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Evento acontece nos dias 22 e 23 de setembro em formato remoto

 

SÃO CARLOS/SP - Estão abertas, até 20 de setembro, as inscrições para a VII Conferência sobre Educação para o Empreendedorismo (CEE'2021), coordenada pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). O tema central do evento é "Desafios e soluções para a Educação em tempos de pandemia" e a programação será realizada de forma integralmente remota, com transmissão ao vivo pela web a todos os inscritos. Profissionais da educação ligados diretamente à Secretaria Municipal de Educação de São Carlos têm inscrição gratuita na Conferência.

A atividade é realizada desde 2015 e já passou por países como Portugal e Espanha e, pela primeira vez, está sendo realizada fora da Europa. A UFSCar vai sediar essa edição da CEE’2021 sob coordenação do professor José Marques Novo Júnior, docente do Departamento de Educação Física e Motricidade Humana da Universidade e coordenador do Laboratório de Inovação e Empreendedorismo (Lietec) da Instituição. As comissões organizadora e científica da CEE’2021 contam com a participação de docentes e integrantes de diversas instituições brasileiras e estrangeiras. A missão do evento é integração, discussões propositivas, ideias resolutivas e ações transformadoras.

A conferência tem natureza acadêmico-científica, com foco na inovação e no desenvolvimento de caminhos e soluções que auxiliem a disseminação de experiências e práticas sobre Educação para o Empreendedorismo, oferecendo a possibilidade de uma visão mais abrangente sobre tópicos que cobrem diversas perspectivas, tais como a pedagógica, a institucional, a regional, tecnológica e social, dentro das diversas áreas do conhecimento humano. A ideia da CEE’2021 é estreitar as relações entre a sociedade, a universidade e o poder público, propondo um novo paradigma: a capitalização do conhecimento, ou seja, que o legado da Conferência, de fato, seja transformador em todos os ambientes do ensino público. 

A programação terá sessões plenárias com diversos temas relacionados à temática central da Conferência, apresentados por convidados da UFSCar e de outras instituições brasileiras e estrangeiras. Haverá também apresentações de trabalhos e os detalhes da programação completa estão no site www.lietec.ufscar.br/CEE2021.

Público e inscrições

O evento é aberto a professores dos ensinos Fundamental, Médio e Superior, profissionais liberais, gestores públicos, estudantes dos ensinos Médio e Superior, pesquisadores, órgãos públicos e privados e organizações sociais. Profissionais (professores da rede pública, gestores, coordenadores, diretores) vinculados diretamente à Secretaria Municipal de Educação de São Carlos têm inscrição gratuita na CEE’2021, com limite de 30 inscritos. Os interessados devem enviar e-mail para Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. com as seguintes informações: nome completo; cargo/função/escola; RG; CPF; justificativas; motivação para participação; e telefone para contato. O preenchimento das 30 vagas gratuitas será por ordem de recebimento dos e-mails, desde que contenham todas as informações requeridas.

As informações completas sobre a CEE’2021 devem ser conferidas no site do evento (www.cee2021.ufscar.br) e nas redes sociais - Facebook (facebook.com/cee.brasil.oficial), Instagram (instagram.com/cee_brasil) e Linkedin (linkedin.com/company/cee-brasil) ou pelos e-mails Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. e Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

Pesquisadores que desejam apresentar pesquisas no evento podem se inscrever até o dia 20 de setembro

 

SÃO CARLOS/SP - De 20 a 22 de outubro, acontece o Simpósio Online "Capitalismo e Educação no Campo em Tempos Pandêmicos", realizado pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). Pesquisadores, profissionais, estudantes e movimentos sociais estarão reunidos de forma remota para participar de mesas temáticas transmitidas pelo YouTube. Serão abordados o capitalismo e a educação; o direito à educação; e como a pandemia atingiu o setor. Professores convidados das Universidades Federais do Tocantins, da Paraíba, da Bahia e do Espírito Santo, além de docentes das Universidades Estaduais de Campinas e do Rio de Janeiro já confirmaram presença.

