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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SÃO CARLOS/SP - Os comércios, indústrias e empreendedores de São Carlos contam com uma ferramenta fundamental para agilizar a formalização dos estabelecimentos no Estado: o Via Rápida Empresa, módulo estadual de licenciamento que facilita a vida do empresário. Em 4 anos mais 23.000 empresas foram licenciadas na cidade.

Conduzido pela Junta Comercial do Estado de São Paulo (Jucesp), o serviço integra os órgãos do Corpo de Bombeiros, Vigilância Sanitária e Companhia Ambiental do Estado (Cetesb), com o licenciamento dos estabelecimentos de baixo risco em até cinco dias.

O diretor de Fiscalização, Rodolfo Tibério Penela, informou que a cidade de São Carlos está inserida em primeiro lugar no ranking, como a cidade que realiza as análises de viabilidade e licenciamento em 1 dia.

Penela disse que existe um trabalho integrado entre a Secretaria de Habitação e Desenvolvimento Urbano e a Secretaria de Fazenda, que permite a liberação do licenciamento pelo Sistema Via Rápida Empresa ao Sistema Fácil da Prefeitura Municipal, que libera com rapidez a Inscrição Municipal dos empreendedores.

O atendimento e dúvidas de contadores e munícipes são realizados pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

Mesmo durante essa semana de suspensão de atendimentos na Prefeitura Municipal de São Carlos, o chefe de Fiscalização de Posturas, Marcelo Celenza e os fiscais de serviços públicos Gabriel dos Santos, Augusto Cesar Avellar e Priscilla Aizza, continuaram com os trabalhos pelo sistema home-office.

Faz parte da viabilidade a análise de zoneamento, vizinhança (se a atividade da empresa é permitida naquele local), imóvel, vagas de garagem, acessibilidade, tipo de uso e horário de funcionamento. Além disso, o sistema também é moldado segundo as leis municipais de cada cidade, suprindo particularidades em qualquer segmento empresarial que o município tenha na legislação.

Sendo assim, foram analisados de janeiro de 2017 até o final março de 2021, aproximadamente 120.000 pedidos de viabilidades pelo sistema Via Rápida Empresa e Sistema Fácil da Prefeitura Municipal de São Carlos.

Estudos apontam importância da relação entre metabolismo e temperatura do ambiente na estruturação de comunidades aquáticas

 

SÃO CARLOS/SP - Ao longo dos séculos, cientistas criaram diferentes teorias para explicar a biodiversidade, ou seja, a variabilidade de organismos vivos de todas as espécies existentes ao redor do mundo. Além da explicação, essas teorias são fundamentais também para os esforços de proteção e conservação de espécies.

Duas das teorias mais importantes são as chamadas teoria nicho-neutra, que remonta ao início do século XX, e a teoria metabólica, já dos anos 2000. Agora, Victor Satoru Saito, docente do Departamento de Ciências Ambientais (DCAm) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), juntamente com dois pesquisadores baseados na Inglaterra - Daniel M. Perkins, da Universidade de Roehampton, e Pavel Kratina, da Universidade Queen Mary -, traz um novo olhar que integra essas teorias, buscando melhor entendimento da biodiversidade, especialmente em ecossistemas aquáticos.

A motivação para a pesquisa surgiu da constatação de diferenças na biodiversidade de animais aquáticos em ambientes brasileiros e europeus. "Nós fazíamos os mesmos estudos em peixes e insetos, por exemplo, e percebíamos a diferença. Foi a partir desses dados que resolvemos unir teorias e buscar explicações para essas diferenças", lembra Saito.

"A teoria do nicho é aquela determinística, que defende a sobrevivência de determinada espécie com base no ambiente em que vive. Em uma vegetação de área árida, por exemplo, existirá um tipo de espécie, que possui adaptações próprias para viver naquele ambiente. Em uma floresta pluvial, as espécies que estão sobrevivendo têm estratégias diferentes", exemplifica.

