SÃO CARLOS/SP - A atitude suspeita de um homem durante a madrugada levou à recuperação de um veículo furtado em São Carlos.
O caso aconteceu pouco depois da meia-noite desta terça-feira (1º), na Avenida Miguel Abdenur Filho, no Jardim Acapulco. Um vigilante de rua acionou a Guarda Municipal após testemunhar um indivíduo abandonar um VW/Gol de cor verde e fugir em direção a uma área de mata.
A equipe do Grupamento de Patrulhamento Ambiental Rural foi mobilizada para atender a ocorrência. Os guardas fizeram uma varredura no local indicado e entraram na mata na tentativa de localizar o homem, mas ele conseguiu escapar.
Enquanto a ocorrência era atendida, os agentes realizaram pesquisas nos sistemas de monitoramento e segurança da cidade. Foi então constatado que o veículo possuía registro de furto.
O crime havia ocorrido na tarde anterior, no estacionamento da UBS Botafogo. A proprietária do automóvel é funcionária da unidade.
O carro foi recuperado e apresentado à Polícia Civil para o registro da ocorrência. Por causa do horário, os agentes não conseguiram localizar a vítima para comunicar imediatamente a recuperação.
Como medida de segurança, o veículo acabou sendo encaminhado ao pátio municipal, onde ficará até a realização dos procedimentos necessários para sua restituição.
HOLANDA - A Mercedes começou o ano como favoritíssima aos dois títulos e fez jus às expectativas no início do campeonato, ao vencer as seis primeiras corridas da F1 2026. No entanto, a escuderia alemã perdeu a folga que tinha na ponta durante as provas, e o chefe de equipe Toto Wolff atribui a queda de desempenho à falta de atualizações no carro.
Das últimas seis corridas, a Mercedes venceu apenas duas e viu Ferrari e McLaren, duas equipes que investiram bastante em atualizações de seus carros nas últimas provas, entrarem de vez no páreo. Depois da vitória de Lando Norris no GP da Holanda de domingo (23), Wolff afirmou que o time alemão não tem como investir tanto quanto os adversários neste momento.
– Não temos dinheiro para fazer desenvolvimentos no carro. Eu disse antes que estamos tentando dividir isso de forma equilibrada ao longo da temporada, com base nos nossos cálculos de quando podemos trazer as maiores atualizações e otimizar os pontos do campeonato. Mas simplesmente não conseguimos fazer o que não podemos fazer – disse.
Na Fórmula 1, cada equipe tem um teto de gastos estipulado pela categoria em 215 milhóes de dólares (cerca de R$ 1,1 bilhão, na atual cotação). A F1 afirma que o recurso foi introduzido para tentar manter o campeonato mais competitivo, além de assegurar a estabilidade dos times a longo prazo.
O teto inclui todo o dinheiro gasto em pesquisa e desenvolvimento do carro, incluindo a confecção de novas partes aerodinâmicas. Os salários dos funcionários também entram na conta, com exceção dos três mais bem pagos e dos pilotos.
Por causa disso, as equipes precisam ser criteriosas na hora de escolher quando vão levar à pista as atualizações nos carros. Ao lado da Williams, a Mercedes é a equipe que menos levou modificações para as corridas na temporada, enquanto Ferrari e McLaren estão entre os times com mais mudanças.
A equipe britânica, por exemplo, introduziu grandes mudanças no MCL40 tanto em Budapeste (última corrida antes das férias) quanto em Zandvoort. A melhora no desempenho levou a McLaren a duas vitórias seguidas, ambas com Norris.
Com a diferença no ritmo de atualizações entre as equipes do topo do pelotão, Wolff afirmou que a disputa na parte de cima da tabela tem sido mais difícil do que estava no início do ano.
– Por isso é uma corrida de desenvolvimento. Se você levar uma atualização, cada um dos times do topo terá pelo menos alguns décimos, e é isso que você perde. Então, sim, o passeio tem sido um pouco mais difícil do que no começo do ano.
Em julho, o gestor da Mercedes chegou a ironizar o número de atualizações da Ferrari e afirmou que a escuderia ficaria "sem dinheiro logo". Em Zandvoort, Toto cutucou mais uma vez as equipes adversárias e, além disso, deu a entender que o time alemão ainda tem margem para investir na parte final do campeonato – uma grande atualização já está sendo planejada, mas ainda sem data definida para introdução.
