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Radio Sanca Web TV - Terça, 06 Janeiro 2026

BRASÍLIA/DF - Em vigor desde 1º de janeiro, a nova tabela do Imposto de Renda (IR) 2026 traz mudanças relevantes para milhões de contribuintes.

A principal novidade é a isenção total para quem ganha até R$ 5 mil por mês e a redução gradual do imposto para rendas de até R$ 7.350.

A tabela tradicional do Imposto de Renda não foi alterada, continuando os valores em vigor em 2025. A diferença está nos redutores adicionais instituídos pela reforma do IR.

Para garantir o benefício a quem ganha até R$ 7.350, a Receita Federal criou novas tabelas de dedução a serem aplicadas simultaneamente com a tabela tradicional.

As alterações valem para os salários pagos a partir de janeiro, com impacto percebido a partir do pagamento de fevereiro. As mudanças se refletirão na Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física de 2027, que considera os rendimentos de 2026.

A seguir, veja quem tem direito à isenção, como ficam as faixas mensais, as alíquotas e a tabela anual do IR.

Quem fica isento do Imposto de Renda em 2026?

Com a nova regra, passam a ficar totalmente isentos do IR:

  • trabalhadores com carteira assinada;
  • servidores públicos;
  • aposentados e pensionistas do INSS ou de regimes próprios;
  • desde que a renda mensal total não ultrapasse R$ 5 mil.

Quem tem mais de uma fonte de renda precisará complementar o imposto na declaração anual, mesmo que cada rendimento isolado seja inferior a R$ 5 mil.

Quem ganha até R$ 7.350 também paga menos imposto

Para rendas entre R$ 5.000,01 e R$ 7.350, há uma redução parcial e decrescente do imposto:

  • quanto mais próxima a renda estiver de R$ 5.000, maior o desconto;
  • quanto mais próxima de R$ 7.350, menor o benefício;
  • acima desse valor, não há redução.

A regra também se aplica ao 13º salário.

Tabela de isenção e redução do IR mensal: 2026

Rendimentos tributáveis mensais Redução do imposto
Até R$ 5 mil Até R$ 312,89, zerando o imposto
De R$ 5.000,01 a R$ 7.350 R$ 978,62 – (0,133145 × renda mensal), até zerar para quem ganha R$ 7.350
A partir de R$ 7.350,01 Sem redução
Fonte: Receita Federal

Tabela mensal do Imposto de Renda em 2026
Para rendas acima de R$ 7.350

Base de cálculo mensal Alíquota Dedução
Até R$ 2.428,80 Isento
De R$ 2.428,81 a R$ 2.826,65 7,5% R$ 182,16
De R$ 2.826,66 a R$ 3.751,05 15% R$ 394,16
De R$ 3.751,06 a R$ 4.664,68 22,5% R$ 675,49
Acima de R$ 4.664,68 27,5% R$ 908,73
Fonte: Receita Federal

O que muda na apuração anual do Imposto de Renda?

Além da tabela mensal, a Receita Federal também aplicará isenção e redução no cálculo anual do imposto:

  • isenção anual para quem ganhar até R$ 60 mil em 2026;
  • redução gradual do imposto para rendas entre R$ 60.000,01 e R$ 88,2 mil;
  • acima desse valor, não há desconto adicional.

O redutor anual é limitado ao imposto apurado, ou seja, não gera imposto negativo nem restituição automática extra.

Tabela anual de isenção e redução do IR
(Declaração de 2027: ano-calendário 2026)

Rendimentos tributáveis anuais Redução do imposto
Até R$ 60 mil Até R$ 2.694,15, zerando o imposto
De R$ 60.000,01 a R$ 88.200 R$ 8.429,73 – (0,095575 × renda anual), até zerar para quem ganha R$ 88.200
A partir de R$ 88.200,01 Sem redução
Fonte: Receita Federal

Tabela anual do Imposto de Renda em 2026

Base de cálculo anual Alíquota Dedução
Até R$ 28.467,20 Isento
De R$ 28.467,21 a R$ 33.919,80 7,5% R$ 2.135,04
De R$ 33.919,81 a R$ 45.012,60 15% R$ 4.679,03
De R$ 45.012,61 a R$ 55.976,16 22,5% R$ 8.054,97
Acima de R$ 55.976,16 27,5% R$ 10.853,78
Fonte: Receita Federal

Imposto mínimo para alta renda

Para compensar a perda de arrecadação, a reforma cria o Imposto de Renda da Pessoa Física Mínimo (IRPFM), voltado à alta renda:

Renda anual acima de R$ 600 mil (R$ 50 mil/mês): entra na regra
Alíquota progressiva de até 10%
Renda acima de R$ 1,2 milhão por ano: alíquota mínima efetiva de 10%

Estimativa do governo: cerca de 141 mil contribuintes serão afetados.

