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SÃO CARLOS/SP - A Secretaria de Segurança Pública e Mobilidade Urbana de São Carlos, por meio da Defesa Civil, divulgou a previsão do tempo para o período de 27 a 30 de outubro de 2026. Com o deslocamento do sistema frontal em direção ao Nordeste do país, as condições atmosféricas tendem a se estabilizar gradualmente na região, e o sol volta a aparecer entre poucas nuvens. As temperaturas permanecem amenas, principalmente pela manhã, com tendência de elevação ao longo da semana.


Hoje (27), o tempo segue em estabilização e as temperaturas sobem de forma gradual. Mesmo assim, rajadas isoladas de vento podem ocorrer.


Entre quarta (28) e sexta-feira (30), a instabilidade retorna à região. A circulação em médios e altos níveis da atmosfera favorece o transporte de umidade e de ar quente da Amazônia em direção ao Sudeste. Somado ao aquecimento diurno, esse cenário pode provocar pancadas isoladas de chuva, acompanhadas de descargas elétricas e rajadas de vento, especialmente no fim da tarde. Para quarta-feira, há a previsão de 34mm de chuva em São Carlos. 

A equipe seguirá monitorando as condições do tempo e os dados observados.

SÃO CARLOS/SP - A Defesa Civil de São Carlos informa que o domingo de eleições, 25 de outubro, será marcado por instabilidade atmosférica na cidade. A previsão indica possibilidade de episódios mais intensos de chuva, acompanhados de rajadas isoladas de vento.

Segundo o órgão da Secretaria de Segurança Pública e Mobilidade Urbana, a instabilidade se intensifica entre sábado (24/10) e domingo (25/10) por causa da aproximação de uma nova frente fria. As rajadas isoladas de vento podem chegar a 45 km/h. 

O cenário é resultado da combinação de dois sistemas. De um lado, há uma área de alta pressão sobre o oceano, que dificulta a formação de chuva em seu entorno, mas conduz o ar úmido para o continente. De outro, uma área de baixa pressão sobre o norte do Paraguai, que favorece a formação de nuvens. Juntas, elas transportam umidade da Amazônia em direção ao Sudeste, o que mantém a região com nebulosidade, chuva fraca e temperaturas amenas.

Ao longo da semana, o avanço de um sistema frontal torna as condições mais instáveis e aumenta a intensidade das chuvas, com possibilidade de maiores volumes de precipitação, principalmente no fim de semana.

Entre quinta-feira (22/10) e sexta-feira (23/10), a instabilidade se mantém, com chuvas de fraca a moderada intensidade. Há possibilidade de episódios mais intensos, principalmente na sexta.

No sábado (24/10) e no domingo (25/10), a instabilidade aumenta com a chegada da frente fria. O domingo, dia da votação, é o período com maior chance de chuva forte.

Na segunda-feira (26/10), mesmo com o sistema frontal se deslocando em direção ao oceano, a região continua nublada e instável, com chuva de fraca a moderada e possibilidade de rajadas isoladas de vento. As temperaturas sobem gradualmente.

PARIS - Setembro de 2026 foi o segundo mês de setembro mais quente já registrado no mundo, com temperaturas médias recordes na Europa Ocidental e nos oceanos fora das regiões polares.

Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (12) pelo Serviço de Mudanças Climáticas Copernicus (C3S), implementado pelo Centro Europeu de Previsões Meteorológicas de Médio Prazo (ECMWF). Segundo o relatório, setembro foi o segundo mês consecutivo de 2026 em que a temperatura média global ficou mais de 1,5°C acima dos níveis pré-industriais.

Em 2015, durante a assinatura do Acordo de Paris, praticamente todos os países do mundo concordaram em adotar medidas para limitar o aquecimento global, buscando manter o aumento da temperatura em até 1,5°C em relação ao período pré-industrial.

De acordo com o Copernicus, a temperatura média global em setembro ficou 1,63°C acima dos níveis pré-industriais. O resultado faz parte de uma sequência de meses acima da marca de 1,5°C, iniciada em agosto, que deverá continuar até 2027.

