RIO DE JANEIRO/RJ - Priscila Fantin revela que foi diagnosticada com doença grave durante participação no Dança dos Famosos, na Globo.
Neste último domingo (02/04), Priscila Fantin, 40 anos, revelou, durante uma entrevista concedida à resvista “Contigo”, que viveu momentos conturbados na primeira semana de sua participação no quadro “Dança dos Famosos”, do “Caldeirão com Huck” (Globo). É que, segundo a atriz, ela foi diagnosticada com uma doença grave, mas se apresentou mesmo em meio às dificuldades.
Priscila Fantin expõe diagnostico de doença grave durante participação no “Dança dos famosos”
Fantin declarou que está com paniculite mesentérica, doença inflamatória que atinge o intestino delgado. De acordo com a artista, os primeiros sintomas foram notados após ela sentir dores abdominais, enjoo e dificuldades para se alimentar: “Entre um programa e outro tiveram ensaios, então esse período foi muito complicado para mim, me abalou bastante.“, contou logo a princípio. “Eu me forçava a comer, mas tudo o que eu comia doía. Ficar sem comer doía, beber água doía. Parece que tinha uma perfuração no meu estômago. Era uma dor muito louca que eu nunca tinha experimentado.“, continuou.
“Me consumindo emocionalmente”, desabafa Fantin
Os sintomas da doença dificultaram o progresso de Priscila nos ensaios. Ela relatou que, devido aos incômodos causados pela doença, não conseguia se conectar à energia necessária para a coreografia: “Isso me deixava muito triste.“, disse. “(…) estava me consumindo emocionalmente.“, desabafou na sequência.
Mais
Conforme a atriz também declarou, a causa da enfermidade ainda é desconhecida. Deste modo, ela está passando por um tratamento feito apenas com anti-inflamatório e remédios para a dor.
Lívia Coutinho - PaiPee
SÃO CARLOS/SP - São Carlos registrou mais dois óbitos pela doença no município, totalizando 639 mortes por COVID-19 no município.
Os óbitos registrados são de duas mulheres com comorbidades e vacinadas: uma de 85 anos, internada em UTI desde 15/03/23 e óbito registrado em 25/03/23 e outra de 82 anos, internada em UTI desde 25/03/23 com óbito registrado em 29/03/23.
Foram registrados de 24/03 a 30/03/23 mais 308 exames positivos e 1.637 negativos para COVID-19.
Nenhum paciente está em leito de estabilização das Unidades de Pronto Atendimento (UPAS) neste momento.
SANTIAGO – O Chile detectou seu primeiro caso de gripe aviária em um ser humano, informou o Ministério da Saúde do país na quarta-feira, 29.
O caso foi detectado em um homem de 53 anos que apresentava sintomas graves de gripe, de acordo com comunicado divulgado pelo ministério, mas a condição do paciente era estável.
O governo também está investigando a fonte de contágio, bem como outras pessoas que estiveram em contato com o paciente.
O Chile registrou casos de gripe aviária H5N1 em animais silvestres desde o final do ano passado.
Casos recentes em fazendas industriais levaram o governo a interromper as exportações de aves. Casos industriais também foram detectados na Argentina, mas o Brasil, maior exportador mundial de aves, continua livre do contágio.
Reportagem de Fabian Cambero e Alexander Villegas / REUTERS
SÃO CARLOS/SP - Em 2023 já foram registradas 377 notificações para Dengue, com 66 casos positivos, sendo 47 autóctones e 19 importados. Para Chikungunya foram registradas 14 notificações, com 09 casos descartados, 04 aguardando resultado de exame e 01 positivo (importado). Para Zika foram registradas 07 notificações, com 07 casos descartados. Para Febre Amarela ainda não foi registrada notificação até o momento.
2022 - Em 2022 foram registradas 6.007 notificações, com 2.274 casos positivos de Dengue, sendo 2.147 autóctones e 127 importados com 1 morte registrada. Para Chikungunya foram registradas 56 notificações, com 56 casos descartados. Para Febre Amarela foram registradas 2 notificações com 2 resultados negativos. Para Zika foram registradas 23 notificações, com 23 casos descartados.
2021 - Foram registradas 670 notificações, com 136 casos positivos para a Dengue, sendo 102 autóctones e 34 importados. Para Chikungunya foram registradas 30 notificações, com 30 resultados negativos para a doença. Para Febre Amarela foi registrada 1 notificação, com 1 caso descartado. Para Zika foram registradas 12 notificações, com 12 casos descartados.
