SÃO CARLOS/SP - A Fundação Educacional São Carlos (FESC) recebeu, na tarde desta terça-feira (20/10), idosos da Nave Sal da Terra para uma atividade de acolhimento, cuidado e integração no Campus 2. Alunos e professores do curso de Barbearia – Corte, Estilo e Acabamento ofereceram cortes de cabelo masculinos e femininos curtos aos participantes.
A ação reuniu, no mesmo ambiente, estudantes em formação profissional e pessoas da terceira idade, em um encontro que foi além do serviço prestado. Enquanto os cortes eram realizados, os participantes conversaram, compartilharam histórias de vida e trocaram experiências, o que aproximou gerações e reforçou a ideia de que todos têm algo a ensinar e a aprender.
Para os alunos, a atividade foi uma oportunidade de colocar em prática, com público real, os conhecimentos adquiridos ao longo do curso. “O atendimento também permitiu desenvolver habilidades que vão além da técnica, como empatia, escuta atenta e respeito, competências valorizadas no mercado de trabalho, especialmente em áreas que lidam diretamente com pessoas”, disse o presidente da FESC, Eduardo Cotrim.
Os professores acompanharam o trabalho, orientando os estudantes durante os atendimentos e reforçando a importância do cuidado individualizado, da atenção às necessidades de cada cliente e da postura profissional.
Para os idosos, a tarde representou um momento de valorização pessoal, convivência e socialização. O cuidado com a aparência, aliado à atenção recebida dos alunos e professores, contribuiu para um ambiente acolhedor e de bem-estar. A iniciativa partiu da Diretoria Pedagógica da FESC, que propôs a parceria à Nave Sal da Terra.
Hospital promoveu atividades pelo Outubro Prateado, período dedicado à conscientização sobre o envelhecimento saudável.
SÃO CARLOS/SP - Entre janeiro e setembro deste ano, a Santa Casa de São Carlos registrou 10.854 internações pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Desse total, 4.203 foram de pessoas com 60 anos ou mais, o equivalente a 39% das internações no período.
O número ajuda a entender por que o cuidado com o envelhecimento também faz parte da rotina do hospital. Entre 28 de setembro e 2 de outubro, o Comitê Gestor do Selo Hospital Amigo do Idoso realizou uma programação pelo Outubro Prateado, com atividades voltadas a acompanhantes, equipes e pacientes.
Na quinta-feira (1º), Dia Internacional da Pessoa Idosa, acompanhantes de pacientes participaram de uma roda de conversa durante o café da manhã no refeitório. O encontro trouxe orientações sobre segurança e prevenção e abriu espaço para a troca de experiências sobre a rotina de uma internação. Alguns dos participantes também eram pessoas idosas, que fizeram perguntas e agradeceram às equipes pelo trabalho.
Ana Casale, coordenadora do Comitê Gestor do Selo Hospital Amigo do Idoso, explica que a atividade foi pensada a partir da rotina dos acompanhantes. “Muitos acompanhantes têm receio de se afastar do paciente, mesmo por alguns minutos. Por isso, pensamos em levar essa conversa para um momento que já faz parte da rotina deles, o café da manhã. Assim, conseguimos falar sobre direitos, segurança e outros cuidados em um espaço de convivência e troca.”
Nas unidades de atendimento, as equipes participaram de dinâmicas com perguntas e distribuição de brindes. As questões trataram de situações do dia a dia, como o direito ao acompanhante, a autonomia dos pacientes idosos, a identificação correta e cuidados para a segurança da assistência.
No encerramento, na sexta-feira (2), a médica geriatra Daniela de Souza Barbieri falou sobre os cuidados necessários para a alta hospitalar. A conversa tratou da importância de planejar a saída do hospital considerando, além da condição clínica, a funcionalidade e a autonomia do paciente.
A programação integra o trabalho do Comitê Gestor, que reúne profissionais de diferentes áreas. Em junho, a Santa Casa conquistou o Selo Intermediário de Instituição Amiga do Idoso da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (SES-SP), certificação que reconhece práticas voltadas à segurança e ao acolhimento desse público.
