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Radio Sanca Web TV - Quarta, 26 Agosto 2026

EUA - Um familiar, Brad Ireland, cuja ex-mulher e dois filhos estavam entre os mortos, identificou o atirador como Alan Smith, de 44 anos.

Os pais de Smith, que também morreram, haviam pedido que ele se mudasse semanas antes, mas ele voltou no domingo e abriu fogo, disse Ireland.

As vítimas pertenciam a quatro gerações da família, desde uma bisavó de 90 anos que usava cadeira de rodas até uma menina de 7 anos, de acordo com Jennifer Mercer, vizinha e amiga da família que criou uma campanha online para arrecadar dinheiro para ajudar a cobrir os custos do funeral e outras despesas.

A polícia foi chamada à residência na noite de domingo e ouviu tiros vindos dos fundos da casa, pouco antes de o imóvel ser completamente consumido pelas chamas.

Os investigadores confirmaram na terça-feira que houve oito vítimas, incluindo quatro crianças, e que o suspeito atirou contra si mesmo e morreu posteriormente.

A investigação foi dificultada pelas preocupações com a integridade estrutural da casa, depois que o incêndio a reduziu a escombros, disse Jeff Stovall, porta-voz do Departamento de Polícia de Billings.

Os bombeiros combateram o incêndio até a madrugada de segunda-feira, de acordo com o chefe do Corpo de Bombeiros de Billings, Matt Hoppel.

Entre os mortos estavam a ex-mulher de Brad Ireland, Megan Ghekiere, e os dois filhos, Owen Ireland, de 13 anos, e Chloe Ireland, de 7. Também morreram os dois enteados de Ghekiere com o atual marido: Landon Ghekiere, de 15 anos, e Charlotte Ghekiere, de 12.

"A única coisa que sabemos é que Charlotte foi a heroína", disse Jennifer Mercer. "Charlotte ligou para o 112 e tentou salvar a família", acrescentou.

A família Smith era originária da região de Seattle, no noroeste dos Estados Unidos, e os pais de Alan Smith, Dana e Barb Smith, mudaram-se para Billings depois que Megan Ghekiere comprou uma casa na região.

Alan Smith mudou-se para a casa dos pais em Montana e ficou com eles durante anos, antes de ser convidado a sair algumas semanas atrás, disse Brad Ireland.

O suspeito voltou inesperadamente para a casa no domingo à noite, onde a família estava reunida para o habitual jantar semanal.

Alan Smith matou a avó, os pais, a irmã mais nova e os quatro filhos antes de incendiar a casa, disse Ireland. O suspeito tentou fugir antes de ser confrontado pela polícia, acrescentou.

"Havia muitos sinais de preocupação e muitas pessoas alertaram" as autoridades, disse Ireland, que mora no Arizona, no sudoeste dos Estados Unidos. "Ninguém prestou atenção", lamentou.

Ireland descreveu Alan Smith como um "eremita" que passava a maior parte dos dias no quarto, em frente a um computador. "Ninguém sabia o que ele fazia lá dentro 24 horas por dia, sete dias por semana", disse.

 

 

NOTÍCIAS AO MINUTO

Publicado em Policial

IRÃ - O governo do Irã anunciou nesta quarta-feira (26) ter chegado a um acordo com Omã para controlar o estreito de Hormuz, a estratégica via marítima por onde passava um quinto da produção mundial de petróleo e gás natural liquefeito antes da atual guerra no Oriente Médio.

Segundo o vice-chanceler Kazem Gharibabadi, o estreito permanecerá obstruído até que os detalhes do arranjo sejam finalizados, o que não ocorreu ainda. "A rota acertada é temporária", afirmou à TV estatal iraniana após discussões com autoridades omanis em Teerã.

Adicionando dúvida sobre o anúncio, segundo a Guarda Revolucionária a medida só irá ser implementada quando os EUA concordarem com seus termos. "Nessas negociações, acordos foram alcançados acerca da fatia do Irã e de Omã nas águas e nas suas receitas", disse o porta-voz Hossein Mohebbi à mídia estatal.