– Bem, você verá perto do final da temporada se eles vão conseguir instalar tanta coisa no carro quanto fazem agora. Alguém pode ter uma estratégia diferente gastando mais no começo e no meio do ano do que no final – disse o austríaco.
As mudanças na ordem das equipes também mudaram a percepção de Kimi Antonelli, líder do campeonato, sobre o carro da Mercedes. Embora as Flechas de Prata ainda comandem as disputas de pilotos e construtores, o italiano acha que o time alemão não tem o carro mais veloz da F1 neste momento.
– Claramente, nós não somos mais o carro mais rápido do grid. Somos o segundo ou terceiro, provavelmente – pelo menos na corrida de hoje. E a McLaren deu um grande passo, especialmente depois da Hungria, depois do grande pacote de atualizações que eles trouxeram. Mas estou confiante, a equipe está trabalhando muito duro nesse pacote que está vindo e quer se assegurar de que vai dar certo quando for introduzido – analisou.
Por Redação do ge
SÃO CARLOS/SP - O Parque Ecológico Municipal de São Carlos passou a contar, nesta quinta-feira (6/8), com três veículos elétricos destinados ao manejo dos animais e à manutenção do espaço. Os equipamentos foram adquiridos por meio de emenda parlamentar de R$ 57.879,61, destinada pelo vereador Paraná Filho, e representam um novo passo na modernização da estrutura do Parque.
Segundo o prefeito Netto Donato, a aquisição faz parte de um esforço mais amplo de modernização dos serviços públicos do município. “Cada vez mais estamos modernizando todos os setores do município, e isso é mais um passo importante. Com o apoio do vereador Paraná Filho, que destinou a emenda parlamentar, foi possível adquirir três veículos elétricos para o transporte e o manejo da alimentação dos animais, auxiliando também o trabalho das equipes do Parque Ecológico. Modernizar não significa apenas utilizar novas tecnologias, mas oferecer melhores condições de trabalho aos servidores e tornar os serviços mais eficientes para toda a população”, afirmou.
O secretário de Meio Ambiente e Bem-Estar Animal, Júnior Zanquim, explicou que os veículos vão substituir um método de trabalho mais artesanal. "São três carrinhos elétricos que vão facilitar o transporte dos alimentos até os recintos onde os animais ficam. Antes esse trabalho era realizado com carriolas e, agora, teremos mais agilidade e eficiência. Os veículos também poderão ser utilizados para o transporte de animais de pequeno porte até o Centro Médico Veterinário quando houver necessidade de atendimento. É um investimento que melhora a rotina de trabalho das equipes e contribui diretamente para o bem-estar dos animais", disse.
Autor da emenda que viabilizou a compra, o vereador Paraná Filho destacou a dimensão logística do Parque como justificativa para o investimento. “O Parque Ecológico é um dos pontos turísticos mais importantes do município e possui uma grande extensão territorial, com recintos distribuídos por toda a área. Muitos animais recebem alimentação duas ou três vezes ao dia, e era necessário modernizar essa logística. Estamos investindo em tecnologia, oferecendo melhores condições de trabalho aos servidores e garantindo ainda mais eficiência no cuidado com os animais", afirmou. Segundo o vereador, o Parque completa 50 anos no próximo ano e “merece investimentos que acompanhem sua importância para São Carlos”, com planos de destinar ainda novos veículos voltados à acessibilidade dos visitantes.
Atualmente, o Parque Ecológico abriga mais de 300 animais de mais de 100 espécies da fauna sul-americana. Cerca de 40 profissionais atuam diariamente na alimentação, manejo, limpeza dos recintos, manutenção e cuidados veterinários, percorrendo aproximadamente 30 hectares de área operacional.
MALÁSIA - A Federação Internacional do Automobilismo (FIA) divulgou os horários oficiais das sessões em cada uma das 12 etapas restantes da F1 2026. Com isso, a entidade também confirma que o recém adicionado
GP do Bahrein na Malásia será uma prova diurna. Inclusa recentemente no calendário, a corrida será em 4 de outubro.