O que entra no cálculo do IRPFM?

  • salários;
  • lucros e dividendos;
  • rendimentos de aplicações financeiras tributáveis.

Em relação aos salários acima de R$ 50 mil por mês, essa fonte de renda gera desconto no IRPFM a pagar, mesmo incluída na base de cálculo. Isso porque o Imposto de Renda já foi descontado na fonte, com alíquota de 27,5%.

Ficam fora:

  • poupança, Letras de Crédito Imobiliário (LCI), Letras de Crédito do Agronegócio (LCA), fundos imobiliários, Fiagro e outros investimentos incentivados;
  • heranças e doações;
  • indenizações por doença grave;
  • ganhos de capital na venda de imóveis, exceto fora da bolsa;
  • aluguéis atrasados
  • valores recebidos acumuladamente, por meio de ações judiciais;

O imposto mínimo será apurado apenas a partir da declaração de 2027.

Tributação de dividendos

Outra novidade relevante é a tributação de dividendos na fonte:

  • 10% de imposto retido sobre dividendos;
  • apenas quando superarem R$ 50 mil por mês;
  • valor pago por uma única empresa à pessoa física.

A maioria dos investidores não será afetada. A medida mira sócios e empresários que recebiam altos valores em dividendos, até então isentos.

O imposto retido poderá ser compensado na declaração anual.

Pontos de atenção e possíveis disputas

Dividendos relativos a lucros apurados até 2025 só permanecem isentos se a distribuição tiver sido aprovada até 31 de dezembro de 2025.

Especialistas alertam para possíveis questionamentos judiciais, por possível efeito retroativo da regra.

Quais deduções continuam valendo?

Nada muda nas principais deduções:

  • dependentes: R$ 189,59 por mês;
  • desconto simplificado mensal: até R$ 607,20;
  • educação: até R$ 3.561,50 por pessoa ao ano;
  • declaração anual: desconto simplificado de até R$ 17.640

Quantas pessoas serão beneficiadas?

Segundo o governo federal:

  • 16 milhões de contribuintes devem ser beneficiados;
  • O custo estimado da medida é de R$ 31,2 bilhões, compensado pelas novas formas de tributação sobre alta renda: IRFPM e imposto sobre dividendos acima de R$ 50 mil mensais.

 

AGÊNCIA BRASIL

Publicado em Economia

SÃO PAULO/SP - O Corinthians divulgou nesta terça-feira a renovação de Gabi Zanotti até o fim de 2027. A experiente meio-campista, de 40 anos, é uma das principais jogadoras do elenco das Brabas sendo eleita, pelo segundo ano consecutivo, como a melhor atleta das Américas pelo jornal uruguaio El País.

Zanotti está no clube do Parque São Jorge desde a temporada 2018, tendo disputado 251 jogos, vencido 197 vezes, marcado 84 gols e levantado 18 títulos - incluindo cinco edições da Conmebol Libertadores e sete do Campeonato Brasileiro.

Na última temporada, vestindo a camisa 10 do Corinthians, Zanotti entrou em campo em 39 oportunidades, tendo marcado 18 gols e distribuído duas assistências às suas companheiras.

Além dela, a diretoria das Brabas renovou recentemente os contratos de Nicole, Lelê, Gi Fernandes, Tamires, Erika e Dayana Rodrígues. O clube também acertou as contratações da meio-campista Paola Garcia e da atacante Rhiazza para a próxima temporada.

 

 

Por Redação do ge

Publicado em Esportes

BRASÍLIA/DF - A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou o início do estudo clínico para avaliar a segurança do uso do medicamento polilaminina no tratamento do trauma raquimedular agudo, que é uma lesão da medula espinhal ou coluna vertebral.

No anúncio feito, na segunda (5), o ministro da Saúde, Alexandre Padilha (à esquerda, na foto), destacou que a pesquisa será um marco importante para quem sofreu uma lesão medular e também para as suas famílias.

“Cada avanço científico é sempre uma nova esperança renovada”, disse Padilha.

Pesquisa em universidade pública

O ministro considera que o produto é uma inovação radical e com tecnologia 100% nacional. Os estudos com polilaminina são desenvolvidos por pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), com a liderança da professora Tatiana Sampaio, em parceria com o laboratório Cristália.