A programação ainda conta com apresentações de pesquisas sobre o ensino remoto emergencial com tecnologias digitais na educação no campo; políticas educacionais, desigualdade social e exclusão digital; a intensificação e precarização do trabalho pedagógico nas escolas da área rural; e movimentos sociais e educação, que têm exercido um papel ativo para garantir a oferta e a permanência da população do campo na educação escolar durante a pandemia e promovido ações na luta contra as situações de vulnerabilidade.

Dentre outros assuntos, ao longo do Simpósio Online "Capitalismo e Educação no Campo em Tempos Pandêmicos", serão tratadas as condições de uso da Internet nas escolas e o processo de inclusão dos filhos dos trabalhadores do campo; as metodologias usadas no ensino remoto levando em conta a atual situação social, política e econômica do Brasil; e a promoção de práticas para combater o desmonte das escolas do campo. O trabalho do professor, a infraestrutura, as relações do educador, os impactos na saúde, os desafios e as novas demandas, assim como a necessidade de novas formações, também serão discutidos.

A transmissão do evento será pelo Canal do Grupo de Estudos e Pesquisas sobre Educação no Campo (Gepec) da UFSCar no YouTube. Aqueles que desejam apresentar pôsteres, resumos expandidos ou relatos de experiências educativas bem-sucedidas na Educação no Campo, formais ou não, podem se inscrever até o dia 20 de setembro. As apresentações de trabalho ocorrerão pelo Google Meet. Os links das salas serão enviados individualmente aos inscritos por e-mail. 

O Simpósio é promovido por grupos de estudos da própria UFSCar, em parceria com as Universidades Estaduais do Mato Grosso do Sul, de Goiás, do Norte do Paraná, assim como a Universidade Federal de Uberlândia e o Instituto Federal do Maranhão. O formulário de inscrição para ouvintes e participantes, a programação completa, valores de investimento, e outras informações estão disponíveis na página www.educacaocampo.faiufscar.com. Dúvidas podem ser esclarecidas pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

SÃO PAULO/SP - A suspensão da partida entre Brasil e Argentina, pelas Eliminatórias para a Copa do Mundo, é destaque no mundo inteiro. O jogo foi interrompido após agentes da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) entrarem no gramado da Neo Química Arena, em São Paulo, para impedir que quatro atletas argentinos que vieram da Inglaterra disputassem o confronto.

O argentino Olé descreveu o episódio como o um dos "maiores papelões do futebol mundial". Segundo o diário, a interrupção da partida foi "absurda".

"Qual é o argumento que a organização de saúde tem contra os quatro jogadores argentinos que atuam na Premier League? Por que a ação ocorreu apenas quando o jogo foi iniciado? Impossível encontrar respostas lógicas", escreveu o Olé. A chamada para a reportagem trazia a frase "papelão mundial brasileiro".

Segundo a Anvisa, os atletas argentinos deram informações falsas e ocultaram que estiveram no Reino Unido nos últimos 14 dias. Viajantes que passaram recentemente por este país não podem entrar no Brasil, conforme regra adotada pelo governo Jair Bolsonaro para evitar a disseminação de variantes da Covid-19.

A reportagem do Olé não mencionava que os jogadores ocultaram informações.

O Clarín, também da Argentina, se refere ao caso como um "escândalo". De acordo com o jornal, a Conmebol (Confederação Sul-Americana de Futebol) está analisando a retirada dos pontos do Brasil.

O site do veículo destaca uma publicação da Conmebol afirmando que "as eliminatórias da Copa do Mundo são uma competição da Fifa, e todas as decisões relativas à sua organização e desenvolvimento são da competência exclusiva daquela instituição".

O Guardian, da Inglaterra, também destaca a suspensão do jogo e diz que autoridades tentam deportar quatro jogadores.

"As últimas notícias são de que a Argentina está prestes a deixar o estádio em um ônibus e o Brasil fará um treino dentro de campo. Isso foi terrível", publicou o jornal logo após a suspensão do jogo.

