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SÃO CARLOS/SP - Criada em 18 de dezembro de 1984 para integrar o conhecimento da física e das engenharias ao setor agropecuário, a Embrapa Instrumentação (São Carlos – SP) chega aos 37 anos fortalecendo as parcerias com o setor privado, especialmente, no desenvolvimento de projetos de pesquisa no modelo de inovação aberta, no qual a empresa participa desde o início.

Em 2021 foram assinados 19 contratos de cooperação, cujos resultados impactam em cadeias e setores produtivos tais como algodão, milho, trigo, celulose, em temas como automação, agricultura de precisão, matéria orgânica de solos, gases de efeito estufa, proteína animal, sensores e equipamentos, dentre outros.

Além dos novos desenvolvimentos, o Centro de Pesquisa também licenciou uma tecnologia de revestimento para conservação pós-colheita da batata, que deverá receber aperfeiçoamentos, em parceria com uma empresa, até chegar ao mercado. Já o processo para determinar textura de solos com uso de Laser”, licenciado e adotado pela iniciativa privada, recebeu, neste ano, carta-patente do Instituto Nacional de Propriedade Industrial.

Soluções para os alimentos

O INPI também reconheceu durante o ano, como patente de invenção, a cabeça de medição aplicável a um espectrômetro, que também é motivo de cooperação com a iniciativa privada no desenvolvimento de uma solução para avaliação da qualidade do leite, para atender aos produtores, cooperativas e consumidores.

A aprovação do Laboratório Nacional de Agro-Fotônica (LANAF), em 2021, para integrar o Sistema Nacional de Laboratórios de Fotônica (Sisfóton) do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), é outro fator que deve alavancar novas parcerias com o setor privado, em pesquisas voltadas para a segurança alimentar e segurança do alimento.

Prestes a deixar o cargo depois de seis anos, o chefe-geral da Embrapa Instrumentação, João Naime, avalia que “a presença da iniciativa privada nos projetos com nosso Centro de Pesquisa tem feito a diferença, com o compartilhamento de estruturas de nossos laboratórios multiusuários e também a formação de talentos, permitindo gerar soluções a partir de necessidades do setor produtivo de forma mais ágil e assertiva”.

Ciência, tecnologia e educação

As novas parcerias são possíveis em função das conexões científicas estabelecidas, principalmente, com as universidades. Em 2021 os pesquisadores da Embrapa Instrumentação contribuíram com 19 participações em 11 programas de pós-graduação na USP, Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), Universidade Federal de Lavras (UFLA) e na Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (Unesp).

As ações que promovem a sinergia entre a educação e a pesquisa também ganharam destaque em 2021 com a 7ª edição do Curso de Tecnologia Pós-Colheita em Frutas e Hortaliças. Depois de dez anos, por causa da pandemia da Covid-19, o treinamento migrou do formato presencial para o virtual e já atraiu, em um mês, mais de 1.500 inscritos de todos os Estados do Brasil e alguns países da América do Sul.

Efeito similar ocorreu no Programa Embrapa & Escola em São Carlos, realizado em parceria com a Embrapa Pecuária Sudeste, Diretoria de Ensino a Secretaria Municipal de Educação e a Câmara Municipal. As lives sobre a importância da ciência para o desenvolvimento da humanidade e ciência e sustentabilidade mobilizaram em torno de 3.000 estudantes, inclusive de municípios da região.

“A pandemia trouxe muitos desafios, mas também oportunidades de utilizar a tecnologia disponível para levar o conhecimento gerado por nossa equipe e parceiros a muito mais pessoas, independentemente da idade ou segmento de atuação”, argumenta Naime, que a partir de janeiro voltará a integrar o grupo de pesquisa – o novo chefe-geral será o pesquisador José Manoel Marconcini.

SÃO CARLOS/SP - O Insper e a Embrapa Instrumentação (São Carlos, SP) lançam nesta quinta-feira (16) o sistema Global Agri Trade Data (Gat), uma ferramenta disponibilizada gratuitamente para oferecer dados sobre até 76 agrupamentos de produtos que constituem as principais cadeias produtivas do agronegócio brasileiro e mundial. Entre elas estão o setor de grãos, carnes, açúcar, têxteis e outros produtos agrícolas processados. O sistema, com esta diversidade de dados, facilidade de obtenção e disponível de forma gratuita, é único no país.

O Gat será lançado no Insper, em São Paulo, durante uma programação que terá início às 18 horas e que vai envolver também, entre outras ações, o lançamento da versão impressa do livro "O Brasil no Agro Global: reflexões sobre a inserção do agronegócio brasileiro nas principais macrorregiões do planeta". O evento presencial será transmitido simultaneamente pelo canal do Insper no Youtube.

