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SÃO CARLOS/SP - A vereadora Cidinha do Oncológico (PP) destacou que nesta sexta-feira (26) ocorreu o treinamento de profissionais da rede municipal de Saúde para a utilização da membrana regenerativa da Nanoskin Innovatec's, destinada ao tratamento de feridas, como úlceras do pé diabético, feridas agudas e crônicas, principalmente aquelas com risco de amputação. Em 2019, a parlamentar havia destinado emenda para a aquisição da membrana, possibilitando o acesso dos usuários do SUS a essa tecnologia.

O treinamento ocorreu nas dependências da UBS Aracy e foi realizado pelo enfermeiro Jackson Xavier de Jesus e pelo desenvolvedor da membrana, doutor Pierre Basmaji. Estiveram presentes diversos funcionários de Unidades de Saúde da região do Cidade Aracy. Ao final, um funcionário do CEME (Centro Municipal de Especialidades Médicas) fez a distribuição dos materiais para iniciar as aplicações da membrana a partir desta segunda-feira (29).

Os ferimentos de uma pessoa com diabetes demoram a cicatrizar, porque a presença do açúcar faz com que o fluxo do sangue se torne menor. Com isso, a pele recebe menos nutrientes e não consegue se recuperar. Esta película, explicou Cidinha, acelera a cicatrização por causa de uma proteína que alimenta as células da pele e permite uma recuperação rápida. Além dos inúmeros benefícios à saúde, este produto é mais acessível e faz com que diminua o tempo de internação, gastos com medicamentos e reabilita o paciente de maneira rápida

Além de contribuir para a diminuição de gastos, a membrana regenerativa auxiliará de maneira positiva a recuperação rápida dos pacientes, usuários do SUS, de nossa cidade. Luto e continuarei lutando por uma Saúde mais humana e de qualidade para nossa São Carlos”, afirmou a parlamentar.

Debates sobre eletroquímica e eletroanalítica têm relevância no desenvolvimento de novas formas de detectar a COVID-19

 

SÃO CARLOS/SP - A Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e o pesquisador Alex S. Lima da Universidade de Gotemburgo (Suécia) realizaram, nos dias 16,17, 24 e 25 de junho, o debate on-line "I Fronteiras em eletroquímica e eletroanalítica: avanços realizados por jovens cientistas". O evento reuniu pesquisadores brasileiros que trabalham em instituições nacionais e internacionais com linhas de pesquisas em eletroquímica e/ou eletroanalítica, além de palestrantes brasileiros e estrangeiros, com relevantes trabalhos nas áreas.

Entre os pesquisadores que integraram o debate: Bruno Campos Janegitz, do Departamento de Ciências da Natureza, Matemática e Educação (DCNME) do campus Araras da UFSCar; Thiago Paixão, do Instituto de Química da Universidade de São Paulo (USP); Raphael Nagao, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp); Gabriel N. Meloni da Universidade de Warwick (Inglaterra); Carla Santana Santos, da Universidade Ruhr-Bochum (Alemanha) e Cecília C. C. Silva do MackGraphe (Universidade Presbiteriana Mackenzie).

As apresentações foram conduzidas por jovens pesquisadores e doutores que abordaram as realizações dos diferentes grupos de pesquisas na atualidade. "Organizamos o evento em parceria com a Universidade de Gotemburgo para discutir e estimular os jovens cientistas a realizarem pesquisas nas áreas de eletroquímica e eletroanalítica, principalmente diante da pandemia de COVID-19", explicou o pesquisador da UFSCar, Prof. Dr. Bruno Campos Janegitz.

A eletroquímica e a eletroanalítica são ramos da físico-química e da química analítica, respectivamente, e desempenham papel importante no desenvolvimento da ciência. "O debate permite a troca de experiências proporcionando discussões sobre temas atuais, contatos e novas parcerias dentro da eletroquímica e da eletroanalítica, incluindo novas formas para a detecção da COVID-19", finalizou o Professor Bruno Janegitz. 