Europa registra calor extremo e seca  histórica
Em toda a Europa, setembro foi excepcionalmente quente e seco. Em algumas regiões da Europa Ocidental, o mês foi o mais quente já registrado.

As altas temperaturas agravaram a seca em diversas áreas do continente, provocando quedas históricas nos níveis de importantes rios europeus.

Trechos dos rios Reno, Vístula, Danúbio e Garona-Dordonha atingiram níveis mínimos nunca observados anteriormente.

Segundo o relatório, a temperatura média global do ar em setembro foi de 16,27°C, valor 0,82°C superior à média registrada entre 1991 e 2020.

Em comparação com o período pré-industrial, estimado entre 1850 e 1900, a temperatura ficou 1,63°C acima da média.

Na Europa, a temperatura média sobre a superfície terrestre superou em 1,54°C a média do período de 1991 a 2020.

Oceanos também atingem temperaturas recordes
O aquecimento também foi observado nos oceanos. Excluindo os mares polares, a temperatura média da superfície do mar atingiu 21,05°C, o maior valor já registrado para um mês de setembro.

O Copernicus destacou que as temperaturas da superfície do mar permanecem excepcionalmente elevadas em grande parte do Pacífico tropical, onde o fenômeno El Niño está se intensificando.

O El Niño é um fenômeno climático caracterizado pelo aquecimento anormal das águas superficiais do Oceano Pacífico equatorial, capaz de influenciar os padrões de temperatura e precipitação em diferentes regiões do planeta.

Em setembro, a temperatura da superfície do mar na região associada ao El Niño atingiu 29,70°C, estabelecendo um recorde histórico.

Na Europa, as temperaturas da superfície do mar também alcançaram níveis recordes para setembro, especialmente ao longo da costa atlântica e no Mediterrâneo Ocidental.

 

 

NOTÍCIAS AO MINUTO

SÃO CARLOS/SP - No mesmo dia em que a primavera começa oficialmente, às 21h05, São Carlos recebe a chegada de uma nova frente fria que deve manter a instabilidade do tempo na região ao longo da semana, segundo boletim divulgado nesta terça-feira (22/09) pela Secretaria de Segurança Pública e Mobilidade Urbana.

De acordo com a Defesa Civil, a combinação entre o calor e a umidade já presentes na região com a chegada da frente fria deve intensificar as chuvas, principalmente durante as tardes, quando há maior possibilidade de temporais mais intensos, acompanhados de descargas elétricas e rajadas isoladas de vento. O órgão alerta que acumulados de chuva em curto período podem provocar alagamentos, além de queda de árvores, destelhamentos e interrupções no fornecimento de energia.

Os pluviômetros já registraram 26 mm acumulados nas últimas 72 horas, e a previsão é de mais 66 mm de chuva para os próximos três dias na cidade. Para esta terça-feira (22/09), a previsão é de chuva, com 23 mm esperados para a região e temperatura entre 18,1°C e 25,7°C. Amanhã (23/09), o tempo segue nublado com pancadas, e a expectativa é de 32 mm, com mínima de 14,2°C.

Na quinta-feira (24/09), o avanço da alta pós-frontal começa a estabilizar as condições, mas a umidade remanescente ainda favorece chuva fraca, sobretudo pela manhã, com 12 mm previstos e máxima de 28,1°C. Já entre sexta (25/09) e sábado (26/09), com o deslocamento total da alta pressão sobre a região, os dias devem ser predominantemente de sol entre poucas nuvens, com temperaturas em elevação gradual, chegando a 34,4°C no sábado. A previsão para os dias seguintes aponta continuidade do tempo firme, com temperaturas ainda mais altas, podendo atingir 36,7°C na segunda-feira (28/09).

