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Redação

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 Jornalista/Radialista

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ISRAEL - Três semanas após o início da guerra entre Israel e Hamas, palestinos de Gaza invadiram no domingo (29) depósitos das Nações Unidas em busca de comida e itens básicos, segundo a organização. Diretor da agência para refugiados, Thomas White afirmou que os saques são um sinal preocupante de que a "ordem civil está começando a colapsar".

Em visita ao Nepal, o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, declarou que a situação em Gaza está cada vez mais desesperadora e endossou pedidos por um cessar-fogo. Além disso, o representante da ONU lamentou a intensificação dos ataques de Israel à região.

No início da semana, Guterres falou no Conselho de Segurança da ONU que estava preocupado com o que apontou como violações de direitos humanos em Gaza. As declarações provocaram indignação do governo de Israel, cujo embaixador nas Nações Unidas pediu a renúncia de Guterres.

 

 

POR FOLHAPRESS

BRASÍLIA/DF - O consumidor não pagará cobrança extra sobre a conta de luz em novembro. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) manteve a bandeira verde para o próximo mês para todos os consumidores conectados ao Sistema Interligado Nacional (SIN).​

A conta de luz está sem essas taxas desde o fim da bandeira de escassez hídrica, que durou de setembro de 2021 até meados de abril de 2022. Segundo a Aneel, na ocasião, a bandeira verde foi escolhida devido às condições favoráveis de geração de energia, com os reservatórios das usinas hidrelétricas em níveis satisfatórios. O nível de armazenamento dos reservatórios, informou a agência reguladora, atingiu 87% em média no início do período seco, o que explica o cenário favorável do momento.

Em junho de 2022, a Aneel aprovou reajuste de até 64% das bandeiras tarifárias. Segundo a agência, os aumentos refletiram a inflação e o maior custo das usinas termelétricas neste ano, decorrente do encarecimento do petróleo e do gás natural nos últimos meses.

Em agosto, a Aneel aprovou uma consulta pública para baratear as bandeiras tarifárias em até 36,9%. O órgão citou três fatores para justificar a redução: reservatórios cheios, expansão de energia eólica e solar e queda no preço internacional dos combustíveis fósseis.

Bandeiras tarifárias

Criadas em 2015 pela Aneel, as bandeiras tarifárias refletem os custos variáveis da geração de energia elétrica. Divididas em níveis, as bandeiras indicam quanto está custando para o SIN gerar a energia usada nas casas, em estabelecimentos comerciais e nas indústrias.

Quando a conta de luz é calculada pela bandeira verde, não há nenhum acréscimo. Quando são aplicadas as bandeiras vermelha ou amarela, a conta sofre acréscimos, que variam de R$ 2,989 (bandeira amarela) a R$ 9,795 (bandeira vermelha patamar 2) a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. Quando a bandeira de escassez hídrica vigorou, de setembro de 2021 a 15 de abril de 2022, o consumidor pagava R$ 14,20 extras a cada 100 kWh.

O Sistema Interligado Nacional é dividido em quatro subsistemas: Sudeste/Centro-Oeste, Sul, Nordeste e Norte. Praticamente todo o país é coberto pelo SIN. A exceção são algumas partes de estados da Região Norte e de Mato Grosso, além de todo o estado de Roraima. Atualmente, há 212 localidades isoladas do SIN, nas quais o consumo é baixo e representa menos de 1% da carga total do país. A demanda por energia nessas regiões é suprida, principalmente, por térmicas a óleo diesel.

 

 

Por Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil

EUA - O Federal Reserve (Fed, banco central americano) poderá manter as suas taxas de juros de referência inalteradas na sua reunião desta semana para evitar o risco de recessão, apesar de uma inflação que custa a ceder.

“O Fed está em modo de espera”, resume Krishna Guha, economista da Evercore, uma empresa de consultoria de investimentos.

O crescimento da atividade econômica nos Estados Unidos duplicou no terceiro trimestre na projeção anual, em comparação com o trimestre anterior, impulsionado pelo consumo das famílias. Essa informação continua afastando a perspectiva de recessão e pressiona a favor de um novo aumento das taxas de juros.

O Fed aumentou as suas taxas como forma de tornar o crédito mais caro e, assim, moderar o consumo e o investimento, o que exerceu pressão sobre o aumento dos preços.

Mas este “crescimento marcadamente forte no terceiro trimestre”, de 4,9% na projeção de 12 meses, é “compensado pelo aumento dos rendimentos” dos títulos do Tesouro, detalha Guha.

“Muitos no Fed consideram que o aumento dos rendimentos (ou das taxas dos títulos do Tesouro) é equivalente a um novo aumento nas taxas de juros”, afirma Diane Swonk, economista-chefe da KPMG.