O "I Fronteiras em eletroquímica e eletroanalítica: avanços realizados por jovens cientistas" contou com o apoio da Sociedade Brasileira de Química, da Sociedade Brasileira de Eletroquímica e Eletroanalítica e Metrohm Brasil.

SÃO CARLOS/SP - Por meio de emenda parlamentar destinada pelo deputado estadual Sebastião Santos (Republicanos), o vereador Edson Ferreira (Republicanos) conquistou uma ambulância para a Secretaria Municipal de Saúde. O veículo será utilizado no transporte de pacientes acamados para consultas, exames especializados, hemodiálise, quimioterapia, radioterapia, fisioterapia, entre outros.

A ambulância foi entregue na manhã da última terça-feira (30) na Garagem Municipal, com a presença do prefeito Airton Garcia e do secretário municipal de Saúde, Marcos Palermo.

Quero agradecer ao deputado Sebastião Santos por atender nosso pedido e destinar emenda parlamentar para compra da ambulância que com certeza será de muita valia para nosso município”, completou o vereador.

SÃO CARLOS/SP - A Vigilância Epidemiológica de São Carlos informa nesta quarta-feira (01/07) os números da COVID-19 no município. São Carlos contabiliza neste momento 563 casos positivos para a doença (22 resultados positivos foram liberados hoje), com 13 mortes confirmadas e uma suspeita. 42 óbitos já foram descartados até o momento. Uma mulher de 86 anos, de São Carlos, internada em 29/06 morreu hoje com suspeita da doença. Dos 563 casos positivos, 499 pessoas apresentaram Síndrome Gripal e não foram internadas, 1 óbito sem internação, 63 pessoas precisaram de internação devido a COVID-19, 41 receberam alta hospitalar, 10 estão internados e 12 positivos foram a óbito. 439 pessoas já se recuperaram totalmente da doença. 2.098 casos suspeitos já foram descartados para o novo coronavírus já que 83 resultados negativos foram liberados hoje. Estão internadas neste momento 33 pessoas, sendo 23 adultos na enfermaria (6 positivos – sendo 1 de outro município, 8 suspeitos, 9 negativos - sendo 1 de outro município); na UTI adulto hoje estão internadas 8 pessoas (5 positivos, 3 suspeitos). Uma criança está internada na UTI com resultado negativo para COVID-19 e outra na enfermaria também com resultado negativo para a doença. A taxa de ocupação dos leitos especiais para COVID-19 de UTI/SUS está hoje 38,9%.

NOTIFICAÇÕES – Já passaram pelo sistema de notificação de Síndrome Gripal do município 4.310 pessoas desde o dia 21 de março, sendo que 3.589 pessoas já cumpriram o período de isolamento de 14 dias e 721 ainda continuam em isolamento. A Prefeitura de São Carlos está fazendo testes em pessoas que passam em atendimento nos serviços públicos de saúde com Síndrome Gripal (febre, acompanhada de um ou mais sintomas como tosse, dor de garganta, coriza, falta de ar). 2.004 pessoas já realizaram coleta de exames, sendo que 1.569 tiveram resultado negativo para COVID-19, 371 apresentaram resultado positivo (esses resultados já estão contabilizados no total de casos positivos). 64 pessoas ainda aguardam o resultado. O boletim emitido diariamente pela Vigilância Epidemiológica de São Carlos contabiliza as notificações das unidades de saúde da Prefeitura, Hospital Universitário (HU), Santa Casa, rede particular e planos de saúde.

Quatro operadoras de saúde do Brasil foram convidadas pela ANS a relatarem em webinar suas ações no combate à Covid-19

 

SÃO CARLOS/SP - A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) realizou no dia 30 de junho um webinar sobre Cuidados em saúde durante a pandemia: como as operadoras estão se organizando para acompanhar a saúde dos seus beneficiários. A Unimed São Carlos foi convidada, junto a outras três operadoras de planos de saúde do Brasil, a apresentar sua experiência. A seleção foi feita por meio de reuniões, notícias de mídia e relatos de beneficiários.

