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AUSTRÁLIA - Nos últimos anos era fácil apostar nos grandes protagonistas da F1: em 2024, Max Verstappen já chegou mostrando que defenderia o tetracampeonato. A McLaren, em 2025, também confirmou o favoritismo. Na temporada 2026, porém, o novo regulamento técnico da categoria promete bagunçar o grid, ainda que Mercedes e Ferrari tenham dado bons sinais nos testes.

Na quinta-feira, a partir das 22h, você acompanha ao vivo o primeiro e o segundo treino livre do GP da Austrália no sportv 3. A transmissão das sessões de sexta-feira começa às 22h30 também no sportv 3. A primeira corrida da temporada 2026 da Fórmula 1 no circuito de Melbourne será transmitida ao vivo pela TV Globo, pelo sportv 3 e pelo ge a partir da 0h15 na madrugada de sábado para domingo.

Com a chegada de novas regras, tudo volta à estaca zero na F1, e as equipes possuem as mesmas oportunidades - para errar ou acertar. O exemplo recente mais marcante é da Mercedes, coadjuvante em 2013 e protagonista em 2014 quando a categoria adotou os motores V6 turbo. Antes, a Red Bull dominava, detentora de quatro títulos consecutivos liderada por Sebastian Vettel.

Atualmente, quem ocupa o posto de equipe a ser batida na F1 é a McLaren. O time acertou nas melhorias em seus últimos dois carros e levou os Mundiais de construtores em 2024 e 2025 No último ano, ainda fez de Lando Norris campeão.

No entanto, o time e o piloto inglês esbarram em uma F1 totalmente nova em 2026. A categoria promoveu diversas mudanças em seu carro, que está menor e com muitas novidades aerodinâmicas; e no próprio motor, mais sustentável, mais eletrificado e com novos mecanismos que prometem fomentar as disputas na pista.

Quem desponta em 2026?

As especulações em torno da Mercedes e da Ferrari começaram no shakedown de Barcelona, na Espanha, em janeiro. A equipe alemã completou impressionantes 500 voltas e começou a chamar atenção por seu motor - que, por sinal, está na mira da Federação Internacional do Automobilismo (FIA) após queixas das rivais por uma suposta brecha que lhe garantiria até 0s3 de vantagem.

A equipe também apresentou um bom ritmo nas duas rodadas de testes de pré-temporada no Bahrein. George Russell e Andrea Kimi Antonelli lideraram três dos seis dias de atividades no Circuito de Sakhir, embora a equipe tenha sofrido com dois problemas na unidade de potência e teve que trocá-las.

- Em termos de compreensão da ordem competitiva, eu diria que este teste confirmou que a Ferrari e a Mercedes parecem ser as equipes a serem batidas - declarou Andrea Stella, chefe da McLaren.

Antonelli ainda registrou a segunda volta mais rápida de toda a pré-temporada, 0s8 atrás do 1m31s992 de Charles Leclerc. E assim como em Barcelona, a escuderia foi a que mais andou: ao todo, 432 voltas.

As falas dos pilotos e chefes servem como termômetro neste início de temporada. Russell, na ocasião do lançamento oficial do W17 (carro de 2026 da equipe), declarou que a Mercedes está em sua melhor fase desde 2021, último ano em que disputou o Mundial.

A Ferrari andou menos nos testes do Bahrein, completando apenas 324 voltas - mais de 100 atrás da Mercedes. Porém, o time completou uma extensa quilometragem de 444 voltas em Barcelona e, assim como a rival alemã, destacou-se nas simulações de corrida durante as sessões em Sakhir.

A escuderia italiana teve algumas questões; Hamilton sofreu uma falha com o chassi e em um teste de captação de combustível; ele se despediu dos testes tendo feito só cinco voltas na sessão matinal do quinto dia. Por outro lado, o time saiu do Bahrein com a volta recorde de toda a bateria de testes, registrada por Leclerc; além disso, ele ainda foi o mais rápido no segundo dia da pré-temporada.

Tudo indica que a Ferrari conseguiu fazer um bom trabalho com o carro, o SF-26, e o próprio motor, o que também teria colocado sua cliente Haas em um bom lugar no pelotão intermediário. Desde meados de fevereiro, Hamilton, Leclerc e o chefe Frederic Vasseur têm dado declarações muito positivas - o heptacampeão chegou a dizer que o espírito vencedor da equipe italiana está de volta.

