratégia que ajuda a proteger os bebês desde o nascimento. “A prevenção reduz internações, a necessidade de UTI e complicações respiratórias em recém-nascidos e lactentes”, ressalta.
Mais informações sobre o Nirsevimabe podem ser obtidas no Departamento de Vigilância em Saúde pelos telefones (16) 3419-8203 ou (16) 3419-8206.

SÃO CARLOS/SP - A Secretaria Municipal de Saúde de São Carlos, por meio do Centro de Atendimento às Infecções Crônicas (CAIC), vinculado ao Departamento de Vigilância em Saúde, realiza entre os dias 17 e 31 de março uma ação de busca ativa por pessoas com sintomas de tuberculose no município.

A iniciativa tem como objetivo identificar precocemente possíveis casos da doença e iniciar o tratamento o quanto antes, interrompendo a cadeia de transmissão. A mobilização ocorre especialmente no mês de março em razão do Dia Mundial de Combate à Tuberculose, celebrado em 24 de março.

A tuberculose é uma doença infectocontagiosa que afeta principalmente os pulmões, mas também pode atingir outros órgãos, como ossos, rins e meninges — membranas que envolvem o cérebro.

De acordo com a diretora de Vigilância em Saúde, Denise Martins Gomide, a estratégia de busca ativa é fundamental para o controle da doença. Segundo ela, a ação prioriza a identificação de pessoas que apresentam tosse persistente por duas ou três semanas ou mais. “O objetivo principal é garantir o diagnóstico precoce e iniciar rapidamente o tratamento, evitando a propagação da doença”, explica.

A principal forma de prevenção da tuberculose é a vacinação com a BCG (Bacillus Calmette-Guérin), oferecida gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A vacina deve ser aplicada ao nascer ou, no máximo, até os 4 anos, 11 meses e 29 dias de idade, protegendo principalmente contra as formas mais graves da doença, como a tuberculose miliar e a meníngea.

Mesmo sendo uma enfermidade antiga, prevenível e curável, a tuberculose ainda representa um importante desafio para a saúde pública. Estima-se que, anualmente, cerca de 10 milhões de pessoas adoeçam no mundo.

Segundo a enfermeira Cíntia Ruggiero, todas as unidades de saúde do município estão orientadas a encaminhar pacientes com sintomas característicos para a realização de exames. Entre os sinais de alerta estão tosse persistente, febre no período noturno, cansaço e perda de peso.

“Quando a pessoa procura a unidade de saúde com sintomas respiratórios, é solicitada a coleta de escarro para a realização da baciloscopia. Precisamos conscientizar a população sobre a importância do diagnóstico e do tratamento precoce. Quando realizado corretamente, o tratamento tem cerca de 95% de chances de cura”, ressalta a enfermeira do CAIC.

Dados da Vigilância em Saúde apontam que, em 2023, foram notificados 55 novos casos da doença no município. Em 2024, esse número chegou a 64 registros. Já no ano passado  surgiram 66 novos casos. Atualmente, 45 pacientes diagnosticados com a doença recebem acompanhamento especializado no CAIC.

Em 2025, o CAIC recebeu certificado de premiação do Programa Estadual de Controle da Tuberculose de São Paulo, concedido pela Secretaria de Estado da Saúde. A unidade atingiu a meta de investigar mais de 70% dos contatos de casos confirmados, conforme estabelecido pelo programa estadual, reforçando o compromisso do município com o controle da doença e a proteção da saúde pública.

O Centro de Atendimento às Infecções Crônicas (CAIC) está localizado na Rua José de Alencar, nº 36, no bairro Tijuco Preto. Outras informações podem ser obtidas pelos telefones (16) 3419-8240 ou (16) 3419-8250.

Entidades reúnem ativistas do movimento sindical e social para debater obra que denuncia genocídios patrocinados por Israel e condena atrelamento da mídia internacional aos interesses dos EUA

 

SÃO CARLOS/SP - O Sindicato dos Metalúrgicos de São Carlos e Ibaté e a Federação Estadual dos Metalúrgicos realizam na quinta-feira (19), às 19 horas, o lançamento do livro-reportagem “Guatemala e Palestina sob o tacão genocida de Israel – Uma história silenciada pela mídia hegemônica” (Editora Papiro, 126 páginas, R$ 35), do jornalista Leonardo Wexell Severo.

Em meio à guerra militar, de informações e fakes no Oriente Médio, o evento integra a agenda “Março de Luta e Solidariedade” e acontece na Sede do Sindicato dos Metalúrgicos, no Santa Felícia, com a presença do autor e a participação de várias categorias, e da comunidade.
A obra é resultado de uma extensa investigação baseada em documentos, relatos históricos e depoimentos, coletados ao longo de décadas de atuação profissional de Severo em mais de 20 países.