 

 

*FOLHA

SÃO CARLOS/SP - A Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos das Mulheres, presidida pela vereadora Raquel Auxiliadora (PT), realizou sua reunião mensal na última segunda-feira (30). O debate foi pautado na apresentação de um dossiê/denúncia sobre os serviços de atendimento às mulheres em situação de violência em São Carlos, elaborado pelo Coletivo de Promotoras Legais Populares.

De acordo com a pesquisa, durante a pandemia de COVID-19 os principais serviços de atendimento às mulheres em situação de violência no município não estão funcionando de maneira adequada, deixando desprotegidas meninas e mulheres.

Além dos dados quantitativos junto aos serviços de atendimento às mulheres em situação de violência entre os anos de 2016 e 2019, o estudo apresenta ainda dados qualitativos sobre a experiência das mulheres nestes serviços desde o ano passado, no período pandêmico.

O objetivo do dossiê/denúncia é não apenas criar um diagnóstico situacional sobre o fenômeno da violência contra mulheres e meninas no município, como também aprimorar as estratégias de controle social dos serviços públicos existentes em São Carlos.

Segundo Raquel, a Frente Parlamentar não medirá esforços para a divulgação desse estudo. “O que temos é o desmonte dos serviços e completa desarticulação da rede de atendimentos às mulheres. Esse dossiê produzido pelo Coletivo das PLPs denuncia tudo isso e temos que dialogar com todos os envolvidos, cobrar para que os órgãos públicos cumpram seu papel, mulheres estão morrendo”, lamentou a vereadora.

A Frente é composta por representantes do poder público, organizações e movimentos sociais. As reuniões acontecem uma vez ao mês, de forma virtual e abertas a todas/os que tenham interesse em debater e propor ações de defesa dos direitos das mulheres.

O dossiê/denúncia completo está disponível no site: www.plpssaocarlos.org.

Estudo da UFSCar também vai avaliar sintomas do autismo em outra faixa etária infantil

 

SÃO CARLOS/SP - Um estudo do Departamento de Medicina (DMed) da Universidade Federal de Carlos (UFSCar) está buscando voluntários para participarem de pesquisa que pretende avaliar os marcos do desenvolvimento neuropsicomotor, conforme a Caderneta da Saúde da Criança do Ministério da Saúde, em crianças entre 1 e 6 anos de idade.

Além disso, o estudo vai avaliar também sintomas específicos relacionados ao Autismo em crianças entre 16 e 30 meses. Os responsáveis pelas crianças responderão questionário online e devem residir em São Carlos (SP). 

A pesquisa integra o projeto de Iniciação Científica de Tainá Souza e Silva, graduanda em Medicina da UFSCar, e tem orientação do professor Guillermo Traslaviña, docente do DMed. 

O desenvolvimento neuropsicomotor envolve habilidades motoras, de linguagem e sociais, e o período da infância é crucial para o seu progresso. Portanto, a importância do estudo com o público infantil consiste em identificar precocemente essas alterações (comportamentais, motoras ou de linguagem) para que possam ser encaminhadas para diagnóstico e tratamento, conforme cada caso.

De acordo com Guillermo Traslaviña, a pandemia e todas as restrições impostas nesse período podem ter afetado o desenvolvimento das crianças. "Uma das nossas hipóteses é que a habilidade para falar, por depender da convivência social, principalmente na escola, possa estar atrasada. No caso específico de crianças com autismo, a literatura descreveu durante a pandemia atraso em marcos de desenvolvimento e piora comportamental", relata o orientador do estudo.