A Ferrari ainda chegou no penúltimo dia de testes com uma solução inovadora: uma asa traseira que gira em 180º adicionais. A novidade gerou até brincadeiras por parte de Vasseur, que batizou o dispositivo de "Macarena".

Com as mudanças de regulamento passou a ser necessário acelerar o carro por mais tempo para manter altas as rotações do motor e garantir que ele esteja pronto pra partida. Os pilotos passaram a praticar as largadas no fim de cada dia de testes; em um deles, Hamilton disparou à frente dos demais. A Ferrari teria feito seu motor com um turbo menor, que diminuiria o atraso na resposta do dispositivo.

O último momento de protagonismo da Ferrari foi em 2022, quando Leclerc disputou com Verstappen; a Mercedes, por sua vez, não ocupa os holofotes desde a antológica rivalidade do holandês da Red Bull contra Hamilton em 2021. Ambas foram eclipsadas pela evolução da própria Red Bull, beneficiada com a introdução dos carros com efeito solo em 2022, e pelo posterior crescimento da McLaren.

E a atual campeã?

A McLaren chegou a ser a mais rápida no primeiro dia de atividades da F1, com Lando Norris. Após as sessões em Sakhir, Oscar Piastri, piloto do time, chegou a declarar que a pré-temporada foi tranquila para o time e que todos estão "um pouco mais otimistas". O australiano, porém, reforçou que a equipe não deve estar liderando o pelotão, embora possa ter potencial para estar na parte da frente da tabela.

As simulações de corrida indicam que a equipe de Woking pode estar andando perto das rivais bem-cotadas, embora seja difícil precisar em qual ordem o time esteja. A possibilidade da Mercedes ter acertado em seu motor também seria benéfica para a McLaren, que é cliente da montadora alemã.

Verstappen terá chances?

Sob comando do chefe Laurent Mekies, a Red Bull precisa adaptar-se ao seu novo motor: a equipe trabalha com a Ford, que reforça os trabalhos já desenvolvidos pela Red Bull Powertrains - a divisão de unidades de potência do time austríaco. As primeiras avaliações de Verstappen sobre a parceria foram positivas; mas apesar do ritmo otimista no Bahrein, a equipe andou pouco, o que preocupa.

Na tabela de voltas mais rápidas, a Red Bull aparece com a quarta, registrada por Verstappen. Quem levou a pior foi Isack Hadjar, novo colega do holandês: em um dia ele chegou a dar só 13 voltas com um vazamento de água no motor. Em outro, sofreu uma falha hidráulica e também não pôde pilotar.

O pelotão intermediário

Rumores apontam que a Haas viria com mais força dentre as equipes do meio do grid. Além do reforço com o motor Ferrari, o time foi o terceiro que mais andou em Sakhir - 404 voltas, 28 a menos que a Mercedes.

A Alpine também não deve estar muito atrás: reforçada com o motor Mercedes em uma parceria que substitui o antigo acordo com a Renault, a equipe chegou a registrar a quinta volta mais rápida dos testes. Nenhuma delas também teve problemas flagrantes ao longo das sessões.

A Williams, "melhor do resto" em 2025, chega sob alerta. A equipe perdeu o shakedown em Barcelona por atrasos na conclusão do carro e, embora tenha conseguido dar muitas voltas em Sakhir, o ritmo não se sobressaiu. A equipe ainda estaria enfrentando problemas com excesso de peso, chegando a 30 kg além do limite, mas a informação foi negada pelo chefe James Vowles.

A Audi de Gabriel Bortoleto, que assume o espólio da Sauber e produz seus próprios motores, sofreu bastante já no shakedown de Barcelona - com falhas hidráulicas e na caixa de câmbio. O diretor técnico Mattia Binotto declarou que o time possuía uma "lista muito longa" de problemas a resolver.

As quebras seguiram na primeira semana no Bahrein. Mas, na segunda rodada, o time pareceu ter adquirido mais estabilidade. A equipe alemã despediu-se das atividades com o sétimo melhor tempo e, nas palavras do próprio Bortoleto, conseguiu resolver praticamente todos seus entraves.