Informações inicialmente exibidas no aplicativo da Fórmula 1 levantaram dúvidas sobre o horário da prova, já que o GP do Bahrein é tradicionalmente noturno. Porém, na última semana, os proprietários do Circuito Internacional de Sepang asseguraram que não é este o caso. De acordo com jornais locais, a pista não possui a estrutura exigida de iluminação para uma corrida feita de noite.
- A corrida será realizada de tarde, não à noite - declarou Azhan Shafriman Hanif, diretor-executivo da pista.
A prova está prevista para as 15h locais, no horário malaio, em 4 de outubro. No horário de Brasília, a largada deve ser às 4h da manhã de domingo, 5 de outubro. As últimas edições do GP da Malásia, sediado pela última vez na F1 em 2017, também foram no fim da madrugada no horário do Brasil.
Veja os horários confirmados do GP do na Malásia
Sexta-feira (3 de outubro)
Treino livre 1: 1h30
Treino livre 2: 5h0
Sábado (4 de outubro)
Treino livre 3: 1h30
Classificação: 5h00
Domingo (5 de outubro)
Corrida: 4h00
Realizar uma corrida no Circuito de Sepang foi a alternativa adotada pela F1 para não deixar de promover o GP do Bahrein - cuja realização, em abril, foi suspensa em razão dos conflitos bélicos no Oriente Médio. Por isso a prova será chamada oficialmente de GP do Bahrein na Malásia.
A corrida estava inicialmente prevista para 12 de abril; agora, vai ser no intervalo entre os GPs do Azerbaijão e Singapura, em 4 de outubro. Ela marcará o retorno do Circuito de Sepang à categoria após quase dez anos de ausência, sediando seu 20º grande prêmio da história.
Localizada na capital da Malásia, em Kuala Lumpur, capital da Malásia, a pista tem Sebastian Vettel como maior vencedor, dono de quatro triunfos na corrida malaia. O último a vencer a prova foi Max Verstappen, em 2017, última edição da etapa. O país havia deixado de receber corridas pela queda na receita somada ao aumento das taxas exigidas pela F1.
Quando confirmou que o GP do Bahrein seria realizado na Malásia, a F1 também assegurou que não pretendia realocar o GP da Arábia Saudita, outra prova prevista para o mês de abril e cuja realização foi impedida pela guerra no Oriente Médio.
O conflito envolvendo Estados Unidos, Irã e Israel e que se estende por todo o Golfo Pérsico agora ameaça a realização dos GPs do Catar e Abu Dhabi, as duas últimas corridas da F1 em 2026. Catar e Emirados Árabes Unidos (onde fica Abu Dhabi) são fronteiriços ao Irã, separados apenas pelo Golfo.
O Catar tem sido um dos principais alvos dos ataques no conflito, assim como o Bahrein e a Arábia Saudita. Caso não seja possível realizar as últimas duas corridas do ano nas pistas, a pretensão da F1 é de finalizar o Mundial 2026 na Europa.
Por Redação ge
HUNGRIA - A proximidade das férias do verão europeu da F1 2026, que começam logo após o GP da Hungria no dia 26 de julho, sinaliza a chegada da silly season ("temporada de besteiras" na tradução para português; período de especulações sobre transferências no grid). Diante disso, a Red Bull admite que tem sido procurada por outros pilotos, mas se vê em melhores condições de manter Max Verstappen.
- É totalmente natural; creio que era exatamente isso que vocês estavam relatando antes. É natural que Max receba ligações de todos pois ele é o melhor piloto do mundo; da mesma forma, se você é uma equipe de ponta, também vai receber ligações de muitos desses bons pilotos por aí. Isso é normal. Mas é uma distração para nós? Na verdade, não. Nosso foco é em deixar o carro o mais rápido possível; assim, manteremos o melhor piloto do mundo, e veremos o progresso de Isack (Hadjar) - disse Mekies, durante o fim de semana do GP da Bélgica.
Além da silly season, as férias de verão da F1 ainda marcam o fim de um período que pode ser decisivo para o futuro da equipe e do tetracampeão: isso porque, segundo rumores, Max possui uma cláusula que o libera do time caso ele não seja ao menos vice-líder do campeonato até a pausa do Mundial.