A pesquisa é voltada para crianças que não tenham diagnóstico prévio de alguma doença neurológica e a expectativa é obter uma amostra suficientemente grande das crianças de São Carlos para se ter um panorama geral da porcentagem de crianças com desenvolvimento normal e com desenvolvimento atrasado. "O estudo pretende verificar se as falhas nos marcos do desenvolvimento são decorrentes das limitações impostas pela pandemia. O resultado poderá nortear as políticas de saúde municipais para diagnóstico e tratamento de distúrbios do desenvolvimento", complementa o professor. Além disso, os pais ou responsáveis pelas crianças que participarem do estudo poderão entrar em contato com os pesquisadores para verificar individualmente os resultados dos filhos e, conforme a necessidade, serão feitos encaminhamentos para avaliação multidisciplinar. 

Voluntários

Para participar o estudo, estão sendo convidados responsáveis por crianças entre 1 e 6 anos, residentes no município de São Carlos, e que não tenham diagnóstico de distúrbios neurológicos. Os interessados podem responder o questionário (https://bit.ly/3t0enY5) até fevereiro de 2022. Mais informações pelo e-mail neurologia.infantil.ufscar@gmail.com ou WhatsApp (16) 9 99607-8292. Projeto aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da UFSCar (CAAE: 50168121.4.0000.5504).

Debate da série Ciência UFSCar em 25/8 acontece às 14 horas

 

SÃO CARLOS/SP - Um ano e meio após a chegada da pandemia de Covid-19 ao País, as escolas brasileiras vão, progressivamente, retomando suas atividades presenciais. São bastante conhecidas as condições desiguais em que esse retorno acontece, sobretudo entre instituições públicas e privadas, assim como foram imensamente desiguais as condições para a realização emergencial de atividades remotas ao longo de todos esses meses, em que as escolas ficaram fechadas, mas nunca paradas.

Quais são os impactos desse afastamento presencial do ambiente escolar sobre crianças em diferentes faixas etárias? E professores e professoras e outros profissionais da área, como se organizaram diante dos desafios e dificuldades para seguir trabalhando? O que as soluções adotadas, o debate público sobre o assunto e a realidade nesse retorno às atividades presenciais nos dizem sobre a configuração da Educação no momento histórico atual no Brasil e no mundo? Como as famílias e o entorno escolar como um todo se relacionam com esse contexto?

Estas são algumas das questões previstas para o quinto encontro da série de debates "Ciência UFSCar", promovida pela Assessoria de Comunicação Científica da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). O debate, que acontece - virtualmente - em 25 de agosto, às 14 horas, contará com a participação de Luana Costa Almeida, docente do Departamento de Teoria e Práticas Pedagógicas (DTPP) e dos programas de pós-graduação acadêmico e profissional em Educação (PPGE e PPGPE) da UFSCar. Ela e a mediadora do encontro, a jornalista da UFSCar Mariana Pezzo, recebem duas convidadas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp): Carolina Catini, docente da Faculdade de Educação, e sua orientanda de mestrado Patrícia Bonani, que também é professora da rede municipal de Barueri (SP).

O encontro - intitulado "Qual(is) escola(s), para quem e para o quê? Reflexões sobre a Educação brasileira em tempos de pandemia" - será transmitido nos canais UFSCar Oficial no Facebook (www.facebook.com/ufscaroficial) e YouTube (www.youtube.com/UFSCarOficial), com cobertura ao vivo no Twitter @ciencia_ufscar.

SÃO CARLOS/SP - Nesta quinta-feira (19), quando se celebra o Dia Nacional do Ciclista, um novo levantamento da Associação Brasileira de Medicina do Tráfego (Abramet) revela que o número de acidentes graves com ciclistas em todo o Brasil nos primeiros cinco meses de 2021 cresceu 30% em relação ao mesmo período do ano passado. Os dados consideram apenas os sinistros que exigiram atendimento médico envolvendo ciclistas com ferimentos mais graves.

O estudo da Abramet utilizou informações oficiais do Datasus, do Ministério da Saúde. Em números absolutos, houve 6.792 acidentes do tipo de janeiro a maio de 2021, ante 5.022 registrados em 2020. Os dados mostram uma oscilação suave nas ocorrências, que mantiveram média de registro de 1.185 casos mensais nos últimos dois anos. No período analisado no novo estudo, o mês com o maior número de sinistros foi janeiro de 2021, com 1.451 casos - em janeiro de 2020, foram 1.100.