A reunião foi conduzida pela DIPRO/ANS e teve como representantes da Unimed São Carlos seu vice-presidente, o médico Ivan Linjardi, e a gerente de Qualidade e Processos, Esmarilda Lopes Verdério.

A cooperativa foi selecionada para participar da ação exclusiva a partir de análise de suas experiências positivas na coordenação do cuidado e gestão de crônicos durante a pandemia, com busca ativa de beneficiários.

“Trabalhamos bastante desde o início da pandemia para garantir o bom atendimento e a segurança de nossos beneficiários, colaboradores e cooperados. É muito satisfatório poder compartilhar com o país nossas experiências e também aprender com os colegas sobre as ações tomadas em um momento tão difícil e nunca antes vivido pelo mundo. Esperamos ter levado nosso exemplo de maneira clara e estamos à disposição para contribuir com a saúde no Brasil e com a melhoria de todo o sistema”, destacou Linjardi

Recurso vai produzir gratuitamente as peças com alta qualidade e metade do tempo aos pacientes do SUS em tratamento no hospital

   JAÚ/SP - A união de esforços de vários setores da comunidade, inclusive internacional, proporcionou a realização de um sonho há tempo esperado. Foi realizada esta semana (29/6) a inauguração simbólica da sala de equipamentos de impressões de próteses 3D do projeto Faces, do Departamento de Prótese Bucomaxilofacial do Hospital Amaral Carvalho. Por restrições impostas pela pandemia do coronavírus, o evento foi realizado na sede do Rotary Clube Leste Jahu, respeitando as orientações de prevenção das autoridades de saúde.

   A inauguração reuniu representantes dos setores envolvidos nesse grande projeto. O Governador do Distrito 4480, Sr Antônio Orlando Cavichia Filho, prestigiou o evento por meio de vídeo-conferência. O presidente do Rotary Club de Jahu-Leste, Saulo Sena Mayriques, ressaltou a importância dessa inauguração. "Esse projeto que estamos concretizando hoje vai proporcionar uma vida nova a centenas de pacientes oncológicos de todo o país em tratamento no Amaral Carvalho", disse.

   O coordenador do Departamento de Próteses Bucomaxilofacilal do HAC, o cirurgião-dentista Cassiano Alves Ferreira Neto, agradeceu a todos os parceiros que, através de doações e eventos, foram decisivos na realização desse projeto. "Quero agradecer à Fundação Rotária, através do Rotary Club Jahu-Leste, de Pederneiras, de Dracena e também dos Rotarys Clubs de Havelock North, da Nova Zelândia e do Canadá, além do Grupo de Voluntários Amigos de Jacuba, da FEBEC e de todos que colaboraram com as doações. Hoje, é a realização de um grande sonho", disse.

   A produção de próteses com a tecnologia 3D vai proporcionar um grande salto de qualidade na vida dos pacientes que, por causa do câncer, tem partes do corpo mutiladas. Desenvolvido em parceria com a empresa de soluções tecnológicas TRÍON, de Brasília/DF, a nova tecnologia produzirá próteses de alta qualidade para pacientes que passaram por tratamento de câncer na região da face. "No processo manual, o paciente tinha que passar por até oito consultas, desde a retirada do molde até a entrega da prótese, exigindo dele um exílio social muito penoso. Agora, com a nova prótese, em até no máximo três consultas, ele já sairá com a nova prótese", afirmou o coordenador do departamento. 

   As próteses são fornecidas gratuitamente pelo Hospital Amaral Carvalho para os pacientes que sofreram mutilação de órgãos do rosto. Com a implantação do projeto, mais peças deverão ser produzidas por conta da rapidez e economia de material. Podem ser confeccionadas próteses orais, nasais, de orelha, de olho e de olho incluindo pálpebra.