2020 - Foram registradas 1.638 notificações para Dengue com 640 casos positivos, 582 autóctones, 58 importados e 1 óbito confirmado. Para Febre Amarela foram registradas 6 notificações, com 6 resultados negativos para a doença. Para Zika foram registradas 7 notificações com 7 resultados negativos. Para Chikungunya foram notificados 2 casos positivos, sendo um importado.
RIO DE JANEIRO/RJ - Nesta última sexta-feira (17/03), José Mayer, 73 anos, voltou a ser internado na Casa de Saúde São José, em Humaitá, zona sul do Rio de Janeiro. O ator veterano apresentou uma piora em seu estado de saúde e deu entrada na unidade para realizar novos exames.
Surto psicótico
José foi diagnosticado com uma doença autoimune grave chamada Granulomatose de Wegener; a condição provoca a inflamação de vasos sanguíneos. Segundo informações divulgadas pelo colunista Léo Dias, do portal “Metrópoles”, ele foi internado com suspeita de um surto psicótico. Supostamente, o ator teria chegado desorientado no centro médico, falando coisas desconexas. Porém, até a publicação desta nota, nada foi confirmado.
Relembre
No início de fevereiro, o famoso foi encaminhado para o CTI (Centro de Tratamento Intensivo) com um sangramento alveolar no pulmão. Felizmente, ele recebeu alta após dez dias no centro hospitalar. E no dia 3 de março, o mesmo voltou ao hospital para realizar a última infusão no tratamento da doença.
Culpando a rede Globo
Em recente conversa com a apresentadora Sonia Abrão, no programa “A Tarde é Sua”, da Rede TV!, Mayer sugeriu que o problema de saúde foi causado pela denúncia de assédio movida contra ele nos bastidores da Globo, em 2017: “O que eu tive (…) doença autoimune que surgiu em mim por ocasião daqueles nefastos acontecimento de 2017.“, disparou.
Inclusive, na noite de quinta-feira (16/03), Zé se revoltou ao descobrir que Christiane Torloni foi cortada por Patrícia Poeta no programa “Encontro” ao tentar mandar um recado para ele durante o programa. O veterano se referiu à Globo como “empresa nefasta“.
Lívia Coutinho / PaiPee
BRASÍLIA/DF - Em média, 265 brasileiros são internados diariamente no Sistema Único de Saúde (SUS) por complicações graves relacionadas ao câncer de intestino, também conhecido como câncer colorretal. O número, identificado ao longo de 2022, atingiu o maior patamar da década, conforme levantamento da Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva, da Sociedade Brasileira de Coloproctologia e da Federação Brasileira de Gastroenterologia (FBG).

De acordo com as entidades, os registros de internação trazem números alarmantes: 768.663 hospitalizações só no SUS para o tratamento da doença entre 2013 e 2022. Já os dados de mortalidade decorrentes desse tipo de câncer indicam que, somente em 2021, foram registrados 19.924 óbitos. Os casos aumentam, em média, cerca de 5% a cada ano, sendo que houve crescimento de 40% em relação aos casos registrados em 2012 (14.270).
O Instituto Nacional do Câncer (Inca) projeta em 45.630 o número de novos casos de câncer de intestino no Brasil para o triênio de 2023 a 2025. Se tais projeções se confirmarem, de acordo com as entidades, a doença alcançará contingente superior a 136 mil pessoas no país. Segundo o Inca, o risco estimado é de 21,10 casos por 100 mil habitantes, sendo 21.970 entre homens e 23.660 entre mulheres.
“Apesar de pouco discutida, a doença – que atinge o reto e intestino – já ocupa lugar de destaque entre as neoplasias mais letais para homens e mulheres no Brasil”, alertam as associações médicas. O diagnóstico de câncer colorretal, entretanto, não é sentença de morte Se não for bem tratado, pode, de fato, ter consequências sérias para o bem-estar do paciente. Mas, quanto mais cedo for descoberto, maior a possibilidade de intervenção e cura.
A orientação é que, a partir dos 45 anos, todos devem procurar um médico para avaliar a saúde do intestino. Cerca de 90% dos casos de câncer de intestino têm origem a partir de um pólipo, tipo de lesão na mucosa do intestino que pode se transformar em câncer. Em uma colonoscopia, por exemplo, esses pólipos podem ser retirados, prevenindo a doença. Em casos de histórico de família, é importante que a avaliação seja feita antes mesmo dos 45 anos.