O diretor da Defesa Civil de São Carlos, Pedro Caballero, afirmou que o início da primavera deste ano deve ser marcado por um cenário climático de chuvas irregulares, com alternância entre períodos de instabilidade e trechos de tempo seco. Segundo ele, essa instabilidade tende a trazer chuvas acima da média sempre após episódios de calor, podendo gerar temporais localizados, que atingem um bairro e poupam outro, e eventos de alto índice pluviométrico, por vezes acompanhados de granizo e raios, um padrão que o diretor atribuiu ao efeito climático do El Niño. 

Diante desse cenário, Caballero afirmou que a Prefeitura montou uma estrutura emergencial integrada entre as secretarias de Segurança Pública, Meio Ambiente e Infraestrutura, voltada ao atendimento de emergências de diferentes tipos. Segundo ele, o foco está em garantir o máximo de escoamento da água pluvial, com manutenção das bocas de lobo, além de manter o abastecimento de água potável, responsabilidade do SAAE (Serviço Autônomo de Água e Esgoto) nos dois casos.

O diretor citou ainda medidas preventivas tomadas meses atrás em parceria com o Governo do Estado de São Paulo e o SAAE, por meio do projeto Águas Vivas, Rios Vivos, que promoveu o desassoreamento, retirada de sedimentos acumulados, em córregos como o Monjolinho, com o objetivo de reduzir o risco de enchentes. “Com chuvas de 80, 90 milímetros, não estamos tendo os problemas que tínhamos em anos anteriores”, afirmou Caballero, ao avaliar os efeitos das intervenções. O diretor também chamou atenção para os desdobramentos do tempo quente e chuvoso na área da saúde pública, citando o aumento na proliferação de mosquitos como um dos pontos que exigem atenção reforçada das equipes municipais. A Defesa Civil informou que a equipe segue monitorando as condições do tempo e os dados observados.

SÃO CARLOS/SP - São Carlos registrou 76,4 milímetros de chuva entre a meia-noite e as 16h50 desta quinta-feira (10), segundo levantamento da Defesa Civil. Com o volume registrado em apenas parte do dia, o acumulado de setembro chegou a 142 milímetros, superando em quase 66 milímetros a média histórica do mês.

A média de chuva para setembro em São Carlos é de 85,79 milímetros, considerando os últimos 15 anos. Com isso, o município já ultrapassou esse índice antes mesmo do fim do mês, evidenciando o volume significativo de precipitação registrado nos últimos dias.

A chuva provocou ocorrências em diferentes regiões da cidade. A Defesa Civil registrou a queda de uma árvore na Avenida Getúlio Vargas e pontos de acúmulo de água na região do CDHU e na Avenida Morumbi. No Jardim Jacobucci, uma residência também foi atingida por alagamento.

Outro ponto afetado foi a Avenida Trabalhador São-carlense, onde o alagamento ocorreu devido ao entupimento da vazão da água da chuva. Equipes do SAAE trabalharam no desentupimento das galerias para restabelecer o escoamento e reduzir os impactos provocados pela forte chuva.

EUA - A agência climática dos Estados Unidos elevou para 97% a chance de que o El Niño evolua para um patamar muito forte a partir do início da primavera, no final de setembro. A Noaa (Administração Nacional Oceânica e Atmosférica) atualizou na quinta-feira (10) sua análise sobre o fenômeno.

O órgão prevê, ainda, probabilidade de 93% da temperatura do oceano Pacífico equatorial permanecer até janeiro no patamar muito alto -o que vem sendo chamado de "Super El Niño".

A última previsão do órgão, do mês passado, era de 93% de chance de um El Niño muito forte a partir de setembro.

"O El Niño continuará se intensificando até o fim do ano", diz o comunicado da Noaa. "No trimestre de outubro a dezembro de 2026, há 75% de probabilidade de um evento histórico, que superaria a intensidade dos eventos anteriores de El Niño registrados desde 1950."

Um evento dessa magnitude, ressalta a entidade, aumenta a probabilidade de ocorrerem impactos compatíveis com o El Niño, mas não há garantia disso e nem se as consequências serão mais graves do que o normal.

