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Redação

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 Jornalista/Radialista

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IBATÉ/SP - A programação em comemoração aos 129 anos de Ibaté tem início às 8 horas, no Estádio Municipal “Dagnino Rossi”, com o 1º Pedal Cívico Ibaté. A participação está liberada para quem quiser participar, porém, a Secretaria Municipal de Esportes ressalta que é obrigatório o uso de luvas e capacetes.  

Ainda no dia 18, às 14 horas, acontecem os treinos livres do GP MX Arena Race de MotoCross, na Pista do Jardim Mariana. Às 16 horas, tem a abertura do 3º Festival de Balonismo, com o Voo Livre de Balões colorindo o céu da cidade. Às 20 horas, na Praça dos Três Poderes, será realizado um Show Noturno de Balões [Night Glow], seguido do show da Banda Doce Veneno, que fechará o primeiro dia das comemorações.

Os eventos seguem no dia 19 de junho, domingo, às 8 horas, com mais um Voo Livre de Balões, nas imediações da cidade. Às 9 horas, tem início os Treinos Livres e, às 11h30, as Provas Oficiais do GP MX Arena Race de Motocross, na Pista de Motocross do Jardim Mariana. Durante os intervalos de cada bateria, a Banda Super Over agitará o público presente. Às 16 horas, o balonismo volta a colorir o céu da cidade com mais um Voo Livre de Balões. Às 20 horas, na Praça dos Três Poderes, tem a presença da Facmol - Orquestra de Sopros e Percussão de Pereira Barreto (SP), que apresentará canções com roupagem moderna, valorizando a preservação da cultura caipira usando para isso peças do cancioneiro sertanejo.

A Prefeitura está empenhada na organização de mais um grande evento, que deve receber milhares de pessoas. Este será o primeiro final de semana das comemorações dos 129 anos de Ibaté. A programação completa pode ser acessada no site da Prefeitura de Ibaté [www.ibate.sp.gov.br].

COLÔMBIA - Os colombianos que irão às urnas neste domingo (19/06) têm apenas uma certeza: seja qual for o resultado, o país iniciará uma etapa inédita.

Esta é a primeira vez que a disputa será entre um candidato da esquerda ou centro-esquerda e um candidato que se apresenta como outsider do sistema político. Os partidos tradicionais de direita ou de centro-direita, que governaram a Colômbia por décadas, foram derrotados no primeiro turno, realizado no dia 29/05.

Esta eleição tem outras novidades: a união da esquerda e a saída do conflito armado das prioridades dos debates colombianos.

O ex-guerrilheiro e senador Gustavo Petro, da coalizão Pacto Histórico, que é classificado por especialistas como de esquerda ou de centro-esquerda, e o empresário do setor da construção e ex-prefeito Rodolfo Hernández, da Liga de Governantes Anticorrupção, tido por muitos analistas como populista e uma espécie de "Trump colombiano", estariam tecnicamente empatados, de acordo com as pesquisas de opinião.

A perspectiva de uma suposta contagem "voto a voto" tem levado a imprensa colombiana a afirmar que esta será uma "eleição de infarto" ("infartante").

Nos dois casos, as propostas são consideradas disruptivas e refletem o cansaço dos colombianos com os problemas que enfrentam, como o desemprego (em torno de 12%), inflação alta (9% anual) e a crônica desigualdade social, segundo analistas ouvidos pela BBC News Brasil.

Tanto Petro como Hernández dizem representar mudanças contra o sistema atual e a esperança de uma guinada na vida dos colombianos — que, em muitos casos, encaram problemas similares aos de outros latino-americanos e agravados durante a pandemia do novo coronavírus e da guerra na Ucrânia, como o aumento nos preços dos alimentos.

"Esta é uma eleição que reflete o sentimento de esgotamento dos colombianos com os problemas sociais que estão enfrentando. É a primeira vez desde os anos 1980 que os partidos tradicionais (Liberal e Conservador) não estão na disputa", disse a cientista política e especialista em negócios internacionais Luciana Manfredi, da Universidade ICESI, de Cali, e da UNAM, do México.