No mapeamento feito por região, estado e município (veja abaixo), chama a atenção a escalada no registro de acidentes no estado de Goiás: em 2021, houve um aumento de 240% em relação a 2020, com 406 casos a mais. A incidência de sinistros graves também cresceu 100% ou mais em Rondônia (113%) e Sergipe (100%). Entre os municípios, o estudo identifica panorama preocupante nas capitais, especialmente Belo Horizonte, Goiânia e Fortaleza.

Perfil dos ciclistas

O levantamento da Abramet indica, ainda, que entre os ciclistas envolvidos em acidentes graves no período, 80% eram homens, com faixa etária predominante entre 20 e 59 anos - o que corresponde a 60% dos casos.

Segundo Flavio Adura, diretor científico da Abramet, a superioridade numérica dos acidentes envolvendo pedestres e motociclistas fez com que os ciclistas fossem negligenciados em políticas de prevenção. "Eles percorrem ruas e estradas, partilhando espaço com veículos pesados e, muitas vezes, sequer sendo percebidos. Comparada a alguém que se desloca em um automóvel, uma pessoa que circula em uma bicicleta tem uma probabilidade de óbito 8 vezes maior", ressaltou.

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A entidade pretende utilizar as informações obtidas no estudo para propor ações e procedimentos que aprimorem o atendimento de sinistros envolvendo o ciclista, assim como o reforço de políticas públicas que protejam essas vidas. "Os dados demonstram a importância de termos atenção e iniciativas focadas nesse público. O uso da bicicleta cresceu no Brasil e exige uma abordagem de prevenção ao sinistro", avalia Antonio Meira Júnior, presidente da Abramet.

 

 

*Do R7

Mais de 9 mil casamentos acabaram no primeiro semestre de 2021, também o maior número da série histórica dos cartórios para os primeiros seis meses do ano

 

SÃO PAULO/SP - Segundo dados do Colégio Notarial do Brasil – Seção São Paulo (CNB/SP), associação dos cartórios de notas paulistas, 2021 teve o mês de junho com o maior número de divórcios extrajudiciais da história, contabilizados desde 2007, quando foi instituída a Lei 11.441/07, que permitiu aos casais realizar o ato em comum acordo nas serventias notariais.

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Ainda de acordo com a associação, os divórcios aumentaram em 7% se comparado ao mês de junho do ano anterior. Foram 1.522 atos realizados em 2021, contra 1428, em 2020. Já na comparação com o primeiro semestre do ano, a quebra do vínculo matrimonial cresceu 32%, impactando diretamente mais de 9 mil casais. As 10 cidades onde os casais mais se divorciaram foram, na ordem: São Paulo, Campinas, Ribeirão Preto, São Bernardo do Campo, Osasco, Santo André, Guarulhos,  Sorocaba, Santos e São José dos Campos.

O CNB/SP atribui a alta à pandemia. Não apenas pelo fato de os casais terem que passar mais tempo juntos, mas também pelo avanço tecnológico que a crise sanitária levou a todos setores, inclusive ao de cartórios. Desde maio de 2020, as serventias notariais estão liberadas pelo CNJ a lavrar todos os atos remotamente, por meio da plataforma e-notariado. Na prática, significa que qualquer pessoa pode realizar o divórcio ou qualquer ato notarial sem sair da sua casa. As normas são permanentes e valerão mesmo quando acabar a crise do Covid-19.

Para solicitar a realização da escritura de forma eletrônica basta o interessado entrar em contato com o cartório. Para a realização do ato eletrônico, o tabelionato deverá proceder à identificação dos contratantes de forma remota, assim como suas capacidades para a realização do mesmo. “A videoconferência será conduzida pelo tabelião de notas que indicará a abertura da gravação, a data e hora de seu início, o nome por inteiro dos participantes, realizando ao término do ato, a leitura na íntegra de seu conteúdo e colhendo a manifestação de vontade de seus participantes”, orienta Daniel Paes de Almeida, presidente do CNB/SP.