O fenômeno climático, que começou em junho, é caracterizado pelo aquecimento acima da média das águas do Pacífico na região da linha do Equador próxima à costa do Peru -ao contrário da La Niña, que ocorre quando a superfície nesta região está mais fria do que o normal.

Quando a variação acima da média é de 0,5°C a 1°C, o El Niño é classificado como fraco. Na classificação moderada, a anomalia de temperatura fica entre 1°C a 1,5°C e, na forte, vai de 1,5°C a 2°C. O El Niño é classificado como muito forte quando o aquecimento da superfície do Pacífico equatorial fica acima de 2°C.

O El Niño já vem causando alterações climáticas ao redor do planeta. A Indonésia enfrenta seca extrema, que vem facilitando o espalhamento de incêndios florestais que sufocam o país com nuvens infindáveis de fumaça.

No final de julho, fortes chuvas atingiram o Rio Grande do Sul, levando ao deslocamento de milhares de pessoas na região do vale do Taquari, que também foi fortemente atingida na histórica enchente de 2024.

O canal do Panamá reduziu o fluxo de navios, já que opera utilizando água da chuva armazenada nos lagos artificiais de Gatun e Alhajuela, cujos níveis diminuíram devido à seca causada pelo fenômeno climático.

Setembro também registrou um raro trio de furacões no oceano Pacífico -Marie, Karina e Lowell.

 

 

por Folhapress

SÃO CARLOS/SP - A chuva voltou a ganhar força em São Carlos nesta quinta-feira (10) e deixou o acumulado de setembro muito próximo da média histórica. De acordo com a Defesa Civil, 38,6 mm foram registrados entre 0h e 11h.

Com a precipitação desta quinta, o município soma 84,40 mm de chuva desde o início do mês. A marca representa praticamente todo o volume esperado para setembro, cuja média histórica é de 85,79 mm.

A diferença é de apenas 1,39 mm para que o acumulado mensal alcance a média calculada a partir dos últimos 15 anos. O dado chama atenção porque essa marca foi atingida em apenas dez dias de setembro.

O acompanhamento é feito pelo Departamento de Proteção e Defesa Civil de São Carlos. A evolução do volume de chuva dependerá das condições meteorológicas dos próximos dias, podendo levar o acumulado do mês para além da média histórica.

BRASÍLIA/DF - O governo federal lançou, nesta terça-feira (12), o programa Brasil Contra o Crime Organizado. Entre as ações, estão previstas o fortalecimento das atuais Forças Integradas de Combate ao Crime Organizado (Ficco), a compra de equipamentos e a promoção de 138 unidades prisionais para o padrão de segurança máxima dos presídios federais, com o objetivo de frear a articulação criminosa. O cronograma estabelece operações mensais integradas e a instalação, até setembro, dos comitês integrados de investigação financeira e recuperação de ativos.

Segundo o Palácio do Planalto, a “nova estratégia nacional” de enfrentamento às organizações criminosas está estruturada a partir de quatro eixos de ações para as quais serão destinados, ainda este ano, R$ 1,06 bilhão, além de uma linha de financiamento de R$ 10 bilhões.

  • asfixia financeira do crime organizado;
  • fortalecimento da segurança no sistema prisional;
  • qualificação da investigação de homicídios;
  • enfrentamento ao tráfico de armas, munições, acessórios e explosivos.

De acordo com o governo federal, os quatro eixos foram pensados como uma resposta apropriada a cada um dos pilares sobre os quais as facções criminosas sustentam seu poder: obtenção de lucros com as atividades ilícitas; comando das prisões, onde arregimentam mão de obra; falta de resposta/punição à violência letal e poder armado.
 

Articulação

Ainda de acordo com o Palácio do Planalto, a proposta é promover uma maior articulação entre as instâncias federal, estaduais e municipais, qualificando e potencializando investimentos e esforços operacionais contra “o andar de cima, o comando, e a base econômica das facções criminosas”

Lula ressaltou que o Executivo federal não tem intenção de ocupar o espaço dos governadores ou da polícia estadual.