   O projeto contou com a aquisição de equipamentos de ponta para a confecção de próteses bucomaxilofaciais, necessárias quando, após a cirurgia de remoção de lesão oncológica, a reconstrução não pode ser realizada por cirurgia plástica, devido à grande área atingida pelo tumor. Com câmeras de alta resolução para a captura das medidas, programas avançados de computador para a confecção de moldes e de impressoras 3D para fabricar as próteses, o conjunto proporciona maior conforto e rapidez no atendimento ao paciente.

SERVIÇO
  

O serviço oferecido pelo HAC é de extrema importância, não apenas do ponto de vista técnico, mas sobretudo do ponto de vista humano e social. Possibilita ao paciente retornar às suas funções básicas de alimentação, fonação e deglutição com a reabilitação bucal e permite a reintegração ao convívio humano e social com a reabilitação facial. Mais informações pelo telefone 3602-1376.

Agora depende apenas da reformulação do fluxo de atendimentos da saúde no município para que a NOVA ALA COVID possa entrar em funcionamento

 

SÃO CARLOS/SP - A Santa Casa está reestruturando a Sala Verde do Pronto-Socorro do hospital para montar uma NOVA ALA COVID. No local, vai haver 10 novos leitos de UTI Adulto, com os respiradores cedidos pelo Governo do Estado. Os profissionais de saúde também estão em fase de contratação, com recursos do Governo Federal. O espaço foi escolhido por já possuir uma estrutura pronta para abrigar leitos de UTI, como rede de oxigênio e rede de ar, e assim, viabilizar os novos leitos o mais rapidamente possível.

Para colocar a nova ala em funcionamento, a Santa Casa também vai contar com a equipe de assistência multidisciplinar do hospital, com profissionais como fisioterapeutas e nutricionistas; uma equipe de hotelaria (para a troca de roupas de cama, por exemplo), equipe de limpeza e farmácia.

No entanto, para que essa NOVA ALA COVID possa ser usada, o fluxo de atendimento da saúde do município precisa ser referenciado, para que somente os casos mais graves, de alta complexidade, sejam direcionados para a Santa Casa. A partir desse referenciamento, os novos leitos podem ser entregues em 15 dias. “Essas mudanças são necessárias para não atender em um mesmo espaço, pacientes de baixa complexidade que poderiam ser atendidos em outras unidades (como as UPAs e Unidades Básicas de Saúde) e pacientes com suspeita de COVID, para não colocar em risco a saúde de quem procurou o hospital por outras doenças”, afirma o médico infectologista e diretor técnico da Santa Casa, Vitor Marim.

O referenciamento é uma política pública do Ministério da Saúde e da Secretaria de Estado da Saúde. Quem teria que seguir essa política é o município. “Nós notificamos o município e comunicamos o Ministério Público sobre a inviabilidade de fazer funcionar a NOVA ALA COVID sem o devido referenciamento, considerando que nós não temos estrutura física montada e capaz de atender as duas demandas ao mesmo tempo, sem colocar em risco a saúde dos pacientes. Reforçamos que a Santa Casa, em momento nenhum, se negou a fazer nada. Ao contrário, sempre se colocou à disposição para as necessidades de quem depende do SUS. Se o município optar por não fazer o referenciamento, vamos continuar trabalhando para oferecer a melhor assistência em saúde para a região”, diz o provedor da Santa Casa, Antonio Valério Morillas Junior. 

A outra opção, para que o hospital não fosse referenciado neste momento, seria montar a NOVA ALA COVID em outro espaço dentro da Instituição. Mas isso só seria possível com reformas, que levariam pelo menos 2 meses. “Se a Prefeitura tivesse feito essa opção lá em março, quando alertamos sobre as consequências da pandemia, essa nova estrutura já poderia estar pronta”, lembra o provedor.

NEGOCIAÇÕES COMEÇARAM EM MARÇO

A Santa Casa de São Carlos esclarece que é um hospital filantrópico e que presta serviços para o SUS. Quando a COVID-19 ainda era um surto e não uma pandemia, a equipe do hospital já havia alertado o governo municipal sobre a necessidade de se montar uma ala exclusiva para atendimento COVID. Foram feitas 11 reuniões de lá para cá.