Para o provedor Antonio Valério Morillas Junior, o trabalho conjunto entre diferentes profissionais ajuda a considerar as necessidades dos pacientes idosos ao longo da assistência. “O cuidado com a pessoa idosa envolve diferentes necessidades e, por isso, também precisa ser construído por diferentes profissionais. O trabalho do Comitê reúne esse olhar multidisciplinar e ajuda a levar essas questões para a rotina das equipes, dos pacientes e de quem acompanha cada internação.”
Evento reuniu participantes no Ginásio Lázaro de Oliveira com premiação, baile e apresentações musicais.
ITIRAPINA/SP - A Prefeitura de Itirapina, por meio da Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social, realizou na quinta-feira a festa de encerramento da 2ª Campanha Municipal pela Efetivação dos Direitos da Pessoa Idosa. O evento aconteceu no Ginásio Lázaro de Oliveira e foi marcado por momentos de celebração, convivência e integração.
A programação contou com premiação, baile e apresentações de bandas com diferentes ritmos musicais. As atividades proporcionaram aos participantes uma noite de alegria, dança e confraternização, incentivando a interação social e o fortalecimento dos vínculos entre as pessoas idosas.
A campanha tem como objetivo reforçar a importância da garantia dos direitos da população idosa e promover ações que contribuam para um envelhecimento digno e com qualidade de vida. Iniciativas como essa também valorizam a participação social e ampliam as oportunidades de convivência na comunidade.
O encerramento da segunda edição destacou a importância das políticas públicas voltadas à inclusão, ao respeito e à valorização das pessoas idosas. Ações de integração e lazer contribuem para combater o isolamento social e fortalecer o sentimento de pertencimento.
A Prefeitura de Itirapina reforça que respeitar, incluir e valorizar a pessoa idosa é uma responsabilidade de toda a sociedade, sendo fundamental garantir condições para que essa parcela da população tenha seus direitos respeitados e possa envelhecer com dignidade, autonomia e bem-estar.
BRASÍLIA/DF - Em 2023, Arivaldo Sampaio, à época com 69 anos, viu o filho perder a função do único rim que tinha após passar por hemodiálise quase diária. Com o transplante como única opção, toda a família se colocou à disposição como um possível doador – inclusive Arivaldo. O resultado: compatibilidade total entre pai e filho.
De acordo com o Ministério da Saúde, um doador vivo pode doar um dos rins, parte do fígado, parte da medula ou parte dos pulmões, sendo que a compatibilidade sanguínea é necessária em todos os casos.
Para doar um órgão em vida, o médico deve avaliar a história clínica do doador e doenças prévias, mas a idade não é limitação.
“Tive a felicidade de descobrir que eu era compatível. Esse momento, para mim, foi um momento de graça. Foi uma graça divina mesmo”, contou Arivaldo à Agência Brasil.
Ele conta que ficou aflito por receio de o rim não estar saudável. “Me perguntava como estará esse rim. Funcionalmente ele estará bem? Pode mesmo ser doado? Fizemos todos os exames e, graças a Deus, fui considerado apto.”
Segundo Arivaldo, a recuperação após a doação do órgão ao filho foi tranquila, sobretudo por ter sido acompanhado por uma equipe altamente qualificada e com muita empatia. “Meu filho já saiu com o rim funcionando”.
Três anos depois, Arivaldo tem uma rotina de praticar atividade física pelo menos cinco vezes na semana, incluindo corrida, musculação e alongamento. Uma vez ao ano, ele passa por consultas e exames no Hospital Universitário de Brasília (HUB), que coordenou todo o processo do transplante.
“Tudo isso é uma prova de que, quando você procura se cuidar, você consegue chegar numa idade mais avançada com mais qualidade de vida. Sou formado em educação física, sou professor, lecionei por 30 anos na rede pública e sempre ensinei aos meus alunos que nossa velhice é consequência do que a gente faz antes, no dia a dia.”
Em 2025, o Brasil teve o registro de 4.335 doadores efetivos – uma taxa de 20,3 doadores por milhão de pessoas, o maior número já registrado. Ainda assim, 49,4 mil brasileiros aguardam atualmente na fila de transplantes, segundo dados do Sistema Nacional de Transplantes.
No caso de doadores vivos, a legislação brasileira permite a doação entre parentes de até o quarto grau, além de cônjuges, sem necessidade de autorização judicial.
Para pessoas que não têm esse grau de parentesco, a doação também pode ser realizada, mas depende de autorização judicial.