Ela observa que, diante de um eleitorado fragmentado, ao mesmo tempo em que geram expectativas de renovação, os dois candidatos também provocam dúvidas em relação à estabilidade econômica (caso de Petro) e à estabilidade democrática (caso de Hernández).

Os mais céticos questionam como Petro ou Hernández farão, na prática, para atender às demandas acumuladas dos colombianos.

"Num contexto de baixo crescimento econômico, inflação e desemprego altos, surgiram o 'voto castigo' (contra a classe política tradicional) e o 'voto protesto' (contra as dificuldades sociais). Nas eleições anteriores, essas problemáticas apareciam num segundo plano, com a guerrilha e a segurança como prioridades. Mas Petro e Hernández são demagogos porque não está claro como vão resolver os problemas e se não podem acabar piorando a situação", disse Jorge Restrepo, professor de economia da Universidade Javeriana, de Bogotá.

O debate sobre a guerrilha passou a ser secundário e praticamente inexistente nesta campanha eleitoral, em função do acordo de paz, assinado em 2016, para colocar um ponto final no conflito armado envolvendo as FARC (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia), que durou 50 anos.

A esquerda, que era rejeitada por sua associação com o movimento guerrilheiro, passou a ter maiores chances de eleição para a Casa de Nariño, a sede da Presidência colombiana.

 

Ex-prefeitos

Petro, ex-prefeito de Bogotá, a capital colombiana, e Hernández, ex-prefeito de Bucaramanga, no departamento (Estado) de Santander, são opostos em seus perfis ideológicos.

Na última eleição presidencial, Petro, de 62 anos, foi derrotado no segundo turno, quando os partidos tradicionais e seus opositores em geral se uniram em torno do nome do atual presidente Iván Duque.

Neste ano, no primeiro turno, Petro foi o mais votado, com 40,34% da votação, mas não conseguiu superar os 50% para ser eleito.

Suas bandeiras são a inclusão social e a energia limpa. Suas críticas contra a "dependência colombiana do petróleo" são frequentes e um dos motivos da rejeição de grande parte do empresariado ao seu nome.

Em uma das recentes conversas que teve em suas redes sociais, Petro disse que suspenderia a exploração de petróleo no país e que entre seus objetivos está o setor agrícola, com maior proteção contra os produtos importados e o cuidado com o meio ambiente.

Para o cientista político Alejo Vargas Velázquez, da Universidade Nacional da Colômbia, Petro conta com amplo respaldo da esquerda, mas um dos seus maiores desafios é gerar "credibilidade" entre os investidores.

Na imprensa colombiana falou-se em "petrofobia" — a fobia, o medo dos que rejeitam Petro e a esquerda, principalmente nos setores empresariais e econômicos, e que optariam por Hernández para evitar a vitória do ex-prefeito de Bogotá.

Petro e sua equipe costumam dizer que não há motivos para "temor" e que as mudanças serão feitas a partir do diálogo e do consenso político.

"Se eu vencer, convocarei um grande acordo nacional, baseado no diálogo, incluindo o centro e até (o ex-presidente de direita) Álvaro Uribe. Temos que mudar o ambiente de ódio e sectarismo que existe hoje na Colômbia", disse em entrevista ao jornal espanhol El País.

 

Machismo

Por sua vez, Hernández, de 77 anos, demonstrou conhecer pouco até sobre a geografia do país e fez declarações jocosas e consideradas machistas.

"O ideal seria que as mulheres se dedicassem à educação dos filhos", disse. E fez outras declarações também consideradas "ultrapassadas" ou "exploradoras", apontaram opositores, analistas e acadêmicos, como as de que os trabalhadores deveriam ampliar a jornada de trabalho para dez horas diárias e reduzir o tempo de almoço para meia hora.

No primeiro turno, Hernández foi a grande surpresa e recebeu 28,17% dos votos, superando Federico Gutiérrez, candidato que representava partidos tradicionais.

O índice de abstenção, normalmente alto no país, foi o mais baixo dos últimos 20 anos. Ainda assim, somente 54% compareceram às urnas, segundo dados oficiais.