A ferramenta foi desenvolvida estrategicamente para atender estudantes e profissionais que atuam com comércio exterior, processos de importação e exportação de produtos do agronegócio entre diferentes países, que precisam acompanhar tendências globais de comércio, e realizar análises de mercado para tomada de decisão que podem impactar diretamente na comercialização de um produto de um país.

O objetivo é fornecer ao usuário análises já prontas do comércio internacional agrícola, através de gráficos, e taxas de crescimento, considerando uma ampla gama de dimensões possíveis. Para isso, vai utilizar informações as mais atualizadas possíveis e disponibilizadas por fonte oficiais, como o banco de dados Comtrade da Organização das Nações Unidas (ONU) e da Secretaria de Comércio Exterior (Secex-Brasil), órgão do Ministério da Economia.

Além disso, vai contar com um trabalho de estimativa para informações ausentes neste banco, trazendo um conjunto de dados o mais completo possível nesta área. O sistema permite que a visualização das informações para análise seja ajustada de acordo com o interesse do usuário.

"Por isso, os dados são trabalhados e dispostos de maneira a possibilitar uma rápida interpretação e análise pelo usuário. A importância de se ter uma análise do comércio agrícola em âmbito mundial, e não apenas do Brasil, decorre da possibilidade de identificação de concorrentes e mercados potenciais para o país, possibilitando análises de inserção estratégica do Brasil nos mercados globais", explicam a economista da Embrapa Instrumentação, Cinthia Cabral da Costa, e o coordenador do Insper Agro Global, Marcos Jank.

Uma das responsáveis pelo desenvolvimento do Gat, a pesquisadora lembra que entre 2000 e 2020 o comércio internacional de produtos do agronegócio passou de 357 para 1.258 bilhões de dólares. "Portanto, a compreensão detalhada dos valores, origens e destinos de cada produto do setor é de extrema relevância para um país agroexportador como o Brasil", acrescentam.

Plataforma versátil

O Gat poderá ser acessado a partir do dia 16, após o lançamento, pelo endereço: https://www.insper.edu.br/pesquisa-e-conhecimento/centro-de-agronegocio-global/gat/

O portal permite avaliações a partir do ano de 2000 e oferece cinco dimensões de dados, em âmbito mundial (World Agri Trade); por regiões ou países (Agri Trade By Main Region); por produto (agri Trade by Product) e índices de comércio (Agri Trade Indexes). Além disto, há o sistema Gat Brazil, onde dados ainda mais detalhados e atualizados do país são disponibilizados.

Por se tratar de dados mundiais e que, portanto, podem ser úteis também para o público de todos os demais países que queiram analisar o comércio internacional e posicionar sua condição dentro do cenário, o Gat foi desenvolvido apenas na versão em inglês. No entanto, para facilitar a busca de dados, a plataforma disponibiliza um passo a passo, que permite aos usuários a navegação de forma rápida e precisa.

SÃO CARLOS/SP - Perto de completar 60 anos no sábado (27), o engenheiro de materiais da Embrapa Instrumentação (São Carlos – SP), Luiz Henrique Capparelli Mattoso, foi surpreendido com uma notícia que chegou como um presente antecipado. Responsável por introduzir a nanotecnologia no agro, Mattoso integra a lista da Clarivate Analytics, que reconhece pesquisadores de classe mundial selecionados por seu desempenho excepcional em pesquisa.

Suas publicações foram citadas por outros pesquisadores mais de 14 mil vezes em trabalhos científicos ao redor do planeta. A lista é organizada pela Web of Sicience (WoS), uma das maiores bases de dados globais de citações, pertencente à Clarivate Analytics, e determinada por especialistas em bibliometria do Instituto para Informação Científica, nos Estados Unidos.

 "Parabéns, professor Luiz Henrique Capparelli, você é um Higly Cited Research – 2021. Você está neste grupo de elite reconhecido por sua excepcional influência na pesquisa, demonstrada pela produção de vários trabalhos citados que estão classificados entre 1% das citações da área e ano na Web de Science. Celebre o seu êxito", diz o comunicado enviado ao pesquisador no dia 16 de novembro pela Clarivate.

De acordo com os dados da Web of Scicence, as publicações de Mattoso foram referenciadas 14.330 vezes por outros pesquisadores, dentro e fora do Brasil, entre janeiro de 2010 e dezembro de 2020, período considerado para o ranking. Mas dados da plataforma Google Scholar aponta um número maior ainda - 24 mil citações.

A Clarivate Analytics, com base na Filadélfia (EUA), esclarece que, a cada ano, identificam os pesquisadores mais influentes do mundo ─ os poucos selecionados que foram citados com mais frequência por seus pares durante a última década. Segundo ela, em 2021, menos de 6.700, ou cerca de 0,1%, dos pesquisadores do mundo, em 21 campos de pesquisa e em múltiplos campos, ganharam esta exclusividade. Mattoso é destaque na área de Ciências Agrárias.