A primeira reunião com a Secretaria Municipal de Saúde aconteceu no dia 4 de março. Mas não houve definições.

Nessa época, sabendo da necessidade de atendimento, a Santa Casa tomou a iniciativa e montou a ALA COVID, com 8 leitos de UTI e 24 de enfermaria, com o apoio do HU que emprestou os respiradores. A secretaria de saúde também bancou o custeio desses leitos por 3 meses (abril, maio e junho).

Em abril, a Secretaria de Saúde fez novo convite à Santa Casa para que fossem montados 10 leitos de UTI Adulto e 6 de UTI Pediátrica. A Santa Casa prontamente se colocou à disposição para que os novos leitos fossem viabilizados. Mas argumentou que, para isso, seriam necessários:

 

  1. Respiradores – que foram cedidos pelo Governo do Estado
  2. Profissionais de saúde – Governo do Estado indicou uma OSCIP (organização que presta serviços de saúde)
  3. Referenciamento – o Pronto-Socorro da Santa Casa deixaria de atender os pacientes classificados com as cores azul e verde (pacientes com sintomas leves). Esses pacientes passariam a ser atendidos exclusivamente pelas UPAs e Unidades Básicas de Saúde.

 

No dia 4 de junho, foi realizada uma nova reunião entre representantes do Departamento Regional de Saúde de Araraquara (do qual São Carlos faz parte), Prefeitura e diretoria da Santa Casa, com a presença do Secretário de Saúde, Marcos Palermo, representantes da UPAS e representantes do HU. A partir daí, os protocolos foram validados pelos participantes do processo de referenciamento: Santa Casa, HU, UPAs, SAMU e Secretaria Municipal de Saúde e Departamento Regional de Saúde.

Na semana seguinte a essa definição, a Santa Casa já iniciou a readequação da Sala Verde para montar os novos leitos de UTI. Mas até o presente momento, não houve definição por parte da Secretaria de Saúde para o referenciamento.

 

REFERENCIAMENTO É UMA EXIGÊNCIA ANTIGA

A Santa Casa de São Carlos é um hospital de alta complexidade e faz parte do Departamento Regional de Saúde de Araraquara, que inclui 24 municípios do Centro Paulista. Dentro dessa área, a Santa Casa de São Carlos é responsável pelos atendimentos de média e alta complexidade (oncologia, neurologia e neurocirurgia, cardiovascular, oftalmologia e nefrologia) de 6 municípios – São Carlos, Dourado, Ibaté, Ribeirão Bonito, Descalvado e Porto Ferreira -, num total de 400 mil habitantes. E é o único hospital, nessa região, a não ter o atendimento referenciado.

Importante ressaltar que a Santa Casa, ao se transformar em hospital referenciado, manteria todos esses atendimentos de alta complexidade, os atendimentos COVID e, no Pronto-Socorro do hospital, os casos de urgência e emergência. Apenas os casos mais leves, que hoje representam cerca de 70% dos atendimentos, seriam encaminhados para as UPAs e UBs para receber o primeiro atendimento.  E, em caso de necessidade (uma cirurgia, um atendimento mais complexo, internação para tratamento), seriam direcionados para a Santa Casa.

OCUPAÇÃO DA SANTA CASA – ALA COVID X OUTRAS DOENÇAS

A média de ocupação dos leitos de UTI, exclusivos para casos suspeitos e confirmados de Coronavírus tem sido de 90%. E a dos leitos de enfermaria (24 leitos), têm girado em torno de 20 a 30%.

Mas os outros atendimentos continuam sendo realizados. Mesmo com a suspensão das cirurgias eletivas, a taxa de ocupação permanece alta.

