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FLÓRIDA - Um homem foi encontrado morto em um estacionamento do complexo Walt Disney World, na Flórida, na noite da última sexta-feira (2).

O caso mobilizou equipes de segurança e autoridades locais e voltou a chamar atenção para a sequência recente de ocorrências fatais em propriedades ligadas à gigante do entretenimento. As informações são do jornal The Independent.

Segundo o Gabinete do Xerife do Condado de Orange, o chamado foi recebido pouco antes das 21h. Ao chegarem ao local, os agentes confirmaram a presença do corpo. As circunstâncias da morte ainda estão sob investigação. Até o momento, não foram divulgados detalhes sobre a identidade da vítima.

Este é o sexto registro de morte em áreas da Disney nos últimos seis meses. A série de episódios começou a ganhar repercussão em outubro do ano passado, quando uma mulher idosa foi encontrada morta em uma atração do Disneyland Park, em Anaheim, na Califórnia.

Ainda no mesmo mês, outros dois casos chamaram atenção das autoridades. No dia 14 de outubro, um homem de 31 anos, descrito como superfã da Disney, foi encontrado morto no hotel Contemporary Resort. Pouco mais de uma semana depois, em 22 de outubro, um segundo corpo foi localizado no mesmo resort, levantando alertas internos sobre segurança e monitoramento.

Além das mortes, um incidente grave envolvendo um funcionário também ocorreu recentemente. No último dia 30, durante uma apresentação do espetáculo Indiana Jones Epic Stunt Spectacular, uma pedra cenográfica de cerca de 180 quilos atingiu um integrante da equipe. O funcionário tentou impedir que o objeto alcançasse o público e acabou sendo derrubado, sofrendo um ferimento na cabeça. Ele foi socorrido por colegas ainda no palco.

Procurada, a Disney não comentou os casos individualmente, mas afirmou, em comunicações anteriores ao jornal The Independent, que coopera com as investigações e mantém protocolos rigorosos de segurança em todas as suas áreas.

 

 

 por Folhapress

EUA - Um tribunal de apelação dos Estados Unidos autorizou o estado da Flórida a começar a aplicar uma lei que proíbe menores de 14 anos de terem contas em redes sociais, enquanto ainda avalia o mérito de uma ação movida pela indústria de tecnologia. As empresas afirmam que a lei viola a Primeira Emenda da Constituição norte-americana, que garante a liberdade de expressão.

Por dois votos a um, o Tribunal de Apelação do 11º Circuito derrubou a suspensão temporária da lei HB3, que havia sido determinada em junho. Com isso, o governo da Flórida anunciou que iniciará imediatamente a aplicação das novas regras, que incluem exigir que usuários comprovem sua idade ao criar contas.

“A HB3 agora é lei no estado e será aplicada. Estamos avisando todas as grandes empresas de tecnologia: coloquem nossas crianças em risco e vejam o que acontece”, declarou o procurador-geral da Flórida, James Uthmeier, em suas redes sociais.

A lei, aprovada com apoio dos dois partidos em 2024, impede crianças de até 13 anos de acessar redes sociais. Para adolescentes de 14 e 15 anos, o acesso só será permitido com autorização dos pais ou responsáveis.

A Associação da Indústria de Computação e Comunicações (CCIA) e a coalizão NetChoice entraram com ação contra a Flórida em outubro de 2024, alegando que a norma representa uma violação da liberdade de expressão. A NetChoice classificou a lei como um ato de censura e afirmou que continuará o processo até que a Justiça declare a regra inconstitucional.

Em comunicado, Paul Taske, co-diretor jurídico da NetChoice, disse que o grupo avaliará “todas as opções disponíveis” para garantir que a comunicação online dos residentes da Flórida permaneça segura e livre. Segundo ele, a lei do estado “não só viola direitos de expressão, como também torna os usuários menos seguros”.

Entre as exigências impostas pela HB3 está a verificação obrigatória da idade dos usuários, que poderá ser feita por escaneamento facial ou apresentação de documento. A lei também obriga empresas de tecnologia a excluir contas de menores de 14 anos, sob pena de multas.

“Na Flórida, colocamos nossas crianças em primeiro lugar, e meu gabinete fará cumprir essa lei de forma rigorosa para impedir que as Big Tech continuem explorando e prejudicando crianças por lucro”, afirmou Uthmeier.

 

 

 por Notícias ao Minuto

EUA - Um adolescente de 13 anos foi detido na Flórida, nos Estados Unidos, depois de digitar em uma conversa com o ChatGPT a pergunta: “Como matar meu amigo no meio da aula?”. A frase foi detectada por um sistema de monitoramento escolar que rastreia possíveis ameaças virtuais.

De acordo com a People, o alerta foi emitido pelo Gaggle, ferramenta usada por escolas norte-americanas para identificar mensagens que possam indicar riscos à segurança. Assim que o conteúdo foi localizado, a direção da Southwestern Middle School, no condado de Volusia, acionou a polícia.

Ao ser questionado pelos agentes, o estudante afirmou que a mensagem era uma brincadeira e que pretendia apenas provocar um colega. Ele contou ter apagado o texto logo em seguida e negou ter acesso a armas em casa.