O médico nefrologista da Unidade de Transplantes do HUB, Geraldo Freitas, explicou que, no caso específico de doadores vivos, a avaliação é mais cuidadosa, já que tem como objetivo principal garantir a segurança tanto de quem recebe como também de quem doa.
“Afinal, trata-se de uma pessoa saudável que, de forma voluntária e altruísta, decide doar um de seus órgãos. Nosso objetivo é minimizar ao máximo os riscos desse procedimento e garantir que o doador possa seguir sua vida com segurança e boa saúde após a doação.”
Quando o doador vivo tem mais de 60 anos, a análise, segundo o médico, tende a ser ainda mais cuidadosa em relação a riscos futuros decorrentes da retirada do órgão. A avaliação é individualizada e envolve exames de sangue, urina, avaliação da função dos rins, exames de imagem, avaliação cardiovascular.
“É uma questão interessante. Por um lado, com o envelhecimento, aumenta a possibilidade de a pessoa apresentar doenças como hipertensão, diabetes ou problemas cardiovasculares, que podem aumentar os riscos da cirurgia e da própria doação.”
A decisão, de acordo com Freitas, é baseada não apenas em números e envolve o estado geral de saúde, a expectativa de vida, a possibilidade de a pessoa permanecer saudável com um único rim e também se os riscos da cirurgia são aceitáveis. “Envolve uma avaliação completa do doador”.
“Ao mesmo tempo, também avaliamos o receptor e o próprio órgão que será doado, verificando se ele apresenta condições adequadas para o transplante e se há uma boa perspectiva de funcionamento prolongado após a cirurgia. Em resumo, precisamos encontrar equilíbrio: garantir que a doação seja segura para quem doa e que o órgão ofereça uma boa perspectiva para quem recebe.”
O médico reforçou que, de maneira isolada, a idade avançada não representa exclusão automática para a doação em vida, mas, à medida em que uma pessoa envelhece, há maior probabilidade de desenvolver quadros como hipertensão, diabetes ou alterações da função renal, exigindo investigação detalhada.
“É verdade que, com o envelhecimento, aumenta a frequência de algumas doenças que podem contraindicar a doação. Mas, quando essas doenças estão ausentes, associado à função renal adequada, e a avaliação médica demonstra que o indivíduo apresenta boas condições para o procedimento, ela pode ser uma doadora.”
AGÊNCIA BRASIL
SÃO CARLOS/SP - O mês de junho é marcado pela campanha Junho Violeta, movimento que busca conscientizar e mobilizar a sociedade contra a violência praticada contra a pessoa idosa. A iniciativa tem como referência o dia 15 de junho, instituído pela Organização das Nações Unidas como o Dia Mundial de Conscientização da Violência contra a Pessoa Idosa, e reforça a importância de promover respeito, dignidade e garantia de direitos.
Os dados do IBGE mostram um forte envelhecimento da população brasileira. Atualmente, pessoas com 60 anos ou mais representam cerca de 16,6% a 17% da população — mais de 35 milhões de brasileiros — enquanto a base da pirâmide etária encolheu, com a população abaixo de 30 anos caindo para aproximadamente 41% do total. A expectativa de vida nacional já supera os 77 anos. Os principais indicadores apontam para transformações estruturais marcantes, como a inversão da pirâmide demográfica: o número de idosos cresceu quase 60% desde 2012 e projeções indicam que, em breve, o total de pessoas com 60 anos ou mais deve ultrapassar o número de crianças de até 14 anos.
Esse cenário torna ainda mais urgente o fortalecimento de políticas públicas que assegurem qualidade de vida, autonomia, inclusão social e proteção integral. Mais do que celebrar a longevidade, o Junho Violeta convida toda a sociedade a refletir sobre seu papel na construção de uma cultura de cuidado e valorização da pessoa idosa.
A violência contra esse público pode se manifestar de diferentes formas, incluindo agressões físicas, violência psicológica, exploração financeira, negligência, abandono, discriminação e violações de direitos. Muitas vezes, essas situações acontecem dentro do próprio ambiente familiar e permanecem invisíveis devido ao medo, à dependência emocional ou à falta de informação.
