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SÃO CARLOS/SP - O aparecimento do novo coronavírus mudou a forma como vivemos em sociedade, criando novas rotinas.No entanto, a arqueóloga Joana Freitas, questiona, quase oito meses depois e com a Europa a começar uma segunda vaga o que realmente mudou?

" A covid-19 não demonstrou ser até ao momento, uma pandemia com dimensões catastróficas como foi, por exemplo, a gripe espanhola. Ao nível do impacto demográfico está muito longe de ser, sequer, termo de comparação.

No entanto, a humanidade tende a desvalorizar rapidamente as lições aprendidas. Embora a taxa de letalidade seja baixa, está na mão de todos baixá-la ainda mais e não sobrecarregar os serviços de saúde", refere Joana Freitas.

Ainda segundo a arqueóloga, posicionamentos que eram expectáveis de sofrer alterações, poderão ter sido apenas expectativas frustradas. 

Como esclarece Joana Freitas, " Esta pandemia que começou por ser entendida como um ponto de ruptura, como algo que anunciava um novo normal, uma paragem forçada que nos daria refletir; rapidamente se perdeu pelas expectativas.".

Segundo a estudiosa, " A nossa sociedade, ainda mais depressa do que o normal, revelou que a sua capacidade de "esquecer" se processa de forma muito veloz. A vontade de voltar à velha rotina rapidamente matou a esperança do nascimento de uma nova consciência coletiva. Arranjamos todos os meios para nos adaptarmos e dessa forma possamos retomar os velhos hábitos.".

" Vivemos num mundo doente mas que parece querer continuar nele. Vivemos a pandemia da covid-19 e outras em simultâneo, principalmente de egoísmo e ignorância.

Desta forma, não necessitamos de esperar muito para ver a humanidade desvalorizar mais esta pandemia e a esquecer todas as lições que devia ter aprendido", conclui.

 

 

Divulgação / MF Press Global 

Na Santa Casa, o valor dos medicamentos subiu 85% e o dos equipamentos de proteção individual aumentou 102%. O que agrava a saúde financeira da Instituição que há anos têm que lidar com a tabela defasada do SUS

 

SÃO CARLOS/SP - A pandemia da COVID-19 fez os preços dos medicamentos e equipamentos de proteção individual aumentarem consideravelmente. Na Santa Casa, de janeiro a agosto deste ano, os 10 principais medicamentos usados no hospital subiram, em média, 85%. Dois desses remédios tiveram reajuste ainda maior: a Norepinefrina (usada no controle da pressão) subiu 510% e o Omeprazol (protetor gástrico), 128%. Os dois medicamentos são usados nos cuidados dos pacientes graves com Coronavírus.

Já os valores dos equipamentos de proteção individual aumentaram 102% durante este mesmo período. As máscaras descartáveis tiveram um reajuste de 340% e as luvas, de mais de 200%.

E não foi esse o único reflexo da pandemia. Com a COVID-19, as cirurgias eletivas foram suspensas no início da quarentena. Depois que elas começaram a ser retomadas, mais um desafio: a falta de anestésicos no mercado. Nos últimos 5 meses, o hospital conseguiu realizar cerca de 43% desses procedimentos. Por isso, existe hoje uma fila de espera de cerca de 300 cirurgias.

Em função dessa demanda, a Santa Casa criou um Comitê de Cirurgias Eletivas. Formado por especialistas de todas as áreas, coordenadores dessas especialidades, equipe de enfermagem, anestesistas e diretoria técnica, o Comitê analisa a quantidade de anestésicos disponível e define a prioridade de cirurgias. “Nós nos reunimos uma vez por semana e todos nós especialistas conversamos, discutimos a situação de cada paciente que está na fila de espera, junto com a diretoria técnica do hospital, e pontuamos quais são os casos mais urgentes que precisam de cirurgia imediata”, explica o coordenador da Neurocirurgia da Santa Casa e líder do Comitê, Danillo Vilela.