Hoje, Verstappen ocupa o sétimo lugar no campeonato de pilotos com 91 pontos. Sua diferença para o atual vice-líder, Lewis Hamilton, é de 68 pontos, muito mais que os 25 em disputa no GP da Hungria no próximo fim de semana.
A posição do holandês na tabela dá o tom do desafio que a Red Bull enfrenta com seu carro de 2026, mas o time acredita que, hoje, está em melhor posição para dar a Verstappen motivos para ficar. O holandês chegou a pressionar Kimi Antonelli pela liderança do GP da Bélgica, no último domingo, e conquistou na prova seu terceiro pódio de 2026 ao chegar em terceiro lugar:
- Para nós, eles são a dupla ideal, e tentamos garantir que possamos mantê-la. Tudo o que precisamos fazer é continuar evoluindo com o carro. Começamos em desvantagem, mas esses caras onseguiram de novo. Estávamos a mais de um segundo de distância e agora estamos falando dos últimos dois ou três décimos para atingir o ritmo máximo. Quando você está a um segundo de distância, os pilotos ficam frustrados, Max fica frustrado. Sabemos que não é a posição em que queremos ficar. A melhor maneira de encerrar esse assunto é ir atrás desses últimos dois ou três décimos, e é nisso que todos estão focados.
Em 2025, a imprensa especializada também ventilou a saída precoce de Verstappen da Red Bull, apesar de seu contrato ir até 2028. Ele, porém, permaneceu com o time, brigando até conquistar o vice-campeonato no título de Lando Norris.
Agora, no entanto, a situação é mais difícil. O piloto não se adaptou ao novo regulamento técnico da F1 e tem sofrido com muitos problemas mecânicos - sobretudo a instabilidade da traseira do RB22, que já provocou três batidas em classificações e na corrida do GP da Grã-Bretanha. Max ainda abandonou os GPs da China e Mônaco com falhas em seu sistema de recuperação de energia (ERS) e em seu motor.
- A Red Bull e a Red Bull Racing têm apenas um objetivo: vencer, e esse é o mesmo objetivo de Max. Não se trata de como podemos provar a ele que somos capazes de vencer; estamos aqui para vencer de qualquer maneira. Esse é o mesmo grupo de pessoas que conseguiu aquela incrível reviravolta no ano passado; o mesmo grupo que conseguiu reduzir a diferença em quase um segundo em relação aos nossos concorrentes. Agora estamos na parte mais difícil, os últimos décimos, os mais difíceis. O que precisamos fazer é continuar trabalhando como um grupo unido, e é assim que vamos alcançar os melhores resultados - reforçou Mekies.
Por Redação ge
CANADÁ - A chegada da Audi à Fórmula 1 atraiu altas expectativas; afinal, trata-se de uma escuderia tradicionalíssima e multicampeã em outras categorias do automobilismo. No entanto, esperava-se um início difícil: não só por herdar a estrutura da Sauber, uma equipe de menor porte no grid, mas também por produzir um motor próprio logo na temporada de estreia – e de introdução do novo regulamento.
Surpreendentemente, o carro da Audi não é fraco na comparação com as rivais do pelotão do meio, em especial pelo ousado conceito aerodinâmico. Tanto é verdade que, quando há a oportunidade, o brasileiro Gabriel Bortoleto e o alemão Nico Hulkenberg têm conseguido colocações acima do esperado para um time estreante, com briga constante por vaga entre os dez primeiros do grid.
O grande percalço é que a falta de confiabilidade tem impedido que essas oportunidades apareçam com mais frequência. Durante os quatro finais de semana de grandes prêmios, os dois pilotos sofreram e tiveram que lidar com problemas e quebras em quase todas as vezes.
Até aqui, o único piloto da Audi a passar sem maiores problemas por um fim de semana nesta temporada foi Hulkenberg, no GP do Japão. Em todos os outros casos, os dois nomes da equipe alemã tiveram que lidar com pelo menos uma falha, seja nos treinos ou em momentos cruciais.
O brasileiro enfrentou dificuldades em todas os finais de semana da temporada até agora, e na maioria deles pelo mesmo problema: a caixa de câmbio. O primeiro incidente aconteceu na classificação para o GP da Austrália, logo assim que Bortoleto avançou à última fase da disputa.
