fbpx

Acesse sua conta de usuário

Nome de usuário *
Senha *
Lembrar de mim
Redação

Redação

 Jornalista/Radialista

URL do site: https://www.radiosanca.com.br/equipe/ivan-lucas E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

SÃO CARLOS/SP - Na manhã desta segunda-feira (23/02), a Polícia Militar, com apoio da Guarda Municipal, da Vigilância Sanitária (VISAM) e do Departamento de Fiscalização da Secretaria Municipal da Gestão da Cidade e Infraestrutura, realizou uma operação em depósitos de sucata em diferentes regiões de São Carlos. A ação foi definida pelo Gabinete de Gestão Integrada Municipal (GGI-M) e teve como objetivo coibir ilícitos penais e administrativos.

As equipes vistoriaram quatro estabelecimentos que haviam sido alvo de denúncias de receptação de produtos e fiação furtada. Durante as inspeções, os militares verificaram a ficha criminal dos proprietários e a procedência dos materiais encontrados. Nenhuma irregularidade penal foi identificada.

O Departamento de Fiscalização analisou a documentação dos comércios. Dois estabelecimentos foram interditados por ausência de Alvará de Licença, conforme informou o chefe de Fiscalização de Posturas, Marcelo Celenza.

O diretor do Departamento de Fiscalização da Secretaria Municipal da Gestão da Cidade e Infraestrutura, Rodolfo Penela, destacou a importância da atuação conjunta entre os órgãos municipais e a Polícia Militar. Segundo ele, a operação busca garantir que os estabelecimentos funcionem de forma adequada, preservando a segurança e a saúde pública. No total, quatro estabelecimentos foram vistoriados e dois interditados.

SÃO CARLOS/SP - A Secretaria Municipal de Saúde (SMS), por meio do Departamento de Gestão do Cuidado Ambulatorial (DGCA), realizou na última sexta-feira (20/02), no auditório do Paço Municipal, um curso de capacitação sobre detecção precoce do câncer bucal, voltado aos profissionais da rede municipal.

A iniciativa teve como objetivo qualificar e aprimorar as habilidades clínicas e técnicas das equipes, com foco na identificação precoce da doença e na melhoria da assistência prestada à população.

A formação foi ministrada pelo professor e cirurgião-dentista Juliano Pacheco, coordenador de pesquisa do Hospital do Câncer de Ribeirão Preto e membro da Câmara Técnica em Laser do CROSP, e pela professora Milena Rodrigues Vasconcelos, mestre e doutora pelo Programa de Oncologia Clínica, Células Tronco e Terapia Celular da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP-USP).

De acordo com Milena Rodrigues Vasconcelos, a capacitação em diagnóstico precoce do câncer de boca é estratégica para a saúde pública. Segundo ela, a doença ainda é frequentemente diagnosticada em estágios avançados, o que reduz as chances de cura e aumenta a morbidade, os custos hospitalares e o impacto social.

“Quando capacitamos cirurgiões-dentistas e equipes da atenção básica para reconhecer lesões potencialmente malignas e sinais iniciais do carcinoma espinocelular, conseguimos identificar casos suspeitos mais cedo, reduzir a mortalidade, evitar tratamentos mutiladores e melhorar a qualidade de vida dos pacientes”, destacou.

O professor Juliano Pacheco ressaltou que o enfrentamento do câncer exige atuação preventiva e práticas baseadas em evidências científicas. Ele lembrou que, embora o Brasil esteja entre os países com maior número de faculdades de Odontologia, cerca de 80% dos casos de câncer de cabeça e pescoço ainda são diagnosticados tardiamente. “Esse cenário pode ser transformado com a qualificação permanente dos profissionais. Quando a doença é identificada na fase inicial, as taxas de cura podem chegar a 90%”, afirmou.

A diretora do Departamento de Gestão do Cuidado Ambulatorial (DGCA), enfermeira Lindiamara Soares, ressaltou que a capacitação permitiu aos servidores esclarecer dúvidas e aprofundar conhecimentos sobre a identificação de lesões suspeitas em estágio inicial. Segundo ela, ações como essa fortalecem a rede de atenção básica, contribuem para a redução da mortalidade e evitam tratamentos mais agressivos, garantindo mais qualidade de vida aos pacientes.

BRASÍLIA/DF - A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) - referência oficial da inflação no país - passou de 3,95% para 3,91% em 2026. A estimativa está no boletim Focus desta segunda-feira (23), pesquisa divulgada semanalmente, em Brasília, pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.

Para 2027, a projeção da inflação se manteve em 3,8%. Para 2028 e 2029, as estimativas são de 3,5% para os dois anos.

Pela sétima semana seguida, a previsão para a inflação de 2026 foi reduzida e se mantém dentro do intervalo da meta para a variação de preços que deve ser perseguida pelo BC.

Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior, 4,5%.

Luz e gasolina

Em janeiro, a alta dos preços da conta de luz e da gasolina fez a inflação oficial do mês fechar em 0,33%, mesmo patamar de dezembro. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o resultado levou o IPCA a acumular alta de 4,44% em 2025.

Taxa Selic

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros (Taxa Selic), definida atualmente em 15% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC.

Apesar do recuo da inflação e do dólar, o colegiado não mexeu nos juros pela quinta vez seguida na última reunião, no fim de janeiro.

A taxa está no maior nível desde julho de 2006, quando se situou em 15,25% ao ano. Em ata, o Copom confirmou que começará a reduzir os juros na reunião de março, caso a inflação se mantenha sob controle e não haja surpresas no cenário econômico. Ainda assim, os juros serão mantidos em níveis restritivos.