A teoria neutra, dos anos 2000, inicialmente contrastou com a do nicho, por entender que processos aleatórios não relacionados às adaptações, chamados de estocásticos, seriam mais importantes para explicar a biodiversidade. "Em uma população de elefantes, por exemplo, quando se reproduzem, há chances, aleatórias, de os filhotes nascerem machos ou fêmeas. Se todos os filhotes aleatoriamente nascem machos, a população será extinta", pontua Saito.

Com o tempo, no entanto, os pesquisadores entenderam que as duas teorias coexistem. "Elas já são vistas na literatura como uma teoria unificada, conhecida por teoria nicho-neutra, pois, em determinadas situações, as comunidades naturais claramente são estruturadas pelo nicho; em outras, por processos aleatórios. A questão é que não se sabe, exatamente, os motivos pelos quais determinada comunidade é estruturada de acordo com uma ou outra teoria", esclarece o docente.

Assim, os estudos de Saito e colaboradores são uma tentativa de compreender esses motivos. "Tentamos entender o que está por trás dessas variações, de comunidades mais estocásticas e de comunidades mais determinísticas. Para isso, unimos a teoria nicho-neutra com a teoria metabólica", adianta o pesquisador da UFSCar.

Metabolismo e biodiversidade

Saito explica que a teoria metabólica da ecologia, surgida formalmente em 2004, avançou separadamente da nicho-neutra. "A metabólica, que não dialogava com a nicho-neutra, indica que o metabolismo dos organismos determina fortemente o que se encontra na natureza", sintetiza. O pesquisador define que metabolismo diz respeito a todas as atividades biológicas que determinado organismo faz para se manter vivo. "A maneira como respiramos faz parte do nosso metabolismo, assim como a reprodução e a alimentação - são ações que mostram como estamos gastando energia, dentre muitas outras que realizamos", explica.

Dois fatores são importantes para caracterizar o metabolismo de um organismo: o seu tamanho e a temperatura do ambiente. Em relação ao tamanho, o metabolismo do ser humano, por exemplo, é diferente do de outros animais, como baleia, rato ou sapo, devido à estrutura corpórea. "Uma população de elefantes, novamente, é bem menor do que a de ratos, já que ele tem metabolismo lento e precisa de muita energia para manter o seu corpo gigante. O rato, ao contrário, tem o metabolismo acelerado e, assim, desenvolvimento rápido, podendo ter muitos filhotes", exemplifica Saito.

Mas a temperatura do ambiente também influencia diretamente no entendimento da manutenção e de comportamentos de determinada comunidade, especialmente daquelas em que os organismos não controlam a temperatura corpórea, como insetos aquáticos, peixes e anfíbios.

"Em organismos ectotérmicos, a temperatura do corpo é igual à temperatura do ambiente. Assim, a temperatura é muito importante para o metabolismo. Quanto maior ela é, mais rápido é o metabolismo, já que ele é basicamente um conjunto de reações químicas, que acontecem mais rapidamente em um ambiente quente. Um sapo, por exemplo, num ambiente frio, terá reações mais lentas em seu corpo, portanto um metabolismo mais lento. No quente, as reações acontecem rápido, fazendo com que o metabolismo seja acelerado", explica o pesquisador.

Assim, a estruturação dessas populações é diferente no ambiente quente e no ambiente frio. Com mais reações químicas acontecendo rapidamente no ambiente quente, os organismos gastam mais energia para realizar suas atividades. Isso faz com que sobre pouca energia para a reprodução. Portanto, as populações dos animais ectotérmicos nesses ambientes são menores do que em um ambiente frio, onde o gasto energético é menor e sobra mais energia para a reprodução.