MATÉRIA COMPLETA em ge.globo.com
Por Breno Peçanha /ge
MÔNACO - Uma parceria inusitada venceu a votação promovida pelo ge sobre a pintura especial mais bonita da Fórmula 1. No GP de Mônaco de 2005, a Red Bull e a franquia Star Wars se uniram para divulgar um dos filmes da franquia. Mesmo mais de duas décadas depois, o resultado dessa união continua chamando atenção. O carro foi o preferido de 21,48% dos torcedores que participaram da enquete do ge e ficou à frente de outras 19 pinturas listadas.
O design vencedor foi desenvolvido para comemorar a estreia mundial de "Star Wars III: A Vingança dos Sith", terceiro filme da franquia, em 19 de maio de 2005, justamente na semana do GP de Mônaco. O evento de lançamento comemorou ainda o "Dia de Star Wars", celebrado em 4 de maio e inspirado pelo trocadilho em uma das frases marcantes da franquia: "May the force be with you" (Que a força esteja com você).
A parceria entre a empresa austríaca e a franquia representou a união de duas legiões de fãs apaixonados ao redor do mundo. Apesar da popularidade, o carro não cruzou a linha de chegada no principado. David Coulthard e Vitantonio Liuzzi, pilotos da Red Bull à época, abandonaram a prova.
O pódio na votação do ge também tem a homenagem da Racing Bulls à caligrafia shodô (2026) e a pintura especial da Ferrari para o GP número 1000 da equipe (2020).
Confira o ranking completo abaixo:
Qual é a pintura especial mais bonita da Fórmula 1
| Carro | GP/ano | Porcentagem |
| Red Bull "Star Wars" | Mônaco 2005 | 21,48% |
| Racing Bull Arte Japonesa | Japão 2026 | 15,45% |
| Ferrari "1000 GPs" | Toscana 2020 | 15,39% |
| McLaren Amarela | Portugal 1986 | 9,02% |
| Ligier "art car" | Japão 1993 | 7,61% |
| Haas "Godzilla" | Japão 2026 | 7,13% |
| Ferrari Azul | México 1964 | 4,83% |
| Mercedes "Wolf" | Japão 2026 | 3,3% |
| Red Bull "DisruptoBull" | Pré-temporada 2018 | 2,48% |
| Ferrari de Luto | Itália 2001 | 2,18% |
| McLaren/Alonso | Abu Dhabi 2018 | 2,18% |
| Red Bull "Superman" | Mônaco 2006 | 1,77% |
| Ferrari de Luto 2 | Bahrein 2005 | 1,71% |
| Red Bull "Carmo Bull" | Pré-temporada 2015 | 1,47% |
| Mercedes "125 anos" | Alemanha 2019 | 1,06% |
| Jaguar "Oceans Twelve" | Mônaco 2004 | 1% |
| Red Bull "Wings foi life 2" | Silverstone 2012 | 0,65% |
| Red Bull/David Coulthard | Brasil 2008 | 0,59% |
| Red Bull "Wings foi life" | Inglaterra 2007 | 0,41% |
| BAR 555 | China 2005 | 0,29% |
Após o GP do Japão, vencido por Kimi Antonelli, os pilotos terão um mês de folga antes de se reencontrarem nos Estados Unidos para o GP de Miami. A prova, quarta das 22 etapas previstas para a temporada de 2026, ocorrerá entre os dias 1 e 3 de maio, no Autódromo Internacional de Miami, e abrirá o tour pelo Ocidente.
Por Redação ge
BARCELONA - A Ferrari se juntou a outras rivais e estreou, na terça-feira, nos testes secretos de pré-temporada da F1 em 2026. Encarando chuva no Circuito de Barcelona-Catalunha, na Espanha, Lewis Hamilton finalizou a sessão com uma visão positiva do SF-26, carro da escuderia para este ano, e dos novos regulamentos técnicos.
