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Radio Sanca Web TV - Domingo, 30 Junho 2019

BRASÍLIA/DF - Os brasileiros com mais de 40 anos têm fácil memória das estratégias das famílias para mitigar os efeitos da hiperinflação sobre a renda nos anos 1980 e 1990. “Era uma ginástica danada. Tinha que ir atrás de promoções e nem sempre eram suficientes”, conta Rute Maria de Souza, dona de um restaurante self-service há quase 30 anos na zona central de Brasília.

Tendo que repor constantemente a despensa da cozinha do estabelecimento, a empresária ia mais de uma vez ao dia em supermercados e sempre via a mesma cena: “Eu me lembro das remarcações no mercado. Quando chegava, lá estava a maquininha trabalhando”.

Para fugir das intermináveis remarcações, a então professora de ensino fundamental Cléia Gerin, mãe de quatro filhos, estocava alimentos, material de limpeza e sabão para lavar roupa. “O feijão ficava velho, e assim era mais difícil de cozinhar. Acabava que gastava mais gás”, comenta, ao citar a necessidade de sempre comprar mais do que efetivamente precisava no mês para fugir da imparável subida de preços.

“A partir do momento em que recebia, era aquela loucura de ir ao mercado para comprar o máximo que pudesse, para durar o mês todo, e para não ter que voltar porque no dia seguinte o preço seria diferente”, descreve ao recordar os tempos de inflação galopante.

Apesar das dificuldades, Cléia era professora da rede pública do Distrito Federal e tinha a segurança do pagamento todo mês. Em alguns momentos, era acrescido em sua remuneração um “gatilho” para repor as perdas inflacionárias.

Essa hipótese não existia para todos os brasileiros, como João Batista, engraxate há 45 anos em um ponto no Setor Comercial Sul de Brasília. Ele não podia majorar o preço do serviço quando precisava atualizar sua remuneração. “Só podia aumentar quando a passagem [do ônibus] aumentava”, revelando um incidental indexador da renda para trabalhadores autônomos.

A vida de João Batista foi positivamente marcada pela estabilidade monetária após o Plano Real. “Eu não tinha nada. Hoje, graças a Deus e de tanto eu trabalhar, consegui minha casa, consegui formar meus filhos”, orgulha-se.

Comunicação e convencimento

Pessoas como a pequena empresária Rute, a assalariada Cléia e o autônomo João tiveram ser convencidas que a moeda que entrou em circulação em 1º de julho de 1994, o real, não era mais uma tentativa fadada ao fracasso para estabilizar a economia, como ocorreu em seis planos emergenciais anteriores: Cruzado 1 (fevereiro de 1986); Cruzado 2 (novembro de 1986); Bresser (junho de 1987); Verão (janeiro de 1989); Collor 1 (março de 1990) e Collor 2 (janeiro de 1991).

A comunicação foi um ponto chave para que o Plano Real, implementado em etapas, fosse assimilado e tivesse engajamento. “Sem muita explicação, verbo, liderança e apoio da mídia não se consegue o principal, que é convencer, ou seja, vencer junto tanto com as cúpulas político-tecnocráticas como, principalmente, junto com o povo”, assinala o presidente Fernando Henrique Cardoso, em nota à imprensa sobre os 25 anos da iniciativa.

O jornalista Thomas Traumann, autor do livro O Pior Emprego do Mundo, que narra a trajetória de 14 ministros da Fazenda desde 1967, também aponta para o cuidado com a disseminação das medidas econômicas no lançamento do real.

Segundo Traumann, o Plano Real contou com “apoio didático preponderante da mídia”. “Os telejornais foram favoráveis ao plano desde o seu dia zero”, destaca. A informação sem sustos evitou comportamentos que em outros planos criam corrida a bancos, supermercados e postos de combustível. “Não houve surpresa. Isso foi fundamental”, acrescenta.