Cadillac e Aston Martin em baixa

A recém-chegada Cadillac e a Aston Martin saíram em baixa do Bahrein. A primeira sofreu com sucessivas quebras ao longo dos dias, com Valtteri Bottas e Sergio Pérez a bordo, além de ter dado só 266 voltas no decorrer dos seis dias.

- Somos muito realistas em relação ao desempenho e à dificuldade de gerar esse desempenho. Mas acredito que agora temos uma plataforma na qual podemos começar a avançar. Isso é o máximo que se poderia pedir de uma equipe nova, a não ser que aconteça um milagre - declarou o chefe Graeme Lowdon, após a primeira rodada da pré-temporada.

A situação da Aston Martin preocupa mais. Na primeira semana em Sakhir, Lance Stroll disse que a equipe estaria 4s atrás das rivais. O chefe de equipe recém-chegado e lendário projetista da F1, Adrian Newey, afirmou que ainda em 2025 eles estavam pelo menos quatro meses atrasados no projeto de 2026 - o que explica o fato do time ter perdido parte do shakedown em Barcelona.

Tudo que está ruim pode piorar. E no caso da Aston Martin, os problemas se agravaram na segunda semana em Sakhir: na quinta-feira, uma falha na bateria deixou Fernando Alonso parado no meio da pista e encerrou as atividades do time mais cedo.

No dia seguinte, Lance Stroll só conseguiu dar stints curtos e, após seis voltas, a Aston Martin decidiu empacotar suas coisas e deixar o Circuito de Sakhir - também pelo fato de já estar sem peças de reposição para o motor.

O problema do AMR26, modelo deste ano da equipe, não está apenas no carro - o primeiro projetado por Newey. O motor da Honda, nova parceira da Aston Martin que veio para substituir a Mercedes, peca em potência.

A marca teria sido prejudicada com pouca expertise e mão de obra pelo fato de, em 2021, ter encerrado parte de suas operações na F1 apesar de seguir como parceira da Red Bull Powertrains. A unidade de potência japonesa ainda estaria operando em uma rotação abaixo do ideal, embora Alonso tenha negado esta informação.

Na tabela de tempos do Bahrein, a Aston Martin divide as últimas colocações com a Cadillac; para completar, deu apenas 128 voltas no decorrer da pré-temporada, o que impede que o time colete dados necessários para estudar melhorias.

 

Por Breno Peçanha e Bruna Rodrigues / ge

SÃO PAULO/SP - Um novo leilão do Detran-SP, que será realizado a partir do dia 10 de setembro, tem motos com lances iniciais de R$ 350, Mercedes Benz a partir de R$ 20 mil e Hyundai HB20 por R$ 7.500.

Os interessados já podem conferir os produtos ofertados e os valores de lance mínimo em edital publicado no DOE-SP (Diário Oficial do Estado de São Paulo). As inscrições podem ser feitas até 48 horas antes do leilão, no site da organizadora, a Rico Leilões, onde serão feitos os lances e as sessões.

Os veículos que participam do leilão foram recolhidos por infração na região de Caraguatatuba (litoral paulista). O pregão terá três dias que serão distribuídos entre as diferentes categorias de lote. No primeiro, serão vendidas as unidades conservadas, com condições de circular. No segundo, serão ofertadas as sucatas aproveitáveis para desmonte. Já as sucatas inservíveis, destinadas à fundição ou reciclagem, estão previstas para o dia 12 de setembro.

Segundo o Detran-SP, informações como marca, modelo, motor, cor, ano de fabricação e lance mínimo foram definidas por peritos. A avaliação é calculada com base nos valores praticados pelo mercado e no estado de conservação.

O órgão diz que não se responsabiliza pelo funcionamento e pela durabilidade dos veículos leiloados, ficando sob responsabilidade do arrematante, antes de colocá-los em circulação, a revisão técnica dos veículos para eventual substituição de peças deterioradas pelo uso ou desgaste natural.

QUAIS SÃO OS ITENS OFERTADOS NO LEILÃO?