Segundo Padilha, a pesquisa já apresentou resultados promissores na recuperação de movimentos. Nesta primeira fase, o estudo da polilaminina será realizado em cinco pacientes voluntários com lesões agudas da medula espinhal torácica entre as vértebras T2 e T10.

Essas pessoas incluídas no estudo devem ter indicação cirúrgica ocorrida a menos de 72 horas da lesão. Os locais de realização ainda serão definidos pela empresa responsável.  Ao longo da estruturação do projeto, o Ministério da Saúde investiu os recursos para a pesquisa básica.

Prioridade

Segundo o diretor-presidente da Anvisa, Leandro Safatle, a aprovação do início do estudo clínico da polilaminina foi priorizada pelo comitê de inovação da agência com o objetivo de acelerar pesquisas e registros de amplo interesse público.

“Uma pesquisa 100% nacional, que fortalece a ciência e saúde do nosso país”, afirmou Leandro Safatle.

A pesquisa com a proteína polilaminina, presente em diversos animais, inclusive nos seres humanos, visa avaliar a segurança da aplicação do medicamento e identificar possíveis riscos para a continuidade do desenvolvimento clínico.

A empresa patrocinadora será responsável por coletar, monitorar e avaliar sistematicamente todos os eventos adversos, inclusive os não graves, garantindo a segurança dos participantes.

 

 

AGÊNCIA BRASIL

Publicado em Ciência & Saúde

RIO DE JANEIRO/RJ - Turismo organizado pela própria comunidade, com visitas pensadas para respeitar o território, a população local e a natureza. Este é o chamado turismo de base comunitária (TBC), que o Projeto Roteiro Caiçara quer fortalecer na Costa Verde do estado do Rio de Janeiro. O projeto completou seis meses em dezembro de 2025, concluindo o primeiro período de atuação, com formações e reuniões com as comunidades. Em 2026, tem início a segunda fase de atuação.

Participam do projeto 12 comunidades caiçaras e quilombolas, sendo seis em Paraty ─ Saco do Mamanguá, Trindade, Parati Mirim, Praia do Sono, Ponta Negra e São Gonçalo ─ e seis em Ilha Grande, no município de Angra dos Reis ─ Bananal, Matariz, Aventureiro, Enseada das Estrelas, Dois Rios e Praia Vermelha.

Na Costa Verde fluminense, o TBC é protagonizado por comunidades tradicionais, como caiçaras, indígenas e quilombolas, com produtos e serviços geridos por indivíduos, famílias e coletivos. Mais do que uma proposta turística, esse caminho também nasce de uma história de resistência.

Desde os anos 1970, com a abertura da BR-101, cresceram as pressões de grilagem e especulação imobiliária sobre esses territórios. Hoje, somam-se a isso os desafios associados ao turismo de massa que, muitas vezes, concentra renda e aumenta impactos ambientais e sociais.

O projeto tem a duração total de três anos e atua em cinco frentes: capacitações para o turismo; obras de infraestrutura; manejo de trilhas; definição de roteiros turístico; e conservação da natureza. 

Segundo a coordenadora do projeto, Bete Canela, o TBC é diferente do turismo de massa, geralmente promovido por pessoas que vêm de fora do território e empresas.

“Isso já existe. Mas o nosso projeto objetiva fortalecer quem está no território: as comunidades caiçaras, quilombolas, que estão ali há muito tempo e que oferecem serviços turísticos. Então, essa quarta linha do projeto é justamente fortalecer esses roteiros”, diz.

Canela defende que, ao mesmo tempo que promove o turismo, o projeto valoriza culturalmente a região. “Porque, à medida que a gente fortalece o turismo de base comunitária (TBC), ele é um turismo que não oferece só o quiosque, que não oferece só o caminho da praia, que só vai na cachoeira mergulhar. Ele conta a história do lugar, ele conta as tradições, a culinária, o artesanato. Então, tudo isso que é local, que as pessoas têm essa riqueza de saberes, isso entra também no projeto”. 

 

Rio de Janeiro (RJ), 02/01/2026 - Projeto Roteiro Caiçara fortalece turismo de base comunitária na Costa Verde fluminense. Foto: Marcelo Angiioni/Roteiro Caiçara

Rio de Janeiro (RJ), 02/01/2026 - Projeto Roteiro Caiçara fortalece turismo de base comunitária na Costa Verde fluminense. Foto: Marcelo Angiioni/Roteiro Caiçara - Marcelo Angiioni/Roteiro Caiçara

Planejamento

O Projeto Roteiro Caiçara engloba, ao todo, seis períodos, ou três anos de atividades, com foco no turismo de base comunitária, conservação ambiental e valorização cultural das comunidades tradicionais de Paraty e Ilha Grande.