E analistas, como Luciana Manfredi, das universidades Icesi e Unam, e Victor M. Mijares, da Universidade de los Andes, observam que o eleitorado colombiano é marcado hoje pela fragmentação.

Assim, o eleitor dos dois presidenciáveis está disperso nas várias camadas sociais do país, não significando que os economicamente mais pobres votarão em peso em Petro ou que os mais ricos optarão por Hernández, notam.

Mas o que esperar de um possível governo Petro ou de um possível governo Hernández?

"Petro tem uma política mais orientada à geração de empregos, a de criar oportunidades de educação superior aos jovens e de mudanças na área de direitos humanos, como a preocupação com os desplazados e o desaparecimento de líderes sociais. O temor entre os empresários é como estas medidas serão financiadas. No entanto, ficaram no passado as especulações de que sua política seria de desapropriar (empresas)", disse a cientista política Luciana Manfredi, que também é da Red Politólogas (cientistas políticas) da América Latina.

Ela observa que entre os que rejeitam a possível eleição de Petro existe a preocupação "em relação à estabilidade econômica", já que ele questiona, além do petróleo, os acordos comerciais internacionais da Colômbia.

"Na visão neoliberal, a Colômbia é vista com a mesma estabilidade que o Chile. Mas existe uma realidade que são a desigualdade social e os 'desplazados' (deslocados por conflitos)", disse.

Como no Chile, a Colômbia também registrou fortes protestos em 2019 e em 2020. E, nesta campanha, Petro recebeu apoio de líderes políticos associados à esquerda ou centro-esquerda, entre eles o presidente chileno Gabriel Boric e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

 

'Desplazados'

Os "desplazados" formam um drama nacional. Eles são aqueles que tiveram que se mudar, dentro do próprio país, diante do avanço territorial da guerrilha ou do tráfico de drogas. Dados oficiais apontam que a categoria superaria os 2 milhões de colombianos em um país de pouco mais de 50 milhões de habitantes.

Na visão da professora da Universidade de Cali, Petro tem "experiência política" e conhece a Colômbia, diferentemente de seu adversário nesta corrida eleitoral.

Mas se Petro gera o temor da "instabilidade econômica", Hernández gera o temor da "instabilidade institucional e democrática", diz ela.

"Ele representa a incerteza institucional e justifica a definição de populista ao dizer que apoia medidas que no fundo desconhece ou não respalda de verdade", disse.

Esse é o caso, diz ela, da sua defesa do uso medicinal da maconha ou do maior acesso dos jovens à universidade. Quando perguntado, Hernández disse que não sabe como fará para colocar as medidas em prática, mas que contará com gente qualificada para resolver a situação.

Ou, quando a pergunta envolve recursos públicos, recorda a analista, ele responde que atenderá a promessa "com o dinheiro que será poupado da corrupção" — o combate à corrupção é uma de suas principais bandeiras.

 

Semelhanças entre os candidatos

O analista econômico Restrepo, da Universidade Javeriana, entende que os dois presidenciáveis têm algo em comum no âmbito econômico, que é a defensa de uma economia mais "protecionista" contra a produção externa.

Ele criticou as propostas econômicas dos dois presidenciáveis. "Representam um retrocesso para o país."

A Colômbia, lembrou, tem cerca de 25 acordos de livre comércio, incluindo com Estados Unidos, União Europeia e Canadá, além de fazer parte da Aliança do Pacífico (Colômbia, Chile e México).

"Vejo os dois candidatos como os mais radicais entre todos os presidenciáveis que tivemos nesta eleição. Realmente estamos em um momento inédito na nossa história recente", disse.

 

- Este texto foi originalmente publicado em https://www.bbc.com/portuguese/brasil-61846652

INDIANÁPOLIS – Os contratos futuros do trigo de Chicago caíram na sexta-feira, apagando os ganhos no início da semana, à medida que a pressão da colheita pesa e um dólar mais firme limita os negócios de exportação, disseram traders.

Antes de terminar em baixa, o milho avançou para uma nova máxima de um mês, apoiado pelo clima quente no Meio-Oeste dos EUA, que pode ameaçar as produtividades, enquanto a soja também caiu.