"Sabemos que em um riacho da Finlândia, por exemplo, há cinco vezes mais insetos aquáticos do que em um riacho da Mata Atlântica, em São Paulo. Se no frio eles 'economizam' energia, então sobra mais energia para reprodução", conta Saito. "Outra diferença é que temos espécies anuais de insetos na Finlândia. Então, cada população tem o ciclo de um ano inteiro para virar adulto, para botar ovo de novo. Já no Brasil, temos três ou quatro gerações de insetos em um ano só, já que viram adultos e morrem mais rapidamente, e assim, as populações acabam ficando pequenas", complementa.

Em resumo: se o animal é maior, reproduz menos; se o animal é maior e vive em ambiente quente, menos ainda. Com isso, a população se torna pequena. E é nesse raciocínio que vem a proposta que mescla a teoria metabólica com a nicho-neutra: em ambiente quente, o metabolismo se comporta de tal forma que há menos energia para reprodução (teoria metabólica) e, portanto, as populações tendem a ser pequenas. Consequentemente, elas são mais propícias a serem dependentes de processos aleatórios (teoria nicho-neutra). "Se a população já é pequena, e se, com a reprodução, os que nascem são machos, ela tem bem mais chance de entrar em extinção; já em populações grandes, a chance de nascerem machos e fêmeas é muito maior, portanto os processos aleatórios não influenciam tanto quanto em populações menores", explica Saito.

Próximos passos

O trabalho dos pesquisadores foca na ecologia animal de insetos aquáticos e peixes, mas, segundo Saito, os estudos são promissores para outros tipos de animais e até plantas, tendo em vista que o metabolismo existe em todos os grupos. A partir dos estudos teóricos, os próximos passos consistem na coleta aplicada de dados para verificarem se, de fato, teoria e prática funcionam juntas.

O pesquisador da UFSCar destaca como os estudos teóricos são essenciais para o monitoramento da biodiversidade no mundo. "Quando pensamos em perda da biodiversidade, há uma visão muito voltada à teoria do nicho, com a ideia de que a preservação do ambiente é, necessariamente, a preservação de uma espécie. Mas nosso trabalho mostra que a questão é bem mais complexa e que existem outros fatores para monitorarmos essa biodiversidade de forma mais apurada".

"No ambiente frio, em que as espécies são mais estruturadas por processos de nicho, é mais claro que conseguiremos proteger a população de uma espécie se protegermos o seu ambiente. Já no quente, a proteção do ambiente talvez não seja a única forma de preservar as espécies ali presentes. Encontramos, portanto, um grande desafio para o monitoramento da diversidade em ambientes quentes como no Brasil, e enxergar que existem essas variáveis permite a reflexão sobre estratégias que considerem essa realidade. É preciso considerar que os processos aleatórios são fortes em ambientes quentes, e com isso entender melhor, inclusive, os motivos pelos quais algumas estratégias de conservação e proteção falham", reflete Saito.

As conclusões dos autores foram publicadas na revista Trends in Ecology & Evolution, em artigo intitulado "A metabolic perspective of stochastic community assembly". O texto pode ser acessado em https://bit.ly/2P925gt.

SÃO CARLOS/SP - O vereador Elton Carvalho (Republicanos) protocolou uma indicação à Prefeitura Municipal de São Carlos, sugerindo a modernização do site institucional e a criação de um aplicativo para atendimentos digitais à população.

No documento, o parlamentar justifica que a iniciativa traria grandes benefícios a Administração direta e indireta, bem como os munícipes que precisam de atendimento, principalmente em época de pandemia.

“Existem inúmeros benefícios, como evitar filas e aglomerações em órgãos públicos em busca de atendimento, preservando a saúde e as recomendações sanitárias, bem como regras de isolamento e distanciamento social”, explicou o vereador. “Adicionalmente, seria uma forma de reduzir a burocracia, encurtar o tempo de resposta ao munícipe, ampliar a qualidade na organização operacional e agilizar o atendimento à população”, acrescentou.

Elton destacou que apesar de funcional, o atual site é defasado e a interface deixa a desejar nos quesitos de usabilidade, além de inúmeras limitações e que a medida inclusive, traria economia ao erário.

