fbpx

Acesse sua conta de usuário

Nome de usuário *
Senha *
Lembrar de mim
Redação

Redação

 Jornalista/Radialista

URL do site: https://www.radiosanca.com.br/equipe/ivan-lucas E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

EUA - Ter relações sexuais pode ser benéfico para o corpo, trazendo melhorias para o estado de ânimo e a saúde mental. No entanto, o oposto também é verdadeiro, e um período de celibato pode desencadear certas mudanças, exigindo preparação.

Especialistas da área, como Sari Cooper, terapeuta sexual, e Lauren Streicher, foram consultados pelo site The Healthy para esclarecer o que pode acontecer quando se passa algum tempo sem um parceiro sexual.

 

Sensação de depressão:

O contato sexual envolve carícias e toques que promovem a regulação do humor entre os parceiros, explica Sari Cooper.

 

Menos lubrificação:

A lubrificação vaginal tende a diminuir com a idade, e, se não houver excitação através da intimidade pessoal, a lubrificação pode diminuir rapidamente, de acordo com Lauren Streicher.

 

Desconforto durante relações futuras:

A ausência de relações sexuais regulares pode resultar em afinamento das paredes vaginais, causando desconforto durante o sexo.

 

Aumento do estresse:

Embora haja uma associação entre pessoas menos estressadas que tendem a ter mais sexo, essa relação é de correlação e não de causa e efeito, acrescenta Lauren Streicher.

 

Possíveis cólicas menstruais:

O útero é um músculo e muitas mulheres experimentam contrações uterinas durante o orgasmo, o que pode causar a expulsão mais rápida do sangue menstrual.

 

Possível diminuição da cognição:

Um estudo publicado nos Journals of Gerontology revelou que pessoas sexualmente ativas tiveram resultados melhores em testes cognitivos.

Lembrando que a abstinência sexual pode afetar cada pessoa de forma diferente, e esses efeitos podem variar dependendo de diversos fatores, como idade, saúde e circunstâncias individuais.

Relações sexuais saudáveis, consensuais e emocionalmente satisfatórias são fundamentais para o bem-estar geral, enquanto a ausência de tais experiências pode ter um impacto negativo na saúde mental e emocional.

 

 

POR NOTÍCIAS AO MINUTO BRASIL

EUA - O MPF (Ministério Público Federal) processou a Meta, na terça-feira (16), pelo compartilhamento de dados do WhatsApp com outras plataformas da empresa -incluindo o Facebook e o Instagram. As informações dos usuários podem ser usadas em anúncios, por exemplo.

A ação civil pública (ACP) pede uma indenização de R$ 1,7 bilhão. Trata-se de um valor sem precedentes no tema de direitos digitais no país. Só a petição inicial tem 240 páginas. Há, ainda, um inquérito com cerca de 3.000 páginas de documentos usados como base.

O Idec (Instituto de Defesa de Consumidores) está na causa junto com o MPF. A ação também mira a ANPD (Autoridade Nacional de Proteção de Dados), acusada de falta de transparência e ineficiência.

As instituições alegam que o WhatsApp "forçou as pessoas a aderirem" à política de compartilhamento de dados entre as plataformas do grupo Meta em 2021, no auge da pandemia. Segundo o MPF, a conduta da Meta em 2021 foi ilegal, já que seria uma possível coação durante o consentimento para o uso de dados pessoais.

Na época, o WhatsApp afirmou que o compartilhamento de dados não criptografados era padrão na indústria para fins de marketing.

Segundo a política de privacidade da empresa, a Meta compartilha informações de contatos, fotos e descrições de grupos, quem vê conteúdos publicados nos status ("stories do WhatsApp"), comunicação com empresas registradas no WhatsApp Business, transações, entre outras.

 

A política de privacidade do WhatsApp também diz que a empresa pode enviar os dados para o centro de processamento da Meta nos Estados Unidos.

Para quem não concorda com essa política de privacidade, é possível se opor ao tratamento e limitar o compartilhamento de dados somente ao necessário.

 

VEJA COMO FAZER

Seria necessário encontrar o formulário de oposição que fica entre as muitas páginas da central de ajuda do WhatsApp, se a Folha não disponibilizasse o formulário neste link.