Os Estados Unidos, que iniciaram a guerra ora congelada ao lado de Israel em 28 de fevereiro, já disseram se opor a qualquer solução para Hormuz que não passe por seu controle.

Na semana passada, o presidente Donald Trump chegou a ameaçar bombardear Omã, um aliado americano, se a negociação com a teocracia prosperasse. Antes da guerra, o sultanato agia como principal mediador de conversas entre os rivais, e no conflito foi alvejado até aqui 70 vezes pela teocracia.

Os detalhes do acordo são incertos. Antes da guerra, o tráfego marítimo na região era livre, passando por um corredor com três faixas de 3 km de largura cada: uma de entrada, outra de saída e a terceira, para separação.

O estreito tem uma largura mínima de 39 km entre a costa de Omã, ao sul, e a do Irã, ao norte. Não há águas internacionais nele, apenas o encontro dos limites territoriais dos dois países. Parte da região foi minada pelo Irã, embora Trump tenha dito que já removeu o perigo.

Com a guerra, o Irã buscou asseverar controle da região ameaçando e atacando petroleiros e outros navios. Deu certo: o trânsito caiu de até 140 embarcações diárias para um volume mínimo, com momentos de aumento durante as instáveis tréguas do conflito.

Em fevereiro, a média móvel de sete dias, uma conta que harmoniza eventuais picos ou disrupções, era de 95 navios. Na terça (25), segundo o monitor MarineTraffic, foram apenas 5, todos passando pelo corredor autorizado pelas águas iranianas, que pressupõe pagamento de pedágio.

Pelo que disse o porta-voz da Guarda, há a previsão de uma taxa sobre cargas transitadas, a exemplo do que o Egito cobra por controlar ambas as margens do vital canal de Suez, que liga o mar Vermelho ao Mediterrâneo, caminho mais curto ligando as exportações da China à Europa. Nenhum valor foi divulgado.

A disrupção afetou cadeias logísticas, com cerca de 6.000 marinheiros em navios fundeados no Golfo Pérsico desde então, e o preço do petróleo hoje está 20% acima do valor cobrado em fevereiro, com impacto em dominó sobre várias economias.

Segundo Gharibabadi, o corredor temporário terá ao todo 11,3 km de largura e terá entrada e saída por águas territoriais do Irã.

No início de julho, quando Trump declarou a trégua de 60 dias assinada em 17 de junho com o Irã morta e reiniciou ataques, os americanos impuseram um novo bloqueio naval aos portos do rival. Ele está sendo efetivo, embora haja muito trânsito de navios sem instrumentos de localização ligados, o que impede uma mensuração clara do tráfego.

O anúncio do Irã, que ainda não foi comentado pelo governo de Omã, ocorreu um dia depois de os EUA anunciarem sanções a 60 indivíduos e empresas ligadas à teocracia, e ameaçar punições secundárias a países que fazem negócios com Teerã.

A ameaça envolve principalmente a China, caso seja levada adiante. Pequim comprava quase 90% do petróleo iraniano antes do conflito, usando empresas de terceiros países, como a Malásia, para driblar o risco de sanções. O Brasil tem um comércio, ainda que de irrisórios US$ 3 bilhões quase todos em seu favor no ano passado, com Teerã.

Nesta quarta, o presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, disse que "os EUA não vão conseguir nada com pressão econômica a essa altura, assim como foram incapazes de alcançar qualquer coisa com a guerra", afirmou à agência Isna.

O Irã vive sob sanções ocidentais desde a Revolução Islâmica que tornou o país um regime teocrático, em 1979.

Em 2015, um acordo com EUA e outras potências levantou as punições em troca da promessa de que Teerã não buscaria a bomba atômica, mas a desconfiança de Trump sobre o arranjo o fez deixá-lo em 2018.

A anunciada guerra econômica de Trump para asfixiar o regime, portanto, é de efeito duvidoso até aqui.

A grande degradação das capacidades militares iranianas, em especial na primeira fase da guerra, que teve a participação de Israel, não tirou de Teerã o controle de Hormuz ou impediu o país de atacar seus vizinhos aliados dos EUA em retaliação.