De poucas falas, mas de ideais inovadoras, como a introdução de novos materiais para o desenvolvimento, por exemplo, de nanocristais de celulose,  filmes comestíveis à base de frutas e vegetais, e sensores como a Língua Eletrônica, Mattoso recebeu o comunicado da Clarivate, sem alarde.

Humildemente ele diz que o mais importante é o reconhecimento da qualidade, da importância dos trabalhos em equipe desenvolvidos na Embrapa Instrumentação em temas que estão na fronteira do conhecimento, como a nanotecnologia. O pesquisador evidencia o espírito de trabalho em equipe citando um provérbio africano - "Se você quiser ir rápido, vá sozinho, mas se quiseres ir longe, vá acompanhado".

O chefe-geral da Embrapa Instrumentação, João de Mendonça Naime, lembra que Mattoso é pioneiro, em âmbito mundial, no desenvolvimento de nanociência e nanotecnologia aplicada à agropecuária.

"Ele foi capaz de formar uma equipe altamente especializada e captar recursos para viabilizar a infraestrutura e a aquisição de equipamentos, que vieram a constituir o Laboratório Nacional de Nanotecnologia Aplicada ao Agronegócio (LNNA), o primeiro do mundo aplicado ao Agro. Hoje o Brasil ocupa posição de destaque no tema, já com diversos produtos nos mercados nacional e internacional", diz Naime.

Produção reflete em conquistas

Ganhador de várias premiações, entre elas, o Prêmio governador do Estado, Invento Brasileiro do Sedai e o Prêmio Scopus-Elsevier-Capes, Luiz Henrique Capparelli Mattoso contabiliza 12 patentes, 35 capítulos e 395 publicações em revistas especializadas indexadas e fator H 60 (Web of Science) e H 79 (Google Scholar).

O estudo sobre nanocristais de celulose a partir de fibras de casca de coco e os efeitos das condições de preparação sobre seu comportamento térmico e morfológico, publicado pelo jornal Carbohydrate Polymersda editora Elsevier, é o líder de citações por outros pesquisadores dentro e fora do Brasil, sendo referenciado mais de 920 vezes. O estudo envolve pesquisadores da Embrapa Agroindústria Tropical (Fortaleza-CE), do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos e Universidade Estadual Paulista (Unesp).

Os resultados da pesquisa mostraram que é possível obter nanocristais de celulose ultrafinos com diâmetros tão baixos quanto cinco nanômetros e razão de aspecto de até 60, que é a relação matemática mantida entre as duas dimensões — largura e altura — de uma imagem.  

Os nanocristais são semelhantes a grãos de arroz ou agulhas, mas com espessura cerca de 200 mil vezes menores, um material muito resistente, que apresenta rigidez da ordem de grandeza do aço. Além disso, permite a sua adição em outros materiais, mudando suas propriedades mecânicas.

As pesquisas para obtenção desses produtos, chamados de greens materials (materiais verdes), são realizadas desde 2007 na Embrapa Instrumentação, onde Mattoso introduziu estudos envolvendo a área de novos materiais. As pesquisas demonstram que esses materiais podem ser extraídos a partir de fibras lignocelulósicas de bagaço de cana, cascas de coco e de arroz, algodão, eucalipto, entre outras, e até de resíduos como madeira de reflorestamento descartada pela indústria.

A base estabelecida pelos cientistas na obtenção dos nanocristais no Laboratório Nacional de Nanotecnologia para o Agronegócio (LNNA), sediado na Embrapa na Instrumentação, gerou a criação de uma startup em São Carlos, que testa a produção do produto em projeto-piloto, mas de olho na escala industrial.

SÃO CARLOS/SP - As tecnologias que poderão ajudar a vencer os desafios pós-pandemia em frutas e hortaliças serão discutidas num webinar organizado pela Embrapa Instrumentação (São Carlos - SP), nesta quinta-feira (18), às 16 horas, com transmissão pelo canal da Embrapa no YouTube. O evento marca o lançamento da 7ª edição do Curso de Tecnologia Pós-Colheita em Frutas e Hortaliças.

O webinar terá a participação do presidente da Embrapa Celso Moretti e do deputado federal Vitor Lippi (autor da emenda parlamentar que possibilitou tornar o curso virtual e gratuito), abordando as políticas públicas no tema e como a Empresa poderá ajudar produtores, consumidores e toda a cadeia a diminuir as perdas e o desperdício, com base na ciência.