A transparência é elogiada até pelo ex-ministro da Fazenda Delfim Netto, crítico de alguns resultados da medida. “O Plano Real foi uma pequena joia que fará a glória dos competentes economistas que o conceberam. Mostrou que mesmo projetos complexos, quando expostos na sua integridade (começo, meio e fim), podem ser compreendidos e contar com suporte da sociedade”, escreveu à Agência Brasil. Ele admitiu que quando viu “o povo comprando berinjela em URV”, Unidade Real de Valor, ficou “na maior alegria” e viu “que o controle da inflação seria bem-sucedido”.

Ajuste fiscal e troca da moeda

De acordo com o site do Banco Central, o plano desenvolveu-se em três fases a partir do segundo semestre de 1993. Antes de a moeda entrar em circulação, houve um “esforço de ajuste fiscal, com destaque para a criação do Fundo Social de Emergência (FSE), concebido para aumentar a arrecadação tributária e a flexibilidade da gestão orçamentária em 1994 e 1995”.

O FSE desvinculou despesas e receitas orçamentárias. “De social, [o FSE] não tinha nada, mas foi a primeira vez em que se fez um ajuste nas entranhas das contas do governo”, aponta Thomas Traumann. Segundo ele, ali começou a haver uma preocupação sobre os limites até onde poderia ir o déficit público.

O economista José Ronaldo Souza Júnior, pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), assinala que a inflação produzia desequilíbrios nas contas públicas e dificultava a percepção do rombo. “Nem sequer tínhamos uma contabilidade pública na época. A clareza a respeito era muito pouco. Com inflação muitíssimo elevada e o déficit sendo coberto com emissão de moeda, havia uma nuvem que dificultava enxergar o problema”, disse.

Além do FSE, Souza Júnior pondera que “uma série de medidas foram tomadas com o objetivo de organizar o setor público porque se sabia que haveria uma redução de arrecadação do que se chama imposto inflacionário [quando a arrecadação sobe mais por causa do aumento de preços]”.

A gestão fiscal exigiu limitação da emissão de moeda e beneficiou-se da compra de títulos da dívida externa no mercado financeiro internacional antes do lançamento do plano. Mais adiante, o ajuste levou à renegociação das dívidas dos estados com a União e à imposição de controles das contas pelos entes federativos.

“Compreendemos que a ‘mágica’ de cortar zeros, mudar o nome da moeda ou mesmo da URV precisava de apoio em um processo de controle dos gastos públicos, renegociação das dívidas externas, privatização de bancos estaduais, enfim de uma reforma do estado. Lembre-se que a Lei de Responsabilidade Fiscal só foi aprovada em 2000 e as privatizações tomaram anos (vide telefônicas) para que seus efeitos positivos fossem sentidos”, descreve em nota o presidente e ex-ministro da Fazenda FHC.

A segunda etapa, iniciada com Medida Provisória nº 434, assinada pelo então presidente Itamar Franco em 27 de fevereiro de 1994, estabeleceu a utilização de uma moeda escritural, a citada Unidade Real de Valor (URV), que serviu como uma ponte para conversão monetária entre o cruzeiro que deixaria de existir para o real que entraria em circulação quatro meses depois.

Na última fase, iniciada há exatos 25 anos, finalmente se introduziu o real. O novo padrão monetário “implicou a necessidade de rápida e abrangente disponibilização do novo meio circulante a partir de 1º. julho de 1994”, registra página eletrônica do BC.

 

*Por Gilberto Costa – Repórter da Agência Brasil

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SÃO CARLOS/SP - No início desta 2ª feira (01), a Polícia Militar deteve dois suspeitos acusados de tráfico de drogas, na Rua Rubens Paschoal, na Vila Nossa Senhora de Fátima, em São Carlos.

De acordo com informações, os PMs abordaram U.D.B, (idade não informada), e ao fazer revista corporal, foi encontrado 15 pinos de cocaína. Porém, ao ser questionado onde ele conseguiu os entorpecentes, ele confessou e levou os Militares até o fornecedor.

Com L.H.F, (idade não informada), foi encontrado 417 pedras de Crack, 72 porções de Maconha, 191 pinos de Cocaína e R$ 499,00 em dinheiro, possivelmente da venda de drogas.

