SÃO PAULO/SP - A Secretaria da Fazenda e Planejamento do Estado de São Paulo (Sefaz-SP) deposita nesta terça-feira (17) R$ 494,7 milhões na conta dos 645 municípios paulistas. Esse é o segundo repasse do mês, referente ao ICMS arrecadado de 9 a 13 de março, já com o desconto do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).
A Sefaz-SP já havia repassado R$ 949,94 milhões aos municípios em 10 de março, relativos ao ICMS apurado de 2 a 6 de março. Com o depósito desta terça-feira (17), o valor acumulado em março sobe para R$ 1,44 bilhão.
Os valores correspondem a 25% da arrecadação do imposto, que são distribuídos às administrações municipais com base na aplicação do Índice de Participação dos Municípios (IPM) definido para cada cidade.
No primeiro bimestre de 2026, o Governo de SP realizou nove repasses semanais às cidades paulistas, totalizando R$ 7,73 bilhões do ICMS.
| Mês | Nº de Repasses | Valor Depositado |
| Janeiro | 5 | R$ 3,90 bilhões |
| Fevereiro | 4 | R$ 3,83 bilhões |
Os repasses semanais são feitos sempre até o segundo dia útil de cada semana, conforme prevê a Lei Complementar nº 63, de 11/01/1990. As consultas dos valores podem ser feitas no site da Fazenda, no link Acesso à Informação > Transferências de Recursos > Transferências Constitucionais a Municípios.
Os valores semanais transferidos aos municípios paulistas variam em função dos prazos de pagamento do imposto fixados no regulamento do ICMS. Dependendo do mês, pode haver até cinco datas de repasses. As variações destes depósitos oscilam conforme o calendário mensal, os prazos de recolhimento e o volume dos recursos arrecadados.
A agenda de pagamentos está concentrada em até cinco períodos diferentes no mês, além de outros recolhimentos diários, como por exemplo, os relativos à liberação das operações com importações.
Os repasses aos municípios são liberados de acordo com os respectivos Índices de Participação dos Municípios, conforme determina a Constituição Federal, de 5 de outubro de 1988. Em seu artigo 158, inciso IV está estabelecido que 25% do produto da arrecadação de ICMS pertence aos municípios, e 25% do montante transferido pela União ao Estado, referente ao Fundo de Exportação (artigo 159, inciso II e § 3º).
Os índices de participação dos municípios são apurados anualmente (artigo 3°, da LC 63/1990), para aplicação no exercício seguinte, observando os critérios estabelecidos pela Lei Estadual nº 3.201, de 23/12/81, com alterações introduzidas pela Lei Estadual nº 8.510, de 29/12/93.
RIBEIRÃO PRETO/SP - O Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), da Polícia Civil, deflagrou, nesta terça-feira (17), a Operação Ouro Branco para desarticular uma quadrilha especializada no furto de cargas de farelo de soja e açúcar transportadas por trens no interior de São Paulo, na região de Aguaí, com destino ao Porto de Santos. Os criminosos, investigados desde dezembro do ano passado, causaram prejuízo milionário à empresa responsável pelas cargas.
Coordenada por equipes da 2ª Delegacia da Divisão de Investigações sobre Furtos, Roubos e Receptações de Veículos e Cargas (Divecar), a operação mobiliza 29 policiais civis e dez viaturas para o cumprimento de quatro mandados de prisão temporária e 11 de busca e apreensão. Todas as ordens judiciais são cumpridas em Aguaí, a 200 quilômetros da capital paulista, entre as regiões de Ribeirão Preto e Campinas. Até o momento, três suspeitos foram detidos, e outro segue sendo investigado.
Durante as diligências, os agentes apreenderam veículos, sacos utilizados no transporte da carga furtada e dois simulacros de arma, além de outros materiais ligados à atuação do bando.
