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Redação

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 Jornalista/Radialista

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BRASÍLIA/DF - Em carta à Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu a regulação de plataformas digitais para enfrentar a disseminação de mentiras e desinformações no ambiente virtual. Lula disse também que é preciso combater a concentração do mercado digital com a democratização da internet e a promoção da autonomia dos países em desenvolvimento nessa área.

Em atenção ao convite da diretora-geral da Unesco, Audrey Azoulay, Lula enviou a carta, que foi lida na quarta-feira (22), em Paris, na abertura da conferência Internet for Trust (Por uma Internet Confiável). Com o evento, a Unesco propõe a discussão de diretrizes globais para regulamentar as plataformas digitais, melhorar a confiabilidade das informações e proteger a liberdade de expressão e os direitos humanos.

“Precisamos de equilíbrio. De um lado, é necessário garantir o exercício da liberdade de expressão individual, que é um direito humano fundamental. De outro lado, precisamos assegurar um direito coletivo: o direito de a sociedade receber informações confiáveis, e não a mentira e a desinformação. Também não podemos permitir que a integridade de nossas democracias seja afetada pelas decisões de alguns poucos atores que hoje controlam as plataformas”, escreveu Lula.

A coordenadora do programa Criança e Consumo do Instituto Alana, Maria Mello, que participa das discussões no evento da Unesco, em Paris, destacou que o mundo todo vem debatendo e avançando sobre regulação de plataformas e que é necessário um esforço de comunicação que mostre que não se está falando sobre censura. Ela compara, por exemplo, as medidas que já foram tomadas em relação ao consumo de tabaco no Brasil, em que o produto continua sendo produzido e vendido, mas partindo de parâmetros que assegurem mais segurança à população.

“O debate precisa ser ampliado, e essas questões devem ser apresentadas da forma mais urgente, transparente e compreensível possível. Este foi, inclusive, um ponto do painel que realizamos ontem aqui no evento com o influenciador Felipe Neto, que defende um processo de diálogo intenso com criadores de conteúdo na internet, para que se conscientizem e possam contribuir para tornar mais nítida a discussão. Jornalistas também precisam se dispor a compreender melhor os textos que vêm sendo debatidos, assim como as legislações de outros países que inspiram as discussões”, afirmou à Agência Brasil.

 

Proteção e direitos

O Instituto Alana é uma organização da sociedade civil que trabalha pela proteção à infância. Maria ressaltou que as crianças representam um terço de todos os usuários de internet no mundo, embora muitas plataformas digitais não permitam, em seus termos de uso, a participação desse público.

“As crianças são afetadas por problemas que vão desde a coleta e o tratamento de seus dados pessoais com o objetivo de modulação comportamental, de direcionamento de publicidade, o que é ilegal em nosso país, até o vício que o modelo de negócios baseado em engajamento gera, passando pelo consumo de conteúdo desinformativo e de ódio, entre outros muitos riscos”, disse Maria.

Para ela, uma regulação poderia demandar o comprometimento das plataformas com a proteção dessa parcela da população.

“Por serem hipervulneráveis, crianças devem ter proteção especial onde quer que estejam, inclusive na internet. Todos os setores da sociedade, incluindo as plataformas digitais, precisam assumir seu dever de cuidado com crianças e adolescentes na internet”, argumentou a coordenadora do Instituto Alana.

A Unesco iniciou um processo de consulta aberta para consolidar uma estrutura digital com as principais diretrizes de regulação das mídias digitais.

 

Desinformação

Na carta à Unesco, o presidente Lula disse que os ataques às sedes dos Três Poderes, no dia 8 de janeiro, em Brasília, foram resultado de uma campanha “gestada, organizada e difundida” por meio das diversas plataformas digitais e aplicativos de mensagens.

“O que ocorreu naquele dia foi o ápice de uma campanha, iniciada muito antes, que usava como munição a mentira e a desinformação. E tinha, como alvos, a democracia e a credibilidade das instituições brasileiras. [...] repetiu o mesmo método que já tinha gerado atos de violência em outros lugares do mundo. Isso tem que parar”, afirma o presidente.

Para Lula, a regulação das plataformas tem que ser feita de forma transparente, e com a participação social, para garantir sua eficiência, e ser coordenada multilateralmente no plano internacional, envolvendo governos, especialistas e sociedade civil. “A regulação deverá garantir o exercício de direitos individuais e coletivos. Deverá corrigir as distorções de um modelo de negócios que gera lucros explorando os dados pessoais dos usuários”, argumentou o presidente.

