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RIO DE JANEIRO/RJ - O STJ (Superior Tribunal de Justiça) determinou o afastamento imediato de Wilson Witzel (PSC) do cargo de governador do Rio de Janeiro, inicialmente por 180 dias, por causa das investigações que apura fraudes nos contratos da saúde no estado.

Na manhã desta sexta-feira, 28, a Polícia Federal foi até o Palácio das Laranjeiras para cumprir mandados de busca e apreensão contra a primeira-dama Helena Witzel. Não existe mandado de prisão contra o governador.

Além da primeira-dama, os policiais estão na rua para cumprir outros mandados. Um deles é de prisão contra o Pastor Everaldo, presidente do PSC, e acusado de participar do esquema de fraude.

Também existe mandado de prisão contra Lucas Tristão, ex-secretário de Desenvolvimento Econômico, e Sebastião Gothardo Netto, médico e ex-prefeito de Volta Redonda. Já André Ceciliano (PT), presidente da Assembleia Legislativa (Alerj) e o desembargador Marcos Pinto da Cruz são alvos de mandados de busca e apreensão.

A Procuradoria-Geral da República informou que a operação foi batizada de "Tris in Idem" e que ao todo são cumpridos 17 mandados de prisão - seis preventivas e 11 temporárias - e 72 de busca e apreensão. As ordens são cumpridas no Distrito Federal e em seis Estados: Rio de Janeiro, Espírito Santo, São Paulo, Alagoas, Sergipe, Minas Gerais. Também está sendo alvo de busca e apreensão um endereço no Uruguai, local onde estaria um dos investigados cuja prisão preventiva foi decretada.

Witzel foi notificado sobre seu afastamento no Palácio dos Laranjeiras. A medida foi considerada previsível por integrantes do STJ ouvidos reservadamente pela reportagem. Na avaliação de um ministro, o governador se cercou de péssimas companhias.

Segundo o Estadão apurou, as medidas foram tomadas por Gonçalves para impedir a reiteração de crimes e para garantir o aprofundamento das investigações. O afastamento vale por 180 dias.

A Operação Placebo foi inicialmente aberta em maio, quando a Polícia Federal cumpriu 12 mandados de busca e apreensão, parte deles em endereços do governo fluminense, para investigar suposto esquema de corrupção envolvendo a instalação de hospitais de campanha para combate ao novo coronavírus no Estado.

 

 

*Com informações do Estadão Conteúdo

*Por: TERRA

SÃO PAULO/SP - O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), de 62 anos, informou nesta 4ª feira (12) que foi diagnosticado com covid-19. Doria disse que está assintomático e que irá trabalhar de casa.

“Acabei de receber meu sexto teste da covil-19 e esse, infelizmente, foi positivo”, afirma o governador em vídeo publicado nas redes sociais.

Doria disse ainda que “tudo isso vai passar, a vacina vai chegar e o Brasil terá 1 novo momento livre do coronavírus”. O governador afirmou no dia anterior que o Estado deve ter 15 milhões de doses da imunização desenvolvida pela China em dezembro.

São Paulo é a unidade da Federação com mais casos e mortes por covid-19. São pelo menos 639,6 mil infectados e 25.571 vítimas.

O Estado foi 1 dos primeiros Estados a decretar quarentena, em 23 de março. O governo começou a retomada gradual de atividades em 1º de junho. Na semana passada, bares e restaurantes receberam permissão para funcionar até às 22 horas.

 

 

*Por: PODER360

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