Trump desistiu de continuar com ataques, segundo relatos da mídia americana, porque suas Forças Armadas consideraram que eles estavam sendo ineficazes ao serem realizados de forma pontual.

Na terça, o secretário de Defesa, Pete Hegseth, disse, contudo, que os EUA não descartam voltar a uma guerra total para reabrir Hormuz sob suas condições e obrigar o Irã a desmantelar seu programa nuclear militar.

Por ora, Trump ganha tempo. A guerra é impopular nos EUA e seu Partido Republicano poderá perder o controle das duas Casas do Congresso na eleição de meio de mandato em novembro.

 

 

por Folhapress

Publicado em Política

NEPAL - Pelo menos 16 pessoas morreram e centenas, incluindo 105 indianos, estão desaparecidas após uma inundação repentina no rio Bhote Koshi, no Nepal, nesta quarta-feira. A enchente foi causada por uma avalanche de gelo e rochas.

A água da enchente veio do lado tibetano da fronteira, causando grandes danos e destruindo diversas aldeias no Nepal, segundo relatos da imprensa nepalesa.

As imagens mostram casas e edifícios parcialmente submersos.

"Não sabemos exatamente a extensão dos danos, mas a inundação foi grande e pode ter afetado muitos assentamentos", disse à AFP o porta-voz da polícia do Nepal, Abi Narayan Kafle.

"Alertamos as pessoas que estão hospedadas perto das margens do rio para que se mudassem... e mobilizamos todos os nossos recursos", afirmou.

Segundo o Conselho de Turismo do Nepal, pelo menos 384 pessoas — incluindo 291 turistas de países como Índia, Estados Unidos, Reino Unido e Malásia e 93 cidadãos nepaleses — estão desaparecidas na área afetada pelas inundações. Entre os estrangeiros, 105 são cidadãos indianos, informaram as autoridades.

A autoridade acrescentou que pelo menos 26 policiais nepaleses continuam desaparecidos no distrito de Rasuwa.

O Exército do Nepal já mobilizou helicópteros e equipes de resposta a desastres para a região afetada. "O trabalho de levantamento dos danos está em andamento", afirmou em comunicado.

As operações de busca estão em andamento nos dois lados da fronteira entre o Tibete e o Nepal.

O transbordamento do rio Bhotekoshi ocorreu por volta das 9h (4h15 em Lisboa) e destruiu várias aldeias, estradas e projetos hidrelétricos.

As autoridades emitiram alertas para os moradores de vários distritos nepaleses, pedindo que se mantenham afastados das margens dos rios Bhotekoshi, Trishuli e Narayani.

"Pedimos apoio tanto à Índia quanto à China para ajudar nos trabalhos de resgate", declarou o porta-voz do governo nepalês, Sasmit Pokharel.

A polícia divulgou nas redes sociais imagens impressionantes de uma enorme onda percorrendo um vale no distrito de Rasuwa e arrastando vários edifícios.

O primeiro-ministro nepalês, Balendra Shah, convocou uma reunião de emergência da Autoridade Nacional de Gestão de Desastres.

As inundações afetaram uma das principais passagens terrestres entre o Nepal e a China, além de uma rota utilizada por peregrinos e turistas que viajam para o Tibete, informou a agência de notícias espanhola EFE.

Uma corrente de lama também causou na China "várias vítimas e desaparecidos no posto fronteiriço de Gyirong", na região do Tibete, no noroeste do país, informou a agência de notícias chinesa Xinhua.

Imagens divulgadas pela televisão pública chinesa CCTV mostram águas turbulentas arrastando galhos e detritos, além de uma estrada inundada.

As autoridades chinesas ainda não divulgaram um balanço do número de vítimas.

"A prioridade absoluta é mobilizar todos os meios para procurar e resgatar as pessoas desaparecidas, retirar e realocar os moradores em perigo, prestar atendimento médico rápido aos feridos e reduzir ao máximo o número de vítimas", afirmou o presidente chinês, Xi Jinping, citado pela Xinhua.