A estimativa dos analistas de mercado para a taxa básica foi reduzida nesta edição do Boletim Focus - de 12,25% ao ano para 12,13% ao ano até o final de 2026. Para 2027 e 2028, a previsão é que a Selic seja reduzida novamente para 10,5% ao ano e 10% ao ano, respectivamente. Em 2029, a taxa deve chegar a 9,5% ao ano.

Juros

Quando o Copom aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida; isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.

Os bancos ainda consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

Quando a Taxa Selic é reduzida a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, diminuindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.

PIB e câmbio

Nesta edição do boletim do Banco Central, a estimativa das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira este ano passou de 1,8% para 1,82%. Para 2027, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no país) ficou em 1,8%. Para 2028 e 2029, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 2% para os dois anos.

Puxada pelas expansões da indústria e da agropecuária, no terceiro trimestre de 2025 a economia brasileira cresceu 0,1%, o que é considerado pelo IBGE como estabilidade. A divulgação do PIB consolidado de 2025 está agendada para 3 de março.

Em 2024, o PIB fechou com alta de 3,4%. O resultado representa o quarto ano seguido de crescimento, sendo a maior expansão desde 2021 quando alcançou 4,8%.

A previsão da cotação do dólar está em R$ 5,45 para o fim deste ano. No fim de 2027, estima-se que a moeda norte-americana fique em R$ 5,50.

 

 

AGÊNCIA BRASIL

BRASÍLIA/DF - O ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, voltou a afirmar nesta segunda-feira (23) que acabar com a escala 6x1 é uma das principais prioridades do governo federal este ano.

“A proposta que nós estamos defendendo, junto com o [presidente Luiz Inácio] Lula  é o fim da escala 6x1, ou seja, no máximo 5x2. No mínimo, o trabalhador ter dois dias de descanso por semana livres e reduzir a jornada máxima para 40 horas semanais sem redução de salário”, explicou.

Durante a participação na estreia do programa Alô Alô Brasil, da Rádio Nacional, veículo da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Boulos disse que há muita resistência de empresários contra a medida, mas que já era esperado, à exemplo de outros avanços históricos como a implantação do salário mínimo, do 13º salário ou férias remuneradas.

 

“Eu nunca vi patrão defender aumento de direito do trabalhador. Ele sempre vai ser contra, sempre vai contar um monte de lorota dizendo que vai acabar [com a economia]. O fato é que tudo isso foi aprovado historicamente no Brasil e a economia não ruiu”, afirmou.

Boulos disse ainda que aprovar a PEC da Segurança Pública também é prioridade para que um Ministério da Segurança Pública possa ser criado com atribuições estabelecidas por lei.

A garantia de direitos do trabalhador de aplicativos de transporte também está entre um dos esforços do governo federal para este ano, destacou o ministro. 

Para ele é necessário estabelecer taxas de percentual fixas a serem repassadas às empresas que operam os aplicativos, para que o trabalhador não seja lesado.  

“A empresa só faz a intermediação tecnológica. Liga o passageiro ao motorista, faz a gestão de um aplicativo, ela não troca um pneu, não tem um carro, não dirige, e de cada viagem ela fica com 50% do lucro do trabalhador. Isso é inaceitável”, disse.

De acordo com o ministro, o debate se estende aos entregadores por aplicativo. No final do ano passado, a pasta liderada por Boulos anunciou a criação de um grupo de trabalho para formular propostas de regulação trabalhista para a categoria.

A participação do ministro Guilherme Boulos no programa de estreia comandado pelo jornalista José Luiz Datena foi transmitida ao vivo dos estúdios da Rádio Nacional, em São Paulo. 

Hidrovias

O ministro informou que retorna ainda nesta segunda-feira a Brasília para uma reunião com lideranças indígenas do estado do Pará que protestam contra o Decreto nº 12.600, de agosto de 2025, que inclui as hidrovias dos rios Madeira, Tocantins e Tapajós no Programa Nacional de Desestatização (PND).

No final de semana, representantes do Conselho Indígena Tapajós e Arapiuns (Cita) ocuparam o escritório da multinacional Cargill, que opera no Porto de Santarém, no Pará, exigindo a revogação do decreto, por considerarem que os efeitos de medida ameaçam o meio ambiente e a soberania alimentar dos povos.

“Eu tenho defendido que o governo atenda a pauta indígena e eu acho que tem possibilidade real disso acontecer. Eu acredito que hoje vamos ter notícias boas sobre isso”, adiantou Boulos.

Ao ser questionado sobre uma medida mais efetiva, como a revogação do decreto, o ministro disse que a decisão ainda passará pelo debate com outros ministérios que participaram da construção do decreto. 

“Esse decreto foi publicado antes de eu entrar no governo, mas te adianto que a minha defesa é que a gente consiga atender à reivindicação deles que é justa e necessária”, afirmou.

 

 

AGÊNCIA BRASIL

Nosso Facebook

Calendário de Notícias

« Março 2026 »
Seg. Ter Qua Qui Sex Sáb. Dom
            1
2 3 4 5 6 7 8
9 10 11 12 13 14 15
16 17 18 19 20 21 22
23 24 25 26 27 28 29
30 31          
Aviso de Privacidade

Este site utiliza cookies para proporcionar aos usuários uma melhor experiência de navegação.
Ao aceitar e continuar com a navegação, consideraremos que você concorda com esta utilização nos termos de nossa Política de Privacidade.