 

TAXA DE OCUPAÇÃO – OUTRAS DOENÇAS

UTI ADULTO – 100%

UNIDADE CORONARIANA (UTI PARA COMPLICAÇÕES CARDIOVASCULARES) – 90%

UTI PEDIÁTRICA E NEONATAL – 120%

LEITOS DE ENFERMARIA – 85%

Os pacientes têm chegado à Santa Casa em condições mais graves, provavelmente por conta da dificuldade das UBS e UPAs, em função da pandemia. Em média, 18 a 20 pacientes têm aguardado leito para internação no Pronto-Socorro.

UTI PEDIÁTRICA

A estrutura da UTI Pediátrica COVID já foi montada com 6 novos leitos, ao lado da UTI Pediátrica. Para isso, estão sendo usados 6 respiradores cedidos pelo Governo do Estado. A Santa Casa agora está na fase de contratação dos profissionais de saúde.

Alimentação, visitas periódicas à rede de podologia de sua confiança e produtos específicos para o fortalecimento são alguns dos cuidados necessários

SÃO PAULO/SP - Ter unhas fortes e cheias de vida é o sonho de muita gente, mas é preciso tratá-las muito bem para conquistar esse resultado. Segundo Maria Lourdes Pinheiro, podóloga e coordenadora técnica da Doctor Feet, unhas fracas podem ser sintomas de algumas condições como diabetes, disfunção hormonal, estresse e até problemas de fígado, pulmão e coração. “O ideal é cuidar das unhas com profissionais habilitados  e, ao perceber que elas continuam quebrando com muita frequência, a dica é procurar um dermatologista”, alerta.

No entanto, algumas mudanças de hábito podem amenizar a quebra  e deixar as unhas mais bonitas e saudáveis. Confira!

  1. Evite roer as unhas ou levar as mãos à boca, pois a saliva enfraquece a unha e o mau-hábito pode causar infecções causando até a  perda da unha;
  2. Invista em bases fortalecedoras e nutritivas que devem ser aplicadas sempre antes do esmalte;
  3. Faça as unhas com profissionais semanalmente, mas sem retirar totalmente as cutículas já que elas ajudam na proteção contra doenças, como a micose, por exemplo;
  4. Não utilize produtos com formol, podem causar alergias;
  5. Aposte em alimentos ricos em vitamina C que fortalecem as unhas, a pele e, de quebra, favorecem o sistema imunológico;
  6. Mantenha as mãos e as cutículas sempre hidratadas;
  7. Use luvas para realizar tarefas domésticas para proteger as unhas de produtos químicos;
  8. Remova o esmalte com produtos específicos e que não contenham acetona, pois o componente causa danos nas unhas e resseca as cutículas;
  9. Atente-se aos prazos de validade de produtos como esmaltes, bases e cremes para as mãos. Não use se estiverem vencidos;
  10.  E, por último, mas não menos importante. Deixe a unha respirar removendo todo o esmalte, pelo menos, dois dias antes de uma nova aplicação.

 

Sobre a Doctor Feet

Pioneira no segmento, a Doctor Feet é a mais ampla rede de serviços de podologia e venda de produtos para cuidados dos pés, médicos e ortopédicos, mobilidade e bem-estar. Os serviços ofertados em todas as unidades são os mais variados e vão desde os tratamentos tradicionais, como remoção de calos, calosidades e unhas encravadas, aos serviços preventivos, como corte técnico, reflexologia e fototerapia. Com 21 anos de mercado, a marca conta com mais de 80 unidades, em 14 estados brasileiros. Para mais informações: www.doctorfeet.com.br, ou nas redes sociais: Instagram: @doctor_feet e Facebook: /doctorfeet.podologia

Apoio ao hospital regional e atividades para comunidades ribeirinhas estão entre as ações da organização

TEFÉ/AM - A organização humanitária internacional Médicos Sem Fronteiras (MSF) começou atividades no combate à pandemia de COVID-19 em Tefé, cidade no estado do Amazonas. A cidade fica a 1 dia e meio de barco da capital, Manaus, e é um importante ponto de referência para a região do Médio Rio Solimões. O hospital regional de Tefé recebe pacientes de pelo menos cinco municípios ao seu redor e está sendo apoiado por MSF com treinamentos para seus profissionais e na adaptação da estrutura para implementar medidas de prevenção e controle de infecções. Esses cuidados são fundamentais para evitar que profissionais de saúde e pacientes com outras doenças contraiam o novo coronavírus. MSF trabalha em Tefé em parceria com a prefeitura e a secretaria municipal de saúde, das quais recebeu apoio desde o primeiro momento em se ofereceu para ajudar no combate à pandemia no município.