Xi costuma se pronunciar após catástrofes apenas quando o número de vítimas é elevado, segundo a AFP.

O distrito nepalês de Rasuwa já havia sofrido inundações semelhantes em agosto de 2025, quando um lago glacial no vizinho Tibete transbordou devido às altas temperaturas na região montanhosa e causou nove mortes.

Cientistas do Centro Internacional para o Desenvolvimento Integrado da Montanha (ICIMOD), de Katmandu, admitiram que o desastre de hoje provavelmente foi provocado por uma avalanche vinda de uma geleira.

De acordo com o centro de pesquisa, o rio Lhende Khola, um afluente do Bhotekoshi, atingiu o nível máximo de inundação durante a manhã.

"O Lhende Khola foi atingido por inundações duas vezes em 14 meses, desta vez devido a uma avalanche de gelo e rochas vinda de uma geleira (...), que bloqueou o curso do rio e liberou uma onda repentina de água", disse Saswata Sanyal, especialista da organização.

"Em uma região do Himalaia que está esquentando, o alerta precoce é a primeira linha de adaptação", acrescentou.

O cientista Qianggong Zhang, da mesma organização, alertou que a obstrução causada pela avalanche no rio permaneceu e "pode, portanto, ocorrer uma segunda inundação".

A região do Himalaia é particularmente vulnerável a chuvas intensas, inundações e deslizamentos de terra por estar esquentando em um ritmo mais acelerado do que o restante do planeta devido às mudanças climáticas causadas pela ação humana.

Estudos divulgados neste ano pelo grupo de pesquisa de Katmandu revelaram que as geleiras da região do Hindu Kush e do Himalaia estão derretendo em ritmo acelerado, com a taxa de perda de gelo tendo dobrado desde 2000.

 

 

NOTÍCIAS AO MINUTO

Publicado em Meio Ambiente

BRASÍLIA/DF - O presidenciável pelo PSD, Ronaldo Caiado, afirmou nesta quarta-feira (26) não saber se o 8 de Janeiro foi tentativa de golpe no Brasil. O candidato disse que o caso "é questão de interpretação" e relativizou ações golpistas ligadas ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), a quem tem prometido uma anistia.

"Eu não sei. Eu não estava lá dentro. Eu não estava convivendo lá dentro", afirmou Caiado ao ser questionado por jornalistas se a tentativa de golpe de Estado ocorreu.

A fala se deu durante sabatina promovida pelo jornal O Globo, Valor e CBN como parte de série com os presidenciáveis nas eleições de 2026.

Perguntado mais uma vez, o político afirmou que classificar o ato como golpe ou não era "questão de interpretação". Ele também relativizou os atos ocorridos sob Jair Bolsonaro, em prisão domiciliar depois que o STF (Supremo Tribunal Federal) entendeu que o ex-presidente liderou a trama golpista.

Caiado também colocou em dúvida a ação do governo Lula (PT) diante do 8 de Janeiro. Em movimento comum entre bolsonaristas, ele insinuou que o presidente teria demorado para agir diante dos ataques. O presidenciável pelo PSD também afirmou que vê golpe "com Forças Armadas" e citou ações do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) para questionar se elas também não seriam atentados golpístas.

"Eu vou anistiar todo mundo e ninguém vai falar nesse assunto mais", afirmou na sabatina. O político também negou que o STF possa declarar uma eventual anistia dada por ele como inconstitucional, embora a corte possa fazê-lo, se provocada.

"Eu tenho autoridade popular de ter chegado e não ter omitido isso [que daria uma anistia]. Isso não faz parte de uma caixa preta de campanha", justificou.

Na sabatina, Caiado também falou que o presidenciável Flávio Bolsonaro não explicar gastos relacionados ao filme "Dark Horse", sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro, é "desrespeitar a inteligência do povo brasileiro".

Ele disse ter dado a Flávio "direito de defesa" e não ter feito um pré-julgamento no caso sobre a negociação de dinheiro com Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master. Afirmou, entretanto, que Flávio não se explicou e falou em "página virada" sem dar detalhes.