As investigações tiveram início em dezembro de 2025, após uma denúncia que apontava prejuízos milionários provocados por furtos recorrentes ao longo das linhas férreas.
Segundo a apuração, a quadrilha atuava de forma estruturada e em etapas. Parte dos envolvidos acessava os vagões durante o deslocamento dos trens, ensacava a carga e a lançava às margens da linha férrea. Em seguida, outros integrantes recolhiam o material com o apoio de veículos e o transportavam até galpões e propriedades rurais da região. Nesses locais, os produtos eram armazenados e “regularizados” para posterior revenda no mercado formal.
“O grupo já vinha sendo investigado desde o fim do ano passado, após denúncias de prejuízos milionários. Eles agiam diretamente nos vagões em movimento, retiravam a carga e lançavam na linha férrea para que outros integrantes fizessem o recolhimento”, explicou o delegado Danilo Alexiades, responsável pela ação.
O nome da operação faz referência ao alto valor e à facilidade de escoamento dos produtos furtados. “O açúcar, por exemplo, é uma mercadoria que, assim que subtraída, já tem comprador certo. Por isso, a alusão ao ‘ouro branco’, pela liquidez e rápida inserção no mercado”, acrescentou o delegado.
As investigações continuam para identificar outros envolvidos no esquema criminoso. A operação segue em andamento.
SÃO PAULO/SP - O navio mais animado do mundo está pronto para navegar novamente. Após o sucesso absoluto das últimas edições, o WS On Board retorna aos mares entre os dias 20 e 23 de janeiro de 2027, prometendo mais uma jornada marcada por música, festas e experiências inesquecíveis em alto-mar.
Organizado pela PromoAção, maior empresa de cruzeiros temáticos do mundo, o projeto chega à sua sétima edição tendo Wesley Safadão como grande anfitrião desta viagem que já se consolidou como uma das experiências mais animadas e disputadas do entretenimento brasileiro.
A bordo do luxuoso MSC Divina, o público viverá 72 horas de programação intensa, com shows, festas exclusivas e encontros especiais entre artistas e fãs, em uma atmosfera vibrante que transforma o oceano em um grande palco de celebração. As atrações que irão compor o line-up desta edição ainda serão anunciadas, aumentando a expectativa para mais uma viagem histórica.
Com infraestrutura sofisticada e conforto de padrão internacional, o MSC Divina oferece teatros equipados, restaurantes temáticos, piscinas, lounges panorâmicos, áreas de lazer integradas e acomodações aconchegantes. O formato do evento permite que tudo aconteça no mesmo ambiente, sem grandes deslocamentos ou intervalos longos entre as atrações, garantindo que o público aproveite cada momento da experiência.
Mais do que um cruzeiro, o WS On Board se consolidou como um verdadeiro fenômeno entre os fãs, reunindo milhares de pessoas em uma viagem marcada por shows eletrizantes, clima de verão permanente e paisagens que mudam a cada amanhecer. A proximidade entre artista e público, uma das marcas do projeto, transforma cada edição em uma experiência única.
Para a PromoAção, o WS On Board reforça o compromisso da empresa em criar experiências proprietárias de grande impacto, unindo entretenimento, infraestrutura premium e curadoria artística em alto-mar. Depois de conquistar o público e esgotar cabines em edições anteriores, o navio mais animado do mundo se prepara para escrever mais um capítulo inesquecível em 2027.
Parceria entre EcoRodovias e Volkswagen Caminhões e Ônibus registra disponibilidade superior
a 95% e reforça o B100 como alternativa para a descarbonização no transporte; teste começou
com quatro caminhões da Ecovias Noroeste Paulista, que são abastecidos na SP-310, em Araraquara
ARARAQUARA/SP - A marca de 100 mil quilômetros rodados, exclusivamente, com biodiesel B100 na frota operacional da concessionária Ecovias Noroeste Paulista traz dados concretos para as discussões sobre descarbonização do transporte rodoviário no Brasil. O resultado, alcançado nos primeiros cinco meses do projeto-piloto, conduzido em parceria com a Volkswagen Caminhões e Ônibus, aponta para alta performance dos veículos e disponibilidade técnica superior a 95%, sem registro de intercorrências relevantes. Ou seja, em média, em apenas 5% do período os veículos estiveram em manutenção, indicador considerado excelente para o setor.