"O dado concreto é que, se a gente não trabalhar junto, a gente não consegue vencer. E o crime organizado se aproveita da nossa divisão”, acrescentou.

Crédito

Além dos R$ 1,06 bi de investimento direto, o programa prevê a criação de uma linha de crédito para a segurança pública de R$ 10 bilhões. O dinheiro virá do Fundo Nacional de Investimento em Infraestrutura Social. Criado em 2024, o chamado Fiis assegura recursos para o financiamento de investimentos em infraestrutura social, incluindo a melhoria da segurança pública.

Os estados ou municípios que recorrerem à linha de crédito poderão usar os valores contratados na compra de viaturas, motocicletas operacionais, lanchas, embarcações, equipamentos de proteção individual, equipamentos de menor potencial ofensivo, drones, sistemas de radiocomunicação e videomonitoramento e câmeras e scanners corporais, bem como na reforma de estabelecimentos penais, bloqueadores de sinal, equipamentos de perícia e informática e em soluções tecnológicas específicas para o setor.

Eixos

O primeiro eixo do programa, que está focado no estrangulamento dos fluxos financeiros que sustentam as atuais redes de atividades ilícitas, prevê um investimento federal direto de R$ 388,9 milhões. Entre as ações previstas está o fortalecimento das atuais Forças Integradas de Combate ao Crime Organizado (Ficco), grupos operacionais que atuam em diferentes unidades federativas do Brasil, reunindo agentes de segurança locais e federais. Além disso, a ideia é criar uma Força nacional (Ficcos) para operações interestaduais de alta complexidade. Entre as outras ações previstas estão:

  • a instalação, em outras unidades federativas, do Comitê Integrado de Investigação Financeira e Recuperação de Ativos (CIFRA), criado em novembro de 2023, pelos governos federal e do Rio de Janeiro;
  • o uso de novas ferramentas de análise criminal, como as modernas soluções tecnológicas para extração de dados de dispositivos móveis (smartphones; tablets, notebooks e wearables etc);
  • a ampliação da alienação antecipada de bens do crime organizado, com leilões centralizados no Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Presídios

Para ampliar o controle e a vigilância em estabelecimentos prisionais, a previsão é investir, em 2026, R$ 330,6 milhões para ampliar o controle sobre unidades estratégicas. O objetivo é “interromper a capacidade de articulação criminosa a partir das prisões".

A proposta inicial é promover 138 estabelecimentos (o que representa cerca de 10% da totalidade de unidades prisionais do país) ao “padrão de segurança máxima”, semelhante ao dos presídios federais.

Segundo o ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, 80% das lideranças de organizações criminosas identificadas no país estão cumprindo pena nestes 138 estabelecimentos. Este segundo eixo do programa prevê:

  • a aquisição de drones, kits de varredura, raios X, veículos, georradares, scanners corporais, detectores de metal, soluções de áudio e vídeo e bloqueadores de celulares;
  • a criação do Centro Nacional de Inteligência Penal (CNIP);
  • a realização de operações integradas de inteligência para retirada de celulares, armas, drogas e outros objetos ilícitos dos presídios;
  • o fortalecimento das agências de inteligência penitenciária;
  • a capacitação de servidores e da padronização de protocolos de segurança.

Homicídios

O terceiro eixo busca melhorar a eficiência na resolução de crimes letais por meio da qualificação da investigação e da perícia policial. Aproximadamente R$ 201 milhões vão ser distribuídos, este ano, entre o conjunto de ações que preveem:

  • o fortalecimento das polícias científicas;
  • a estruturação e qualificação dos Institutos Médico-Legais (IMLs);
  • o fortalecimento da Rede Integrada de Bancos de Perfis Genéticos;
  • a articulação do Sistema Nacional de Análise Balística (Sinab);
  • a aquisição pelo governo federal, e posterior distribuição aos estados, de equipamentos como freezers científicos, viaturas refrigeradas para transporte de corpos, mesas de necropsia, mesas ginecológicas, comparadores balísticos, equipamentos de DNA, kits de coleta e amplificação de material biológico, armários deslizantes e cromatógrafos.