No Amazonas, os primeiros casos de pessoas com COVID-19 foram identificados em Manaus, mas a pandemia logo se espalhou para o interior, seguindo a calha dos rios, que servem de principal meio de ligação entre a capital e o interior do estado. Agora, a maior preocupação é que a doença chegue até comunidades ribeirinhas mais remotas e mesmo comunidades indígenas isoladas dentro da floresta amazônica.

A COVID-19 parece estar se espalhando de forma silenciosa para o interior do país. Sem uma metodologia apropriada para a testagem, que nos permita identificar e isolar os casos positivos, é muito difícil impedir a propagação da doença. Além disso, a falta de acesso a cuidados de saúde nessas áreas mais remotas faz com que não seja possível ter uma imagem completa para avaliar de forma adequada a situação, o que é fundamental para oferecer tratamento a quem precisa em tempo oportuno”, diz Dounia Dekhili, coordenadora-geral dos projetos de MSF no Brasil. Sem um panorama claro da evolução da doença, é muito difícil prever as atividades com alguma antecedência.

O descumprimento de medidas de isolamento é outro grande problema. Mesmo durante o período de lockdown que foi instituído em Tefé, era possível ver grande movimento durante o dia no centro da cidade. Além de contribuir para a propagação do novo coronavírus, a retomada precoce das atividades sobrecarrega os hospitais por diferentes motivos. Por um lado, pessoas que tinham medo de buscar atendimento para outros problemas que não a COVID-19 – para doenças crônicas como hipertensão e diabetes, por exemplo – finalmente saem de casa para procurar ajuda. Por outro lado, o número de acidentes de trabalho e de trânsito sobem novamente, voltando às taxas anteriores à pandemia. A médica de MSF Monica Dhand estava trabalhando nos Estados Unidos antes de se juntar ao projeto na Amazônia e traça um paralelo com o que viu em seu país. “Quando os casos de COVID-19 começaram a diminuir e as pessoas passaram a retomar suas atividades habituais, vimos um aumento no número de acidentes, por exemplo. Lidar com esses quadros, ao mesmo tempo em que ainda temos pacientes internados com o novo coronavírus, gerou uma dificuldade a mais. Estamos vendo agora o mesmo cenário em Tefé”, conta a médica, que coordena a equipe de MSF que irá apoiar o hospital regional da cidade.

Para alcançar as comunidades mais afastadas, profissionais de MSF estão também trabalhando com a unidade básica de saúde fluvial, uma embarcação que viaja por semanas pelo rio Solimões levando atendimento médico à população ribeirinha. A equipe da organização se uniu aos profissionais da secretaria municipal de saúde (SEMSA). Reconhecendo a importância de proteger essas comunidades de doenças como a COVID-19, o objetivo é apoiar esses profissionais com as melhores práticas de controle e prevenção de infecções, assim como promoção de saúde, enquanto dão assistência médica à população que vive em áreas onde não há postos de saúde em terra. “As atividades da UBS fluvial estão sendo retomadas agora, depois de três semanas paradas por conta da pandemia. Nossa equipe irá trabalhar justamente para que o atendimento médico tão necessário seja feito seguindo todos os protocolos de prevenção para proteger tanto as pessoas atendidas como os profissionais de saúde”, explicou José Lobo, coordenador do projeto de MSF em Tefé.