O teste envolve quatro caminhões utilizados em atividades como guincho e apoio operacional da Ecovias Noroeste Paulista, concessionária que faz parte grupo EcoRodovias e opera em 600 quilômetros no interior paulista. A iniciativa dá continuidade ao projeto iniciado em 2025, quando as empresas anunciaram a avaliação do biodiesel 100% vegetal como alternativa ao diesel fóssil em condições reais de rodagem. No caso de atendimento aos usuários de rodovias, o B100 pode ser mais uma solução na busca pela descarbonização do setor.
O abastecimento dos veículos continua sendo realizado por meio de caminhão comboio, com tanque instalado na base do Serviço de Atendimento ao Usuário (SAU 2), localizada no quilômetro 272 da pista Norte (sentido capital–interior) da Rodovia Washington Luís (SP-310), em Araraquara (SP), garantindo o controle de qualidade e a rastreabilidade do combustível ao longo do período de testes.
As empresas seguem com o projeto piloto, que tem previsão de se estender até agosto, completando 12 meses de operação assistida. Os experimentos estão sendo feitos em quatro veículos da montadora: Meteor 29.530, configurado como guincho, dois Delivery 11.180, também em versão guincho e um Constellation 17.190, utilizado como caminhão-pipa, todos usados pelas equipes de atendimento ao usuário da Ecovias Noroeste Paulista.
Nesta fase inicial, foram monitorados indicadores como performance, consumo, custos logísticos, qualidade do combustível e disponibilidade técnica da frota. Segundo as companhias, os resultados confirmam a viabilidade técnica e operacional do B100, reforçando seu potencial como solução complementar na transição energética do setor.
Produzido a partir de soja, o B100 pode reduzir em até 90% as emissões de CO2 na comparação com o diesel convencional, de acordo com dados da Agência Nacional do Petróleo (ANP), da Abiove e da Empresa de Pesquisa Energética (EPE). Diferentemente de tecnologias que exigem substituição completa da frota ou infraestrutura de recarga, como no caso dos elétricos, o biodiesel pode ser implementado com adaptações técnicas pontuais e logística dedicada de abastecimento.
Para a Diretora de Sustentabilidade da EcoRodovias, Monica Jaén, esse projeto reforça o papel das concessionárias na agenda climática. “Alcançar 100 mil quilômetros com disponibilidade acima de 95% demonstra que é possível reduzir emissões de forma imediata, mantendo eficiência e segurança operacional. A partir disso, podemos começar a pensar em expandir a solução na própria concessionária e em outras operações do grupo”, afirma.
O teste com o B100 integra a estratégia climática definida na Agenda ESG 2030 da EcoRodovias, que determina reduções de 25% até 2026 e de 42% até 2030 nas emissões diretas das operações e nas emissões associadas à energia adquirida pela empresa.
Do lado da montadora, o Vice-Presidente de Engenharia da Volkswagen Caminhões e Ônibus, Rodrigo Chaves, avalia os resultados de forma positiva. Segundo ele, os dados obtidos até o momento indicam desempenho consistente, boa estabilidade operacional e confiabilidade mecânica. “Esses resultados reforçam o potencial do B100 e contribuem para a construção de um caminho técnica e operacionalmente viável para sua aplicação no transporte pesado”, afirma.
Equipes do setor de Sinantrópicos realizaram busca ativa aos animais nos arredores de escolas da região
ARARAQUARA/SP - A Prefeitura de Araraquara, por meio do setor de Sinantrópicos da Vigilância em Saúde, realizou nas últimas semanas ações de busca ativa e captura de escorpiões na região do Selmi Dei I. No total, foram recolhidos 142 animais após os trabalhos nas áreas de mata, que contaram com a mobilização de outras secretarias municipais.