Outro alerta é que pessoas com doenças inflamatórias intestinais, como retocolite ulcerativa e doença de Crohn, têm risco aumentado para o câncer de intestino. Parte desses pacientes pode não apresentar qualquer tipo de sintoma nas fases iniciais da doença – daí a importância dos exames diagnósticos.
Apesar da pandemia de covid-19 - período em que baixou o número de internações decorrentes de outras doenças - 2022 registrou aumento nas hospitalizações para tratamento de câncer de intestino em 21 estados brasileiros. O maior aumento proporcional aconteceu em Mato Grosso, onde a quantidade de internações passou de 917 em 2020 para 1.385 em 2022 – um salto de 51%.
Ao longo da série histórica, em valores absolutos São Paulo aparece como o estado com mais registros: 178.355 hospitalizações. Na segunda posição figura o Paraná, com 108.296 ocorrências. Logo depois, aparecem Minas Gerais (105.441 casos), Rio Grande do Sul (78.140 casos) e Santa Catarina (48.995 casos).
Ao logo de todo este mês, as associações médicas envolvidas no levantamento divulgam uma campanha nacional de conscientização e prevenção do câncer de intestino chamada Março Azul. Em 2023, com o slogan "Saúde é prevenção. Cuide de você, evite o câncer de intestino", os especialistas chamam a atenção dos brasileiros sobre a necessidade de conjugar prevenção, diagnóstico e tratamento precoces.
A proposta é investir em ações de prevenção e evitar que pacientes precisem ser internados. A campanha destaca que existem métodos diagnósticos de menor complexidade e que podem ser oferecidos de forma sistematizada pelo SUS para rastrear pacientes mais propensos a desenvolver a doença. Quando alterações no reto e no intestino são diagnosticadas em estágios iniciais, há possibilidade de intervir precocemente e prevenir uma evolução desfavorável.
Por apresentar poucos sinais em estágios iniciais, o câncer de intestino deve ser rastreado periodicamente em homens e mulheres, a partir dos 45 anos de idade. Essa investigação acontece, basicamente, por meio da realização de dois exames: a pesquisa de sangue oculto nas fezes e a colonoscopia.
Como formas de prevenir o surgimento de novos casos, as entidades alertam para o combate ao tabagismo, ao alcoolismo, ao sedentarismo, ao consumo excessivo de carnes vermelhas e a dietas pobre em fibras. Todos os fatores são considerados de risco para o desenvolvimento do câncer colorretal. Mais informações podem ser obtidas no site da campanha .
Por Paula Laboissière – Repórter da Agência Brasil
EUA - Mais de 300 pessoas foram atingidas por uma doença misteriosa em uma viagem de navio de cruzeiro do Texas, nos EUA, ao México e vice-versa, disseram os Centros dos EUA para Controle e Prevenção de Doenças na quarta-feira,08.
Pelo menos 284 passageiros e 34 tripulantes adoeceram com vômitos e diarreia a bordo do Ruby Princess da Princess Cruises entre 26 de fevereiro e 5 de março, de acordo com o CDC, que está investigando o surto.
O CDC enviou uma equipe de epidemiologistas para investigar o possível vírus que se espalhou pelo navio depois que ele atracou em Galveston, Texas, em 5 de março, informou o Houston Chronicle.
Mas as autoridades de saúde ainda precisam determinar o que causou a doença em massa.
Funcionários de navios de cruzeiro tentaram lidar com o surto aumentando a limpeza e desinfecção e alterando os passageiros para o surto, de acordo com o CDC.
Eles também coletaram amostras de fezes de pessoas doentes e as enviaram ao CDC para tentar identificar a causa da doença.
Uma porta-voz da Princess Cruises disse que a doença provavelmente se deveu a um norovírus altamente contagioso, às vezes apelidado de “vírus do navio de cruzeiro ”, informou a CBS News .
Havia um total de 2.881 passageiros a bordo do navio e cerca de 10% estavam infectados.
Não ficou claro se alguém havia sido hospitalizado.
Diego Sousa / ISTOÉ DINHEIRO
SÃO CARLOS/SP - A Associação Brasileira de Alzheimer – ABRAz, sub-regional de São Carlos em parceria com a Fundação Educacional de São Carlos (FESC), promoveu na noite da última quinta-feira (23/02) no campus da Vila Nery, a palestra “Porque a alimentação saudável é preventiva ao Alzheimer”, ministrada pelo médico clinico geral, Dr. Alan Galli.