O projeto é realizado pelo Instituto Caminho da Mata Atlântica (ICMA), cuja missão é engajar a sociedade na conservação e recuperação da Mata Atlântica, por meio de atividades ao ar livre e da conexão de áreas naturais ao longo de uma trilha de longo curso, promovendo o desenvolvimento socioeconômico inclusivo, a conservação da biodiversidade e a valorização do patrimônio natural e cultural.

Canela enfatiza que, como uma das linhas de atuação, o projeto prevê obras que ficarão para as comunidades. “Por exemplo, tem comunidades que querem reformar um pier, por onde chegam os turistas, e precisam desse recurso. Outras querem fazer um centro de atendimento ao turista, porque não têm. Os turistas chegam na comunidade e não sabem exatamente quem procurar”, explicou a coordenadora.

Cada comunidade, segundo ela, está levantando possibilidades de obras que estejam relacionadas com o turismo, para as quais o projeto pode ajudar a financiar a construção. “Essa é uma parte bem legal, porque é um legado físico. Uma coisa diferente dos projetos que passam por aqui”.

 

Resultados

O primeiro período de atuação, iniciado em julho, contou com cursos para os primeiros guias turísticos locais. Foram iniciados três cursos de Formação Básica para Condutores Ambientais, sendo um em Trindade, em Paraty, com 42 participantes, e dois módulos realizados de um total de cinco; e dois cursos na Ilha Grande, sendo um na Enseada das Estrelas, com 23 participantes, e outro na Praia de Bananal, com 15 participantes, com um módulo realizado em cada local. Esse é um curso mais compacto, com quatro módulos no total.

As ações realizadas pelo Projeto Roteiro Caiçara no primeiro semestre de 2025 envolveram também 12 reuniões comunitárias para apresentação do projeto e 12 reuniões comunitárias para planejamento das obras de infraestrutura para o turismo e apresentação das equipes de fauna e flora, efetuadas em Paraty e na Ilha Grande; cinco reuniões para planejamento do monitoramento de flora e duas voltadas ao monitoramento da fauna, em Paraty; duas reuniões para mapeamento e formatação de roteiros turísticos na Ilha Grande; e cinco reuniões com arquitetos para planejamento das obras de infraestrutura em Paraty. As ações reuniram até o momento cerca de 260 pessoas.

O projeto conta com parceria da Petrobras através de convênio do Programa Petrobras Socioambiental, e começa, no primeiro semestre de 2026, seu segundo período.

“A gente já iniciou o curso de condutores ambientais em Paraty e na Ilha Grande, que formam turmas de 40 pessoas a cada vez, para as pessoas terem a carteirinha, serem credenciadas e trabalharem como guias de turismo. Muita gente que está nesses locais e já fazia isso de maneira informal agora vai poder ter o curso, a carteirinha e trabalhar de maneira formal”, disse à Agência Brasil a coordenadora do projeto, Bete Canela.

O que é Turismo de Base Comunitária?

Por Turismo de Base Comunitária, ou TBC, entende-se o turismo com protagonismo local, com renda e decisões oriundas do próprio território e visitação organizada para respeitar comunidade e natureza.

O TBC é uma forma de receber visitantes na qual quem vive no território é que toma as decisões, cuida do planejamento e organização, e conduz a atividade turística, englobando passeios, hospedagem, alimentação, trilhas e vivências culturais.

Conforme explicou Bete Canela, a prioridade é não interferir nos modos de vida tradicionais, além de garantir que a visitação gere benefícios reais para a comunidade, valorizando a cultura local e cuidando do meio ambiente.

Na prática, o TBC busca três coisas simultaneamente:

  • distribuir melhor os benefícios do turismo, mantendo a circulação de renda na comunidade e fortalecendo negócios locais;
  • valorizar cultura e saberes, sem transformar a identidade do lugar em produto, o que significa que a comunidade define o que quer compartilhar e de que forma;
  • e reduzir impactos e cuidar do território, porque a atividade é pensada com regras, limites de visitação e condutas que protegem a natureza e a qualidade de vida de quem mora no local.

Em áreas de alta sensibilidade ambiental, como territórios inseridos em unidades de conservação, isso costuma caminhar junto com conservação, porque quem vive ali conhece profundamente o lugar e tem interesse direto em manter o ambiente saudável.

