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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SÃO PAULO/SP - Candidato ao governo de São Paulo pelo Republicanos, o ex-ministro Tarcísio de Freitas inclui na lista de realizações de sua gestão no estado a renovação da concessão da Nova Dutra, assinada em outubro do ano passado.

A obra, segundo o governo federal, levará a investimento de R$ 7,4 bilhões em 282,7 km de rodovia. Deste montante, serão R$ 3,9 bilhões apenas para a ampliação de capacidade da estrada e mais de 200 mil empregos diretos e indiretos gerados durante a concessão, de 30 anos.

O ex-ministro se promove em sua campanha como "Tarcisão do Asfalto", mas no estado ele entregou apenas 17,8 km de asfalto novo. A única obra foi a duplicação de um trecho da BR 153 na região de São José do Rio Preto (a 437 km da capital), que custou R$ 268,5 milhões. ​

A razão para isso, diz a assessoria do candidato, é que a malha viária sob a administração do Dnit, vinculado ao Ministério de Infraestrutura, é de somente 53,2 km no estado. O restante foi concedido à iniciativa privada.

​"A adequação da travessia urbana [na BR-153] se arrastava desde 2014 e, com os esforços empreendidos durante a gestão de Tarcísio como ministro, foi finalmente concluída", diz a nota da assessoria.

A alcunha de "Tarcisão do Asfalto" se aplica mais a outros estados, como Amazonas, Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Sergipe.

EUA - Apesar de uma desaceleração preocupante que ameaça a economia mundial, a prioridade deve ser frear a inflação e evitar, a todo custo, que ela saia completamente de controle, destacou o economista-chefe do FMI, Pierre-Olivier Gourinchas, em entrevista à AFP na terça-feira (26).

"A inflação é um pouco como o gênio que sai da lâmpada" e não é possível colocá-lo dentro dela novamente, afirmou.

O Fundo Monetário Internacional (FMI) publicou hoje a atualização de suas previsões econômicas, que mostram perspectivas sombrias para a economia mundial.

O FMI rebaixou a estimativa de crescimento do PIB mundial em 2022 para 3,2%, 0,4 ponto percentual a menos que no prognóstico de abril.

A inflação, por outro lado, deve ser mais alta e chegar a 8,3% este ano a nível mundial, 0,9 ponto a mais que o previsto em abril.

"Isso gera um ambiente de muita incerteza. As pessoas veem seu poder aquisitivo encolher de uma maneira que não é possível controlar", explicou.

"Os bancos centrais têm muito a perder se, de alguma maneira, não conseguirem controlar a dinâmica dos preços daqui para frente", acrescentou.

Essas instituições adotam medidas para tentar frear a inflação, aumentando suas taxas de juros de referência. Porém, isso pode afetar o crescimento, pois encarece o custo do crédito, o que desacelera a economia.

NOVA ZELÂNDIA - Um país que já teve a política mais agressiva de controle do coronavírus está enfrentando temores de uma nova onda da doença — e atualmente registra o maior número de mortes no mundo pela covid-19.

A Nova Zelândia vem observando um forte aumento no número de casos, mortes e hospitalizações no mês de julho. Especialistas temem que o país pode estar no começo de uma segunda onda da variante ômicron.

Na segunda-feira (25/7), 836 pessoas estavam hospitalizadas por covid no país — um aumento de mais de 50% em relação a junho. Alguns hospitais estão operando com capacidade máxima, por causa da covid.

O país lidera no momento o ranking de mortes por covid no mundo: são 4,37 mortes por milhão de habitantes, na média diária dos últimos sete dias. O número é quatro vezes maior do que o registrado no Brasil e o triplo dos EUA.

RIO DE JANEIRO/RJ - O presidente da Comissão de Arbitragem da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Wilson Seneme, admitiu na terça-feira (26) que a primeira metade do Campeonato Brasileiro teve equívocos "inaceitáveis". A declaração foi feita durante um encontro com presidentes de clubes da Série A e B, na sede da entidade, no Rio de Janeiro. 

"Os equívocos que ocorreram até agora, no primeiro turno, alguns são de interpretação, que podem ocorrer, porque fazem parte do jogo. Agora, outros realmente são inaceitáveis e têm que servir como divisor de águas. Eu, como presidente da Comissão de Arbitragem, assumo isso", disse Semene, sem detalhar os erros. 

"Fiquei na Conmebol [Confederação Sul-Americana de Futebol] por oito anos. Dois anos como membro da Comissão de Arbitragem e seis anos como presidente da Comissão. [O começo] Foi uma transformação e hoje se nota a diferença da arbitragem sul-americana. Não foi um sucesso do dia para noite. Recordo que, nos primeiros anos de Conmebol, ocorreram erros absurdos, inaceitáveis. Na Conmebol, esse período serviu como um divisor de águas", recordou o dirigente.

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