Membro do Sindicato dos Escritores de São Paulo, Severo teve contato com a prática dos agentes israelenses no país centro-americano em 2013 e 2024, e na Palestina, em 2000 – quando entrevistou o presidente Yasser Arafat - e 2015. “Nos dois países pude presenciar as atrocidades impostas aos seus povos pelos sionistas, sempre com a sustentação estadunidense. Somente na ditadura guatemalteca entre 1960 e 1996, oficialmente, foram 200 mil mortos e mais de 45 mil desaparecidos – cinco mil crianças. Um terrível banho de sangue”, denunciou.

De forma categórica, o autor descreve “o caráter manipulador dos grandes conglomerados midiáticos e a forma como falseiam a realidade, sempre procurando silenciar ou invisibilizar os fatos na tentativa de absolver os criminosos e transformar as vítimas em culpadas”. “Exatamente o mesmo que estamos vendo agora onde procuraram esconder a matança das 168 meninas e 14 professoras da escola por um bombardeio dos EUA-Israel”, acrescentou.

PELO DIREITO À VIDA
“Nosso compromisso é com a solidariedade, com a defesa da liberdade e a verdade, com o direito à vida”, afirmou o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos, Vanderlei Aparecido Strano, destacando a relevância da atividade “em um momento em que tentam calar o diálogo com bombas e destruição”. “Os povos do mundo estão se mobilizando e demonstrando que é necessário construir um caminho de paz para todos”, frisou.

Para o presidente da Federação Estadual dos Metalúrgicos da CUT, Erick Silva, “a iniciativa dialoga com a necessidade de envolver o conjunto da sociedade neste tema-chave que é a repulsa à covardia da guerra de Trump e Netanyahu, e a defesa intransigente da vida”. “Cidadania significa envolvimento, participação, compromisso com o interesse comum, o oposto ao da indústria armamentista”, enfatizou.

“PALESTINIZAÇÃO DO TERRITÓRIO MAIA”
Em sua apresentação do livro, o pesquisador do Escritório de Direitos Humanos da Arquidiocese da Guatemala, Raúl Nájera, recorda que “oficiosamente alguns militares falaram em Palestinização do território maia na Guatemala, pelo fato de grupos paramilitares israelenses comandarem suas práticas de assassinato massivo, racista e de desaparições forçadas”.

Como recorda o editor da Diálogos do Sul Global e veterano jornalista Paulo Cannabrava Filho, da histórica revista Cadernos do Terceiro  Mundo, há uma guerra sendo travada que não é só militar, “mas contra a memória, contra a soberania dos povos, contra o direito à autodeterminação”. “E essa guerra é midiática, cultural e simbólica. Por isso, livros como este são ferramentas de luta”, concluiu.

Dia 19 de março – (Quinta-feira) – 19 horas
Sede do Sindicato dos Metalúrgicos
Rua Luiz Procópio de Araújo Ferraz, 1001
Santa Felícia - São Carlos/SP

SÃO CARLOS/SP - A cidade de São Carlos já confirmou 180 casos de Dengue desde o início de 2026, de acordo com o mais recente levantamento da vigilância epidemiológica. Além disso, cinco notificações ainda estão em análise aguardando resultados laboratoriais, enquanto 48 suspeitas foram descartadas nesta semana.

Apesar do aumento de casos confirmados, a boa notícia é que não houve registro de óbitos relacionados à doença no município até agora. As equipes de saúde continuam acompanhando a evolução dos casos e orientando a população sobre medidas preventivas.

Outras doenças transmitidas pelo mosquito também são monitoradas. Em relação à Chikungunya, foram registradas 51 notificações suspeitas, mas todas foram descartadas após avaliação médica e exames.

No caso do Zika vírus, 50 ocorrências suspeitas foram notificadas ao longo do período, porém nenhuma delas teve confirmação laboratorial.

Já a Febre Amarela não apresentou qualquer registro de suspeita na cidade até o momento. A orientação das autoridades é que a população mantenha cuidados básicos, como eliminar água parada em quintais e recipientes, para evitar a reprodução do mosquito transmissor.

SÃO CARLOS/SP - Na manhã desta segunda-feira (16/03), a Polícia Militar, com apoio da Guarda Municipal e do Departamento de Fiscalização da Secretaria Municipal da Gestão da Cidade e Infraestrutura, realizou uma operação em depósitos de sucata em diferentes regiões de São Carlos. A ação foi definida pelo Gabinete de Gestão Integrada Municipal (GGI-M) e teve como objetivo coibir ilícitos penais e administrativos.

As equipes vistoriaram dois estabelecimentos que haviam sido alvo de denúncias de receptação de produtos e fiação furtada. Durante as inspeções, os militares verificaram a ficha criminal dos proprietários e a procedência dos materiais encontrados. Nenhuma irregularidade penal foi identificada.