A dupla foi conduzida ao Plantão Policial, onde foram autuados em flagrante por tráfico de drogas e recolhidos ao Centro de Triagem de São Carlos.

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SANTA RITA DO PASSA QUATRO/SP - Duas pessoas ficaram feridas por volta das 17h deste último domingo (30), na Rodovia que liga Santa Rita à Tambaú, após um capotamento com um veículo Fiat Palio Fire com placas de São José do Rio Pardo.

O SAMU e a ambulância Tipo A estiveram no local, os socorristas precisaram remover o banco do veículo,  para retirar o homem de 27 anos que ficou preso com dores no braço e na perna.

A mulher de 24 anos teve ferimentos leves e os dois foram removidos à Santa Casa de Santa Rita do Passa Quatro.

O motivo do acidente será apurado.

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*Por: REVISTA DAQUELE MODELO

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PORTO FERREIRA/SP - Na última semana o prefeito Rômulo Rippa participou do Fórum Invest SP e os Municípios, evento no qual também estiveram presentes o secretário de Desenvolvimento Regional de São Paulo, Marco Vinholi, o presidente da Invest SP, Wilson Melo, a secretária de Desenvolvimento Econômico e Turismo do município, Maria Lucia Baltieri, e o chefe da Divisão de Inovação e Tecnologia, Ricardo Patroni.

“É um momento importante para capacitação, fomento e atração de novos investimentos para nossa cidade. A agência paulista é responsável pela prospecção de grandes indústrias e parques fabris aos municípios paulistas”, disse o prefeito.

“Apresentamos nossa cidade como polo para implantação de novas empresas, aproveitando a mão de obra capacitada e o posicionamento geográfico/logístico privilegiado que já possuímos. Nas próximas semanas teremos uma audiência com o presidente Wilson Melo para alinharmos um plano de ação junto aos investidores” anunciou.

O Fórum Invest SP reuniu 238 representantes de 120 municípios na sede da agência paulista. O objetivo do evento foi mostrar a importância dos gestores municipais no trabalho de atração, expansão e retenção de empresas no Estado.

O secretário de desenvolvimento regional, Marco Vinholi, realizou a abertura do evento. Ele falou sobre novas ações do governo do Estado que visam a geração de emprego e renda. Lembrou os presentes que, hoje, as empresas concorrem em nível global e que por isso a capacitação dos gestores municipais é de muita importância.

O presidente da InvestSP, Wilson Mello, mostrou que a soma de esforços da agência com as prefeituras traz resultados positivos muito maiores quando essa atividade é coordenada. “A InvestSP deve ser considerada por vocês a sua casa em São Paulo. Contem conosco para a atração de novos investimentos para seus municípios. Nosso trabalho dá muito mais resultado quando realizado de forma conjunta”, afirmou Mello.

Para o vice-presidente da InvestSP, Torquato Jardim, as ações dos órgãos públicos são sentidas em todos seus aspectos nos municípios. Assim, o poder público local com suas ações tem um papel muito relevante a ser desempenhado no desenvolvimento econômico.

Os representantes das áreas institucional, de projetos de investimento, de exportação e de inovação e startups da InvestSP, mostraram, detalhadamente aos presentes, as diversas ações que executam e suas conexões com a realidade dos municípios.

O evento também contou com a participação do coordenador de ensino técnico, tecnológico e profissionalizante da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Daniel Barros, que falou sobre os diversos programas de capacitação profissional do governo do Estado e da Superintendente de Políticas Públicas da Desenvolve SP, Karen Mussi, que mostrou os requisitos que os municípios devem cumprir para obter linhas de financiamento.

 

*Por: Cléber Fabbri/PMPF

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TAMBAÚ/SP - O Turismo vem crescendo a cada dia em todo país, e nem nossa querida Tambaú não poderia ser diferente!

Por isso, o Ministério do Turismo desenvolveu a campanha “A Hora do Turismo”, para mostrar o real impacto, principalmente na economia, que o Turismo traz.