Na carta, Lula afirma que as plataformas digitais definiram a maneira como as pessoas se comunicam, se relacionam e como consomem produtos e serviços. Para o presidente, a internet trouxe “resultados extraordinários” para a economia global e para as sociedades, ajudando na promoção e difusão do conhecimento, facilitando o comércio, aumentando a produtividade e ampliando a oferta de serviços e a circulação de informações.

Em outra medida, o presidente diz que o ambiente digital acarretou a concentração de mercado e de poder nas mãos de poucas empresas e países. “Trouxe, também, riscos à democracia. Riscos à convivência civilizada entre as pessoas. Riscos à saúde pública. A disseminação de desinformação durante a pandemia contribuiu para milhares de mortes. Os discursos de ódio fazem vítimas todos os dias. E os mais atingidos são os setores mais vulneráveis de nossas sociedades”, diz, na carta.

 

Democratização da internet

O presidente Lula também destaca que é preciso reduzir o “fosso digital” e promover a autonomia dos países em desenvolvimento nessa área. Para o presidente, os benefícios conquistados com o desenvolvimento da internet e com as plataformas digitais estão distribuídos de maneira desproporcional entre as pessoas de diferentes níveis de renda, ampliando a desigualdade social.

“Precisamos garantir o acesso à internet para todos, fomentar a educação e as habilidades necessárias para uma inserção ativa e consciente de nossos cidadãos no mundo digital. Países em desenvolvimento devem ser capazes de atuar de forma soberana na moderna economia de dados, como agentes e não apenas como exportadores de dados ou consumidores passivos dos conteúdos”, escreveu o presidente.

Para Maria Mello, do Instituto Alana, a regulação é um passo para a democratização, mas não se concretiza sem ações profundas em termos de acesso, conectividade, letramento e educação como um todo. Ainda segundo Maria, é preciso debater o modelo de negócios que prevalece entre as plataformas digitais, “que acaba por estimular a circulação de conteúdo danoso – uma vez que ele gera mais engajamento e, portanto, mais lucro às empresas”.

“Democratizar, nesse sentido, também significa diminuir o poder dessas empresas, possibilitando um cenário de maior concorrência. Mas esses passos precisam ser dados de forma concomitante, e em perspectiva multissetorial, ou seja, envolvendo todos os setores da sociedade”, explicou.

 

 

Por Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil

PARIS - A União Europeia não concorda com o Comitê Olímpico Internacional, que está defendendo a inclusão da Rússia e Belarus nos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de Paris em 2024. Os países europeus do bloco fizeram uma resolução contra a iniciativa do COI para as próximas Olimpíadas. A moção foi aprovada com 444 votos a favor, 26 contra e 37 abstenções.

A resolução marca o aniversário de um ano da guerra que estremeceu o mundo inteiro. As invasões russas à Ucrânia começaram no dia 24 de fevereiro de 2022. A UE acredita que a participação da Russia e Belarus nos Jogos vão ser usados por ambos os regimes para fins de propaganda e que contrariaria o isolamento amplo dos dois países. O bloco ainda espera que os 27 países membros pressionem o COI a reverter a decisão. O Comitê afirmou que seria discriminatório excluir a Rússia e Belarus.

- A hipocrisia do presidente do COI e do Comitê é simplesmente patética. Um país que comete uma agressão condenada pela grande maioria da Assembleia Geral da ONU perde o direito de competir nos Jogos Olímpicos. Isso também se aplica a todos os seus atletas - afirmou o ministro das Relações Exteriores da Ucrânia, Dmytro Kuleba.

Depois da mudança de postura do COI, a Ucrânia está considerando um boicote aos Jogos Olímpicos de Paris. Thomas Bach, presidente do Comitê Olímpico Internacional, comentou afirmando que seria uma violação da Carta Olímpica. Dmytro Kuleba, respondeu.

- Esta (o boicote) é uma das várias opções. Se atletas russos e belarrussos viessem a Paris em vez de atletas ucranianos, isso seria contra todos os padrões morais, esportivos e políticos. A maioria dos atletas russos que ganharam medalhas nos últimos Jogos Olímpicos representaram clubes esportivos do exército russo - completou Kuleba.