"É desrespeitar a inteligência do povo brasileiro [dizer que caso Dark Horse é página virada]. Você não tem o direito de ser um candidato à Presidência da República e se negar a dar esclarecimentos nos quais você está envolvido nele. Você tem que esclarecer para o seu eleitor e para o cargo que você vai assumir", afirmou.

Ainda na sabatina, ele sinalizou que uma reforma da previdência não seria prioridade em seu governo. "A reforma da previdência será tratada no momento em que nós, primeiro, limparmos a casa. No primeiro momento, eu não vou penalizar aposentado nem trabalhador", disse.

O político tem afirmado que pretende reduzir as despesas públicas, atrelando-as, no máximo, a 50% do PIB (Produto Interno Bruto), corrigida a inflação. Questionado por jornalistas como pretende diminuir as despesas, o goiano não tem detalhado o plano.

Segundo ele, por não ter chegado ainda à Presidência, não consegue "examinar o paciente" para saber as medidas efetivas que vai tomar.

As sabatinas foram abertas na terça-feira (25) com o candidato do Novo, Romeu Zema. Na quinta-feira (27), recebe Renan Santos (Missão), seguido, na sexta-feira (28), por Augusto Cury (Avante). O presidente Lula (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) também foram convidados, mas não aceitaram o convite, segundo os organizadores.

 

 

por Folhapress

Publicado em Política

SÃO PAULO/SP - "Homem-Aranha: Um Novo Dia" se tornou o filme live-action de maior bilheteria da história no Brasil. A produção ultrapassou a marca de "Vingadores: Ultimato", de 2019, que havia arrecadado mais de R$ 338 milhões no país.

O novo filme de "Homem-Aranha" já soma mais de R$ 344 milhões em bilheteria e foi visto por mais de 15 milhões de espectadores no Brasil, de acordo com dados da consultoria Filme B. O longa também tem a maior bilheteria da história da Sony no país.

A produção da Marvel já havia se tornado a segunda maior estreia da história do Brasil, atrás apenas de "Vingadores: Ultimato". Mundialmente, o filme também segue entre as dez maiores bilheterias do cinema, com US$ 2,22 bilhões acumulados, ou aproximadamente R$ 11,41 bilhões.

Dirigido por Destin Daniel Cretton, "Um Novo Dia" tem Tom Holland e Zendaya nos papéis principais. O elenco inclui ainda Sadie Sink, Jacob Batalon, Jon Bernthal, Tramell Tillman, Michael Mando e Mark Ruffalo.

"Um Novo Dia" mostra como Peter Parker, isolado, se torna aos poucos um homem agressivo e entregue aos poderes de aranha. A identidade da antagonista, interpretada por Sadie Sink, vinha sendo mantida em segredo até a estreia do filme, o que gerou curiosidade nos fãs.

 

 

por Folhapress

Publicado em TV

Núcleo Multissetorial de Empreendedores palestra sobre gestão financeira em 1º/9; presidente da entidade, Sandra Brandani, fala sobre negócios sustentáveis

 

RIBEIRÃO PRETO/SP - A Associação Comercial e Industrial de Ribeirão Preto (Acirp), apoiadora de longa data da Feira Internacional do Livro da cidade, vai estar presente em dois eventos da programação deste ano - a FIL 2026 acontece de 30 de agosto a 5 de setembro em espaços diversos da região Central.
No dia 3, a presidente da entidade, Sandra Brandani Picinato, é painelista convidada do bate-papo “Diálogo entre gerações: quais os caminhos para um futuro mais sustentável? Como as empresas podem colaborar mais?”
O encontro reúne representantes de diferentes setores para discutir práticas de sustentabilidade, responsabilidade social e os desafios para a construção de um futuro ambientalmente equilibrado.
“A FIL não é só cultura. Ela é desenvolvimento. Um evento desse porte estimula diversos tipos de negócios e traz vida para nosso Centro. Participar deste encontro permite à Acirp apresentar o quanto acredita nessa ideia e no debate com as novas gerações”, afirma Brandani.
A presidente destaca ainda a importância da agenda ESG para entidade que apoia e promove diversas ações e projetos ligados ao empreendedorismo sustentável, como a compostagem de grandes geradores de resíduos lançado este ano em parceria com Bares e Restaurantes, e a participação em conselhos municipais como os de segurança alimentar e o de patrimônio. O encontro acontece na Biblioteca Sinhá Junqueira, às 17h, e a entrada é livre. 