As equipes percorreram regiões estratégicas para analisar a área preservada e reduzir os riscos de acidentes com a população, especialmente os alunos das escolas CER Maria Pradelli Malara e EE Prof.ª Ergília Micelli.
As ações tiveram início no dia 28 de fevereiro, com caminhões da prefeitura removendo inservíveis. Os agentes do controle de sinantrópicos fizeram a captura de 62 escorpiões, além das análises dos locais propícios para saída e abrigo do animal. Realizaram também orientações, vistorias e panfletagens nos imóveis da região.
No dia 5 de março, equipes do DAAE acompanharam os esforços, tomando as medidas necessárias para solucionar de forma definitiva os problemas apontados pelos agentes, como a estruturação de galerias de esgoto e bocas de lobo. Na ocasião, foram capturados mais 24 escorpiões.
Já na última terça-feira (10), agentes da Secretaria Municipal de Obras e Serviços Públicos retiraram todo o entulho descartado de forma irregular e que servia de abrigo à espécie, resultando no recolhimento de mais 56 exemplares.
De acordo com Natalia Caroline de Oliveira, agente de endemias do Centro de Controle de Zoonoses e Sinantrópicos, é importante agir de forma estratégica, com a colaboração das demais secretarias, para alcançar um trabalho mais eficiente e completo, visando à prevenção de acidentes. "Permaneceremos atentos e acompanhando de perto os pontos de risco. Orientamos os moradores sobre a importância de cuidar de seus imóveis, com medidas como colocar telas nos ralos, posicionar os sifões em formato de U e realizar a vedação correta das caixas hidráulicas e elétricas", afirma.
A Vigilância em Saúde vem mapeando outras regiões em que foram avistados escorpiões, e já estão previstos no cronograma trabalhos de busca e limpeza nesses locais ao longo das próximas semanas.
IBATÉ/SP - O Conselho de Acompanhamento e Controle Social do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (CACS-FUNDEB) realizou, na segunda-feira, dia 16 de março, uma vistoria nos veículos responsáveis pelo transporte escolar do município de Ibaté.
A inspeção teve como objetivo verificar as condições dos veículos e garantir a segurança, a qualidade e a regularidade do transporte utilizado diariamente pelos alunos das redes municipal e estadual de ensino.
A ação aconteceu no setor de transportes da Prefeitura e contou com a presença da secretária municipal de Educação, Rosângela Oliveira (Nova), do secretário adjunto administrativo de educação, Éder Carvalho, a supervisora de ensino, Daniela Thomazzi, do diretor do Departamento de Manutenção e Gestão de Frotas, Leonardo Augusto de Barros Chiuzuli e de Gabriela Barbano, representante do CACS-FUNDEB.
Durante a vistoria, foram avaliados diversos aspectos, como as condições gerais dos veículos, a documentação obrigatória e os itens de segurança exigidos para o transporte de estudantes.
De acordo com a organização, a iniciativa reforça o compromisso com a transparência, a fiscalização e o bom funcionamento do serviço, assegurando que os estudantes sejam transportados com segurança e dentro das normas estabelecidas.
Atualmente, o transporte escolar municipal atende 142 alunos. Desse total, 48 estudantes utilizam o serviço terceirizado, sendo 31 da zona rural e 17 da Educação de Jovens Adultos (EJA), no período noturno. Já a frota própria do município é responsável pelo transporte de 94 alunos da zona rural.