Acesso aos alimentos, drones e tecnologias convergentes

A situação do acesso aos alimentos e o desperdício também serão abordados pelo analista Gustavo Porpino, da Embrapa Alimentos e Territórios, colaborador com iniciativas da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO). Já o uso de drones para frutas e hortaliças será apresentado pelo pesquisador Lúcio Jorge, da Embrapa Instrumentação.

O pesquisador e ex-presidente da Embrapa Silvio Crestana vai abordar as novas relações produtor-consumidor no espaço digital, as tecnologias convergentes (Biotecnologia, Nanotecnologia, TICs e Ciências Cognitivas) e os impactos na pós-colheita, principalmente, como elas poderão afetar o setor de frutas e hortaliças depois da pandemia da Covid-19.

Conteúdo multimídia e tendências

Na abertura, o pesquisador Marcos David Ferreira vai apresentar as novidades do conteúdo dinâmico, tais como vídeos, podcasts, animações, e outros recursos didáticos que podem ser acessados via celular, tablet ou computador. “É uma nova dinâmica, pois a pessoa poderá cursar os módulos no local e no horário mais adequado para ele”, explica o coordenador do curso.

A carga horária, que ocorria de forma presencial durante cinco dias, agora está organizada em seis módulos (cerca de 68 horas), que abordam a regulação (rastreabilidade); a colheita e o beneficiamento; tecnologias disruptivas (nanotecnologia a análise não destrutiva), além dos produtos que podem agregar valor para o produtor rural (minimamente processados).

“Nesses 10 anos de curso muitas transformações ocorreram, com ênfase para a sustentabilidade, segurança alimentar e segurança do alimento. O curso busca conectar o conteúdo com as tendências e as tecnologias que podem fazer a diferença para o usuário, de forma a atender estudantes, pesquisadores, técnicos, extensionistas, empresários, entre outros públicos de interesse. O webinar é um motivador da discussão para essas pessoas”, finaliza Marcos David.

 

 

Edilson Pepino Fragalle 

SÃO CARLOS/SP - Histórias de jovens empreendedores motivados pela ciência serão apresentadas no Painel “Ciência e empreendedorismo: casos de sucesso da Embrapa Instrumentação”, que será realizado no dia 9 de novembro, às 16 horas, com transmissão pelo canal da Embrapa no YouTube - http://youtube.com/embrapa - durante a Maratona Embrapa de Empreendedorismo.

O evento integra a 14ª edição da  Semana Global de Empreendedorismo com atividades para todas as regiões do Brasil, de forma 100% gratuita e on-line, por meio de palestras, lives, cursos e painéis destinados a estimular a cultura empreendedora no meio rural, entre os dias 8 e 14 de novembro.

Os 20 Centros de Pesquisa que participam da Maratona vão levar informações para homens e mulheres do campo, pequenas agroindústrias, cooperativas, associações, startups em processo de estruturação e outros empreendimentos interessados em inovar ou ampliar seus negócios.

O ponto da mudança

A Embrapa Instrumentação (São Carlos – SP), no painel coordenado pela pesquisadora e chefe adjunta de Transferência de Tecnologia Débora Milori, pretende contribuir com as histórias de parceiros de startups, Daniel Consalter, da FIT (Fine Instrument Technology); Fábio De Angelis da Agrorobótica; e Hugo Vieira da Acqua Nativa Monitoramento Ambiental; eles vão contar qual foi o ponto decisivo para se tornarem empreendedores.

As atividades da maratona são voltadas para a transformação digital e a promoção de políticas públicas e ações de sustentabilidade e de inovação que busquem promover melhorias no ambiente empreendedor brasileiro, por intermédio da capacitação, inspiração e conexão com os participantes - a programação completa está disponível em https://www.embrapa.br/maratona-embrapa-de-empreendedorismo.

Profissionais com doutorado em Química ou Ciências dos Materiais podem se inscrever até o dia 6 de outubro

 