Galli, alertou sobre a importância da alimentação na prevenção de demências e doenças cardio e cerebrovasculares orientando acerca da necessidade do consumo diário de frutas, especialmente as vermelhas, hortaliças verde escuras, azeite, peixes, grãos integrais (dieta mediterrânea), bem como a prática regular de atividade física para uma vida mais saudável e distante das doenças crônicas e demências.
A doença de Alzheimer é uma doença neurodegenerativa, progressiva e irreversível, caracterizada por alterações cognitivas e comportamentais. Como sintoma inicial observa-se o declínio da memória, sobretudo para fatos recentes e desorientação espacial. As manifestações da doença ocorrem de maneira insidiosa com piora lenta e progressiva.
O diretor presidente da FESC, Eduardo Cotrim, agradeceu a ABRAz pela parceria com a FESC e destacou que essa é “ mais uma ação da FESC com o objetivo de orientar os alunos e a população em geral sobre os cuidados com a saúde física e mental e na prevenção de doenças e promoção de saúde”.
SÃO PAULO/SP - A cantora, compositora, escritora e ativista brasileira, Rita Lee, 75 anos, foi internada hoje (24) no Hospital Albert Einstein, em São Paulo. A informação foi confirmada pelo hospital, que não forneceu detalhes sobre o estado de saúde da cantora.

Nas redes sociais, a família de Rita Lee divulgou uma nota sobre a internação. “Como qualquer pessoa que passou ou que passa por tratamento oncológico, internações para exames e avaliações podem ser necessárias. A família agradece o carinho, certa do respeito à privacidade, como estabelecido desde o início”.
Em maio de 2021, durante um check-up no Hospital Albert Einstein, a cantora foi diagnosticada com um tumor primário no pulmão esquerdo e teve que se submeter a um tratamento com imunoterapia e radioterapia.
BRASÍLIA/DF - O Ministério da Agricultura investiga um caso suspeito de vaca louca em um animal de sete anos que estava em uma fazenda no Pará. Ao Estadão, o ministro Carlos Fávaro afirmou que um laboratório de Pernambuco e outro do Canadá estão analisando o caso e o resultado da análise deve sair até quarta-feira, 22.
“A suspeita já foi submetida a análise laboratorial para a confirmação ou não e, a partir do resultado, serão aplicadas imediatamente as ações cabíveis”, informou a pasta em um comunicado publicado nesta segunda-feira, 20.
O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, disse que a Vigilância Sanitária do Pará “rapidamente comunicou” à sua pasta. Segundo ele, o animal “não era de confinamento”, foi abatido e a fazenda está isolada.
“Se confirmar, todos os procedimentos foram rigorosamente cumpridos”, afirmou. “Estamos tranquilos com os procedimentos tomados.”
Fávaro disse que enviou a amostra para o Canadá para adiantar a análise. Se houver confirmação, declarou, as exportações terão de ser suspensas “para que sejam verificados todos os protocolos”.
“Caso se confirme, a gente toma as providências de acordo com as regras estabelecidas”, declarou.
A Encefalopatia Espongiforme Bovina (EEB), conhecida popularmente como o “mal da vaca louca”, ficou famosa mundialmente após um surto na Grã-Bretanha durante os anos 1990, que provocou a suspensão do consumo de carne bovina no país.
A doença acomete o cérebro de bovinos, bubalinos, ovinos e caprinos. A enfermidade pode ser transmitida por meio da ingestão de carne contaminada e pode, inclusive, levar seres humanos à morte. Por isso, existe um controle sanitário muito rígido para prevenir e controlar os casos relacionados à patologia.
Além do consumo de carne contaminada, considerado “casos típicos”, o mal pode ser gerado espontaneamente em animais velhos, chamados “casos atípicos”. No segundo caso, a doença gera menos preocupação, pois geralmente a ocorrência é isolada e independente. No caso suspeito, no Pará, como a vaca já tinha 7 anos, é possível que a doença tenha se originado na natureza.
Risco insignificante
O Brasil é considerado território de risco insignificante para a ocorrência da EEB, de acordo com classificação da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE). Nas últimas décadas, o País registrou apenas alguns casos isolados da doença, que foram devidamente controlados e eliminados.
Os últimos casos de vaca louca registrados no Brasil ocorreram em 2021, em Minas Gerais e no Mato Grosso. Na ocasião, os casos também foram atípicos, mas a China, maior comprador de carne do Brasil, suspendeu a compra de carne bovina brasileira por três meses, de setembro a dezembro daquele ano.
por Julia Affonso / ESTADÃO
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