CHINA - A temporada de 2026 já teve duas provas finalizadas, mas Max Verstappen ainda não se adaptou ao novo regulamento e aos novos carros da Fórmula 1. Sexto colocado na Austrália, na semana passada, o holandês voltou a reclamar das regras da categoria depois de não concluir o GP da China, no último domingo (14), por causa de problemas mecânicos. O tetracampeão chamou de “piada” a forma como as corridas deste ano têm se desenhado e disse não entender como alguns torcedores aprovaram as mudanças.
– É terrível. Se alguém realmente gosta disso, não entende nada de corridas. Não é nem um pouco divertido. Parece que estamos jogando Mario Kart. Você usa um impulso para ultrapassar um adversário, mas fica sem bateria na reta seguinte e é ultrapassado de volta. Parece uma piada para mim – disse Verstappen, de 28 anos, em conversa com jornalistas após o GP da China.
Em 2026, os carros da F1 são menores e mais leves, com o objetivo de deixar as corridas mais ágeis. Porém, as mudanças que mais geraram controvérsia giram em torno dos motores: por meio da gestão da bateria, os pilotos agora contam com o Modo Ultrapassagem, botão para ser usado em disputas diretas, e o botão de impulso, cuja carga é administrada de forma livre pelos atletas.
Tudo isso está ligado ao aumento da potência do motor elétrico, que agora representa quase metade da força das unidades de potência. No entanto, o sistema de recuperação de energia do dispositivo depende de técnicas de direção executadas pelos pilotos, e o gerenciamento dessa energia assume protagonismo nas provas, o que tem sido alvo de críticas.
O número de ultrapassagens aumentou nas primeiras corridas de 2026. Só na Austrália, foram 120, bem mais do que no ano passado. Na China, Lewis Hamilton e Charles Leclerc, companheiros de Ferrari, travaram uma dura batalha pelo terceiro lugar, por exemplo, e o britânico levou a melhor. Nada disso, porém, mudou a insatisfação de Verstappen.
Até agora, a Mercedes foi quem melhor se adaptou ao novo regulamento, com carros que sobraram nos GPs da Austrália e da China. A Red Bull, por outro lado, ainda luta para ter competitividade. Verstappen e Hadjar, juntos, somaram 12 pontos (oito do holandês e quatro do francês), 39 a menos do que George Russell, líder do campeonato de pilotos.
Acostumado a estar entre os primeiros do grid, Verstappen, que tem quatro títulos da F1 e foi vice-campeão no ano passado, garante que suas reclamações não são feitas apenas por causa do desempenho ruim nas pistas.
– Eu diria o mesmo se estivesse ganhando, porque penso na corrida como um produto. Não é por estar chateado com a minha posição. Preciso lutar ainda mais agora, o que me dá condições de realmente entender a dinâmica das provas – garantiu o holandês, que chegou a cair para a 16ª posição depois da largada do GP da China.
Verstappen já levou as críticas à organização da F1 e à FIA (Federação Internacional de Automobilismo). Agora, o holandês e os colegas de Red Bull terão mais de 10 dias para buscar soluções e melhorar o desempenho dos carros da equipe. A próxima corrida será o GP do Japão, no dia 29 de março, às 2h (de Brasília).
Por Redação do ge
EUA - As grandes empresas de tecnologia dos Estados Unidos vêm promovendo cortes de pessoal nos últimos anos, e a Meta pode estar se preparando para mais uma rodada de demissões. Segundo informações divulgadas pela agência Reuters, a companhia avalia reduzir em mais de 20% o número de funcionários, o que poderia atingir entre 15 mil e 16 mil trabalhadores.
A empresa já havia iniciado 2026 com cortes superiores a mil postos de trabalho. Agora, novas reduções podem ocorrer em meio ao forte investimento da companhia em projetos ligados à inteligência artificial.
Dados citados pela Reuters indicam que a Meta encerrou 2025 com cerca de 79 mil funcionários. Caso a redução de cerca de 20% seja confirmada, milhares de pessoas poderão ser desligadas da empresa nos próximos meses.