SÃO CARLOS/SP - Estão abertas as inscrições no processo seletivo de um bolsista para atuar no projeto "Desenvolvimento de Pigmentos Reativos para Indicação da Liberação de Fertilizantes em Campo" (Projeto n.º 13993 - EMBRAPA/Instrumentação-SEI Nº 000382/2021-63), coordenado pela Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária). O candidato selecionado deverá trabalhar em pesquisas para identificar possíveis matérias-primas, desenvolver estudos de formulações, realizar testes de bancada para avaliar a resposta colorimétrica dos materiais, além de encontrar oportunidades e estratégias para inserção no mercado. O bolsista deverá ainda produzir relatórios e apresentar trabalhos em eventos científicos.
Serão concedidas bolsas mensais de R$ 5 mil, entre novembro de 2021 e outubro de 2024 (36 meses), podendo ser prorrogadas até a vigência do projeto. A dedicação semanal é de 40 horas. Todas as atividades, que serão orientadas e supervisionadas, vão ser realizadas na sede da Embrapa Instrumentação, em São Carlos, durante os primeiros 12 meses, e na sede da empresa Asta Química, em Franca, a partir do fim de 2022. A bolsa de incentivo à Inovação não configura vínculo empregatício de qualquer espécie.
Profissionais com doutorado em Química ou Ciências dos Materiais, que já tenham trabalhado com processamento e caracterização, podem participar. É preciso ter experiência de, no mínimo, oito anos em atividades de pesquisa, desenvolvimento ou na implantação de processos de produção e atividades gerenciais. Os interessados devem enviar os documentos solicitados no Edital para o e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo., até as 23h59 do dia 6 de outubro.
A seleção será composta por análise de documentos e entrevista online para que a comissão julgadora possa verificar habilidades e competências para o desempenho da função. A relação final dos classificados será publicada no dia 26 de outubro, no site www.fai.ufscar.br. Na mesma página, o Edital pode ser encontrado na íntegra.

SÃO CARLOS/SP - A 13ª edição da Jornada Científica dos dois centros de pesquisa da Embrapa em São Carlos (SP), Pecuária Sudeste e Instrumentação, ocorre nesta quarta-feira, 25 de agosto. Serão apresentados 41 trabalhos no formato virtual, promovendo o intercâmbio de conhecimentos entre estudantes e pesquisadores de diversas áreas do conhecimento. 

São 26 apresentações orais e 15 vídeo-pôsteres. Entre os temas estão estudos sobre a aceitação do feijão guandu pelo consumidor e introdução de nanofibrilas para reforçar filmes de alginato, um polissacarídeo biodegradável, contendo o antibiótico sulfadiazina de prata.

A programação é composta de trabalhos de bolsistas do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC), do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (PIBITI) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). 

Todo o conteúdo está disponível no Mural Virtual da Jornada, que pode ser conferido em https://padlet.com/pecuariasudeste/xmtbdw3sk58wa90f, ambiente onde todas as informações e interações vão ocorrer. Para isso, a página da Jornada Científica foi reformulada, está mais amigável, com ferramentas que tornam a navegação mais ágil e atraente.

O vídeo-pôster é outra novidade deste ano. Os vídeos ficam organizados em um painel no Padlet, que permitirá a cada participante assistir ao material na hora e na ordem em que desejar, além de poder comentar e interagir.

O evento tem início às 8 horas com pronunciamento dos chefes-gerais da Embrapa Pecuária Sudeste, Rui Machado, e da Embrapa Instrumentação, João de Mendonça Naime. Em seguida, às 9 horas, a cofundadora do Movimento Põe no Rótulo, a advogada Maria Cecília Cury Chaddad vai falar sobre segurança alimentar e o direito dos consumidores à informação.

Para ela, participar da Jornada Científica é uma oportunidade de apresentar um olhar jurídico ao papel dos alimentos e, em especial, sobre a rotulagem como veículo para garantir o acesso a informações que permitam escolhas conscientes. "Acredito muito na importância do diálogo e da construção coletiva, de caminhos para a garantia da proteção e promoção dos direitos à alimentação e à saúde e, por isso, creio que será um dia de muita troca e aprendizado", destaca Maria Cecília.

De acordo com o presidente da Comissão Organizadora da Jornada, chefe de Pesquisa e Desenvolvimento,  Alexandre Berndt, da Embrapa Pecuária Sudeste, o evento é importante tanto para a educação de jovens como o despertar da ciência para futuros cientistas. 

"Um país sem educação, sem ciência e tecnologia é um país atrasado. Mesmo que ele não dê continuidade à carreira científica, a iniciação científica proporciona experiência de ciência, isso enriquece sua formação e o estudante vai se tornar um profissional mais completo. Se você perguntar para professores, pesquisadores, a grande maioria vai lembrar da iniciação científica como o momento em que teve contato com a ciência e que despertou aquela faísca da curiosidade, do interesse científico e da vontade de seguir nessa carreira", conta Berndt.

Teste aponta aceitação do guandu

Nesta edição, um alimento bastante popular na mesa do consumidor brasileiro é destaque entre os trabalhos que serão apresentados. A estudante de graduação do Centro Universitário Central Paulista (Unicep) de São Carlos, Flávia Petroni, vai mostrar os "Hábitos de consumo e aceitação da aparência de feijão guandu".

Bolsista da pesquisadora Renata Nassu, da Embrapa Pecuária Sudeste, a estudante fala do caminho percorrido para o lançamento de um produto no mercado, que começa bem antes de estar nas prateleiras dos supermercados.