A vigilante Elaine Regina Silva é uma dessas pacientes. Ela foi diagnosticada com hérnia de disco e foi afastada do serviço há 4 meses. “Eu não conseguia mais fazer a ronda. Até ficar sentada ficou difícil para mim, por conta das dores insuportáveis”, comenta. Além da dificuldade no trabalho, em casa, Elaine não conseguia mais lavar a louça, fazer faxina e cuidar dos filhos. No dia 9 de setembro, ela passou por cirurgia na Santa Casa. E já voltou a andar sem dores. “Saio do hospital com o sentimento de gratidão, porque só quem passa por isso sabe o quanto essa dor é insuportável”.

REFLEXOS NA SAÚDE FINANCEIRA DA SANTA CASA

Com as dificuldades para se realizar as cirurgias eletivas, a receita da Santa Casa diminuiu 12%. Essa queda, aliada à disparada nos preços dos remédios e EPIs, agrava a situação financeira dos hospitais filantrópicos, que há anos, lutam para driblar a defasagem da tabela de repasses do Sistema Único de Saúde. Para se ter uma ideia, os recursos repassados pelo Governo Federal à Santa Casa cobrem apenas 64% dos custos com os procedimentos SUS realizados pelo hospital. “Nesse cenário, para conseguir honrar os compromissos com os funcionários e fornecedores, a Instituição é forçada a buscar empréstimos para financiar este déficit. O problema é que este endividamento tem limite. Os hospitais filantrópicos podem usar até 30% da receita do SUS para ir quitando as parcelas do empréstimo e a Santa Casa já estourou este limite e não tem mais como buscar novos empréstimos”, explica o Diretor Administrativo e Financeiro da Santa Casa, Odahi Leite Souza.

O Diretor Administrativo e Financeiro da Santa Casa afirma ainda que as linhas de crédito anunciadas pelo Governo Federal para as Santas Casas com dificuldades financeiras são inviáveis, na prática. “O governo federal liberou as linhas de crédito, mas os agentes financeiros, os bancos, exigem superávit de caixa. É um contrassenso, no mínimo, uma vez que se as instituições tivessem geração de caixa positiva, não precisariam de empréstimos”.

Diante desse contexto, o Diretor Administrativo e Financeiro ressalta que o futuro das Santas Casas e dos hospitais filantrópicos está cada vez mais difícil. “A Santa Casa de São Carlos, assim como muitas Instituições, procura se reinventar para driblar essas dificuldades e, dessa forma, manter os atendimentos. Mas a ajuda do poder público é vital para recuperar a saúde financeira desses hospitais e, assim, manter o atendimento público da população”.

Índice medido pela AABIC chegou a 2,76% em agosto, menor taxa já apurada para o mês desde a criação da série histórica há 16 anos

 

São Carlos/SP – Apesar do impacto da pandemia na economia e no orçamento das famílias, os paulistanos estão mantendo em dia o pagamento dos boletos de condomínio. É o que indica o Índice Periódico de Mora e Inadimplência Condominial (IPEMIC), medido pela Associação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínios de São Paulo (AABIC). No mês de agosto, a taxa de inadimplência no pagamento da cota condominial ficou em 2,76%, o menor percentual desde o início da pandemia, em março.

O levantamento mostra ainda que o índice registrado no mês passado é o menor já apurado para o mês desde a criação da série histórica, em 2004. Em agosto daquele ano, o percentual era de 5,97%. Para a AABIC, a queda recorde também pode ser encarada como uma consequência do isolamento domiciliar, período que naturalmente deixou os condôminos mais dependentes da prestação de serviços de qualidade dentro dos empreendimentos, como limpeza, segurança e bom atendimento.

Durante os meses de distanciamento social, entre abril a julho, o IPEMIC oscilou entre 3,08% e 3,43%. Para a AABIC, a variação está dentro da normalidade devido à situação atípica vivida pelo País.

Na avaliação de José Roberto Graiche Júnior, presidente da AABIC, o período de isolamento domiciliar também provocou mudanças na relação entre os condôminos, intensificando o convívio entre as famílias no mesmo espaço, além de abrir caminho para o home office e as aulas online. As mudanças, avalia Graiche Júnior, conscientizaram os moradores no sentido de valorizar ainda mais os serviços prestados por administradoras e equipes internas dos empreendimentos. “A taxa de condomínio já se tornou prioridade no orçamento familiar”, explica o dirigente.