Entre as 139 unidades em condições de circulação ofertadas no leilão, estão:

MARCA /MODELO - LANCE MÍNIMO

Dafra/Super 100 - R$ 350
Honda/CG 125 Fan KS - R$ 350
JTA/Suzuki EN125 YES - R$ 400
Yamaha/Fazer YS250 - R$ 600
Ford/KA - R$ 1.400
Honda/CG 160 Start - R$ 2.400
Honda/Elite 125 - R$ 2.250
Hyundai HB20 10M Sense - R$ 7.500
Fiat/Uno Vivace 1.0 - R$ 3.000
Fiat/Palio Fire - R$ 1.250
Ford/Fiesta Flex - R$ 1.500
VW/Gol 1.0 GIV - R$ 1.050
Mercedes Bens Gla 250 - R$ 20.000

VISITAS PRESENCIAIS

Os lotes oferecidos no leilão podem ser conferidos presencialmente nos dias 5, 8 e 9 de setembro, das 9h às 17h.

A visita é apenas para ver o lote, por isso, não é permitido seu manuseio, retirada, substituição de peças ou qualquer tipo de teste ou experimentação.

Os veículos, sucatas e materiais ferrosos serão vendidos no estado em que se encontram, sem garantias, e os lotes estão distribuídos em quatro endereços (todos em Caraguatatuba):

- Pátio RN Litoral Norte: rua Pedro Nolasco, 23, Rio do Ouro, (12) 3882-5533 e (12) 3883-6103. Contato: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
- Pátio Nova 70 - JR 70 Transportes: av. Américo Timóteo do Rosário, 562, Rio do Ouro, (12) 3882-3911 e (12) 3883-2017. Contato: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
- Pátio Auto-Mecânica Caraguá - Maria das Graças Araújo Melo: avenida Amazonas, 265, Jardim Primavera, (12) 3882-2538 e (12) 3882- 5193. Contato: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. e Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
- Pátio Auto-Mecânica Caraguá - Maria das Graças Araújo Melo: rua Engenheiro Jair Nunes de Souza, 195, Vila Ponte Seca, (12) 3882-2538/3882-5193. Contato: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. e Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

PRÉ-LANCES

Desde o dia 20 de agosto estão liberados os pré-lances para o leilão. Esse tipo de lance é automaticamente convertido em oferta no início da sessão pública. Caso não seja superado em até 30 segundos, o participante que o registrou será declarado vencedor e comprador daquela unidade.

O Detran reforça que, uma vez confirmado, o lance não pode ser desfeito, assim, não há possibilidade de desistência.

REGRAS PARA LANCE

De acordo com o edital, o valor do incremento entre lances varia conforme o tipo de veículo:
- Carros conservados: R$ 100
- Sucatas aproveitáveis: R$ 50
- Sucatas para reciclagem (medidas por quilo): 2 centavos por peso do lote
O Detran destaca que mesmo que já exista um pré-lance, o proprietário do veículo incluído no leilão tem o direito de recuperá-lo até um dia útil antes do certame, desde que quite todos os débitos pendentes, incluindo infrações, tarifas de remoção e de custódia em pátio.

CALENDÁRIO DO LEILÃO

Carros conservados e destinados a circulação (139 unidades)
Podem participar: pessoas físicas e jurídicas
- Dia 10 de setembro, das 9h às 18h
Sucata aproveitável (90 unidades) e sucata aproveitável com motor inservível (106 unidades)
Podem participar: pessoas jurídicas inscritas no CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica) com registro ativo no órgão ou entidade executiva de trânsito para atuação no comércio de peças usadas
- Dia 11 de setembro, das 9h às 18h
Sucata inservível (103 unidades)
Podem participar: pessoas jurídicas do ramo de siderurgia ou fundição
- Dia 12 de setembro, das 9h às 18h

QUEM NÃO PODE PARTICIPAR?

Os leilões de veículos do Detran-SP são abertos a todas as pessoas interessadas, físicas e jurídicas inscritas no Cadastro da Receita Federal do Brasil, no caso dos veículos aptos a circular.

A participação é vedada, no entanto, para servidores do Detran-SP e parentes de servidores até o segundo grau; leiloeiros, seus parentes até segundo grau e membros de sua equipe de trabalho; e proprietários, sócios e/ou administradores dos pátios terceirizados, licitados ou conveniados onde se encontram custodiados os veículos, seus parentes até segundo grau e os membros da equipe de trabalho.

OUTRA OPORTUNIDADE

Caieiras

A partir de 8 de setembro, o Detran-SP também realizará um leilão com veículos recolhidos por infração na região de Caieiras (Grande São Paulo). Nele, são ofertados carros a partir de R$ 2.100 e motos com preço inicial de R$ 700.