O Departamento de Fiscalização analisou a documentação dos comércios. Dois estabelecimentos foram interditados na região dos bairros  Botafogo e Santa Teresa por ausência de Alvará de Licença, conforme informou o chefe de Fiscalização de Posturas, Marcelo Celenza.

O diretor do Departamento de Fiscalização da Secretaria Municipal da Gestão da Cidade e Infraestrutura, Rodolfo Penela, destacou a importância da atuação conjunta entre os órgãos municipais e a Polícia Militar. Segundo ele, a operação busca garantir que os estabelecimentos funcionem de forma adequada, preservando a segurança e a saúde pública. No total, dois estabelecimentos foram vistoriados e dois interditados.

SÃO CARLOS/SP - A campanha “São Carlos por Elas”, que tem mobilizado instituições e lideranças locais no enfrentamento à violência contra a mulher, ganhou um importante reforço institucional na última sexta-feira (13) com a adesão da Defensoria Pública do Estado de São Paulo na cidade de em São Carlos.

Na sede da instituição, os defensores Jonas Zoli Segura e Joemar Rodrigo Freitas receberam a visita do presidente da Câmara Municipal, Lucão Fernandes e do vereador Lineu Navarro, responsáveis pela proposição da audiência pública de conscientização sobre feminicídio e violência doméstica que será realizada no Teatro Municipal, no dia 30 de março, às 18h.

A reunião entre os parlamentares e os defensores foi voltada ao fortalecimento de ações conjuntas entre instituições no enfrentamento à violência doméstica e ao feminicídio. Também foram discutidas estratégias de acolhimento às vítimas, ampliação de mecanismos de proteção e a importância da atuação integrada entre os poderes públicos e as instituições de justiça. Os representantes da Defensoria elogiaram a iniciativa da Câmara Municipal em colocar o tema no centro do debate público.

Segundo eles, a mobilização institucional é fundamental diante do aumento dos casos de violência contra a mulher, realidade que tem preocupado os órgãos de defesa de direitos em todo o país. Para Lucão Fernandes e Lineu Navarro, a participação da Defensoria fortalece a rede de proteção e amplia o alcance das políticas públicas voltadas às mulheres. Os vereadores formalizaram o convite para que os defensores participem da audiência e destacaram que o encontro reunirá representantes do poder público, do sistema de justiça e da sociedade civil para discutir medidas concretas de enfrentamento ao feminicídio e à violência doméstica, além de propor novos mecanismos de proteção às mulheres. A campanha “São Carlos por Elas” busca

justamente ampliar esse debate na cidade, estimulando a construção coletiva de políticas públicas capazes de prevenir a violência, proteger vítimas e fortalecer a rede de apoio no município.

SÃO CARLOS/SP - A Prefeitura de São Carlos sancionou a lei de número 24063/2026 que proíbe o uso de coleiras eletrônicas em animais no município. A nova legislação, de autoria dos vereadores Elton Carvalho e Bruno Zancheta (Republicanos), já está em vigor e impede a utilização de dispositivos que emitam estímulos aversivos, como choques elétricos, sons incômodos, vibrações ou sprays, utilizados no adestramento ou controle de pets.

O projeto havia sido aprovado pela Câmara Municipal com ampla maioria de votos e agora passa a integrar o conjunto de normas voltadas à proteção e ao bem-estar animal na cidade. A proposta tem como objetivo incentivar métodos de adestramento baseados no reforço positivo, evitando práticas que provoquem dor, medo ou sofrimento aos animais.

De acordo com os autores da lei, a iniciativa representa um avanço na legislação municipal e reforça o compromisso de São Carlos com políticas públicas voltadas à causa animal.

Para o vereador Elton Carvalho, a sanção da lei é um passo importante na construção de uma legislação mais moderna e humanitária. “Esse é mais um avanço numa legislação que prioriza o bem-estar animal. É possível ensinar e corrigir comportamentos sem causar dor. Nosso objetivo é promover respeito e garantir mais dignidade aos animais”, afirmou.

O vereador Bruno Zancheta destacou que a medida também reflete uma mudança de consciência na sociedade. “Não podemos mais aceitar que o sofrimento físico seja utilizado como ferramenta de controle. A aprovação e agora a sanção da lei mostram que São Carlos está avançando na proteção animal e na construção de uma sociedade mais consciente”, disse.

Com a nova lei, o uso desses equipamentos passa a ser proibido em todo o território do município. O descumprimento da norma poderá resultar em sanções administrativas aos responsáveis, conforme regulamentação a ser definida pelo Poder Executivo.

A medida coloca São Carlos entre os municípios brasileiros que vêm adotando legislações mais rigorosas em defesa dos animais, acompanhando um movimento crescente de valorização do bem-estar animal e de incentivo a práticas de cuidado mais responsáveis.

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