O turismo de base comunitária fortalece não só o território, mas a cultura que já existe naquele local há muito tempo, que é ancestral. Segundo Bete, a ideia é que as duas formas de turismo possam coexistir.

“Dá para todo mundo conviver”, afirmou.

 

 

AGÊNCIA BRASIL

Publicado em Outras Notícias

TORRINHA/SP - A Polícia Militar do Estado de São Paulo, por meio dos policiais Sd PM Ventura e Sd PM Santo, prendeu em flagrante um homem por tráfico de entorpecentes na tarde desta quarta-feira (6), no bairro Jardim Santa Eliza, em Torrinha.

Durante patrulhamento ostensivo e preventivo, policiais visualizaram um indivíduo que, ao notar a presença da viatura, demonstrou nervosismo e acelerou o passo, chamando a atenção da equipe. Diante da atitude suspeita, foi realizada a abordagem.

Na revista pessoal, os policiais localizaram 30 eppendorfs contendo substância análoga à cocaína, escondidos em um shorts utilizado por baixo da calça, estratégia utilizada para tentar dissimular a droga. 

O indivíduo recebeu voz de prisão em flagrante e foi encaminhado ao Plantão Policial, onde o delegado de polícia judiciária ratificou a prisão.

Ainda durante consulta, foi verificado que o preso já possuía medidas cautelares em vigor, inclusive relacionadas a ocorrências anteriores de tráfico de drogas.

A ação reforça o trabalho permanente da Polícia Militar no enfrentamento ao tráfico e na proteção da população.

Publicado em Outras Cidades

SÃO PAULO/SP - O Partido dos Trabalhadores (PT) vai processar o vice-governador de São Paulo, Felício Ramuth (PSD), por ter chamado o partido de "narcoafetivo", apurou o Estadão/Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.

A declaração de Ramuth foi dada durante um evento em São Paulo. Questionado por jornalistas sobre o fluxo migratório de venezuelanos para o Brasil após a captura do ditador Nicolás Maduro pelos EUA, o vice de Tarcísio de Freitas (Republicanos) criticou o PT.

"Eu acredito que esse êxodo vai acabar levando aquelas pessoas, principalmente na fronteira, a retornar ao seu país, onde ele vai poder desfrutar de liberdade e vai deixar de ter aquele Estado 'narcoafetivo', como nosso PT, que temos aqui no nosso País", declarou.

Procurado, o vice-governador reafirmou que o PT é um partido "narcoafetivo". "O termo foi usado em sentido político e retórico, para criticar uma postura pública de tolerância e relativização diante do crime organizado", afirmou Ramuth à reportagem.

O pedido à Justiça faz parte de uma estratégia do PT de se afastar o quanto puder da pecha de ser leniente com drogas ilícitas. No ano passado, uma declaração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre traficantes causou um mal-estar. Na oportunidade, ele disse que os traficantes seriam "vítimas" dos usuários.

A declaração de Ramuth ocorreu após uma pergunta de um jornalista sobre o fluxo migratório de venezuelanos para a cidade de São Paulo, direcionada ao prefeito Ricardo Nunes (MDB). Na ocasião, o vice-governador disse que, quando há problemas nos países vizinhos, o Estado de São Paulo tem que se preparar para receber imigrantes, mas que acredita que a tendência será contrária: de que os venezuelanos tenham a possibilidade de retornar ao país de origem.

Durante o evento, o prefeito Ricardo Nunes afirmou esperar que, com o afastamento do ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, capturado e preso pelos Estados Unidos, diminua a necessidade de que os venezuelanos fujam do país. No entanto, ele disse que se os refugiados migrarem para a capital paulista, a cidade vai recebê-los.

Queda de Maduro

Os Estados Unidos bombardearam Caracas e capturaram o ditador Nicolás Maduro e sua esposa neste sábado, 3. Desde março de 2020, Maduro enfrenta acusações criminais no Tribunal do Distrito Sul de Nova York.

Com a prisão do ditador, quem assumiu interinamente a presidência foi Delcy Rodríguez, vice de Maduro. Integrante de uma ala mais ideológica do chavismo, ela é, ao mesmo tempo, conhecida por manter interlocução com setores das elites econômicas do país.

Apesar de a oposição não ter assumido o poder, María Corina Machado prometeu nesta segunda-feira, 5, retornar ao país sul-americano o mais rápido possível. A ganhadora do Prêmio Nobel da Paz de 2025 também criticou a presidente interina. Segundo ela, Delcy é uma das principais arquitetas de tortura, perseguição, corrupção e narcotráfico na Venezuela.

 

 

por Estadao Conteudo

Publicado em Política

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