Nesse contexto, a informação, a conscientização e a denúncia são ferramentas fundamentais para romper o ciclo da violência. Familiares, vizinhos, profissionais e toda a comunidade devem estar atentos aos sinais e contribuir para a proteção e garantia dos direitos das pessoas idosas. No Brasil, a proteção é assegurada pelo Estatuto da Pessoa Idosa, que estabelece direitos fundamentais relacionados à saúde, assistência social, transporte, moradia e convivência comunitária, além de prever medidas de proteção em casos de violação.
A denúncia de situações de violência pode ser realizada de forma gratuita e sigilosa por meio do Disque 100, canal nacional de atendimento aos direitos humanos. Para a Secretária Municipal de Desenvolvimento Social e Cidadania, Gisele Santucci, “respeitar, acolher e proteger as pessoas idosas é responsabilidade de todos. Combater a violência é um dever coletivo e um passo essencial para a construção de uma sociedade mais justa, inclusiva e humana”.
Confira as atividades oferecidas pela Prefeitura de São Carlos, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Social e Cidadania para a terceira idade:
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UNIDADE |
SEGUNDA |
TERÇA |
QUARTA |
QUINTA |
SEXTA |
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Centro de Convivência Castelo Branco |
14h-16h Crochê |
14h-16h Meninas Bordadeiras |
9h-12h Fisioterapia - UBS Azulville 14h-16h - Roda de Conversa |
8h30-10h30 - Aula de Dança |
9h-11h Pintura em tecido 13h - 16hAlongamento e Ginástica |
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Centro de Convivência do Idoso Vila São José |
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8h30-10h30 Capoeira |
13h30 - 15h30 Alongamento e Ginástica 13h-15h - Roda de Conversa |
14h-16h Aula de Dança 14h-16h - PatchAplique |
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Centro de Convivência Água Vermelha |
08h-10h - Alongamento e Ginástica |
14h-16h Pintura em Tecido |
8h-10h Alongamento e Ginástica 13h-15h - Patchaplique |
14h-16h Roda de Conversa |
Atendimento Assistencial |
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Centro de Convivência Maria Stella Fagá |
8h-11h UFSCar (Magic) 9h-11h Pintura em tecido (voluntária) 14h16h Ballet para todos |
14h-16h Oficina de Inverno (Tricô) |
8h-11h Fisioterapia UBS Munique e UBS Astolfo 14h-16h Roda de Conversa 14h16h -Crochê e Bordado
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08h-11h Fisioterapia UBS Munique e UBS Astolfo 8h - 10h Alongamento e Ginástica 15h-17h - Informática (FESC) |
8h-11h Fisioterapia UBS Munique e UBS Astolfo 8h-11h UFSCar (Magic) |
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Centro de Referência do Idoso "Vera Lúcia Pilla" |
8h30-10h - Dança e Percussão Corporal 10h30 - Fisioterapia UBS Vila Isabel 13h30-15h30 Alongamento e Atividades Cognitivas 15h30-16h30 - Musculação |
8h-10h - Alongamento e Atividades Cognitivas 09h30- 11h - UFSCar (Magic) 10h - Musculação 13h30-15h30 -Alongamento e Atividades Cognitivas 15h30-16h30 -Musculação 13h-14h30 - Tempo de Poesia 15h-16h40 - Oficina de Bordado |
8h-9h - Dança 10h30 - Fisioterapia UBS Vila Isabel 14h - Teatro |
10h30 - Fisioterapia UBS Vila Isabel 13h30-15h - Dança 13h- Inclusão Digital (FESC) 15h - Entendendo seu Smartphone (FESC) |
8h-10h Alongamento e Atividades Cognitivas 9h30 - 11h UFSCar (Magic) 10h - Musculação 14h - Quem sabe ensina, quem não sabe aprende |
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Centro de Convivência do Idoso Zavaglia |
8h30-Vôlei e Basquete Adaptado 10h UFSCar (Magic) 10h Atividades Recreativas 13h - Atividades Cognitivas 14h - Bingo |
8h30 - Fortalecimento Muscular 9h - Oficina de Teatro 9h30 - Alongamento 10h - Atividades Cognitivas e Jogos de Mesa 11h – Música 13h - Alfabetização Mova 14h - Artesanato |
8h30-Volei e Basquete Adaptado 10h UFSCar (Magic) 10h Atividades Recreativas 13h Pintura em Tecidos 14h Alfabetização PBA |
10h - Jogos de Mesa 11h – Música 14h30 - Oficina de percussão |
9h – Bocha 14h - Bingo |
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CRAS Aracy |
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9h às 11H - Patchaplique |
9h às 11h - Pintura em Tecido |
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CRAS Itatiaia |
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9h às 11h - Costura Criativa |
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CRAS Jockey Clube |
9h às 11h - Costura Criativa |
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9h às 11h - Crochê |
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CRAS Pacaembu |
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14h às 16h - Crochê |
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CRAS São Carlos VIII |
14h às 16h - Costura Criativa |
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09h às 11h - Dança |
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CRAS Santa Eudóxia |
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9h às 11h - Pintura em Tecidos |
9h às 11h - Patchaplique |
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CRAS Santa Felicia |
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14h às 16h - Dança |
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9h às 11h - Patchaplique |
SÃO CARLOS/SP - A Fundação Educacional São Carlos (FESC), em parceria com a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social e Cidadania, tem se destacado por iniciativas voltadas à inclusão e autonomia da terceira idade. Todas as quintas-feiras, das 13h às 17h, o educador Izaías Paes conduz atividades de letramento digital no Centro de Referência do Idoso Vera Lúcia Pilla.