O edital prevê um total de 1.288 unidades: 242 veículos conservados com condições de circulação, entre automóveis e motocicletas, 576 lotes de sucatas aproveitáveis para desmonte e 470 condenadas à fundição e reciclagem. As inscrições devem ser feitas no site do Sumaré Leilões, onde serão feitos os lances e as sessões.

 

 

FOLHAPRESS

INGLATERRA - Nesta quinta-feira, a Mercedes revelou ao mundo o W15, carro da equipe alemã para a disputa da F1 2024 e o último de Lewis Hamilton à frente da octacampeã de construtores. Além do heptacampeão, George Russell também vai guiar o modelo - que seguirá preto, mas com um bico prateado, fazendo jus ao nome Flechas de Prata. 

- Acho que os últimos dois anos foram necessários para que nós nos reajustássemos, recalibrássemos e reinventássemos em certas áreas. Nenhuma equipe esportiva venceu todos os campeonatos de que participou. Isso é apenas um fato. Sabíamos que chegaria um momento em que as coisas se tornariam mais desafiadoras, e isso foi o que aconteceu em 2022 e 2023. Mas isso também significa que você é obrigado e mudar sem jogar fora o que há de bom no time - opinou o chefe de equipe Toto Wolff.

A temporada 2024 será a despedida da Mercedes para Lewis Hamilton, que vai se unir à Ferrari em 2025. Ao final do maior cronograma de todos os tempos na F1, com 24 corridas previstas, equipe e piloto vão encerrar uma parceria iniciada em 2013, que rendeu seis Mundiais de pilotos a Lewis - além de 82 vitórias, 78 pole positions e 148 pódios até aqui.

George Russell, por sua vez, vai para sua terceira temporada guiando o monoposto alemão. O britânico, que completa 26 anos nesta quinta-feira, é o último vencedor pela Mercedes: ele conquistou sua primeira e única vitória na F1 no GP de São Paulo de 2022, em dobradinha com Hamilton.

O W15 é a aposta da Mercedes para reencontrar o caminho das vitórias. Em 2023, a equipe passou a temporada inteira em branco - algo que não acontecia desde 2011 - em meio ao domínio da rival RBR. O ano foi marcado por uma insistência inicial no conceito de "zeropod", apesar da ineficiência comprovada em 2022; o conceito foi descartado apenas no GP de Mônaco, em maio, comprometendo as melhorias ao longo da temporada.

Mesmo assim, o time confirmou o vice-campeonato, ainda que por três pontos de vantagem sobre a Ferrari, terceira colocada. Com 409 pontos, a equipe de Brackley somou menos que a metade dos 860 que sagraram a RBR como campeã de construtores em 2023.

Lewis Hamilton foi o "o melhor do resto" entre os pilotos, atrás de Max Verstappen e Sergio Pérez, da RBR. O heptacampeão superou o rival de longa data Fernando Alonso e faturou a terceira colocação no Mundial, com 234 pontos. As expectativas se voltam ao desempenho do britânico em sua última temporada pela Mercedes; seu sucessor ainda não foi definido.

A F1 retorna em 2 de março de 2024 com o GP do Bahrein, primeira de 24 etapas na maior temporada da história da categoria.

 

 

Por Redação do ge

ALEMANHA - A Mercedes-Benz revelou seu novo SUV GLS modelo de 2024. As atualizações incluem uma grade do radiador mais arrojada e proeminente, uma proteção frontal redesenhada e um novo conjunto de lanternas traseiras de LED.

Disponível em configuração de seis ou sete lugares, o interior da Mercedes-Benz GLS 2024 tem opções de acabamento e estofamento atualizados e o sistema de infoentretenimento MBUX de última geração.

O Mercedes-Maybach GLS topo de linha recebe uma nova grelha com detalhes do padrão Maybach e contorno cromado, uma nova jante forjada opcional de 23″ com uma tampa do parafuso da roda forjada e iluminação ambiente animada com o padrão Mercedes-Maybach.

Todos os modelos na linha também terão uma nova opção de acabamento de pintura azul crepúsculo metálico MANUFAKTUR cinza alpino não metálico, um novo volante com controles de toque e duas portas USB na parte traseira com uma potência total de 100W.

Quanto às opções de motor, a linha começa com o GLS 450 4MATIC, que possui um motor de seis cilindros em linha de 375 cv que vai de 0 a 60 em 5,8 segundos, enquanto o GLS 580 4MATIC apresenta um V8 de 510 cv com um tempo de 0 a 60 de 4,7 segundos.