- Tenho o privilégio de estar aqui há muito tempo, 19 anos. Já passei por muitos carros diferentes e foram muitas mudanças, mas esta é a maior que percebi. Não quero falar muito sobre isso ainda, porque é difícil saber. Quero dizer, tem muito menos downforce do que tínhamos no ano passado, mas não temos o porpoising (saltos do carro) que tínhamos no ano passado, ou em 2022. Definitivamente há pontos positivos - detalhou o heptacampeão, adicionando:
- Será um grande desafio para todos, para todas as equipes, o que eu acho ótimo. Isso realmente coloca todos em desvantagem, todos vão estar realmente atentos e aprendendo à medida que avançam. Quem se desenvolver mais rápido, quem for mais inteligente na otimização do tempo e do uso de energia e desenvolvimento, estará no topo. E Isso dá a todos a chance de chegar ao topo, o que é bom.
Em 2026, a F1 introduzirá um novo regulamento que mudará não apenas seus carros, mas também as unidades de potência. Por esse motivo, as equipes terão mais oportunidades de testes na pré-temporada: ao invés de uma única semana de atividades, a categoria organizará três rodadas distintas.
A primeira está sendo promovida nesta semana e termina na sexta-feira - sem acesso de fãs ou da imprensa. As outras duas serão no mês de fevereiro no Bahrein; o Circuito de Sakhir estará aberto para a mídia, e as sessões vão ser exibidas na televisão.
Na terça, apenas a Red Bull acompanhou a Ferrari na pista; como a escuderia italiana correu na chuva, Max Verstappen fez para a equipe austríaca a melhor volta do dia. Isack Hadjar, novo companheiro de equipe do tetracampeão, bateu com o RB21.
Hamilton também fez uma avaliação positiva do desempenho do novo carro da Ferrari. Destacou que houve questões a serem corrigidas no SF-26, mas que o cenário geral é favorável:
- Estou muito orgulhoso de todos na fábrica pelo trabalho realizado para chegar a este ponto, pois obtivemos muitas informações sobre o carro. Definitivamente, precisamos continuar assim, ainda há muito a fazer, mas foi um bom primeiro dia. Poderia ter sido muito pior, considerando uma mudança tão grande nas regulamentações. Então, passar o dia sem grandes problemas - não houve nenhum problema grave, apenas pequenos detalhes que estamos tentando melhorar... É excelente. Como mencionei, precisamos só tentar ter mais dias como este.
O heptacampeão manterá, em 2026, a dupla formada com Charles Leclerc. Os dois inauguraram a parceria em 2025, ano no qual a Ferrari foi apenas quarta colocada no Mundial de construtores; nenhum dos dois venceu corridas, embora Hamilton tenha triunfado na prova sprint do GP da China. Leclerc, por outro lado, faturou sete pódios na temporada passada.
A meta, porém, é de dar a volta por cima em 2026. Ao longo do último ano, Hamilton se dedicou a produzir relatórios apontando os problemas do carro anterior e melhorias para o novo ano. O inglês, por sinal, é o centro de uma mudança importante visando a temporada que está por vir: seu engenheiro, Riccardo Adami, foi retirado da função para outro cargo. Outro nome ainda será anunciado.
Por Redação ge
BERLIM - A Audi apresentou nesta terça-feira, em Berlim, o carro com o qual fará sua temporada de estreia na F1. O modelo R26 foi batizado como “maravilhoso” pelo piloto brasileiro Gabriel Bortoleto, que falou com exclusividade ao ge após o evento.
É incrível. Esse carro é maravilhoso. Muito feliz de poder anunciar o carro para vocês. Esse carro é nosso, não é só meu. Estou animado para ir à pista semana que vem em Barcelona, fazer um bom trabalho e desenvolver bastante esse carro. Temos muito trabalho pela frente, mas, se Deus quiser, vai ser maravilhoso. Vamos alcançar muita coisa. — Gabriel Bortoleto
Depois de uma primeira temporada em que se destacou com bons resultados, como o sexto lugar no GP da Hungria, Bortoleto passará a defender uma equipe de fábrica, já que a Audi comprou a Sauber, time defendido pelo brasileiro em 2025.
O piloto, porém, minimiza a pressão por defender a marca das quatro argolas e confia em todo o trabalho para alcançar suas metas ao longo de 2026.
"Olha, a gente já tinha contrato com eles antes. Não mudou nada. A gente tem uma longa jornada pela frente, digamos assim. É o que posso falar. Estou muito confiante que, com tempo, dedicação, trabalho e esforço a gente vai alcançar tudo isso. Tem que ter paciência, e a gente tem nossos objetivos bem claros", complementou o paulista de 21 anos.