Programa Empreender na FIL
O Núcleo Multissetorial de Empreendedores (Simples Empreender), do Programa Empreender da Acirp, também levam conhecimento aos empreendedores que passarem pela 25ª FIL. Os grupos empresariais promovem no dia 1º/9, às 9h, no Calçadão, a palestra “Gestão Financeira: de iniciantes a grandes empreendedores.”

A atividade é gratuita e aborda os principais pilares da gestão financeira que todo empreendedor precisa dominar para iniciar e desenvolver um negócio com consistência.

SERVIÇO

Acirp na 25ª Feira Internacional do Livro de Ribeirão Preto – FIL

1) Bate-papo “Diálogo entre gerações: quais os caminhos para um futuro mais sustentável? Como as empresas podem colaborar mais?”
Quando:  3 de setembro, às 17h
Onde: Biblioteca Sinhá Junqueira – Auditório
Participação: Sandra Brandani Picinato, presidente da Acirp
Realização: Feira Internacional do Livro de Ribeirão Preto (FIL)

2) Palestra “Gestão Financeira: de iniciantes a grandes empreendedores”
Quando: 1 de setembro, às 9hrs
Onde: Calçadão do Centro – Ribeirão Preto (SP)
Realização: Núcleo Multissetorial de Empreendedores (Simples Empreender), do Programa Empreender da Acirp

Publicado em Ribeirão Preto

CHINA - A China é o maior parceiro comercial do Irã e o principal comprador do petróleo iraniano, recebendo mais de 80% das exportações de petróleo bruto do país, embora grande parte seja realizada por canais indiretos.

O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, anunciou na segunda-feira a operação "Economic Outcast" (Pária Econômico), destinada a intensificar a pressão sobre as ligações financeiras do Irã em todo o mundo, mas evitou detalhar possíveis medidas contra Pequim.

Isso acontece em um momento em que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, se prepara para receber o presidente chinês, Xi Jinping, em setembro, em um encontro destinado a preservar a frágil trégua comercial entre as duas maiores economias do mundo.

"O anúncio foi muito cuidadoso ao evitar detalhes [sobre medidas contra a China], que poderiam ter provocado perturbações na cúpula", afirmou Edgard Kagan, especialista em China do Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais, citado pela agência de notícias Associated Press.

Segundo Kagan, Washington terá de determinar até que ponto pode pressionar Pequim a reduzir as relações econômicas com Teerã sem fazer com que as autoridades chinesas considerem as exigências americanas inaceitáveis.

Em resposta à iniciativa dos Estados Unidos, o Ministério das Relações Exteriores da China afirmou que a cooperação com o Irã sempre ocorreu "no âmbito do direito internacional".

"A cooperação entre a China e o Irã não deve ser perturbada nem prejudicada", afirmou o porta-voz da diplomacia chinesa, Lin Jian, reiterando a oposição de Pequim a "sanções unilaterais ilegais".

Kagan antecipou que Pequim procurará fazer o mínimo necessário para evitar um confronto direto com Washington, lembrando práticas como transferências de petróleo entre navios, que dificultam a identificação da origem do petróleo bruto e permitem contornar sanções.

A diretora do programa para a China do grupo de reflexão Stimson Center, Sun Yun, considerou que Pequim não apoiará a campanha caso o objetivo de Washington seja destruir a economia iraniana e provocar o colapso do regime.

Mas, se a intenção for pressionar Teerã a fazer concessões sobre o Estreito de Ormuz e pôr fim ao conflito, "a China pode e vai demonstrar cooperação sem precisar cortar completamente as relações com o Irã", afirmou, apontando uma eventual redução das importações de petróleo como exemplo.

Com a cúpula Trump-Xi a poucas semanas de distância, "nenhum dos lados deseja uma grande escalada bilateral neste momento", acrescentou.