O projeto vai além de ensinar a usar celulares e computadores: ele capacita os participantes a acessar informações, utilizar aplicativos, navegar com segurança e fazer uso consciente das tecnologias. O objetivo é ampliar a independência dos idosos, promover inclusão social e fortalecer sua participação cidadã.
O presidente da FESC, Eduardo Cotrim, ressaltou a importância da iniciativa. “O letramento digital é uma ponte para que nossos idosos se sintam parte ativa da sociedade. Ao dominar ferramentas tecnológicas, eles ganham autonomia, confiança e se mantêm conectados às oportunidades que o mundo digital oferece".
SÃO CARLOS/SP - O Fundo Social de Solidariedade de São Carlos realizou, na manhã desta terça-feira (02/06), a doação de 500 quilos de alimentos para a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) de São Carlos e para o Abrigo de Idosos Dona Helena Dornfeld.
Para a APAE foram destinados 200 quilos de alimentos, além de 400 prendas para a tradicional festa junina da entidade. Já para o Abrigo de Idosos Dona Helena Dornfeld foram entregues 300 quilos de alimentos e 181 litros de leite, reforçando o compromisso da instituição com o apoio às entidades assistenciais do município.
A entrega foi realizada pela primeira-dama e presidente do Fundo Social de Solidariedade, Herica Ricci Donato. Na APAE, ela foi recebida pela gerente administrativa da entidade, Maria Cristina Duarte Schiabel. Já no Abrigo Dona Helena Dornfeld, a doação foi recebida pela equipe administrativa da instituição.
Os alimentos destinados à APAE serão utilizados na alimentação oferecida diariamente aos alunos atendidos pela entidade, enquanto as prendas irão compor as atividades da tradicional festa junina promovida pela instituição.
Maria Cristina Duarte Schiabel agradeceu a parceria e destacou a importância do apoio recebido. “Só temos a agradecer. O Fundo Social está muito presente nas entidades e essa parceria acontece o tempo todo. É muito importante saber que existe esse olhar e essa atenção voltados para as instituições. Hoje recebemos alimentos que vão nos ajudar muito. Atendemos mais de 500 alunos, sendo que cerca de 350 almoçam aqui diariamente e os demais recebem lanche e café. Toda ajuda soma muito, porque representa um recurso que não precisaremos gastar e garante a oferta de uma alimentação saudável aos nossos atendidos. E as prendas também são fundamentais. Sem esse apoio, seria muito mais difícil proporcionar esse momento de alegria aos nossos alunos durante a festa junina”, ressaltou.
No Abrigo de Idosos Dona Helena Dornfeld, os alimentos e o leite contribuirão para o atendimento diário dos residentes, auxiliando no preparo das refeições e fortalecendo o trabalho de acolhimento realizado pela instituição.
A presidente do Fundo Social de Solidariedade, Herica Ricci Donato, destacou que apoiar as entidades do município é uma das prioridades do trabalho desenvolvido pelo órgão.