  • No formulário, escolha "Como eu posso me opor ao processamento dos meus dados"
  • Aguarde o email da Meta
  • Responda a quais tratamentos quer se opor e, se quiser, explique o porquê

Como isso também pode demandar pesquisa, o Idec sugere a resposta padrão abaixo, que visa manter o tratamento de dados limitado ao mínimo possível para fazer o app funcionar.

"Desejo contestar a coleta e compartilhamento de meus dados pessoais com as empresas da Meta. Quero que ocorra somente o tratamento de dados pessoais necessários para a execução do serviço de mensageria. Também quero que todos os dados coletados não estritamente necessários para o uso da plataforma, como disposto na Política de Privacidade, sejam apagados do sistema e seu compartilhamento seja interrompido, como resguardado pela Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais. Não fui informado devidamente em 2021 sobre essa mudança e minha privacidade é violada por essa prática. Assim, revogo o meu consentimento referente à alteração da política de privacidade de 2021 e manifesto minha oposição ao compartilhamento de minhas informações pessoais com outras empresas da Meta. Se meu pedido não for aceito, entrarei com as medidas administrativas e legais cabíveis".

Há, ainda, o risco de o Whatsapp negar a solicitação. Nesse caso, a recomendação do Idec é abrir uma reclamação junto à ANPD.

 

 

POR FOLHAPRESS

MALDIVAS - Um vídeo registra o momento em que um mergulhador encontrou uma baleia azul. As imagens foram capturadas na sexta-feira, nas Maldivas.

Rizkhan Mohamed, da empresa Shadow Palm Tours, é o autor das imagens, conforme compartilhado pela Storyful. A empresa descreveu o encontro como o ponto alto de suas aventuras em uma postagem no Instagram, onde divulgou o vídeo.

Segundo eles, nadar ao lado da baleia azul os encheu de admiração e alegria. "Nossos corações estão cheios de gratidão pelo oceano e pelos momentos inesquecíveis que ele nos proporciona", afirmaram.

Nas redes sociais, as imagens têm recebido muitos elogios. "Uma experiência incrível. Ele estava fazendo mergulho livre?", questionou um internauta. Comentários como "inesquecível", "wowww, isso é lindo" e "uau, quem me dera ser eu" são comuns na publicação do vídeo.

Veja o vídeo Aqui!

 

POR NOTÍCIAS AO MINUTO BRASIL

EUA - Uma menina de 12 anos do Tennessee, nos Estados Unidos, foi acusada de homicídio, por ter sufocado a sua prima de 8 anos enquanto esta dormia. Um familiar revelou que as duas tinham discutido por causa de um iPhone.

De acordo com o procurador do condado de Gibson, uma câmera de segurança gravou o crime, no interior do quarto que compartilhavam, a 15 de julho, em Humboldt, Tennessee.

A gravação mostra a criança mais velha usando a roupa de cama para sufocar a prima enquanto ela dormia no beliche de cima, afirmou o procurador Frederick Agee. Depois da morte da criança, "a menor limpou a vítima e reposicionou o seu corpo", acrescentou.

Um familiar disse à WREG-TV, em Memphis, que as meninas haviam discutido por causa de um iPhone, depois de terem vindo de fora da cidade para ficar com a avó.

A adolescente foi acusada de homicídio em primeiro grau e de adulteração de provas depois de as autoridades terem obtido o vídeo na quarta-feira.

"Considero que este é um dos atos violentos mais perturbadores cometidos por um adulto ou por um jovem que o meu gabinete já processou", salientou Agee.

Agee esclareceu que vai pedir a um juiz que processasse a menina, que faz 13 anos no final deste mês, no tribunal de adultos, o que permitiria "uma sentença mais longa, quer seja através de encarceramento ou supervisão com condições ordenadas pelo tribunal".

 

 

POR NOTÍCIAS AO MINUTO BRASIL

Nosso Facebook

Calendário de Notícias

« Abril 2026 »
Seg. Ter Qua Qui Sex Sáb. Dom
    1 2 3 4 5
6 7 8 9 10 11 12
13 14 15 16 17 18 19
20 21 22 23 24 25 26
27 28 29 30      
Aviso de Privacidade

Este site utiliza cookies para proporcionar aos usuários uma melhor experiência de navegação.
Ao aceitar e continuar com a navegação, consideraremos que você concorda com esta utilização nos termos de nossa Política de Privacidade.