Até agora, o governo Trump evitou sancionar grandes empresas ou bancos chineses ligados ao sistema financeiro americano.

O Departamento do Tesouro anunciou na segunda-feira sanções contra quase 60 entidades ligadas ao Irã, incluindo indivíduos e empresas na China continental e em Hong Kong acusados de apoiar os programas nuclear e de mísseis de Teerã.

Washington também sancionou um petroleiro de propriedade chinesa, acusado de transportar milhões de barris de petróleo iraniano para a China, e uma empresa de Hong Kong supostamente envolvida na chamada "frota fantasma", utilizada para exportar petróleo bruto iraniano.

A visita também poderá preparar o terreno para Trump viajar à China em novembro, por ocasião da cúpula de líderes do Fórum de Cooperação Econômica Ásia-Pacífico.

 

 

NOTÍCIAS AO MINUTO

Publicado em Economia

Evento reúne comunidade cristã em caminhada de fé, paz e união, com concentração no Parque Infantil e encerramento atrás do Teatro Municipal; atividade conta com apoio da Prefeitura

 

ARARAQUARA/SP - Araraquara recebe neste sábado (29) a tradicional Marcha para Jesus, evento anual que reúne igrejas cristãs e fiéis em uma manifestação pública de fé, louvor e oração. A atividade conta com o apoio da Prefeitura e integra o calendário oficial de eventos do município desde 2016.

A programação terá início às 13h, com concentração no Parque Infantil, no Centro. Às 14h, os participantes darão início à caminhada, que seguirá até a área localizada atrás do Teatro Municipal, no Jardim Primavera. A chegada está prevista para as 16h, quando serão realizados momentos de celebração. O encerramento deve acontecer por volta das 17h30. 

Tradicionalmente realizada em diferentes cidades do país, a Marcha para Jesus busca promover a integração entre as comunidades cristãs e levar às ruas mensagens de paz, esperança e união. A data passou a integrar o calendário oficial brasileiro em 2009.

A participação é gratuita e aberta ao público. Em 2025, a Marcha para Jesus reuniu cerca de 1.800 fiéis em Araraquara. Para este ano, a expectativa é de que aproximadamente 2.500 participantes acompanhem o evento.

SERVIÇO

Marcha para Jesus 2026
Data: 29 de agosto, sábado
13h: Concentração no Parque Infantil (Rua São Bento, entre a Av. Prof. Jorge Corrêa e a Av. São Geraldo – Centro)
14h: Início da Marcha
16h: Previsão de chegada à área atrás do Teatro Municipal (Av. Bento de Abreu, entre a Av. Dr. Gastão Vidigal e a Av. Circular Mário Hyroio Arita – Jardim Primavera)
17h30: Encerramento

Publicado em Araraquara

SÃO CARLOS/SP - Estar onde a indústria está, aproximar empresas e fortalecer o setor para tornar toda a região mais competitiva. Com essa proposta, o Ciesp São Carlos realiza nesta quinta-feira (27), a Expo Ciesp Experience (ECX), na Sede Social do São Carlos Clube. A programação começa às 9h30 e segue até as 20h, reunindo exposição de indústrias, conteúdo técnico, inovação, relacionamento e debates sobre os desafios que estão redesenhando o setor.

Empresas de diferentes portes estarão reunidas na exposição, representando os setores metal-mecânico, indústria médica, eletroeletrônico, máquinas e equipamentos e agronegócio. A proposta é criar um espaço de aproximação entre indústrias da região, fornecedores, parceiros, instituições e profissionais ligados ao setor produtivo.

Para o diretor titular do Ciesp São Carlos, Paulo Giglio, o encontro parte de uma visão que vai além da apresentação de produtos e serviços. “A indústria precisa estar próxima, trocar experiências e conhecer o que outras empresas estão fazendo. Nem toda conversa precisa resultar em um negócio naquele momento para ter valor. Quando as empresas participam, se conhecem e se aproximam, fortalecemos todo o setor. Uma indústria forte contribui para uma região cada vez mais competitiva”, afirma.
 