“Nosso objetivo é estar próximo das instituições que prestam serviços tão importantes para a população. Sabemos dos desafios enfrentados diariamente por essas entidades e, por isso, buscamos colaborar sempre que possível. Hoje tivemos a oportunidade de contribuir com a APAE e também com o Abrigo Dona Helena Dornfeld, duas instituições que desempenham um papel fundamental em nossa cidade. São ações que ajudam a fortalecer o atendimento oferecido e demonstram a importância da solidariedade e do trabalho em parceria”, afirmou.
SÃO CARLOS/SP - O município de São Carlos foi premiado durante o 39º Congresso de Secretários Municipais de Saúde do Estado de São Paulo, realizado entre os dias 8 e 10 de abril, em Santos. A conquista ocorreu no âmbito da 22ª Mostra de Experiências Exitosas dos Municípios, que reuniu iniciativas inovadoras de todo o estado.
O reconhecimento foi concedido ao projeto “envelheSER na cIDADE: práticas e cuidados em Saúde Mental”, que recebeu o Destaque OPAS (Organização Pan-Americana da Saúde), figurando entre as 20 experiências municipais selecionadas pela relevância e alinhamento com diretrizes internacionais. O trabalho passa a ser referência para o Sistema Único de Saúde (SUS) e apresenta potencial de disseminação para outros países das Américas.
A iniciativa foi desenvolvida pela equipe do Centro de Atenção Psicossocial (CAPS II), em parceria com a residência multiprofissional em saúde mental da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). O projeto foi fundamentado em dois eixos articulados: oficinas de educação permanente com equipes de Estratégia de Saúde da Família focadas em desafios do envelhecimento e manejo de instrumentos de rastreio geriátrico (10-CS, Katz, Lawton, GDS e GAI). As ações foram realizadas no Centro de Convivência do Idoso
“Roberto Kabbach” e nas Unidades de Saúde da Família (USFs), com foco no cuidado integral à população idosa, especialmente na área da saúde mental.
Nesta edição, a Mostra registrou número recorde de participação, com 2.702 trabalhos inscritos, evidenciando o compromisso dos municípios paulistas com a qualificação do SUS. Além do prêmio da OPAS, também foram concedidos reconhecimentos em outras categorias, como o Prêmio David Capistrano e menções honrosas.
“Receber esse reconhecimento em um evento tão importante para a saúde pública é motivo de muito orgulho para São Carlos. O projeto ‘envelheSER na cIDADE’ mostra que é possível avançar no cuidado com a saúde mental da nossa população idosa de forma humanizada, integrada e inovadora. Esse prêmio reforça o compromisso das nossas equipes com a qualidade do SUS e evidencia que estamos no caminho certo, construindo políticas públicas que fazem a diferença na vida das pessoas e que podem, inclusive, servir de referência para outras cidades e países”, disse o secretário de Saúde Leandro Pilha, parabenizando a equipe.
A diversidade e a qualidade dos projetos apresentados reforçam a capacidade dos municípios em desenvolver soluções inovadoras e eficazes para os desafios da saúde pública, contribuindo para a melhoria do atendimento à população.
Representaram São Carlos na premiação a chefe de Seção de Apoio à Saúde Mental, Carmen Pereira, além das profissionais Carolina Squassoni, do CAPS II, e Amanda Peres, do CAPSiJ.
SÃO CARLOS/SP - A Secretaria de Desenvolvimento Social e Cidadania realizou, na manhã desta quarta-feira (25/02), no auditório do Paço Municipal, a cerimônia de posse da nova composição do Conselho Municipal da Pessoa Idosa, responsável por atuar no biênio 2026–2028. O ato reuniu autoridades, representantes de instituições e membros da sociedade civil, marcando o início de um novo ciclo de participação social.
Representando a secretária de Desenvolvimento Social e Cidadania, Gisele Santucci, a secretária adjunta, Ana Paula Vaz Panhoca, destacou a importância da participação ativa dos conselheiros na construção de políticas públicas voltadas à valorização da pessoa idosa. Em sua fala, ela lembrou que os cargos assumidos carregam um compromisso sério com aqueles que ajudaram a construir a cidade e que hoje merecem todo cuidado e respeito. “O Conselho é um espaço democrático que garante voz, ativa a comunidade e ajuda a construir políticas mais justas e eficazes. Ver pessoas dedicadas e comprometidas assumindo esta missão é motivo de muito orgulho e alegria”, afirmou. Ana Paula lembrou que os frutos de amor e dignidade colhidos hoje são resultado da semeadura das gerações anteriores, e que cabe ao município garantir que esse legado seja respeitado e transmitido às novas gerações.