Tambaú mais uma vez vem reforçar o nosso Turismo Religioso, nossas cerâmicas artísticas e nossos atrativos, que sempre mantiveram a economia girando.

Na última Marcha da Fé recebemos aproximadamente 40 mil visitantes, e esses números tendem a crescer, principalmente com a beatificação do Padre Donizetti.

Turismo é o caminho, é hora de investir!

 

*Por: PMT

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Ampliação no horário de funcionamento da unidade e aumento no número de remédios oferecidos trazem mais economia e melhor atendimento aos usuários

CASA BRANCA/SP - Entre as diversas mudanças que vêm sendo realizadas na área da Saúde Pública de Casa Branca, o sistema de funcionamento da Farmácia Municipal têm sido um dos pontos altos da pasta.

O setor atende cerca de 600 receitas médicas diariamente. Centenas de pacientes conseguem garantir seus tratamentos através do setor. E para facilitar a vida do usuário do serviço de Casa Branca, a Prefeitura estendeu o horário de funcionamento da unidade em mais duas horas, passando a atender das 7h às 19h. Conforme explica Aniele Pimenta, responsável técnica da Farmácia Municipal, a unidade passou a ofertar mais medicamentos que os preconizados pelo Ministério da Saúde e pela Relação Nacional de Medicamentos Essenciais.

Segundo a técnica, além da padronização que o município segue da CIR Rio Pardo, o município oferta outros medicamentos que são essenciais para o tratamento de idosos. “São medicamentos que não são obrigatórios do município oferecer, mas são medicamentos importantes para a saúde dos idosos. Por isso o município por decisão da atual administração passou a oferecer. Temos a informação que somos o único município da região que tem feito isso”, afirma a técnica ao salientar que além desses, a farmácia ainda oferta medicamentos controlados, medicamentos para tratamento de Cardiologia, Endocrinologia, entre outras áreas, além de medicamentos para Oftalmologia.

O esforço do município para atender os pacientes tem sido uma das marcas da atual administração. Só para se ter uma ideia da dimensão do trabalho realizado, no dia 24 de junho o município entregou na Farmácia durante todo o horário de funcionamento do dia 22 mil comprimidos. A Prefeitura gasta cerca de R$ 2 milhões por ano com medicamentos.

“Sabemos que na maioria das vezes a população de baixa renda não tem recursos para comprar medicamentos essenciais para tratar da saúde de seus familiares. Entendemos ser uma necessidade básica fundamental e por isso queremos oferecer facilidade e o melhor atendimento em nossa Farmácia Municipal a fim de garantir o tratamento e a tranquilidade de nossos pacientes “, afirma o gestor municipal.

 

*Por: PMCB

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Segunda, 01 Julho 2019 05:20

Represa do Broa recebe manutenção

ITIRAPINA/SP - Durante a última semana de junho, a equipe de trabalho do “Calango”, vinculada à secretaria municipal de Turismo e Meio Ambiente de Itirapina, interinamente coordenada pelo vice-prefeito Ruy Gomes, trabalhou na manutenção de rotina na orla da Represa do Broa e imediações, deixando tudo limpo e bem cuidado, para receber bem moradores, turistas e proprietários de casas de veraneio, pois mesmo no inverno, os dias estão ensolarados e o lugar costuma ser bem frequentado.

É a prefeitura de Itirapina trabalhando pelo bem estar dos munícipes e de todos que frequentam a represa do Broa.

 

*Por: PMI

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Segunda, 01 Julho 2019 05:12

Jovem é detido com drogas no Parque Sisi

SÃO CARLOS/SP - A Polícia Militar deteve um rapaz com entorpecentes neste último domingo (30), no Parque Sisi, em São Carlos.

De acordo com informações, uma viatura composta pelos Soldados Mesquita e Bis fazia patrulhamento pela região, quando foram acionados pelo COPOM para se dirigirem à Rua Riskalla Haddad. Ao chegar ao local os PMs avistaram o suspeito e ao revista-lo foi localizado R$ 160,00 em dinheiro e em uma lixeira do lado 06 pinos de cocaína e 12 invólucros de maconha.