Da inovação aos desafios das lideranças

Ao longo do dia, a visitação aos expositores será intercalada com atividades voltadas a diferentes desafios da indústria. Às 10h30, a programação terá o conteúdo do Senai “Construindo a Esteira de Captação da sua Indústria”, com uma abordagem prática para mostrar como as empresas podem identificar desafios, captar oportunidades e se conectar a startups, tecnologias e parceiros. A proposta é que os participantes possam começar a estruturar um modelo aplicável à realidade de suas próprias empresas.

A partir das 14h, o Encontro de Negócios Sebrae aproxima a indústria do ecossistema de inovação e tecnologia. A atividade contará com pitches de startups, apresentação de negócios, tecnologias e soluções e o lançamento do Ideathon para a Indústria, iniciativa voltada à geração de ideias e ao desenvolvimento de soluções para desafios do setor industrial.

A programação também terá participação da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), às 17h, que vai mostrar as possibilidades de parceria entre universidade e empresas. E a partir das 18h30, executivos de grandes indústrias estarão reunidos no Visão 360° – As decisões que estão redesenhando a indústria.

O encontro propõe uma conversa sobre temas que hoje fazem parte da agenda das lideranças industriais, como competitividade, produtividade, inovação, atração de talentos, sustentabilidade e as transformações econômicas e tecnológicas. Participam do debate Marinelson Cavallaro, gerente de Divisão de Controladoria, Tributário e Contabilidade da Faber-Castell, e Alberto Ligabó, CEO da Margirius. A mediação será da jornalista Suzana Amyuni.
 

Indústria presente

A Expo Ciesp Experience integra o São Carlos Experience (SCX), evento que reúne tecnologia, inovação, arte, gastronomia e diferentes experiências durante cinco dias na cidade. Para o Ciesp, a realização da ECX dentro dessa programação também representa uma oportunidade de mostrar à sociedade a diversidade e a importância da indústria instalada na região.

“A indústria gera empregos, renda, tecnologia e desenvolvimento. Queremos que as próprias empresas reconheçam a força que têm quando estão juntas e que a sociedade também possa conhecer mais de perto quem produz e transforma a nossa região”, completa Giglio.

A visitação à Expo Ciesp Experience é gratuita e aberta ao público.
 

SERVIÇO

Expo Ciesp Experience – ECX
Data: 27 de agosto de 2026 (quinta-feira)
Horário: das 9h30 às 20h
Local: Sede Social do São Carlos Clube
Programação completa:Link

Diligências iniciadas após furto em empresa rural terminam com apreensão de espingarda e munição

 

BROTAS/SP - Uma ação de continuidade das diligências da Polícia Militar resultou, na madurgada desta quarta-feira (26), na localização e apreensão de uma arma de fogo e uma munição, em Brotas.

As equipes chegaram ao armamento durante investigação de um furto ocorrido na madrugada de 23 de agosto, em uma empresa localizada na área rural do município. Durante a fuga dos envolvidos, um aparelho celular foi perdido e posteriormente localizado pelos policiais. A partir desse elemento, foi possível identificar um dos envolvidos e avançar nas diligências.

Durante as apurações, o adolescente apontado como participante do furto indicou aos policiais que, durante a fuga, havia efetuado disparos para o alto com uma arma de fogo. Segundo as informações prestadas, após chegar à região de sua residência, o armamento teria sido ocultado em uma área de vegetação.

Na noite de terça-feira, as equipes retornaram ao local indicado. Com o auxílio de uma familiar do adolescente, os policiais realizaram buscas na área e localizaram a arma parcialmente escondida em meio à vegetação, exatamente no ponto indicado durante as diligências.

Foram apreendidos:

01 espingarda calibre 20 Gauge;
01 munição calibre 20, marca CBC.

O adolescente foi conduzido ao Plantão Policial de Rio Claro, acompanhado por sua responsável legal. A ocorrência foi apresentada ao delegado plantonista, que registrou o fato e liberou o menor à sua responsável, sem prejuízo da continuidade das investigações e das demais providências de Polícia Judiciária.

Publicado em Brotas

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