O GLS 63 orientado para o desempenho apresenta um AMG 4.0L V8 Biturbo que produz 603 hp e vai de 0 a 60 em 4,1 segundos e tem uma velocidade máxima de 174 mph. O topo de gama GLS 600 tem um V8 de 550 cv com um tempo de 0-60 de 4,7 segundos e uma velocidade máxima de 155 mph.

A nova SUV GLS estará disponível ainda este ano.

 

 

DESEJO DE LUXO

ALEMANHA - A atual campeã de construtores da Fórmula 1, a Mercedes revelou nesta sexta-feira o W13, carro com o qual disputará a temporada 2022 da categoria - a começar em 20 de março, com o GP do Bahrein. O modelo resgatou o tradicional prata da marca, temporariamente retirada em 2020 e 2021 para a adoção do preto em lembrança à luta antirracista no esporte.

O time seguirá com o heptacampeão Lewis Hamilton em seu décimo ano de parceria - e o próprio esteve presente no lançamento, encerrando de vez os rumores sobre sua aposentadoria. Ele receberá como companheiro o britânico George Russell, egresso da Williams e substituto de Valtteri Bottas, que representou a Mercedes entre 2017 e 2021 e agora integra a Alfa Romeo.

O modelo é apenas um vislumbre das mudanças promovidas pelo novo regulamento técnico da F1. O primeiro contato real com os carros e os efeitos em seu desempenho na pista serão vistos apenas na pré-temporada de Barcelona, no Circuito da Catalunha, de 23 a 25 de fevereiro.

Embora tenha perdido o título de pilotos para Max Verstappen e a RBR, o time alemão saiu de 2022 com um octacampeonato e busca, em 2022, manter sua hegemonia; o time é dono de uma das maiores da história da categoria, com oito títulos consecutivos desde a introdução dos motores híbridos, em 2014.

De lá pra cá, foram 110 vitórias e 231 pódios, ao longo de sete anos consecutivos. O desafio, porém, é manter-se competitiva em um ano de novo regulamento e gerir bem o desempenho dentro e fora da pista de sua nova formação de pilotos, com a chegada de Russell.

O britânico conquistou um pódio em 2021 pela Williams, com o segundo lugar no GP da Bélgica. Esse, porém, não será seu debute na Mercedes; Russell substituiu Hamilton no GP de Sakhir em 2020, quando o heptacampeão testou positivo para a Covid-19, e chegou a brigar pela vitória antes de ter sua corrida prejudicada por um erro duplo no pit stop e um pneu furado. Ele terminou em nono lugar.

Outra questão a ser enfrentada pela octacampeã de construtores é superar os problemas que atrasaram o time no começo de 2021, como a própria confiabilidade do carro e o desempenho do motor - problema que acompanhou Hamilton e Bottas até as últimas corridas da temporada passada.

Esses empecilhos potencializaram o crescimento da RBR e de Verstappen, que vinham na melhor fase do time austríaco desde o começo da era híbrida.

A Mercedes também encara um desfalque em seu corpo técnico em um ano de mudanças estruturais essenciais na F1; pelo menos 50 profissionais de Brackley foram contratados pela RBR para o projeto de desenvolvimento de seu próprio motor. Entre eles está o agora ex-chefe de engenharia mecânica da equipe octacampeã, Ben Hodgkinson.

O time alemão tem como diretor técnico desde 2021 o engenheiro Mike Elliot, substituto de James Allison - que agora gerencia a divisão dentro da montadora.

ALEMANHA - A Mercedes-Benz revelou como será o interior de seu novo sedã elétrico topo de linha, o EQS. O modelo dará mais um passo adiante na revolução promovida pela marca nas cabines de seus carros atuais. Como opcional, o modelo poderá ter três telas à frente dos ocupantes, todas sob a mesma peça de vidro, dando a impressão de um enorme visor contínuo.

O sistema é chamado de MBUX Hyperscreen, com nada menos que 1,41m de vidro cobrindo todo o painel e unindo as telas dos mostradores, central multimídia e outra à frente do passageiro. As central e a da direita são sensíveis ao toque.

Segundo a Mercedes, o conjunto simula uma tela única equivalente a 2,4 m². A parte inferior é integrada à iluminação ambiente e é destacada, como se fosse flutuante.