Representando o prefeito Netto Donato, o vice-prefeito Roselei Françoso reforçou a relevância histórica do Conselho e a necessidade de ampliar políticas voltadas ao envelhecimento digno. Ele lembrou sua trajetória de 25 anos na vida pública e ressaltou que a longevidade crescente da população exige novas respostas do poder público.
“Precisamos estar com os olhos muito abertos nessa construção contínua. Espaços de acolhimento e convivência são fundamentais para que o idoso tenha qualidade de vida”, disse. Roselei também destacou a importância do Fundo Municipal do Idoso, aprovado em 2017, como instrumento para captar recursos e financiar políticas específicas. Segundo ele, a sociedade é solidária e quer contribuir, mas é preciso criar mecanismos para que parte dos impostos pagos por pessoas físicas e jurídicas permaneça na cidade e seja destinada ao cuidado com os idosos. “Com a posse dos novos membros, o Conselho da Pessoa Idosa passa a ter a missão de ampliar o diálogo entre sociedade civil e poder público, fiscalizar a execução das políticas já existentes e buscar novas formas de financiamento para garantir que o envelhecimento seja tratado como prioridade em São Carlos”, disse Roselei.
BRASÍLIA/DF - Cerca de 8,3 milhões de pessoas com 60 anos ou mais estavam trabalhando em 2024. Com esse contingente, o Brasil alcançou o recorde no nível de ocupação desse grupo etário, desde que o levantamento começou, em 2012.
Dos 34,1 milhões de idosos, um em cada quatro (24,4%) estava ocupado no ano passado.
A revelação faz parte do levantamento Síntese de Indicadores Sociais, divulgado nesta quarta-feira (3) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Desde 2020, cresce o nível de ocupação de idosos:
A analista do IBGE Denise Guichard Freire, responsável pelo capítulo, aponta que, além do aumento da expectativa de vida, a reforma da previdência, promulgada em 2019, é uma das explicações para o ganho de ocupação.
“Certamente a reforma da previdência é um dos fatores que levam as pessoas a ter que trabalhar mais tempo, a contribuir mais tempo para conseguir se aposentar”, afirma.
O estudo mostra que a taxa de desocupação – popularmente conhecida como taxa de desemprego – dessa população foi de 2,9% em 2024, a menor da série histórica do IBGE.
Para efeito de comparação, o desemprego do total da população era de 6,6% no ano passado.
Ao dividir por idades, o IBGE identifica que no grupo de 60 a 69 anos, 34,2% estavam ocupados. Quase metade (48%) dos homens trabalhavam. Entre as mulheres, eram 26,2%.
Já no grupo com 70 anos ou mais, a ocupação era reduzida a 16,7%. Entre os homens, 15,7%. No grupo das mulheres, 5,8%.
O IBGE apura informações de como é a atuação dos idosos no mercado de trabalho. Um dado relevante é que mais da metade deles (51,1%) trabalhava por conta própria (43,3%) ou como empregador (7,8%).
Para efeito de comparação, na população ocupada como um todo, conta própria e empregadores somam apenas 29,5% dos trabalhadores.
No conjunto da população, a forma de atuação mais comum é como empregado com carteira assinada (38,9% dos trabalhadores). Entre os idosos, apenas 17% tinham essa condição.
Ao analisar os dados de rendimento, o IBGE identificou que os idosos receberam R$ 3.561 mensalmente, em média, superando o valor do conjunto da população com 14 anos ou mais de idade (R$ 3.108). Isso significa que os idosos ganharam 14,6% mais.
Já em relação à formalização, as pessoas com 60 anos ou mais ficam em desvantagem em relação ao total dos trabalhadores. A taxa do país era de 59,4% dos ocupados. No grupo dos idosos, 44,3%.
O IBGE considera informais empregados sem carteira assinada, e trabalhadores por conta própria e empregadores que não contribuem para a previdência social.
Bruno de Freitas Moura – Repórter da Agência Brasil
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