A AABIC considera    devedor    inadimplente    para    cálculo    do IPEMIC os proprietários e inquilinos que atrasam o pagamento da cota condominial por 90 dias após a data do vencimento. Ou seja, para ser considerado inadimplente no final do mês de agosto, o morador não pagou os boletos de junho, julho e agosto. Os dados abrangem uma amostra de 2.466 condomínios de 11 empresas associadas.

Inadimplência nos aluguéis

Outro levantamento da AABIC, o Índice Periódico de Mora e Inadimplência Locatícia (IPEMIL), também sinaliza estabilidade na inadimplência para pagamento dos aluguéis de imóveis residenciais e comerciais. O percentual de 4,08% registrado em agosto foi inferior aos 4,25% de julho. Durante a pandemia, o índice chegou a variar de 2,05% até os 4,25% do mês passado, patamar que, na visão da entidade, também corresponde a um padrão de normalidade no mercado.

Na avaliação da associação, o IPEMIL permanece sem grandes oscilações em consequência de negociações entre inquilinos e proprietários para revisão de prazos e valores nos contratos durante a pandemia. “Esse ambiente de livre negociação ajudou o setor a absorver com naturalidade os efeitos da crise, mantendo índices de inadimplência abaixo de 5%”, reforça Graiche Júnior.

 

Sobre a AABIC

A Associação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínios de São Paulo (AABIC) é uma entidade com 42 anos de atuação na formação qualitativa do mercado de administração e locação de imóveis. Conta com 90 empresas associadas, que administram atualmente 16 mil condomínios e mais de 60 mil imóveis locados, onde vivem cerca de 5,1 milhões de pessoas. As associadas da AABIC são responsáveis pelo emprego de 115 mil pessoas no setor, contabilizando os funcionários de operação nas empresas até o contingente de colaboradores contratados para executar as rotinas dos condomínios. Fundada em 1978, a AABIC busca cumprir com excelência e rigor sua principal missão: orientar a administração de bens imóveis e condomínios em suas atividades. Com gestão voltada para o aperfeiçoamento contínuo da qualidade dos serviços de orientação e treinamento, a associação trabalha pela valorização do segmento no mercado imobiliário.

Pesquisa, que busca voluntários, é realizada na UFSCar em parceria com universidade holandesa

 

SÃO CARLOS/SP - Um estudo realizado na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) pretende avaliar as experiências dos profissionais da Saúde que prestaram assistência de fim de vida a pacientes que faleceram recentemente e como eles têm sido afetados pela atual crise da Covid-19. A pesquisa é coordenada, na UFSCar, por Esther Ferreira, docente do Departamento de Medicina (DMed), e integra o projeto iLIVE (www.iliveproject.eu), sob o comando da professora Agnes van der Heide, do Departamento de Saúde Pública da Universidade Erasmus de Rotterdam, na Holanda.
Ferreira afirma que a pandemia do novo Coronavírus pode afetar seriamente a relação com a morte de pacientes, familiares e profissionais da Saúde, tanto nos casos da própria Covid-19 quanto de outras causas. "O impacto não diz respeito apenas ao domínio físico, mas também aos domínios psicológico, social e espiritual", destaca a professora. 
Também de acordo com a pesquisadora, a morte deve ser compreendida como um fenômeno natural, tal como ela é, mas que pode desencadear processos de luto especialmente em amigos e familiares os quais, em algumas situações, precisarão de ajuda especializada. Para Ferreira, o atual contexto pandêmico tende a dificultar as experiências desses processos.
No caso específico dos profissionais da Saúde, que convivem com óbitos em seus cenários de trabalho, a dificuldade de lidar com o luto pode acarretar muitos problemas, inclusive "relacionados à saúde mental, como a depressão", como exemplifica a docente. A expectativa do estudo é levantar pontos críticos nessa relação dos profissionais com o processo de fim de vida e discuti-los, propondo ideias para minimizar danos em situações semelhantes no futuro.
"Estamos avaliando não apenas como o profissional da Saúde se auto percebe, mas também se o ambiente em que ele está inserido tem alguma relação com o processo de luto, o que possibilitará a proposição de melhorias", afirma. Além disso, por meio da parceria com o projeto holandês, os dados coletados no Brasil serão juntados com os de outros países, ampliando as análises dos resultados. 