Bortoleto e seu companheiro de equipe, Nico Hulkenberg, vão para a pista com o Audi R26 pela primeira vez na próxima semana, quando a F1 inicia a pré-temporada com uma bateria de testes no Circuito de Barcelona, na Espanha, entre os dias 26 e 30 de janeiro.
A categoria ainda terá mais duas sessões de atividades, ambas no Bahrein, entre os dias 11 e 13, e 18 e 20 de fevereiro. A temporada 2026 da F1 será aberta no dia 8 de março, com a disputa do GP da Austrália, corrida marcada para o circuito de Albert Park, em Melbourne.
Por Rodrigo França - ge
EUA - A temporada de 2025 da Fórmula 1 foi tudo, menos normal. Seis pilotos novatos, pódios inesperados, desempenhos surpreendentes e a briga tripla pelo título tornaram o campeonato muito atrativo. Mas afinal, quem se destacou neste ano? E quem deixou a desejar? O ge lista abaixo quem subiu e quem desceu de conceito.
Quem sobe?
Lando Norris
O piloto da McLaren já vinha em viés de alta após ser vice-campeão no ano passado, mas mudou de abordagem: decidiu abraçar mais as próprias imperfeições, assumiu os erros, valorizou os acertos e contou com a máquina desenvolvida pela equipe inglesa para se destacar e conquistar o título inédito da F1.
Norris pode não ser o piloto de maior talento bruto da Fórmula 1, mas foi aquele que mais se entendeu e entendeu seu carro durante o longo percurso de 24 corridas. A conquista premiou a consistência do piloto durante o ano, marcado por sete vitórias e 18 pódios - Lando foi quem mais terminou no top-3.
Max Verstappen
É difícil imaginar que um tetracampeão consecutivo possa subir de patamar após ver essa sequência acabar, mas nem o vice-campeonato do holandês foi capaz de mascarar um ano espetacular. Apesar de não ter pilotado o melhor carro, Max foi o piloto com maior número de vitórias no campeonato: oito.
O desempenho foi ainda mais impressionante na parte final do campeonato, com dez pódios seguidos e seis vitórias no período. A desvantagem para o líder, que chegou a ser de 104 pontos, terminou em apenas dois. A arrancada de Verstappen foi tão fora da curva que o próprio holandês disse ter considerado este o melhor ano de sua carreira.
Oscar Piastri
É verdade que o australiano teve uma reta final de campeonato para esquecer – antes líder, Piastri viu o título escapar nas corridas finais e acabou o ano em terceiro. Ainda assim, foi um ano de muita evolução do piloto de 24 anos; vale lembrar que esta foi apenas a terceira temporada dele na Fórmula 1.
A pressão pode ter mexido com a cabeça de Oscar, envolvido pela primeira vez em uma luta por título na F1. Por outro lado, o jovem também mostrou frieza e capacidade impressionante nos momentos em que esteve com mais confiança na temporada, atributos que podem render frutos nos próximos anos. Piastri acabou o ano com sete vitórias e 16 pódios.
Isack Hadjar
O francês não foi o melhor calouro em termos de pontos – o posto ficou com o italiano Kimi Antonelli, da Mercedes. No entanto, o vice-campeão da Fórmula 2 em 2024 impressionou o paddock pelo ritmo, consistência e pela capacidade de se recuperar de erros, como a batida ainda na volta de apresentação da corrida de estreia, na Austrália.
O ponto alto da temporada de Hadjar foi o pódio inédito no GP da Holanda, e o bom desempenho durante todo o ano foi suficiente para assegurar uma vaga na RBR para 2026, ao lado de Verstappen. O francês foi o 12º colocado do campeonato, com 51 pontos.
Nico Hulkenberg
Já em final de carreira, Hulkenberg teve uma de suas melhores temporadas na Fórmula 1. Pelo ponto de vista do alemão, não foi um bom negócio ter empatado em desempenho na classificação (12 a 12) com Gabriel Bortoleto, embora o brasileiro tenha feito um ano consistente e chegado à F1 com status de campeão da Fórmula 2 em 2024.