Assim sendo, o jovem de 19 anos foi conduzido ao Plantão Policial, ficando à disposição do delegado.

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Atividade terá a presença de Maria Alfredo Moreira, professora do Instituto de Educação da Universidade do Minho, de Portugal

 

SÃO CARLOS/SP - Nesta quarta-feira, dia 3 de julho, acontece na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) a roda de conversa "Docência universitária", que terá a presença de Maria Alfredo Moreira, professora do Instituto de Educação da Universidade do Minho, de Portugal. O evento é uma iniciativa da linha de pesquisa "Formação de professores e outros agentes educacionais", do Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGE) da Universidade, e é voltada a docentes, pesquisadores e pós-graduandos.
As inscrições são gratuitas e devem ser feitas por meio de preenchimento de formulário online, disponível em http://bit.ly/2XzaKeI. A roda de conversa acontece a partir das 14 horas, no Auditório da Unidade Especial de Informação e Memória (UEIM), que fica no prédio do Centro de Educação e Ciências Humanas (CECH), na área Sul do Campus São Carlos da UFSCar. Mais informações podem ser obtidas no cartaz de divulgação (http://bit.ly/2Lpp5nw).
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BRASÍLIA/DF - O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) defendeu neste domingo (30.jun.2019) a redução no número de cadeiras na Câmara dos Deputados e a limitação no número de mandatos dos congressistas. Ele citou o presidente chileno, Sebastián Piñera, que recentemente fez 1 discurso defendendo medidas semelhantes.

“Deem uma olhadinha depois, para nós que vivemos no mundo real, graças a Deus ainda existe liberdade na internet. Olhem no YouTube 1 vídeo do presidente chileno, Piñera, propondo a redução do número de parlamentares lá, como ele foi aplaudido. E, além da redução do número de parlamentares, 1 limite no número de reeleição. Porque o Congresso precisa ser oxigenado. Quem se apega ao poder, quem faz tudo pelo voto, acaba entrando nesses sistema de toma lá dá cá. E isso que tá acontecendo no Brasil hoje”, disse.

No vídeo citado por Eduardo, o presidente chileno afirma que irá impulsionar uma reforma constitucional para reduzir o número de deputados e senadores no país. O Congresso do Chile é formado poder 155 deputados e 43 senadores. O deputado repostou o vídeo em suas redes sociais.

No Brasil, a quantidade de vagas na Câmara dos Deputados se mantém a mesma desde 1994: 513 cadeiras. Também não há limites para reeleições ao cargo. O presidente da República, Jair Bolsonaro, foi eleito 7 vezes como deputado federal pelo Rio de Janeiro.

As eleições de 2018 ficaram marcadas pela mais alta taxa de renovação de deputados registradas desde 1998. O índice de deputados novatos que tomaram posse em fevereiro de 2019 é de 47,37%.

Apoio à Operação Lava Jato

Eduardo participou de ato realizado em defesa da operação Lava Jato neste domingo em Brasília. Durante discurso, elogiou o serviço da força-tarefa, criticou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e fez algumas provocações aos defensores do petista.

As manifestações pró-Moro acontecem 3 semanas após o site The Intercept iniciar a publicação de textos com mensagens trocadas entre Moro e procuradores da força tarefa da Lava-Jato enquanto o ex-juiz era responsável por julgar os casos da operação.

Durante a fala, Eduardo disse que “notícias falsas” estão sendo divulgadas para fazer com que as pessoas pensem que Lula é “1 perseguido político e não 1 vagabundo preso na operação Lava Jato”. “Tem mais condenação para vir por aí, tá ok?”, disse.

Na madrugada deste sábado, foram divulgados trechos de conversas entre procuradores do MPF que integram a força-tarefa da operação Lava Jato. Nos diálogos, eles questionam a atuação do então juiz federal Sergio Moro e criticam sua ida para o Ministério da Justiça.

*Por: Poder360

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