Voluntários
Para realizar a pesquisa, estão sendo convidados profissionais da Medicina, Enfermagem e Fisioterapia, de qualquer região do País, que vivenciaram situações de morte de pacientes a partir de março de 2020. Os voluntários responderão a um questionário online (https://bit.ly/3g2Mp72), disponível até o dia 10 de outubro. Projeto aprovado pela Comitê de Ética em Pesquisa da UFSCar (CAAE: 31896820.1.0000.5504).

Podem participar do estudo familiares que tenham crianças matriculadas nos anos iniciais do Ensino Fundamental

 

SÃO CARLOS/SP - O Programa de Pós-Graduação em Educação Especial (PPGEEs) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) convida pessoas voluntárias para participar de pesquisa que analisa as percepções de familiares de crianças diagnosticadas com síndrome de Down ou autismo, matriculadas nos anos iniciais do Ensino Fundamental, em relação ao processo de escolarização no contexto da pandemia de Covid-19. O trabalho é produzido por Thereza Makibara Ribeiro, pedagoga, mestre em Educação Especial e aluna de doutorado do PPGEEs, sob orientação de Márcia Duarte Galvani, docente do Departamento de Psicologia (DPsi) da Instituição.
A pesquisa buscará descrever a opinião das famílias sobre os serviços oferecidos pelas escolas para as crianças no contexto da pandemia, bem como identificar as necessidades de apoio dessas famílias para exercer o seu papel na escolarização. Também visa analisar a opinião das famílias sobre a forma do ensino disponibilizado neste contexto e se as expectativas dos familiares em relação ao retorno das atividades no contexto pós-pandemia foram ou não atendidas. De acordo com Ribeiro, o trabalho poderá contribuir para a ampliação de estudos direcionados à relação entre a família e o processo de escolarização do público-alvo da Educação Especial (alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento, superdotação e altas habilidades).
Para a realização do projeto, estão sendo convidados pais ou outros responsáveis por crianças entre 6 e 10 anos, com síndrome de Down ou autismo, matriculadas nos anos iniciais do Ensino Fundamental (1º ao 3º ano), para responderem a questionário online (disponível via https://bit.ly/34x3Uth) que inclui perguntas relacionadas à caracterização do participante e da criança, ao processo de escolarização a distância e expectativas para o retorno das aulas presenciais no contexto pós-pandemia. O questionário é composto por cerca de 40 questões, e o tempo estimado de preenchimento é de 10 minutos. O sigilo é assegurado.
Mais informações sobre a pesquisa constam no questionário (https://bit.ly/34x3Uth) e dúvidas podem ser esclarecidas pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..
Projeto aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da UFSCar (CAEE: 34904620.4.0000.5504).

SÃO CARLOS/SP - A Vigilância Epidemiológica de São Carlos confirma nesta quarta-feira (16/09) os números da COVID-19 no município. São Carlos contabiliza neste momento 2.540 casos positivos para COVID-19 (7 resultados positivos foram divulgados hoje), com 43 óbitos confirmados, 2 suspeitos e 73 descartados. A Vigilância ainda aguarda o resultado de exame de outras duas pessoas que morreram com suspeita da doença na terça-feira (15/09): homem de 65 anos internado de 30/08 a 12/09 para tratamento de pneumonia e reinternado em 13/09 e de outro homem de 54 anos, internado em 14/09. Dos 2.540 casos positivos, 2.341 pessoas apresentaram síndrome gripal e não foram internadas, 3 óbitos sem internação, 196 pessoas precisaram de internação devido a COVID-19, 145 receberam alta hospitalar, 11 estão internadas e 40 positivos internados foram a óbito. 2.347 pessoas já se recuperaram totalmente da doença. 8.425 casos suspeitos já foram descartados para o novo coronavírus. Estão internadas neste momento 34 pessoas, sendo 15 adultos na enfermaria (6 positivos, 4 suspeitos e 5 negativos). Na UTI adulto estão internadas 14 pessoas (11 positivos e 3 suspeitos). Na enfermaria 4 crianças estão internadas com suspeita da doença. Na UTI uma criança está internada com resultado negativo para COVID. 9 pacientes de outros municípios estão internados em São Carlos. A taxa de ocupação dos leitos especiais para COVID-19 de UTI/SUS está hoje em 53,6%.