O primeiro passo é uma análise da aceitação do produto pelo público para saber quais são seus hábitos de consumo. Para isso, a estudante conta que foi elaborado um questionário com perguntas relacionadas a dados sociodemográficos, hábitos de consumo gerais e em relação ao feijão. O questionário ainda apresentou duas imagens, uma de feijão guandu cru e outra de feijão guandu cozido, que foram avaliadas pelos participantes conforme sua aparência por meio de uma escala de pontos.

"Os resultados demonstram que há um potencial mercado para consumo deste produto, tendo em vista a preliminar aceitação da aparência sob as imagens de feijão guandu, sendo necessários estudos adicionais para avaliar outros atributos como aroma, sabor e textura", conclui a bolsista.

Reforço com nanofibras

Na área de engenharia, um dos trabalhos que serão apresentados é o do estudante Enzo Maringolo Buzatto. Aluno de graduação do curso de Engenharia de Materiais da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), Enzo vai mostrar o potencial das nanofibrilas de celulose (NFC) para reforçar filmes de alginato antimicrobianos (ALG) contendo o antibiótico sulfadiazina de prata (SDZ).

O ALG é um polissacarídeo atóxico, abundante, biodegradável, biocompatível, capaz de induzir regeneração em diferentes tecidos lesionados, uma propriedade exibida apenas por um número restrito de carboidratos. Para aplicações como curativos, inclusive de uso veterinário, o ALG pode ser incorporado com agentes antimicrobianos, como a sulfadiazina de prata (SDZ). O SDZ é um antibiótico de amplo espectro de ação, tradicionalmente empregado no tratamento de lesões cutâneas.

Mas é necessário manter ou até mesmo estender as propriedades físicas de filmes de ALG incorporados com antibióticos. Para isso, o estudante explica que podem ser utilizados reforços nanoestruturados, como as nanofibrilas de celulose, que vêm sendo utilizadas como agente de reforço para vários polímeros. O estudo buscou investigar as propriedades mecânicas, ópticas e de barreira de filmes ALG/SDZ incorporados com NFC.

Enzo Buzatto é orientado pelos pesquisadores da Embrapa Instrumentação, Luiz Henrique Capparelli Mattoso e José Manoel Marconcini, além do professor da UFSCar, Francys Kley Vieira Moreira e do pesquisador da Universidade de Copenhague (Dinamarca), Anand Rameshi Sanadi,

Buzatto explicou que os filmes nanocompósitos ALG/SDZ/NFC, produzidos pela técnica de casting contínuo apresentaram um aumento gradativo na viscosidade e uma redução no índice de pseudoplasticidade das soluções alginato/sulfadiazina de prata com o aumento do teor de nanofibrilas de celulose até 10%.

"Estes resultados denotam boas interações ALG-NFC e, possivelmente, NFC-NFC nas soluções mesmo na presença de sulfadiazina de prata. A caracterização dos filmes ALG/SDZ/NFC revelou uma redução na transparência luminosa e um aumento de 50% na barreira ao vapor de água para teores de nanofibrilas de celulose acima de 5,0%", avaliou o estudante.

Quanto às propriedades mecânicas, o estudante observou um aumento significativo no módulo de elasticidade e na resistência à tração dos filmes com o aumento da concentração de NFC.

"A Jornada Científica é uma oportunidade de integração e de apresentação de atividades científicas em ambiente virtual, mostrando os trabalhos dos bolsistas PIBIC da Embrapa Instrumentação e Embrapa Pecuária Sudeste. É uma etapa muito importante da formação dos estudantes da Iniciação Científica", afirma o chefe de Pesquisa e Desenvolvimento, José Manoel Marconcini.

SÃO CARLOS/SP - Enquanto no Brasil, a Embrapa celebrava seus 48 anos, com lançamento de tecnologias, na Filadélfia (EUA), a nanoemulsão de cera de carnaúba era lançada em âmbito mundial pela AgroFresh Solutions, Inc. com o nome Life Ultra. A inserção da tecnologia no mercado global ocorre dentro da plataforma de expansão de produtos naturais VitaFresh™ Botanicals da multinacional norte-americana, líder global em soluções pós-colheita.

Desenvolvida pela Embrapa Instrumentação (São Carlos) em parceria com a QGP Tanquímica e a Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), a tecnologia preserva a qualidade e prolonga o tempo de vida das frutas por mais tempo, em média, em até 15 dias. O impacto na forma sustentável de produzir e de consumir reflete na redução de perdas e desperdício de alimentos, um problema grave em âmbito mundial.

O pesquisador Marcos David Ferreira, um dos responsáveis pelo desenvolvimento da nanoemulsão de cera de carnaúba, explica que a triangulação entre as três instituições envolveu um modelo de negócio diferenciado. A QGP Tanquímica, licenciada para fabricar a solução, assinou um contrato de cooperação com a AgroFresh visando alavancar o produto no mercado nacional e internacional.