Tráfico

O programa promete destinar cerca de R$ 145 milhões às ações do programa de enfrentamento ao comércio ilegal de armas, munições e explosivos. Entre as quais estão:

  • o fortalecimento da capacidade de rastreamento e investigação;
  • a criação da Rede Nacional de Enfrentamento do Tráfico de Armas, Munições, Acessórios e Explosivos (Renarm);
  • o fortalecimento do Sistema Nacional de Armas (Sinarm);
  • o aparelhamento de delegacias especializadas;
  • operações integradas de combate ao tráfico e ao desvio de armas.

De acordo com o ministro da Justiça e Segurança Pública, os dois primeiros eixos do programa partem de experiências “sólidas e já comprovadas”: a Operação Carbono Oculto, realizada em agosto de 2025, contra o Primeiro Comando da Capital (PCC), e o exemplo dos presídios federais.

“Os outros dois eixos, com muita consistência, serão inovação fundamental para fecharmos a lógica que é o aumento do esclarecimento das taxas de homicídios [...] para eliminarmos este fator de atemorização, retroalimentando o poder do crime organizado, e o combate severo ao tráfico de armas”, explicou Wellington Silva.

Operações

O cronograma prevê a realização de operações mensais integradas das Ficcos estaduais e da Ficco nacional, além da instalação dos comitês integrados de investigação financeira e recuperação de ativos (CIFRAs) estaduais até setembro deste ano.

 

 

AGÊNCIA BRASIL

SÃO CARLOS/SP - O volume de chuvas acumulado em São Carlos desde o início de fevereiro ultrapassou com folga a média histórica do mês. De acordo com dados atualizados até as 8h desta terça-feira, 10, o município já registrou 349 milímetros de precipitação, superando em 132,9 mm a média de fevereiro dos últimos 19 anos, que é de 216,1 mm.

Somente na segunda-feira, 9, foram contabilizados 25,2 milímetros de chuva. O acumulado representa um excesso de aproximadamente 61% em relação ao padrão climatológico esperado para o período, indicando um mês atípico em termos de volume pluviométrico.

Especialistas alertam que chuvas acima da média elevam o risco de transtornos urbanos, como alagamentos, erosões e sobrecarga nos sistemas de drenagem. A Defesa Civil segue em estado de atenção e orienta a população a evitar áreas sujeitas a enchentes e a acionar os canais oficiais em caso de emergência.

A previsão indica a continuidade de instabilidades nos próximos dias, o que pode manter o acumulado elevado até o fim do mês.

SÃO CARLOS/SP - A Defesa Civil de São Carlos informou nesta segunda-feira (12/01) que a cidade terá previsão de chuvas até a próxima segunda-feira (19/01). O cenário segue marcado por calor intenso durante a manhã e chuvas intermitentes no período da tarde e da noite, resultado da instabilidade atmosférica provocada pelo transporte de umidade da Amazônia para o Sudeste.

O diretor da Defesa Civil, Pedro Caballero, reforçou a necessidade de atenção da população. “Estamos entrando em um período de instabilidade que deve se estender até o início da próxima semana. Teremos calor pela manhã, com temperaturas elevadas, e pancadas de chuva à tarde e à noite. Essas precipitações são rápidas, mas podem trazer grande volume de água em pouco tempo, aumentando o risco de enxurradas, alagamentos e descargas elétricas. É fundamental que os moradores evitem áreas de risco e acionem a Defesa Civil pelo 199 em caso de emergência. A Guarda Municipal e o Corpo de Bombeiros também estão em estado de atenção para apoiar a população”.

A Defesa Civil seguirá monitorando as condições do tempo e os dados observados, mantendo a cidade em alerta para minimizar impactos e garantir a segurança dos moradores.

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