NOTIFICAÇÕES – Já passaram pelo sistema de notificação de Síndrome Gripal do município 13.797 pessoas desde o dia 21 de março, sendo que 13.005 pessoas já cumpriram o período de isolamento de 14 dias e 792 ainda continuam em isolamento. A Prefeitura de São Carlos está fazendo testes do tipo PCR em pessoas que passam em atendimento nos serviços públicos de saúde com Síndrome Gripal (febre, acompanhada de um ou mais sintomas como tosse, dor de garganta, coriza, falta de ar). 8.282 pessoas já realizaram coleta de exames, sendo que 6.610 tiveram resultado negativo para COVID-19, 1.622 apresentaram resultado positivo (esses resultados já estão contabilizados no total de casos). 50 pessoas aguardam o resultado de exame. O boletim emitido diariamente pela Vigilância Epidemiológica de São Carlos contabiliza as notificações das unidades de saúde da Prefeitura, Hospital Universitário (HU), Santa Casa, rede particular e planos de saúde.

MUNDO - Em meio ao panorama preocupante da América do Sul com a pandemia de covid-19, a Copa Libertadores 2020, suspensa em março, será retomada nesta terça-feira sob um rígido protocolo de saúde elaborado pela Conmebol, com casos positivos em alguns clubes e nenhum público nos estádios.
O surgimento do coronavírus na região no final de fevereiro alterou abruptamente o cotidiano dos dez países sul-americanos, e o futebol não escapou da nova realidade exigida pela onda brutal de mortes e infecções. 
Seis meses após a interrupção do torneio, a Conmebol retoma a fase de grupos da Libertadores na terceira rodada com um calendário adaptado ao cenário imposto pela pandemia. 
O rigoroso protocolo sanitário criado pela entidade que rege o futebol sul-americano, aprovado pelos governos da região, contempla, entre tantas e diversas medidas, a entrada de clubes sem quarentena aos países por apenas 72 horas, testes constantes de covid-19 em todos os envolvidos em jogos e estádios sem torcedores.
 

- Contágios -

Mas a agressividade do coronavírus pode voltar a atacar a Libertadores: nove clubes, incluindo o atual campeão Flamengo, e os argentinos River Plate e Boca Juniors, registraram casos positivos durante a quarentena desde o final de julho. 
O Boca, que busca seu sétimo título para se igualar ao compatriota Independiente como o maior vencedor da competição, registrou um surto no final de agosto que afetou 18 jogadores e 10 membros da equipe. 
Até o momento, todos os seus jogadores se recuperaram e receberam alta médica para continuar treinando. 
O paraguaio Libertad, adversário do Boca Juniors na quinta-feira em Assunção, confirmou na semanda passada o caso de um jogador infectado.
Já o River Plate, atual vice-campeão do torneio, relatou ma sexta-feira o caso positivo do zagueiro Milton Casco, que está em isolamento apesar de não apresentar sintomas.

- A rodada -

A terceira rodada da fase de grupos terá 16 jogos, realizados entre terça e quinta. 
Pelo Grupo A, o atual campeão Flamengo, agora sob o comando do espanhol Domenec Torrent que substitui o bem-sucedido técnico português Jorge Jesús, vai enfrentar fora de casa o equatoriano Independiente del Valle, na quinta-feira, no reencontro entre os finalistas da Recopa Sul-Americana, vencida em fevereiro pelo Rubro-Negro. 
No mesmo dia, o São Paulo recebe o River Plate, pelo Grupo D, enquanto o peruano Binacional encara o Liga de Quito nesta terça-feira em Lima, por uma chave onde todos estão empatados com 3 pontos. 
Já o Libertad, sob o comando Ramón Díaz, encara em casa o Boca Juniors, na quinta-feira em Assunção, pelo Grupo H. 
O Internacional, líder do Campeonato Brasileiro e do Grupo E da competição sul-americana, pega o colombiano América de Cali nesta quarta-feira, no Beira-Rio, .