Mesmo assim, o adolescente foi levado ao órgão responsável pela custódia de menores e pode permanecer sob detenção por até 21 dias, conforme decisão judicial.

Em comunicado, as autoridades reforçaram que situações como essa não são tratadas como simples piadas, pois geram emergências e mobilizam equipes de segurança.

Gaggle

O Gaggle, sistema que detectou a mensagem, monitora contas estudantis e busca sinais de automutilação, pensamentos suicidas, bullying, uso de drogas ou ameaças de violência. Quando encontra conteúdo suspeito, envia alertas automáticos à escola e à polícia.

Embora o mecanismo seja considerado eficaz por educadores, especialistas em privacidade alertam para o risco de vigilância excessiva e de criminalização de crianças por comentários impulsivos. O Center for Democracy and Technology afirma que o uso crescente desse tipo de monitoramento tem ampliado a presença das forças de segurança na rotina escolar e até nas casas dos estudantes.

 

 

por Notícias ao Minuto

 Autoridades da Flórida, nos EUA, anunciaram nesta quarta-feira, 30 duas mortes decorrentes do furacão Idalia, que atingiu o estado norte-americano. Após os óbitos e outros acidentes na região, o Centro Nacional de Furacões dos EUA afirmou que o furacão reduziu a intensidade de ventos – antes a 200 km/h – e está no estágio 1. O nível máximo de força é categoria 5.

Entre as vítimas, estava um homem de 40 anos, cujo veículo perdeu controle nas chuvas e atingiu uma árvore. Em Alachua, a um homem de 59 anos também sofreu acidente em meio ao furacão e perdeu a vida. A Divisão de Gestão de Emergências da Flórida criou uma linha especial para atender vítimas do furacão.

Mais de 1 milhão de pessoas receberam ordem de retirada imediata da Flórida. Um pronunciamento oficial do governador do estado, Ron DeSantis, foi publicado nas rede sociais. “À medida que o furacão Idalia atinge a costa, não saia de casa se estiver no caminho da tempestade. (…) As condições podem piorar rapidamente”, reforçou.

DeSantis afirmou que Idalia será provavelmente o furacão mais forte a atingir a região em mais de um século.

Antes de tocar o solo na Flórida, Idalia era classificado como furacão de categoria 4 ao avançar pelo Golfo do México, antes de ser rebaixado para magnitude 3 na escala Saffir-Simpson (que vai até 5), como geralmente acontece quando os fenômenos ciclônicos avançam por terra firme.

 

 

Com informações da AFP

por Edda / ISTOÉ

EUA - Agentes de resgate retiraram, na segunda-feira (28), o 11º corpo dos escombros de um prédio que desmoronou no estado norte-americano da Flórida. Autoridades prometem continuar procurando possíveis sobreviventes, cinco dias depois de o edifício de 12 andares desabar enquanto os moradores dormiam.

As equipes usam guindastes, cães e escâneres de infravermelho, enquanto procuram sinais de vida entre os escombros, torcendo para que bolsões de ar possam ter se formado sob o concreto e estar mantendo algumas pessoas vivas.

"Continuaremos a trabalhar incessantemente para esgotar todas as opções possíveis em nossa busca", disse a prefeita do condado de Miami-Dade, Daniella Levine Cava, em entrevista coletiva. "A operação de busca e resgate continua".

Ainda estão desaparecidas 150 pessoas.

A causa do desmoronamento do Champlain Towers South, em Surfside, perto de Miami, continua sob investigação.

Um relatório de engenharia de 2018 revelou deterioração grave do concreto da garagem subterrânea, além de um grande dano na placa de concreto abaixo da piscina. O autor, Frank Morabito, disse que a deterioração se "ampliaria exponencialmente" se não fosse consertada no futuro próximo.

Ross Prieto, à época a principal autoridade de construções de Surfside, encontrou-se com moradores do edifício um mês depois de ler o relatório e garantiu que a construção estava "em muito boa forma", segundo as minutas da reunião divulgadas pela cidade nessa segunda-feira (28).

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* Reportagem adicional de Brendan O'Brien, Peter Szekely e Kanishka Singh

Por Gabriella Borter* - Repórter da Reuters

MUNDO - A Flórida registrou aumento recorde de mais de 15 mil novos casos de covid-19 em 24 horas nesse último domingo (12), um dia depois de a Walt Disney World em Orlando reabrir e de ativistas contrários ao uso de máscara realizarem manifestação em um restaurante próximo.

Se a Flórida fosse um país, ficaria em quarto lugar no mundo em maior número de novos casos em um dia, atrás dos Estados Unidos (EUA), do Brasil e da Índia, de acordo com análise da Reuters.

O aumento diário de casos na Flórida já ultrapassou a contagem diária mais alta do qualquer país europeu durante o ápice da pandemia lá. Também quebrou o recorde do estado de Nova York, de 12.847 novos casos em 10 de abril, quando era o epicentro do surto nos EUA.

O aumento foi registrado um dia depois de a Walt Disney World, em Orlando, reabrir com número limitado de convidados, que foram recebidos com uma série de medidas de segurança.

Ativistas contrários ao uso das máscaras, na Flórida e em Michigan, organizaram protestos contra as determinações locais, argumentando que as medidas infringem a liberdade individual.

 

 

*Por Lisa Shumaker - Repórter da Reuters

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