Regras para divórcio no cartório

Podem se divorciar em cartório, os casais sem filhos menores ou incapazes e aqueles que têm filhos menores com questões como pensão, guarda e visitas já resolvidas na esfera judicial. Para preservar os direitos do nascituro, mulheres grávidas também precisam de autorização do Judiciário.

Também é necessário que não haja litígio entre o casal. Na escritura pública lavrada pelo notário, o casal deverá estipular as questões relativas à partilha dos bens (se houver), ao pagamento ou à dispensa de pensão alimentícia e à definição quanto ao uso do nome, se um dos cônjuges tiver adotado o sobrenome do outro.

Para lavratura da escritura pública de divórcio, deverão ser apresentados os seguintes documentos e informações: certidão de casamento (atualizada – prazo máximo de 90 dias); documento de identidade, CPF e informação sobre profissão e endereço dos cônjuges; escritura de pacto antenupcial (se houver) e documentos necessários à comprovação da titularidade dos bens (se houver).

Caso tenham filhos menores, apresentar documento de identidade e decisão judicial referente às questões de guarda e alimentos. Em caso de filhos maiores, apresentar: documento de identidade, CPF, informação sobre profissão, endereço e certidão de casamento (se casados) de cada um deles. Além disso, as partes devem estar assessoradas por um advogado.

“Os divórcios em cartório são feitos de forma rápida, simples e segura pelo tabelião de notas. Mesmo os casais que já tenham processo judicial em andamento podem desistir dessa via e optar por praticar o ato por meio de escritura pública em cartório, se preenchidos os requisitos da lei”, ressalta Daniel.

Sobre o CNB/SP

 O Colégio Notarial do Brasil – Seção São Paulo (CNB/SP) é a entidade de classe que representa institucionalmente os tabeliães de notas do estado de São Paulo. As seccionais dos Colégios Notariais de cada Estado estão reunidas em um Conselho Federal (CNB/CF), que é filiado à União Internacional do Notariado (UINL). A UINL é uma entidade não governamental que reúne 87 países e representa o notariado mundial existente em mais de 100 nações, correspondentes a 2/3 da população global e 60% do PIB mundial.


 

Daniel Paes de Almeida, presidente do Colégio Notarial do Brasil - Seção São Paulo

Ministrada pela professora Ana Lucia Vitale Torkomian, disciplina integra o curso de Engenharia de Produção

 

SÃO CARLOS/SP - São Carlos conta com a presença de duas universidades públicas, a Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e a Universidade de São Paulo (USP), e de um centro universitário privado, o Centro Universitário Central Paulista (Unicep), o que faz com que a economia da cidade seja fortemente impactada pela presença dos estudantes dessas instituições. Com a pandemia da Covid-19, a Associação Comercial de São Carlos (Acisc) estimou um prejuízo de R$ 300 milhões em 2020 no município. Muitas empresas encerraram suas atividades, outras dispensaram funcionários e outras estão se reinventando para superar essa crise. Frente a esse contexto, alunos da disciplina de Empreendedorismo do curso de Engenharia de Produção da UFSCar tiveram o desafio de elaborar propostas para buscar reverter esse quadro na pós-pandemia.

"Além de proporcionar uma grande quantidade de alunos que movimentam a economia da cidade, acredito que a Universidade deva buscar soluções para problemas como esse citado no desafio. Por reunir profissionais e estudantes de diferentes áreas, a interdisciplinaridade é um ponto forte e, se parte desse conhecimento for destinado a problemas e projetos públicos, o município só tem a ganhar", afirmou Ana Lúcia Vitale Torkomian, docente do Departamento de Engenharia de Produção (DEP) da UFSCar.