“Em municípios vizinhos, centenas de serviços públicos são oferecidos via app e com funcionalidades excepcionais. Nós como poder público devemos nos ater e propiciar esses avanços, beneficiando a população e gerando economia aos cofres públicos com medidas inteligentes e sustentáveis, por exemplo, reduzindo custos com impressões e armazenamento”,  declarou.

RIO DE JANEIRO/RJ - A CBF divulgou o calendário de jogos da segunda fase da Copa do Brasil. Apesar do Corinthians já ter entrado em campo na sexta-feira e se classificar para a terceira fase ao superar o Retrô-PE nos pênaltis, os demais confrontos ainda não tinham datas e horários confirmados.

A princípio, os duelos acontecerão nos locais de origem dos clubes, apesar de restrições em alguns estados devido ao agravamento da pandemia do novo coronavírus. Alguns clubes precisaram mudar o local de seus jogos para os duelos inaugurais do torneio. O Corinthians, por exemplo, mandou seu duelo em Saquarema, no Rio de Janeiro.

Os jogos acontecem entre os dias 1º e 15 de abril. O Red Bull Bragantino entra em campo na próxima quinta-feira, em Lucas do Rio Verde-MT, contra o Luverdense. O Vasco joga dia 7, em Tombos-MG, contra o Tombense. No dia 14, os olhos estarão voltados para Natal-RN, onde Cruzeiro e Botafogo atuam, contra América-RN e ABC, respectivamente.

Na segunda fase da competição, caso haja empate no tempo normal, a definição da vaga será feita por meio das penalidades máximas. Foi dessa maneira que o Corinthians avançou ao estágio seguinte após empatar com o Retrô por 1 a 1.

As equipes que avançarem à terceira fase se unirão aos representantes brasileiros na Copa Libertadores, além do nono colocado da última edição do Campeonato Brasileiro (Athletico-PR), e os campeões da Copa do Nordeste (Ceará), Copa Verde (Brasiliense) e da Série B (Chapecoense). Um sorteio definirá os confrontos posteriormente.

 

Confira as datas e horários dos jogos da segunda fase da Copa do Brasil:

1º de abril

 

20h - Luverdense x Red Bull Bragantino - Passo das Emas (Lucas do Rio Verde-MT)

 

6 de abril

 

19h - Coritiba x Operário-PR - Couto Pereira (Curitiba-PR)

21h30 - Fotaleza x Ypiranga-RS - Castelão (Fortaleza-CE)

 

7 de abril

 

16h - Juazeirense x Volta Redonda - Adaulto Moraes (Juazeiro-BA)

16h - Picos x Boavista - Helvídio Nunes (Picos-PI)

19h - Vitória x Rio Branco-ES - Barradão (Salvador-BA)

21h30 - Tombense x Vasco - Antonio de Almeida (Tombos-MG)

21h30 - Bahia x Manaus - (Pituaçu - Salvador-BA)

 

8 de abril

 

19h - Criciúma x Ponte Preta - Heriberto Hülse (Criciúma-SC)

21h30 - Vila Nova x Juventude - OBA (Goiânia-GO)

 

13 de abril

 

16h30 - Cianorte x Santa Cruz - Albino Turbay (Cianorte-PR)

19h - Paysandu x Goianésia ou CRB - Mangueirão (Belém-PA)

21h30 - CSA x Remo - Rei Pelé (Maceió-AL)

 

14 de abril

 

19h - América-MG x Ferroviário - Independência (Belo Horizonte-MG)

21h30 - América-RN x Cruzeiro - Arena das Dunas (Natal-RN)

21h30 - ABC x Botafogo - Frasqueirão (Natal-RN)

 

15 de abril

 

16h30 - Avaí x FC Cascavel - Ressacada (Florianópolis-SC)

19h - 4 de Julho x Cuiabá - Lindolfo Monteiro (Teresina-PI)

21h30 - Joinville x Atlético-GO - Arena Joinville (Joinville-SC)

 

 

*Por: ESTADÃO

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