Para fazer todo esse "cinema" funcionar, o sistema tem uma CPU com 24 GB de memória RAM e processador com oito núcleos e capaz de processar quase 50 GB por segundo.

Antes que você pergunte, vale dizer: em caso de um acidente, o enorme vidro tem pontos de fratura determinados, para evitar que fragmentos sejam lançados em direção aos ocupantes, ou partes inteiras se descolem.

Como o sistema é opcional, as unidades sem o pacote terão um conjunto semelhante ao usado pelo novo Classe S, por si só já bastante tecnológico.

As telas do Hyperscreen têm também resposta por vibração a cada toque, como em telefones celulares.

Aliás, a Mercedes também quer estimular outros sentidos dos ocupantes a bordo do EQS. Os bancos podem ter até 10 programas de massagem e virem revestidos de Neotex, um tecido que combina couro nobuck com neoprene.

Para os ouvidos, o pacote Energising Comfort consegue tocar sons da natureza na cabine, como chuva, oceano e florestas, para acalmar quem estiver a bordo. E para o olfato, o EQS trará um sistema de fragância interna, já comum em modelos de luxo da própria marca. A novidade é que há uma nova fragância criada especialmente para o modelo.

Há também várias configurações possíveis para o interior. O comprador pode escolher as cores, materiais e até o formato dos bancos e painéis internos. Os modelos sem a Hyperscreen terão iluminação interna especial, que realça mais aspectos do interior. Mas há uma função que pode deixar visíveis apenas informações essenciais.

A cabine também pode assumir programações pré-definidas, com motivações especiais. Com um toque num comando, as luzes diminuem de intensidade, os bancos se reclinam e os passageiros podem relaxar mais. Ou se o sono for o problema, o carro pode dar um "gás extra" mudando a posição do banco e até jogando uma fragância mais forte para despertar o motorista.

Toda a parafernália pode ser comandada pelo toque nas telas, pelo volante ou até mesmo por voz ou gestos.

A Mercedes vem revelando o EQS aos poucos, com diversos teasers. Agora, foi a vez do interior, mas ainda faltam os detalhes finais da carroceria e dados de potência e desempenho. Por enquanto, a marca revelou apenas que o sedã será capaz de rodar até 700 km com uma carga nas baterias.

 

 

*Por: Igor Macário / QUATRO RODAS

BRASÍLIA/DF - A montadora norte-americana Ford anunciou nesta semana que vai deixar de fabricar veículos no Brasil. Há um mês, a gigante alemã Mercedes-Benz também informou a saída do país. Os motivos são parecidos. A crise da covid-19, a desvalorização do real e a reestruturação global das companhias.

A norte-americana fechará 3 fábricas: em Camaçari (BA), em Taubaté (SP) e da Troller (Horizonte, CE). A alemã acabará com a única, em Iracemápolis, no interior de São Paulo. Ao menos 5.370 empregos serão dizimados até dezembro de 2021 – sem contar o efeito cascata em fornecedores da cadeia produtiva.

fornecido PODER360

 

Nas contas da Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), para cada emprego fechado numa montadora, outros 5 são perdidos indiretamente.

A saída da Ford e da Mercedes reduzirá a capacidade de produção da indústria automotiva brasileira em até 10%, para 4,5 milhões de veículos ao ano.

 “A situação econômica no Brasil tem sido difícil por muitos anos e se agravou devido à pandemia”, informou a Mercedes. “Estamos mudando para um modelo de negócios enxuto e com poucos ativos, encerrando a produção no Brasil”, disse o presidente-executivo da Ford, Jim Farley.

No caso da montadora norte- americana, a saída reflete os problemas da própria companhia. Ela já foi uma das maiores no país. Hoje está em 6º lugar em vendas com 7,4% do mercado de automóveis. Vendeu 119,4 mil carros ano passado. Perde para General Motors, com 18,9% do setor, Volkswagen (17,7%), Fiat (10,3%), Hyundai (10,1%) e Renault (7,4%).

A repercussão da saída da Ford foi imediata, e negativa. A montadora teve que montar uma operação nas redes sociais para responder aos consumidores receosos sobre reposição de peças e assistência técnica. Está patrocinando as buscas no Google para uma página aparecer em 1º lugar. Chamada de “Ford Não Vai Sair do Brasil“, detalha a reestruturação da empresa na América do Sul.