Ainda de acordo com a publicação, executivos da companhia teriam orientado líderes de diferentes áreas a começarem a planejar possíveis reduções nas equipes. O número final de demissões, no entanto, ainda não estaria definido.
Procurada pela Reuters, a Meta afirmou que nenhuma decisão foi tomada até o momento e classificou as informações divulgadas como especulativas.
“Trata-se de um artigo especulativo sobre abordagens teóricas”, afirmou um porta-voz da empresa em nota.
A possível reestruturação ocorre em um momento em que a companhia liderada por Mark Zuckerberg amplia investimentos em inteligência artificial e realiza aquisições para fortalecer sua presença nesse setor.
Recentemente, a Meta anunciou a compra da Moltbook, uma rede social semelhante ao Reddit, mas voltada exclusivamente para agentes de inteligência artificial. O valor da transação não foi divulgado.
Segundo o site TechCrunch, os criadores da plataforma, Matt Schlicht e Ben Parr, passarão a integrar a divisão de inteligência artificial da empresa, chamada Meta Superintelligence Labs.
A companhia afirmou que a integração da Moltbook pode abrir novas possibilidades para o uso de agentes de inteligência artificial por pessoas e empresas.
De acordo com a Meta, a tecnologia desenvolvida pela plataforma permite conectar diferentes agentes de IA por meio de um diretório permanente, o que pode ampliar o uso dessas ferramentas em serviços digitais.
Apesar da aquisição, a empresa informou que a Moltbook continuará funcionando normalmente, e os usuários da rede social poderão continuar utilizando a plataforma sem mudanças imediatas.
por Notícias ao Minuto
Estudo com participação da UFSCar aponta recuperação de 1,67 milhão de hectares entre 2011 e 2021
SÃO CARLOS/SP - Um estudo publicado no periódico científico Perspectives in Ecology and Conservation revela que a Mata Atlântica registrou avanço significativo na restauração florestal na última década. Entre 2011 e 2021, cerca de 1,67 milhão de hectares de florestas nativas foram recuperados no bioma, segundo análise baseada em dados da iniciativa MapBiomas.
O processo de recuperação foi mais intenso nos estados de Minas Gerais (26,4%), Paraná (18,6%), Bahia (12,9%) e São Paulo (12,7%). Embora o mapeamento não diferencie áreas que passaram por regeneração natural daquelas que receberam ações de restauração ativa, os pesquisadores indicam que a maior parte do crescimento da cobertura florestal ocorreu por processos naturais.
Segundo Vinicius Tonetti, primeiro autor do estudo e pesquisador de pós-doutorado no Centro de Ciência para o Desenvolvimento "Estratégia Mata Atlântica", os resultados demonstram que a recuperação da Mata Atlântica em larga escala é possível. "Os dados mostram que restaurar a Mata Atlântica é um caminho viável e necessário para proteger a biodiversidade e enfrentar as mudanças climáticas, mesmo em paisagens com intensa atividade produtiva", afirma. O Centro recebe apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp; processo nº 2021/11940-0), está sediado no Campus Lagoa do Sino da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e tem o professor Paulo Guilherme Molin, do Centro de Ciências da Natureza (CCN), como pesquisador responsável.
A pesquisa também aponta que 75,2% do aumento da cobertura florestal ocorreu em áreas classificadas como "mosaicos de uso", regiões onde há mistura de pequenas lavouras, pastagens e vegetação em regeneração. Esses locais frequentemente incluem pastagens abandonadas ou pouco produtivas, que podem se recuperar naturalmente quando as condições ambientais são favoráveis.
Apesar dos avanços, os pesquisadores alertam que nem toda floresta regenerada permanece preservada ao longo do tempo. A análise mostra que 568 mil hectares de áreas que haviam se recuperado deixaram de existir até 2023, último ano considerado no levantamento. Para Tonetti, o dado reforça a necessidade de políticas públicas e incentivos para garantir a permanência dessas áreas. "O trabalho de restauração não termina quando a floresta começa a crescer. É fundamental proteger as florestas jovens para que elas se consolidem e continuem oferecendo benefícios ambientais", explica.