A disciplina de Empreendedorismo, na qual o desafio foi proposto, foi ministrada por Torkomian no ambiente virtual entre 31 de agosto de 2020 e 16 de janeiro de 2021. É destinada a alunos do 9º semestre do curso de Engenharia de Produção. Na turma que recebeu esse desafio, os 42 alunos foram divididos em 7 grupos. A disciplina foi oferecida para outras duas turmas (do mesmo tamanho dessa), que receberam diferentes desafios.

Os três projetos considerados os melhores propõem a criação de aplicativos para oferta de cupons de descontos, com algumas diferenças dentre as propostas. Os cupons são importantes para um negócio, pois atraem novos consumidores e fidelizam os que já são clientes. Além disso, um dos maiores custos para uma empresa é o estoque, e os cupons servem como forma de gerenciar esses estoques, pois produtos "parados" em estoque podem gerar fluxo de caixa, sem interferir nos preços dos produtos de linha.

O primeiro projeto propõe um aplicativo que possui como funcionalidade principal ser uma interface que permite aos usuários clientes a compra de cotas de desconto dos produtos e serviços dos usuários associados (comerciantes locais), sendo que esses comerciantes podem expor seu negócio em uma plataforma digital e receber parte das cotas de desconto. O segundo grupo planejou um aplicativo que tem como público-alvo os estudantes universitários e os restaurantes e lanchonetes da cidade de São Carlos. Para a utilização e experiência de benefícios - cupons de desconto em restaurantes e lanchonetes -, os universitários devem compartilhar as informações de localização e rastrear aglomerações. O terceiro grupo propôs um aplicativo de cupons de desconto, com abrangência maior de setores, como alimentação, hotelaria, entretenimento, academias, escolas de idiomas, transporte, lavanderias e vestuário. A diferença perante as outras propostas é que, aqui, os cupons podem ser comprados pelos usuários com muita antecedência, gerando renda antecipada aos estabelecimentos e contribuindo para que continuem em funcionamento mesmo na pandemia com baixo número de clientes.

"Nas três propostas, busca-se estimular o consumo, por parte dos clientes, e promover a visibilidade dos comerciantes. Além disso, por meio do uso de cupons, é possível estabelecer dados históricos sobre demanda aos comerciantes e auxiliar nas previsões de consumo nos estabelecimentos", concluiu a docente, que entregou os três projetos para a Acisc.

SÃO CARLOS/SP - A Prefeitura de São Carlos deve anunciar está semana novas restrições à atividade econômica não essencial para frear o avanço da pandemia nas próximas semanas. A cidade mantém a taxa de ocupação de UTIs (Unidades de Terapia Intensiva) para COVID-19 de 97,7% e mais de 15 pessoas estão nas enfermarias aguardando vagas nas UTIs.

Com caráter imediato e temporário, a restrição está sendo estudada e deve ser anunciada até quarta-feira (30), e segundo informações, as novas medidas podem acontecer do dia 1º à 18 de julho.

O Comitê Emergencial de Combate ao Coronavírus estuda e deve anunciar também o um novo horário de trabalho do comércio das 9h às 16h e o chamado "toque de restrição" das 19h às 5h, com o objetivo de coibir aglomerações e festas noturnas. Segundo apurado pela nossa redação, é mais uma tentativa de diminuir os casos de contaminação pelo vírus e evitar o lockdown.

A fiscalização será ainda mais rígida no quesito festas em chácaras e eventos clandestinos e as denuncias podem ser feitas através do Guarda Municipal - (16) 3364-2112 / 3364-2113 / 0800 771 00 43 ou pelo site http://coronavirus.saocarlos.sp.gov.br/denuncie-aqui/.

Atuação da Força Tarefa

Semana de 21/06/2021 à 27/06/2021

 

Total de estabelecimentos Vistoriados pela Força Tarefa

69

 

 

Ocorrências de Perturbação de Sossego Público atendidas pela GM

8

 

 

Total de estabelecimentos Notificados

2

 

 

Total de estabelecimentos Interditados e/ou autuados

10

 

 

Total de denúncias                                           

75

 

 

Total de Orientações via fone GM         

75

 

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