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EUA - O dia 9 de abril marca o início do GP dos meio-pesados (93 kg) do Bellator. O torneio reúne grandes estrelas do MMA e logo na primeira rodada vai colocar frente a frente dois lutadores que se conhecem bastante. Ryan Bader e Lyoto Machida voltam a se enfrentar após praticamente nove anos. Os dois atletas mediram forças em um combate em 2012, ainda pelo UFC, e o brasileiro saiu vitorioso por nocaute no segundo round.

Em entrevista ao site 'MMA Junkie', Bader, atual campeão do peso-pesado do Bellator, comemorou a oportunidade que vai ter para devolver aquele revés. O americano rechaçou um sentimento de vingança em relação ao brasileiro e destacou a oportunidade que vai ter para se testar e confirmar a sua evolução diante de um velho conhecido.

"Para mim é algo para ver o quanto cresci como lutador. Naquela primeira luta eu era um bom wrestler, batia forte, tinha basicamente o overhand, mas não sabia o que estava fazendo em pé mesmo. Eu estava meio perdido lá. Ao longo dos anos e experiência de estar nessas grandes lutas me ajudou muito. Quero ver o quanto cresci. Então eu adoraria ir lá e, obviamente, ganhar a luta de uma ótima forma", afirmou Bader, antes de dar uma leve alfinetada na maneira de atuar do 'Dragão'

"Ele está lutando com os melhores do mundo. Mousasi e Phil Davis são alguns dos melhores caras do mundo. Às vezes não há muita ação nas lutas dele, muitas decisões divididas. Mas para mim, eu quero ir lá e colocar um carimbo nisso e me certificar de que não haja dúvidas. Eu fui lá e ganhei aquela luta", completou.

No MMA profissional desde 2007, Ryan Bader acumula 27 vitórias, seis derrotas e um ‘No Contest’ (luta sem resultado) em seu cartel. Após passagem pelo Ultimate, o atleta estreou no Bellator em 2017, quando superou Phil Davis na decisão dividida dos jurados para conquistar o cinturão dos meio-pesados. No entanto, o lutador perdeu o título da divisão ao ser nocauteado pelo jovem russo Vadim Nemkov, em agosto de 2020. Atualmente, o americano segue como soberano da divisão dos pesos-pesados, cinta conquistada em janeiro de 2019, ao superar Fedor Emelianenko, por nocaute.

 

 

*Por: Ag. Fight

MUNDO - Responsável por encerrar a hegemonia de Anderson Silva nos médios (até 83,9kg.), Chris Weidman está longe dos seus momentos de glória no MMA. Vindo de cinco derrotas nas últimas seis lutas, o ex-campeão da divisão tem compromisso contra Omari Akhmedov neste sábado (8), pelo UFC Las Vegas 6 e entende a necessidade de vencer para seguir na organização.

“Eu preciso de uma vitória. Preciso retomar o caminho das vitórias. Acho que tenho muitas vantagens nessa luta, mas, quando se está lá (no octógono), você nunca sabe o que vai acontecer”, disse o norte-americano em entrevista ao ‘MMA Fighting’.

Com uma extensa lista de grandes adversários em seu cartel como profissional nas artes marciais mistas, Weidman admitiu que, quando topou o desafio de encarar Omari, não conhecia o adversário. Após analisar o oponente, Chris, então, reconheceu as qualidades do novo rival.

“Eu só queria lutar. Honestamente, eu nunca tinha ouvido falar dele. Nem meu empresário conhecia. Daí, fui pesquisar e ele tem crescido. Está no UFC por um tempo e tem alterado entre meio-médio (até 77kg.) e médio”, explicou, antes de completar. “Ele vem de uma boa sequência de vitórias e está no top 15. Será uma das primeiras vezes que não estou enfrentando alguém do top 15, mas ele é um garoto duro. Acho que é um bom ‘casamento”, contou o ex-campeão.

Sequência negativa no UFC

Mundialmente famoso por ter derrotado, por duas vezes, uma das maiores lendas da história do esporte, ambas em 2013, Weidman analisou seu retrospecto recente na organização. Sem vencer desde julho de 2017, o norte-americano justificou a má fase com os atletas de alto nível que enfrentou nos últimos anos.

“É um esporte muito duro. Os fãs também são duros, mas é meio que motivador. Eu tenho uma vitória nas últimas seis lutas, mas vejam quem eu enfrentei e um dos que ganhei (Kelvin Gastelum) e ele se saiu muito bem. Em todas as lutas, tirando a com (Dominick) Reyes (em outubro do ano passado), eu estava vencendo. É isso que acontece, às vezes”, afirmou.

Como atleta de alto rendimento, Chris afirmou que pretende sempre enfrentar os melhores. A derrota, então, segundo o lutador, é algo que pode acontecer em um esporte tão imprevisível.

“Você enfrenta todos esses caras bons. Nem sempre sairá com a mão levantada. Existe uma aleatoriedade sobre quem vence na noite. Coisas aleatórias acontecem, não quer dizer que a pessoa é a melhor na luta”, finalizou.

O confronto deste sábado na luta co-principal da noite marcará o retorno de Chris aos médios após um teste frustado entre os meio-pesados (até 93kg.). O atleta tenta retomar o prestígio conquistado depois de assumir o posto de campeão da divisão entre 2013 e 2015.

 

 

*Por: VH Gonzaga / SUPER LUTAS

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