"A entrada da AgroFresh está impulsionando a adoção da tecnologia por setores produtivos de países da América Latina, Europa e Ásia, permitindo que um contingente maior seja beneficiado", diz o pesquisador sobre a primeira tecnologia da Embrapa Instrumentação lançada, distribuída e comercializada internacionalmente.

"O processo geral da tecnologia de nano emulsão usada para produção do VitaFresh™ Botanicals - Life Ultra produz uma solução excepcional para manutenção de frescor", acrescentou a gerente de pesquisa e desenvolvimento da QGP Tanquímica,  Marilene Ribeiro.

A AgroFresh é a maior distribuidora comercializadora, nacional e internacional, da nanoemulsão de carnaúba. O CEO da empresa, Clint Lewis, disse ser um prazer unir forças com a empresa brasileira para o lançamento global deste novo recobrimento.

"O Life Ultra é parte importante do portfólio VitaFresh™ Botanicals e continua o compromisso de décadas da AgroFresh com inovação e redução da perda e desperdício de alimentos. Estamos felizes pela forma como esta solução a base de plantas abre oportunidades de negócios ao consumidor da cadeia de alimentos, empacotadores e varejistas". Afirma o CEO.

Entre os fatores que contribuíram para a rápida inserção da tecnologia no mercado estão desenvolvimento sustentável, funcionalidade, facilidade de uso, flexibilidade, inovação, forte conexão com o setor produtivo e segurança. A nanoemulsão mantém as propriedades sensoriais do fruto, reduz a perda de massa e proporciona brilho.

"A internacionalização dessa tecnologia em vários continentes confirma a excelência da pesquisa nacional. Demonstra de forma inequívoca que o investimento em C&T alimenta um ciclo virtuoso de impactos econômicos, sociais e ambientais", lembra o chefe-geral da Embrapa Instrumentação, João de Mendonça Naime.

De acordo com o Balanço Social divulgado essa semana, a Empresa gerou um lucro social de R$ 61,85 bilhões no ano passado. Pode se dizer, assim, que o índice de retorno social é de R$ 17,77 para cada real aplicado na Embrapa.

Ganhos de caráter ambiental e socioeconômico foram decisivos para a alemã Lemon Fresh aplicar o produto em 15% das frutas beneficiadas diariamente. A empresa está revestindo o popular limão Tahiti e exportando para a Europa e Oriente Médio - região da Ásia formada por 15 países -, a partir da Alemanha.

De acordo com diretor comercial, Luís Carlos Rugeri, a expectativa da empresa é utilizar a tecnologia em 100% do fruto, ampliar a participação no mercado europeu e entrar em todo o continente asiático, o mais extenso e populoso do mundo, com quase cinco bilhões de pessoas.

"Observamos que a nanoemulsão reduz a perda de peso da fruta, aumentando em até três vezes a vida útil em armazenagem refrigerada, além de melhorar a qualidade do suco e a coloração", afirma o diretor.

A tecnologia foi desenvolvida em cerca de sete anos de pesquisa, com o suporte técnico e científico do Laboratório Nacional de Nanotecnologia para o Agronegócio (LNNA), sediado na Embrapa Instrumentação e com apoios de órgãos de fomentos. Entre eles, a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), Coordenadoria de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

No Brasil, terceiro maior produtor mundial de frutas, com grande diversidade de espécies cultivadas, os produtores rurais de base empresarial e empresas de beneficiamento pós-colheita de frutos são os principais contemplados pela tecnologia.

 

 

 

*Por: Joana Silva

   SÃO CARLOS/SP - As adversidades causadas pela pandemia do novo Coronavírus em 2020 não impediram que a Embrapa Instrumentação (São Carlos – SP) aumentasse as parcerias com o setor produtivo, focadas em demandas de mercado, viabilizadas com projetos da chamada inovação aberta, que permitem agilizar a obtenção de resultados e soluções tecnológicas.

     Se em 2019 o Centro de Pesquisa firmou três contratos de cooperação técnica-financeira, esse número triplicou em 2020, com nove acordos, cuja duração é de cinco anos. Esses contratos envolvem valores financeiros diretos de R$1,1 milhão captado junto às empresas e R$1,9 milhão aportado pela Embrapa.

     Além dos valores financeiros, existem os recursos indiretos (mão-de-obra, infraestrutura), que atingem R$ 4,6 milhões por parte da Embrapa e R$ 5 milhões pelas empresas parceiras. "É uma relação na qual ambos ganham, pois as empresas parceiras, em sua maioria, são startups, que muitas vezes não dispõem de equipamentos e pessoal. Por outro lado, esses valores vão contribuir para o financiamento de parte de nossa carteira de projetos", explica o chefe adjunto de Pesquisa & Desenvolvimento, José Manoel Marconcini.