 

 

Por Redação do ge

SÃO PAULO/SP - Em duelo equilibrado disputado no Allianz Parque na noite desta quarta-feira, o Palmeiras venceu o Red Bull Bragantino por 2 a 0. Com poucas oportunidades para os dois lados, o Verdão contou com o brilho de Rony, que marcou um gol e deu a assistência para o tento de Breno Lopes na partida válida pela 10ª rodada do Campeonato Paulista.

Com o resultado, o Palmeiras chega aos 24 pontos e permanece na liderança do Grupo D e da classificação geral do Campeonato Paulista, seguido de perto pelo São Bernardo, que tem 23 e chegou a ultrapassar o Verdão antes da bola rolar no Allianz Parque. Já o Red Bull Bragantino estaciona no segundo lugar do Grupo A com 14 pontos, perdendo para o Botafogo-SP nos critérios de desempate.

Ainda na briga pela melhor campanha da primeira fase, o Verdão volta a campo no domingo, às 18h30 (de Brasília), quando recebe a Ferroviária no Allianz Parque. Já o Red Bull Bragantino volta para casa e encara o Ituano no sábado, às 16 horas (de Brasília), no Nabi Abi Chedid.

O jogo

Os primeiros minutos foram de equilíbrio no Allianz Parque, com as duas equipes marcando pressão e dificultando as saídas de bola. As boas oportunidades, contudo, foram raras antes dos dez minutos.

Aos poucos, o Palmeiras passou a ter mais a posse de bola e inaugurou o marcador aos 12 minutos. Em cobrança de escanteio bem batida por Raphael Veiga, o artilheiro Rony subiu mais alto do que a zaga e cabeceou para o fundo do gol.

Depois do Verdão sair na frente, o Red Bull Bragantino tentou pressionar em busca do empate. Logo nos minutos seguintes, foram duas cobranças de falta na entrada da área, mas ambas acabaram na barreira. Já aos 20, Bruninho arriscou de fora da área, mas mandou por cima do gol de Weverton.

Depois disso, a partida ficou amarrada no meio de campo, com muitos duelos intensos e pouca criatividade dos dois lados. Aos 35 minutos, o clima esquentou depois de Juninho Capixaba fazer falta em Gabriel Menino e, em seguida, levar um carrinho de Endrick com o jogo já paralisado. O garoto de 16 anos foi amarelado, e Weverton também recebeu cartão após se desentender com Matheus Fernandes na confusão.

Segundo tempo

As equipes voltaram para a etapa final sem fazer alterações. A partida foi iniciada com equilíbrio mais uma vez, e quem criou a primeira chance de perigo foi o Red Bull Bragantino. Aos oito minutos, Sorriso saiu cara a cara com Weverton, que cresceu na frente do atacante e fez ótima defesa.

O Palmeiras tentou assustar o adversário nos contra-ataques, mas não conseguia concluir as jogadas. Aos 14 minutos, Weverton impediu mais uma vez o empate do Red Bull Bragantino ao defender a cobrança de falta de Artur.

Os dois treinadores fizeram substituições nas suas equipes, mas o cenário pouco mudou. O Palmeiras seguiu com dificuldades de criar boas jogadas para ampliar o placar, enquanto as melhores chances eram dos visitantes. Ainda assim, a defesa palmeirense conseguiu travar as principais chegadas do adversário.

Já na reta final do jogo, o Red Bull Bragantino voltou a assustar em nova cobrança de falta de Artur. Mais uma vez, Weverton foi bem no lance e espalmou para escanteio. Mesmo sem assustar o adversário durante boa parte da segunda etapa, o Palmeiras foi quem voltou a balançar a rede já nos acréscimos. Aos 47, depois de contra-ataque em velocidade, Breno Lopes recebeu dentro da área e bateu firme de canhota para marcar e dar números finais ao jogo.

 

 

Guilherme Goya / GAZETA ESPORTIVA

SÃO CARLOS/SP - A Polícia Militar Rodoviária conduziu um sujeito à Central de Polícia Judiciária, após o mesmo tentar furtar um botijão de gás da base da PMR, em São Carlos.

Segundo consta, o indivíduo teria pulado o portão e estava ao lado do botijão, quando os Policiais chegaram e flagram o sujeito. Ao ser questionado o mesmo afirmou que estava com sede estava procurando a torneira para beber água.

A desculpa não foi convincente, pois o botijão já estava desconectado, então o elemento teve que se explicar na delegacia.

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