-- Partidas desta semana da terceira rodada da fase de grupos da Copa Libertadores 2020:

Grupo A
Quinta-feira, em Quito: Independiente del Valle (EQU) - Flamengo (BRA)
Quinta-feira, em Guayaquil: Barcelona (EQU) - Junior (COL)

Grupo B

Quarta-feira, em La Paz: Bolívar (BOL) - Palmeiras (BRA) 
Quinta-feira, em Assunção: Guaraní (PAR) - Tigre (ARG)

Grupo C

Terça-feira, em Cochabamba: Jorge Wilstermann (BOL) - Athletico Paranaense (BRA)
Terça-feira, em Santiago: Colo Colo (CHI) - Peñarol (URU)

Grupo D

Terça-feira, em Lima: Binacional (PER) - Liga de Quito (EQU)
Quinta-feira, em São Paulo: São Paulo (BRA) - River Plate (ARG)

Grupo E

Quarta-feira, em Porto Alegre: Internacional (BRA) - América de Cali (COL) 
Quarta-feira, em Santiago: Universidad Católica (CHI) - Grêmio (BRA)

Grupo F

Quarta-feira, em Mérida: Estudiantes de Mérida (VEN) - Alianza Lima (PER)
Quinta-feira, em Buenos Aires: Racing (ARG) - Nacional (URU)  

Grupo G

Terça-feira, em Santos: Santos (BRA) - Olimpia (PAR) 
Quinta-feira, em Buenos Aires: Defensa y Justicia (ARG) - Delfín (EQU)

Grupo H

Quarta-feira, em Medellín: Independiente Medellín (COL) - Caracas FC (VEN)
Quinta-feira, em Assunção: Libertad (PAR) - Boca Juniors (ARG)

 

 

*Por: AFP

MUNDO - Um protesto em massa ocorreu neste domingo em diferentes pontos da Argentina contra o governo de Alberto Fernández e a quarentena obrigatória, segundo imagens transmitidas pela TV local.

Convocado pelas redes sociais sob as hashtags #13STodosALasCalles, #13SPorLaRepublica e #13SJuntosContraLaIMPUNIDAD, tratou-se de uma mobilização popular, com pessoas e veículos exibindo bandeiras nacionais.

O governo argentino decretou uma quarentena obrigatória em 20 de março, que segue vigente. Ainda assim, a pandemia não cede no país, que registrou há 10 dias um recorde de mais de 12 mil casos em 24 horas e, neste domingo, acumulava quase 550 mil casos, com mais de 11 mil mortos, segundo dados oficiais.

Os protestos, chamados "banderazos", reúnem cidadãos usando máscara nas ruas das principais cidades do país e perto de estradas. A manifestação de hoje coincidiu com uma coluna publicada pelo ex-presidente liberal Mauricio Macri (2015-2019) no jornal "La Nación" em que ele critica duramente a gestão do seu sucessor.

A Argentina atravessa uma dura crise econômica e está em recessão desde 2018. Um total de 40% da população vive na pobreza. O desemprego atingiu 10,4% no primeiro trimestre e a cifra se agrava devido ao confinamento obrigatório.

 

 

*Por: AFP

SÃO CARLOS/SP - O governador João Doria anunciou na tarde desta sexta-feira, 11, a décima terceira atualização do Plano São Paulo. Pela primeira vez, todas as regiões do estado estão na Fase Amarela. O Plano SP avalia o número de casos, expansão da pandemia, número de óbitos e a taxa de internações de cada região.

Ainda, de acordo com Doria, a nova classificação do Plano acontecerá somente no dia 09 de outubro, ou seja, até essa data, todas as regiões permanecerão na Fase atual. “Essa é a nova orientação do Comitê de Contingência do Estado de São Paulo. As classificações não mais ocorrerão quinzenalmente e sim mensalmente”, afirmou.

Para José Fernando Domingues, presidente da ACISC (Associação Comercial e Industrial de São Carlos), essa mudança de quinzenal para mensal na reclassificação do Plano São Paulo, dá mais estabilidade ao comércio local. “A classificação mensal faz com que nossos comerciantes consigam trabalhar mais tranquilos, pois da forma que estava, toda sexta-feira ficávamos ansiosos para saber se continuávamos na fase atual ou seríamos rebaixados”, contou.

As atividades comerciais não essenciais continuarão funcionando de segunda a sexta-feira, das 10h às 18h, e aos sábados das 9h às 17h. O funcionamento de restaurantes, bares e similares, bem como, salões de beleza e estética e as academias, também poderão continuar atendendo presencialmente, respeitando as recomendações de segurança e adotando os protocolos padrões e setoriais específicos.