     "Vale ressaltar também que esse tipo de projeto começa e termina no setor produtivo (cliente/cidadão/usuário externo) e que, nas parcerias formalizadas, existe o compromisso da empresa com a adoção das soluções tecnológicas a serem geradas, ou seja, a sociedade será impactada pelas inovações que surgirem", argumenta o chefe-geral da Embrapa Instrumentação, João Naime.

Na terra e no ar

     Os contratos de inovação aberta realizados pela Embrapa Instrumentação em 2020 impactam diferentes áreas do agronegócio, desde commodities como algodão e soja, passando pela produção de uvas e vinho, fruticultura, química e fertilidade do solo, automação e inteligência artificial na agricultura, nanotecnologia, entre outros.

     Os temas dos projetos envolvem o desenvolvimento de métodos para análises quantitativas de macro e micronutrientes em tecidos vegetais para serem usados em sistema de laser; sonda multiparâmetros para análise das propriedades físico-químicas do solo; equipamento fotônico portátil para classificação de defeitos em grãos de soja; vitivinicultura de precisão na região Sudeste.

     As parcerias também incluem pesquisas com nanoemulsão de cera de carnaúba com óleo essencial; sensor colorimétrico para rastreamento da qualidade de frutos climatéricos; novas formulações de inoculantes microbianos para tratamento de sementes; diagnósticos precoces de doenças com técnicas fotônicas em sistemas produtivos de algodão e soja em Mato Grosso; além do desenvolvimento de veículos aéreos autônomos ou remotamente controlados para liberação de agentes de controle biológico em campo.

     "É importante observar que o VII Plano Diretor da Embrapa, lançado em novembro de 2020, prevê que até 2023 ocorra um aumento para 40% em relação à participação de projetos de inovação aberta com o setor produtivo na programação de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação da Empresa", explica Débora Milori, chefe adjunta de Transferência de Tecnologia.

     "Mas a Embrapa Instrumentação, atenta à essa sinalização e aos anseios do setor produtivo e da sociedade, já atingiu a expressiva marca de 63,1% em inovação aberta ao final de 2020, dos 38 projetos que o Centro de Pesquisa lidera atualmente. Mais do que uma tendência, é uma realidade a conexão com as empresas de diferentes segmentos, com o objetivo de alavancar, a partir de tecnologias em alto nível, os resultados do agronegócio brasileiro", finaliza Débora Milori.

 

 

*Por: Edilson Fragalle 

Os mais significativos resultados de projetos tecnológicos desenvolvidos no Instituto de Física de São Carlos (IFSC/USP)

 

SÃO CARLOS/SP - A Unidade EMBRAPii do Instituto de Física de São Carlos (IFSC/USP) - primeira unidade Embrapii credenciada na região - irá realizar a partir do dia 27 de novembro, o lançamento dos mais significativos resultados dos projetos tecnológicos mais relevantes desenvolvidos no Instituto, em parceria com cerca de duas dezenas de empresas, cujo foco se centraliza na área da saúde humana, saúde ambiental ou melhoria na produção de alimentos, com grandes benefícios para a sociedade.

Assim, no dia 27 de novembro, às 17h00, será lançado o projeto intitulado “Desenvolvimento de Instrumentação para monitoramento da fermentação do mosto de bebidas por espectroscopia infra-vermelho e da bebida final”, realizado em parceria com a empresa BR Tecnologia em Bebidas Lda.. Nesta apresentação, serão divulgados os resultados do citado projeto e a apresentação de um novo produto que auxiliará as cervejarias de todos os tipos a avaliar a cor e o amargor da cerveja.

O segundo projeto a ser apresentado será lançado no dia 04 de dezembro, às 17h00, subordinado ao tema Desenvolvimento de Processo e Planta para a Síntese Química de Curcumina e Aplicações do Ativo como Fotossensibilizador em Estudos que envolvam Terapia Fotodinâmica”, pela empresa PDT Pharma Indústria e Comércio de Produtos Farmacêuticos Lda..

Todos os eventos serão online e abertos à participação de todos os interessados, com explicações e demonstrações sobre os temas.

A Unidade EMBRAPPii do IFSC/USP tem plena certeza de que as parcerias estabelecidas com os setores empresarial e industrial são as formas mais eficazes de transferir o conhecimento inovador gerado na Universidade diretamente para a sociedade, consolidando, assim, a contribuição da cidade de São Carlos para o desenvolvimento do País.

Para participar nos eventos acima citados, acesse o link.

https://www.youtube.com/sitecepof

Para obter informações adicionais, utilize o email Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

 

(Rui Sintra - IFSC/USP)

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