No Amazonas, MSF também tem atividades de prevenção e combate à COVID-19 em São Gabriel da Cachoeira e em Manaus. Com a diminuição de casos da doença na capital do estado, MSF vem reduzindo suas atividades na cidade e focando seus esforços no interior do Amazonas. A organização também está atuando em resposta a pandemia nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Roraima.

 

Sobre Médicos Sem Fronteiras

Médicos Sem Fronteiras é uma organização humanitária internacional que leva cuidados de saúde a pessoas afetadas por conflitos armados, desastres naturais, epidemias, desnutrição ou sem nenhum acesso à assistência médica. Oferece ajuda exclusivamente com base na necessidade das populações atendidas, sem discriminação de raça, religião ou convicção política e de forma independente de poderes políticos e econômicos. Também é missão da MSF chamar a atenção para as dificuldades enfrentadas pelas pessoas atendidas em seus projetos.

SÃO CARLOS/SP - Hoje é um dia mais que especial, pois há exatamente 14 anos o SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), foi implantado em São Carlos.

O SAMU 192 é administrado pelo município por meio da Secretaria Municipal de Saúde, tendo como finalidade acolher o socorro a população em casos de emergência. 

O SAMU tem por volta de 105 funcionários trabalhando em diversos setores do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência. No ano passado de Janeiro à Dezembro foram 12.754 atendimentos. Já neste ano de 2020, de Janeiro até Maio foram 5.053 atendimentos .

O SAMU, assim como todo o serviço que preza pela vida, é uma grande conquista da cidade e um orgulho para a população. São anjos que salvam vidas e os governos deveriam valorizar ainda mais esses profissionais, tanto nos salários, quanto nas condições de trabalho. Hoje, São Carlos conta com 4 Ambulâncias Básicas (USB) e uma USA (Unidade de Suporte Avançado) e o apoio de 2 motolancias. Só lembrando que a USA atende as rodovias em acidentes graves, atende a cidade toda uma população de aproximadamente 250 mil habitantes, e se fosse levar ao pé da letra é necessário pelo menos duas ambulâncias USA.

Quando chamar o SAMU - Na ocorrência de problemas cardiorrespiratórios; em caso de intoxicação, trauma ou queimadura; na ocorrência de quadros infecciosos graves; em trabalhos de parto; em casos de tentativas de suicídio; em crises hipertensivas; quando houver acidentes com vítimas; em casos de choque elétrico; em acidentes com produtos perigosos e na transferência de doentes de uma unidade hospitalar para outra.

Central de Regulação Médica - Ao discar 192, sua ligação será atendida pela Central de Regulação Médica de Urgência. Em um primeiro momento, a telefonista vai fazer algumas perguntas: motivo da ligação, endereço, ponto de referência e, em caso de acidentes, o número de vítimas. Neste caso, outras duas perguntas serão realizadas: A vítima está acordada? A vítima está respirando? Posteriormente, a ligação é transferida para um médico regulador, que faz o provável diagnóstico, orienta sobre as primeiras ações e avalia a necessidade de envio de uma ambulância. Esta avaliação é feita a partir das informações que você fornecer por telefone, por isso é necessário estar junto ao local em que se encontra o paciente. Esta norma, preconizada pelo Ministério da Saúde, tem por objetivo garantir o encaminhamento mais adequado e permite que o médico regulador vá prestando as primeiras recomendações sobre o socorro, ainda pelo telefone, enquanto a pessoa aguarda a chegada da ambulância. A indicação de atendimento dada pelo médico regulador é adaptada a cada necessidade, e pode ser: orientação por telefone ou ativação de unidades móveis de acordo com o tipo de atendimento, traumático ou clínico, e a gravidade estimada do caso, podem ser acionadas unidades de suporte básico (USB) ou unidade de suporte avançado (USA). Após o acionamento das unidades, a central de regulação médica de urgência acompanhará o atendimento até seu término, apoiando as equipes quando necessário e preparando a recepção hospitalar adequada ao atendimento da urgência.

PARABÉNS SAMU!

 

 

Informações: PMSC

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