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Radio Sanca Web TV - Terça, 28 Julho 2026

SÃO CARLOS/SP - Um evento conjunto realizado nos dias 1º e 2 de setembro, na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), celebra os 20 anos do Grupo de Estudos Literários Portugueses e Africanos (GELPA) e os 10 anos do Curso de Extensão "A Novíssima Ficção Portuguesa" (atividade ligada ao GENFIP).

A programação conta com comunicações orais de integrantes dos grupos e, também, com as conferências das professoras Eliana da Conceição Tolentino, da Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ), e Gabriela Silva, da Universidade Federal do Rio Grande (FURG), além da presença da escritora Paula Fábrio, pesquisadora do Programa de Pós-Doutorado da Pró-Reitoria de Pesquisa (ProPq) da UFSCar.

O tema do IV Seminário Aberto do GELPA e do I Seminário Aberto do GENFIP é "Ler e escrever o século XXI: a novíssima ficção portuguesa e os desafios da contemporaneidade".

"Os dois seminários contam com apoios internos e externos, inclusive de editoras que enviaram livros para serem sorteados durante os dois dias. Será, enfim, um momento de celebração de amor à arte, à literatura e à vida. Toda a comunidade está convidada a participar", declarou o professor Jorge Vicente Valentim, professor do Departamento de Letras (DL) da UFSCar, coordenador do GELPA e do GENFIP.

Inscrições para ouvintes
As atividades acontecem nas salas 11 e 12 do Núcleo de Apoio à Pesquisa (NAP), na área Sul do Campus São Carlos da UFSCar.

O evento está com inscrições abertas para ouvintes. Interessados podem enviar e-mail para Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.. São ofertadas 30 vagas. O evento terá carga horária total de 16 horas; será emitido certificado de participação. Dúvidas podem ser esclarecidas pelo e-mail de inscrição.

Saiba mais sobre o Grupo de Estudos Literários Portugueses e Africanos (GELPA) e o Grupo de Estudos sobre a Novíssima Ficção Portuguesa (GENFIP) no Instagram (@genfip.gelpa.ufscar).

Publicado em Educação

PAULÍNIA/SP - A Secretaria da Administração Penitenciária de São Paulo (SAP) informou nesta terça-feira (28) ao Supremo Tribunal Federal (STF) que a cabeleireira Débora Rodrigues dos Santos, conhecida como Débora do Batom, não violou a tornozeleira eletrônica.

O esclarecimento foi enviado ao Supremo após o ministro Alexandre de Moraes solicitar explicações sobre falhas de sinal do equipamento.

Segundo a secretaria, as ocorrências da perda momentânea de sinal são inerentes à tecnologia de monitoramento eletrônico.

"No caso em análise, não foi expedido por este serviço qualquer ofício comunicando violação por parte da monitorada, uma vez que os eventos registrados decorreram exclusivamente de oscilações do sinal GNSS [GPS]", afirmou o órgão. 

Débora foi condenada a 14 anos de prisão por participar dos atos golpistas de 2023 e pichar a frase "Perdeu, mané" na estátua A Justiça, localizada em frente ao edifício-sede do Supremo, com um batom. 

Desde março do ano passado, Débora cumpre prisão domiciliar em Paulínia, São Paulo, onde reside. Ela é monitorada por tornozeleira eletrônica, não pode usar redes sociais e ter contato com outros investigados. No caso de descumprimento, ela deverá voltar para o presídio.

 

 

AGÊNCIA BRASIL

Publicado em Política

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