Entre as medidas apontadas como estratégicas estão pagamentos por serviços ambientais, fiscalização ambiental e políticas específicas para a proteção de florestas secundárias, que são áreas importantes para a conservação da biodiversidade, o armazenamento de carbono e a regulação do ciclo da água.
O estudo também destaca o papel da regeneração natural como uma estratégia eficiente e de menor custo para recuperar grandes áreas. Segundo Tonetti, esse processo depende fortemente da atuação da fauna. "Muitas espécies de árvores tropicais têm sementes dispersas por aves e mamíferos frugívoros. Esses animais transportam e espalham as sementes pela paisagem, favorecendo a regeneração das florestas", afirma. Em pesquisa anterior desenvolvida durante seu doutorado, Tonetti já havia demonstrado a importância desses animais para a recuperação em larga escala da Mata Atlântica.
Ao todo, a pesquisa reuniu 16 cientistas de 14 instituições, entre universidades, organizações não governamentais e coletivos de restauração. Todos os autores integram o Pacto pela Restauração da Mata Atlântica, iniciativa que articula diferentes atores para promover a recuperação do bioma em larga escala, com benefícios ambientais, sociais e econômicos.O estudo está disponível para leitura na íntegra na plataforma ScienceDirect (em https://www.sciencedirect.com/
INGLATERRA - Um homem procurou atendimento no pronto-socorro de um hospital em Derbyshire, na Inglaterra, depois de acordar com a pele completamente azul. O caso causou preocupação inicial na equipe médica, mas a causa acabou sendo bem menos grave do que parecia: o corante dos lençóis novos que ele havia usado durante a noite.
Segundo a BBC, Tommy Lynch, de 42 anos, contou que acordou após uma longa noite de sono com a pele azulada depois de dormir em uma roupa de cama azul-marinho que havia ganhado de presente em novembro.
Ele disse que parecia um personagem do filme Avatar, referência aos seres azuis da famosa saga dirigida por James Cameron.
Um amigo insistiu para que ele fosse ao hospital, e ao chegar ao pronto-socorro os médicos iniciaram rapidamente o atendimento e chegaram a administrar oxigênio enquanto investigavam o que poderia estar acontecendo.
“Todos na recepção das urgências me encaravam como se tivessem visto um fantasma”, relatou. “Me atenderam rapidamente, deram oxigênio e começaram a fazer um monte de perguntas. Cheguei a ter uns 10 médicos à minha volta.”
O mistério só foi resolvido quando um dos médicos esfregou um cotonete no braço de Lynch e percebeu que o objeto ficou azul.
“Eles foram recolher o meu sangue e, assim que a médica limpou meu braço, o cotonete ficou azul. Depois a ficha caiu. Eu disse: ‘Meu Deus, peço desculpa’”, contou. “Eles foram absolutamente fantásticos, mas fiquei muito envergonhado.”
Ele ainda comentou a reação da equipe médica diante da situação inesperada. “Fiquei mortificado, mas disseram que os fiz rir bastante. Normalmente não têm histórias engraçadas nas urgências.”
Depois de receber alta, Lynch contou que ainda levou alguns dias para que a coloração azul desaparecesse completamente da pele.
“As pessoas ainda me olhavam de forma estranha enquanto eu tomava banho atrás de banho, mas demorou cerca de uma semana. A água ficava azul”, disse.
O britânico acredita que o corante dos lençóis acabou soltando porque ele passou calor durante a noite e suou bastante.
“A primeira coisa que fiz quando cheguei em casa foi lavar os lençóis. Desde então, não voltei a ficar azul. Lave sempre os lençóis antes de dormir neles. A não ser que queira furar a fila das urgências”, brincou.
por Notícias ao Minuto
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