O impacto nos rendimentos dos títulos do Tesouro é muito mais amplo, destaca Swonk, do que o das taxas do Fed, já que as taxas de referência decididas pelo banco central condicionam os empréstimos concedidos pelos bancos, “que representam apenas um terço do crédito nos Estados Unidos”.

 

– Opção em aberto –

O Fed aumentou as suas taxas 11 vezes desde março de 2022, e estão atualmente entre 5,25-5,50%, um máximo desde 2001.

Quase todos os atores do mercado antecipam que o Fed manterá as suas taxas neste nível, de acordo com a avaliação do CME Group.

Gregory Daco, economista-chefe da EY Parthenon, espera que o Fed mantenha “uma opção para um ajuste adicional”, em seu comunicado à imprensa de encerramento da reunião na quarta-feira.

Para Daco, porém, “o ciclo de ajuste (monetário) do Fed acabou” e não haverá mais aumentos de taxas.

“Eles não descartarão um novo aumento”, afirma Michael Pearce, da Oxford Economics.

 

– Não cantar vitória –

Os dados da inflação de setembro “ainda não são suficientemente bons para que o Fed possa cantar vitória”, observaram os economistas da Pantheon Macroeconomics.

O índice PCE, o mais seguido pelo Fed para medir os aumentos de preços, ficou em 3,4% nos 12 meses em setembro. A inflação mensal foi de 0,4%, mesma variação de preços de agosto e um pouco acima do esperado.

Por outro lado, a inflação subjacente, que exclui preços muito voláteis como alimentos e energia, passou de 0,1% em agosto para 0,3% em setembro.

O IPC, por outro lado, manteve-se estável em 3,7% durante 12 meses em setembro, mas o aumento de preços moderou-se na medição mensal pela primeira vez desde maio.

O Banco Central Europeu (BCE) manteve as suas taxas inalteradas na quinta-feira, após dez aumentos consecutivos desde julho de 2022.

 

 

ISTOÉ DINHEIRO

MADRI - Dezenas de milhares de pessoas, muitas delas agitando bandeiras espanholas, participaram de um protesto em Madri no domingo (29), convocado pelo partido de extrema direita Vox, contra uma proposta de anistia para os separatistas catalães.

Esta questão controversa está sendo negociada entre a esquerda e os partidos independentistas catalães, cujo apoio é essencial para que o socialista Pedro Sánchez obtenha a posse para um segundo mandato como presidente do governo espanhol.

A questão surgiu após as eleições gerais de 23 de julho, nas quais os socialistas ficaram em segundo lugar, atrás do Partido Popular (PP). Mas o PP, sem maioria absoluta, não conseguiu formar uma coalizão, abrindo assim caminho para a formação de um novo governo de esquerda.

Para continuar governando, Sánchez precisa do apoio parlamentar dos partidos independentistas catalães ERC (Esquerda Republicana da Catalunha) e JxCat (Junts per Catalunya).

Esta última formação esteve por trás de uma tentativa fracassada de se separar da Catalunha em 2017, que mergulhou a Espanha na sua pior crise política em várias décadas, após a qual o seu líder Carles Puigdemont fugiu para a Bélgica para escapar da Justiça.

Muitos manifestantes denunciam que a anistia poderia beneficiar Puigdemont. "A Espanha não está à venda", "Não à Anistia", proclamavam as suas faixas na Plaza de Colón, entre gritos de "Puigdemont na prisão!".

Marcos Carbonell, um engenheiro de 37 anos, ficou indignado com as tentativas de Sánchez de se associar àqueles que querem "desmembrar a Espanha".

"É vergonhoso, nem tudo vale para permanecer no poder", disse à AFP durante o protesto, que segundo as autoridades mobilizou 100 mil pessoas. O Vox garantiu que eram mais, mas não forneceu uma estimativa precisa.

 

- "Traição" -

O líder do Vox, Santiago Abascal, alertou que Sánchez ameaça a unidade da Espanha, acusando-o de contemplar a anistia "para permanecer no poder".

"Que vergonha, que indignidade, que traição!", disse ele aos manifestantes.

O conservador PP, o principal partido da oposição, organizou o seu próprio protesto contra a anistia neste domingo em Málaga (sul), alegando que mais de 20.000 pessoas compareceram.

"Essa anistia não é negociada em nome da Espanha, é negociada em nome de Sánchez", declarou o seu líder Alberto Núñez Feijóo, acrescentando que todos os espanhóis deveriam poder votar o plano de anistia.

Esta é a quarta manifestação organizada pelo partido contra a anistia, depois das realizadas em Madri, Toledo (centro) e Santiago de Compostela, na região natal de Feijóo, Galiza (noroeste).

Uma anistia poderia beneficiar mais de 4.000 pessoas, na sua maioria funcionários menores e cidadãos comuns que ajudaram a organizar o referendo de 2017, proibido pelos tribunais, ou que participaram em protestos que terminaram mal, segundo o grupo independentista catalão Omnium Cultural.

 

 

AFP

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