O contrato de trigo mais ativo na bolsa de Chicago perdeu 44 centavos, para 10,3425 dólares por bushel, queda de 3,5% na semana. O milho caiu 3,75 centavos para terminar a 7,845 dólares por bushel, depois de atingir anteriormente 8 dólares, seu maior nível desde 18 de maio.

A soja recuou 7,50 centavos para 17,02 dólares por bushel, caindo 2,5% na semana, sua maior perda semanal desde a semana encerrada em 6 de maio.

Um dólar americano mais firme restringiu os ganhos nos futuros de safras americanas, uma vez que a moeda forte reduz a competitividade das exportações dos EUA.

 

 

Por Christopher Walljasper / REUTERS

General responsável por logística terrestre apela para o envio de mais armamentos e diz que armas recebidas até agora cobriram apenas 15% da demanda.

 

UCRÂNIA - O exército da Ucrânia sofreu grandes perdas materiais desde o início da guerra com a Rússia, segundo um general do alto escalão. Em uma entrevista a uma revista americana, o general que é responsável pela logística das forças terrestres admitiu que quase 50% do equipamento militar do país foi perdido em combates nos últimos meses.

"Até hoje, perdemos aproximadamente entre 30% e 40%, às vezes até 50% do equipamento como resultado do combate ativo. Assim, nós perdemos aproximadamente 50%", afirmou o general de brigada Volodimir Karpenko em entrevista à revista National Defense publicada na quarta-feira (15/06).

Karpenko admitiu que cerca de 1,3 mil veículos de combate de infantaria, 400 tanques e 700 sistemas de artilharia das Forças Armadas ucranianas foram perdidos na guerra. O general ressaltou que essa era uma estimativa feita com base na linha de frente e intensidade do conflito.

Na entrevista, Karpenko reiterou o pedido de ajuda para o envio de mais armamentos ao país. "Recebemos um grande número de sistema de armas, mas que só cobriu de 10% a 15% de nossa demanda", afirmou. "A guerra que estamos vendo agora na Ucrânia ocorreu a última vez em 1945 quando o mundo ganhou o mal".

Desde o início da invasão russa, em 24 de fevereiro, a Ucrânia apela para o envio de armamentos. Há uma semana, o vice de inteligência militar do país afirmou que as tropas ucranianas estavam em desvantagem em artilharia e dependiam quase que exclusivamente de armas do Ocidente para resistir. Os militares também estariam quase sem munição na frente de batalha.

Diversos países já se comprometeram a ajudar à Ucrânia. Os Estados Unidos prometeram recentemente enviar para sistemas de mísseis de médio alcance de alta tecnologia. Os lançadores fazem parte de um novo pacote americano de ajuda de segurança à Ucrânia no valor de 700 milhões de dólares, que vai incluir ainda helicópteros, sistemas de armas antitanque do tipo Javelin, veículos táticos, peças de reposição, entre outros.

A Alemanha, a França, a Dinamarca, o Reino Unido, Canadá, Polônia, além de outros países, também já forneceram ou planejam enviar armas à Ucrânia.

 

Confrontos em Donbass

A linha de frente da guerra concentrasse atualmente na região de Donbass. A situação é particularmente dramática em Sievierodonetsk, onde o exército russo bombardeou a fábrica química Asot, um dos últimos pontos de resistência na cidade. Segundo fontes ucranianas, mais 560 civis, incluindo 38 crianças, buscaram proteção nos bunkers da fábrica.

Autoridades russas afirmaram neste sábado que ainda não foi alcançado um acordo para evacuar a fábrica e culpou os ucranianos por se recusarem a aceitar um acordo de cessar-fogo.

A cidade de Sievierodonetsk é o último reduto das forças ucranianas em Lugansk e o cenário mais ativo de hostilidades nas últimas semanas. As forças ucranianas se isolaram nesta fábrica química numa manobra semelhante à realizada em Mariupol, onde o exército ucraniano se refugiou na siderurgia Azovstal, que acabou por cair, como toda a cidade, no poder de Moscou.

 

 

cn (AFP, Lusa, ots)

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