Entretanto, Nico arrancou alguns coelhos da cartola durante as corridas e fez quase o triplo de pontos do brasileiro: 51 a 19. Além disso, protagonizou um dos grandes momentos do ano ao terminar o GP da Inglaterra no pódio. O terceiro lugar em Silverstone quebrou o maior jejum da história da F1: 239 grandes prêmios fora do top-3.
Quem desce?
Lewis Hamilton
O ano de 2024 já tinha sido complicado para o heptacampeão, que ficou bem atrás de George Russell na disputa interna na Mercedes. A ida para a Ferrari representou uma nova esperança para o britânico, mas o desempenho dele foi ainda pior: Lewis sequer foi ao pódio no campeonato, algo inédito em toda a carreira, e sofreu com um carro abaixo das expectativas.
Mas os problemas do monoposto não explicam a má fase de Hamilton por si só. Companheiro de equipe do veterano, Charles Leclerc foi ao pódio sete vezes em 2025, e a disputa interna terminou em 18 a 3 para o monegasco em corridas – nas classificações, vitória de Leclerc por 19 a 5. O sexto lugar geral foi muito pouco para um dos maiores pilotos da história da Fórmula 1.
Liam Lawson
Apesar de ter participado de duas temporadas como substituto, o neozelandês iniciou o ano como titular pela primeira vez em 2025. A tarefa era ingrata: pilotar ao lado de Verstappen na RBR, mas o resultado foi muito pior do que a encomenda. Sem sequer pontuar nas duas primeiras provas, Lawson foi rebaixado de forma precoce para a equipe-caçula RB, onde tinha feito as corridas como substituto nos anos anteriores.
Para piorar a situação, Lawson ainda foi superado em pontos pelo companheiro de equipe Isack Hadjar e viu o francês ir para a RBR. O jovem de 23 anos ainda conseguiu se recuperar e fechar o ano com moral; porém, em um ano com poucos destaques negativos gritantes, as atribulações colocam o piloto da Nova Zelândia nesta lista.
Yuki Tsunoda
O japonês fez o caminho inverso de Lawson: depois de quatro anos na RB, ganhou a oportunidade de ir à RBR para ocupar a vaga do neozelandês. A equipe austríaca apostou na maior experiência de Tsunoda, mas não adiantou muito; até as férias de meio de ano, a melhor posição de Yuki tinha sido o modesto nono lugar.
Com a melhora do carro da RBR na parte final do ano, o piloto ficou em sexto lugar no Azerbaijão. Apesar disso, não pontuou em quatro das últimas cinco corridas e sequer foi capaz de segurar Norris para ajudar Verstappen no GP de Abu Dhabi, naquele que poderia ser seu grande momento no ano. Como resultado, perdeu a vaga no grid e vai ser piloto reserva no ano que vem.
Franco Colapinto
O argentino surpreendeu o paddock com boas exibições como piloto substituto da Williams em 2024, mas não conseguiu repetir o bom desempenho neste ano. Após iniciar a temporada como reserva da Alpine, Colapinto assumiu o posto de titular na vaga deixada pelo demitido Jack Doohan, que deixou o grid com só seis corridas.
Doohan não tinha pontuado, e esperava-se que Franco pudesse somar um ou outro término no top-10. Não foi o que aconteceu. O fraco carro da Alpine não ajudou, mas Colapinto acabou o ano zerado e atrás do companheiro Pierre Gasly, com 22 pontos. O francês também foi melhor em classificações (13 a 5), o que tornou a temporada do argentino ainda mais esquecível.
Esteban Ocon
Depois da saída traumática da Alpine no fim de 2024, Ocon iniciou o ano de 2025 com a expectativa de liderar a equipe Haas, já que o outro piloto da escuderia americana é o novato Oliver Bearman. Mas não foi isso que aconteceu na prática, e o francês teve um campeonato abaixo do esperado.
Não foi um ano necessariamente ruim de Ocon, 15º colocado no campeonato com 38 pontos. No entanto, o francês terminou atrás de Bearman (41), ficou empatado com o novato no desempenho em classificações e levou a pior na comparação em corridas (13 a 11). Além disso, a melhor posição de um piloto da Haas no ano também foi do calouro, com o quarto lugar no México.
Por Breno Peçanha e Bruna Rodrigues - ge
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