“Importante lembrar que a gente continua em quarentena, portanto, todos os cuidados para garantir que sigamos na Fase Amarela e avancemos para a Fase Verde, precisam ser tomados. Vamos continuar atentos, respeitando as medidas de distanciamento social e os protocolos sanitários, para aumentar a flexibilização das nossas atividades comerciais”, enfatizou o presidente da ACISC.

As normas sanitárias são as mesmas para todos os segmentos: disponibilizar higienização para funcionários e consumidores com álcool gel 70% em pontos estratégicos; os funcionários devem utilizar máscaras durante toda a jornada de trabalho, assim como os consumidores; o acesso e o número de pessoas nos estabelecimentos devem ser controlados; manter todas as áreas ventiladas; e a fila deve ter distanciamento de 2 metros entre as pessoas.

Estudo da Acordo Certo ainda mostrou que 70% dos entrevistados afirmam que tiveram a renda familiar diminuída  no período

 

São Carlos/SP - Uma pesquisa realizada pela Acordo Certo, fintech de soluções voltadas para o bem-estar financeiro dos consumidores, com 1.487 pessoas entre os dias 11 e 14 de agosto, revelou que 82% das pessoas priorizaram algumas contas em detrimento de outras no primeiro semestre do ano, sendo que, destas, 74% ainda não haviam regularizado todas. Estes números são reflexo dos impactos negativos da pandemia da Covid-19 na vida financeira dos brasileiros. Cerca de 70% declararam que tiveram a renda familiar diminuída.

Quase metade dos entrevistados não teve alteração na situação de trabalho. Ainda assim, três em cada dez relatam que deixaram de trabalhar após a pandemia. Negociação de dívidas foram as contas que os consumidores mais deixaram de pagar, seguidas por cartão de crédito e conta de luz que aparecem na sequência.

Mais da metade dos entrevistados precisou pedir dinheiro emprestado para pagamento de dívidas. Cerca de 53% pediu a algum amigo ou parente. Para conseguir quitá-las, o parcelamento e a diminuição dos juros são as soluções mais citadas. 71% negociaram dívidas pela Acordo Certo, destes 35% afirmam terem contraído as dívidas por conta dos efeitos da pandemia.

Entre as pessoas que solicitaram saque emergencial do FGTS ou auxílio emergencial, o principal uso foi para pagamento de contas atrasadas e compra de alimentos. Os benefícios também foram usados para pagamentos de contas mensais e também para pagar amigos ou parentes.

Apesar de tudo isso, as pessoas ainda estão buscando negociar as dívidas e fazer acordos para aliviar a situação. Na Acordo Certo, de janeiro a julho foram realizadas mais de 1,5 milhão de renegociações, mostrando que as pessoas continuam preocupadas em quitar essas dívidas e limpar o nome.

“Ninguém gosta de ficar inadimplente, mas é natural que com o orçamento apertado, algumas contas mais urgentes e compra de comida sejam priorizadas. Outra pesquisa que fizemos em maio, já indicava que as pessoas achavam que não conseguiriam pagar todas as dívidas no curto prazo. Quando as finanças estiverem menos fragilizadas, as pessoas precisarão de soluções que as ajude a retomar ao equilíbrio”, pontua Thales Becker, CMO da Acordo Certo.

Sobre a Acordo Certo:

 

Acordo Certo é uma fintech de soluções voltadas para o bem-estar financeiro dos consumidores, possibilitando a renegociação de dívidas de forma 100% online, com uma abordagem humana, acolhedora e  empática. Fundada em 2013, possui mais de 30 empresas parceiras, entre elas varejistas, bancos, financeiras, empresas de telefonia e grupos educacionais, como Santander, Itaú, Porto Seguro Cartões, Claro entre outros. Conta com uma base com mais de 10 milhões de usuários cadastrados e mais de 3 milhões de acordos fechados pela plataforma. Com um time de mais de 0 Acorders (apelido carinhoso dado aos colaboradores), a empresa já passou por programas de aceleração como Escale Up da Edeavor, QuintessaboostLAB do BTG Pactual, além de conquistar o selo GovTech da Brazil LAB e figurar na lista 100 Startups to Watch de 2020.

 

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