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BRASÍLIA/DF - O plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) afirmou hoje (28), por unanimidade, ser vedada a apresentação de artistas como cantores e atores, sejam estes remunerados ou não, em transmissões ao vivo pela internet (lives) feitas por candidatos.

O entendimento foi proferido em resposta a uma consulta do Psol, que havia indagado ao TSE se, levando em consideração o contexto da pandemia de covid-19, seria permitida a “realização de apresentação dos candidatos aos eleitores juntamente com atores, cantores e outros artistas através de shows (lives eleitorais) não remunerados e realizados em plataforma digital”.

O relator da consulta, ministro Luís Felipe Salomão, entendeu que as lives com candidatos e a apresentação de artistas equivalem a showmícios, que são proibidos pela legislação eleitoral. Para o magistrado, é “irrelevante” que tais eventos sejam realizados em uma plataforma diferente.

“Aliás, o potencial de alcance desses eventos, quando realizados e transmitidos pela internet, é inequivocamente maior em comparação com o formato presencial, dada a notória amplitude desse meio de comunicação, acessível por qualquer pessoa em quase todos os lugares”, disse Salomão em seu voto.

Para vedar o que chamou de “livemícios”, o ministro aplicou o artigo 39 da Lei das Eleições (9.504/1997), que proíbe a “realização de showmício e de evento assemelhado para promoção de candidatos, bem como a apresentação, remunerada ou não, de artistas com a finalidade de animar comício e reunião eleitoral”.

Ao votar, Salomão afirmou ainda que “o cenário de pandemia atualmente vivido em nosso país não autoriza por si só transformar em lícita conduta expressamente vedada pela legislação de regência”. O entendimento dele foi seguido por todos os outros seis ministros que compõem o TSE.

O TSE já afirmou, no entanto, que os pré-candidatos podem aparecer em lives na internet ou aparecer na mídia em geral, inclusive em entrevistas, embora não possam pedir votos antes de 27 de setembro, quando se inicia o período de campanha.

 

 

*Por Felipe Pontes – Repórter da Agência Brasil

SÃO PAULO/SP - Eduardo Costa surpreendeu a todos. Em conversa com a apresentadora Márcia Goldschmidt em uma live, o cantor sertanejo garantiu que, com ou sem coronavírus, não fará mais shows em 2020. O músico revelou que seguirá apostando no formato de lives e, também, mostrará um maior repertório. Ele contou que tudo isso faz parte de um documentário que está produzindo.

“Com ou não a liberação para fazer shows, eu não farei mais shows. Vou continuar fazendo lives, mas não farei shows esse ano e vou mudar minha carreira. Quero que as pessoas vejam um Eduardo Costa mais músico, mais instrumentista, que toca piano, percussão, baixo e outros instrumentos porque tudo isso vai fazer parte de um documentário, um roteiro para um trabalho que possa virar série para televisão”, disse.

Sobre a live Cabaré, em parceria com Leonardo, Eduardo Costa lamentou que a repercussão ficou toda em cima de algumas falas dele na transmissão e não no que foi arrecadado. Na ocasião, o cantor disse muitos palavrões e frases machistas e entrou em assuntos políticos. Depois da repercussão negativa, ele cogitou até encerrar a carreira como músico.

“Eu fiquei muito triste. Nós arrecadamos milhões de toneladas de alimentos, álcool gel, materiais de limpeza e higiene pessoal e só falaram das fofocas. Não ganhamos um p*, não faturamos nada. Os patrocínios foram todos transferidos para as doações e fomos muito cobrados”, afirmou.

 

 

*Por: Rodrigo Costábile / FAMOSIDADES

RIO DE JANEIRO/RJ - O Esporte da Globo proibiu nesta sexta-feira as lives nos perfis pessoais dos seus funcionários sobre qualquer tema esportivo. Em comunicado obtido pelo UOL, a emissora destacou que os conteúdos das entrevistas competem com a produção do Esporte da Globo e entende que este engajamento deveria acontecer nas plataformas oficiais da emissora.

A determinação foi repassada após entrevistas realizadas pelos comentaristas Casagrande e Caio Ribeiro nas últimas semanas. Casagrande conversou com o Andres Sanchez, presidente do Corinthians, que falou pela primeira vez sobre o processo vencido pelo ex-jogador Paulo André contra o clube. Já Caio Ribeiro conversou com nomes como Gabigol e Alexandre Pato, que não costumam dar entrevistas exclusivas com frequência.

Por conta disso, a emissora decidiu proibir as lives sobre esporte nos perfis pessoais. Além disso, entrevistas com figuras icônicas do esporte precisam ser sugeridas para a chefia. Caso seja interessante, a Globo promete viabilizar essas entrevistas ou conteúdos, que poderão ter exposição forte também no site da emissora.

A determinação não foi muito bem vista entre os profissionais do Esporte da Globo. As lives sobre outros assuntos, como música, estão liberadas sem problemas.

 

 

*Por: LANCE!

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