Todas as montadoras tiveram quedas nas vendas em 2020. Os licenciamentos de carros caíram 28,6%, na comparação com 2019. Entre aquelas com maior participação no mercado, a maior redução foi a da Renault, de 44,8%. Na Ford, a perda foi de 39%. Na Mercedes, 32,2%.

Antes da pandemia, o Brasil já vinha convivendo com uma capacidade ociosa de produção de carros. “O governo foi pego de surpresa porque quis. Em 2019, a Ford fechou a sua grande montadora de São Bernardo. Não custava nada ter feito o acompanhamento da vida econômica da empresa”, afirmou o presidente da UGT (União Geral dos Trabalhadores), Ricardo Patah.

O setor automotivo não anda bem das pernas há tempos. A montagem de carros (sobretudo a combustão) é algo que agrega pouco à cadeia produtiva neste século 21.

Há uma disputa no mundo para a criação de um modelo mais sustentável, como carros elétricos. As montadoras estão investindo bilhões em pesquisa. Os recursos das holdings (empresas controladoras) estão sendo destinados para os países em que há maior possibilidade de inovação e competitividade. O Brasil tem ficado fora dessa rota. Segundo estudo elaborado pela PwC, de 2019, produzir carros aqui é 18% mais caro do que no México.

 

CUSTO BRASIL

Bolsonaro disse que a Ford está indo embora porque ele não quer dar subsídios a outros governos. Segundo dados da Receita Federal, o setor automotivo acumula mais de R$ 50 bilhões em subsídios desde 2002.

O presidente da Anfavea, Luiz Carlos Moraes, discorda. “Não quero politizar o assunto, mas crise expôs o Custo Brasil”, disse ele em entrevista à imprensa, na 4ª feira. Moraes alega que os incentivos fiscais são uma forma de corrigir distorções do sistema tributário brasileiro. Na avaliação dele, eventuais “subsídios” apenas trazem os tributos para uma taxa mais adequada. Comparou os incentivos à estratégia de algumas varejistas na Black Friday: elevar preços na véspera para oferecer grandes descontos na promoção.

Segundo Moraes, uma reforma tributária ampla poderia mudar essa situação. A Anfavea vem apresentando propostas ao Ministério da Economia há 2 anos. Reuniões são realizadas a cada 15 dias com o setor. Mas reformas patinam no Congresso.

A saída da Ford expôs os problemas do setor. “Quando a água desce, os esqueletos e as carcaças aparecem”, disse o presidente da associação de montadoras. “Governadores, prefeitos mostraram preocupação legítima. Mas não deveríamos discutir quem é o culpado, mas como resolver o problema“.

 

CONCORRENTES MANTÊM INVESTIMENTOS

Montadoras consultadas pelo Poder360 informaram que mantêm seus planos de atuar no país, como a Nissan, Renault, Peugeot e Citröen.

A norte-americana Chevrolet disse que irá investir R$ 10 bilhões nos próximos anos.

A japonesa Honda inaugurou recentemente sua 2ª fábrica no Brasil, onde investiu R$ 1 bilhão. Fica na cidade de Itirapina, em São Paulo. Além disso, a marca lançou no último ano o WR-V 2021, além de atualização na linha 2021 dos modelos HR-V, City e Civic.

A alemã Volkswagen afirmou que está operando normalmente nas 4 fábricas brasileiras. A empresas acabou de renovar toda a linha de produtos

A japonesa Toyota disse que mantém seus planos. Em breve anunciará o novo veículo para o qual destinou R$ 1 bilhão. “Temos cuidado diligentemente de todos os fatores internos que nos permitem melhor competitividade e, ao mesmo tempo, temos conversado com o governo sobre reformas que permitam que o setor como um todo possa crescer, gerar empregos e distribuir valor”, afirmou.

A Audi está tentando viabilizar a fabricação de um novo carro no Brasil. Mas há entraves. A companhia disse que não tem mais como pedir à matriz autorização para investir num país onde o governo lhes deve dinheiro (créditos tributários de IPI acumulados durante os anos de Inovar-Auto). Ou seja, a fábrica compartilha com a Volkswagen no Paraná por ficar parcialmente ociosa neste início de 2021.

 

 

*Por: Douglas Rodrigues / PODER360

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