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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SÃO CARLOS/SP - A Polícia Militar Rodoviária apreendeu quase 9 milhões de cigarros que estavam em um caminhão semirreboque. O flagrante aconteceu na segunda-feira (22), no município de Itápolis. O suspeito de contrabandear os produtos ilícitos foi detido.

O veículo foi parado na rodovia Laurentino Mascari, durante fiscalização do 3º Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRv). O caminhão transportava na carroceria cerca de 440 mil maços de cigarro, todos sem nota fiscal, conforme a polícia.

Ainda conforma a polícia, a carga está avaliada em mais de R$ 2 milhões e tinha como destinado a região de Franca, no interior paulista.

A ocorrência está sendo apresentada na delegacia da Polícia Federal em São José do Rio Preto.

SÃO PAULO/SP - Na segunda-feira (22), Otaviano Costa usou as redes sociais para contar aos seguidores que passou por uma cirurgia devido a um aneurisma. O apresentador deu entrada no hospital Sírio Libanês, em São Paulo, no dia 8 de julho e a operação no peito durou quase sete horas.

“Qualquer esforço poderia ser fatal”, disse Otaviano em um vídeo em que aparece sentado na cama do hospital.

O apresentador falou sobre o diagnóstico da doença: "Há mais ou menos 30 dias minha vida virou de cabeça para baixo. Eu estava ótimo de saúde, não tinha nenhum sintoma, mas tinha uma dorzinha que estava me incomodando aqui. Como eu não estava conseguindo fugir pra São Paulo pra fazer o meu check up rotineiro há mais ou menos dois anos e entender o avanço das minhas condições físicas e de saúde, eu resolvi me consultar com um médico que eu não conhecia, o doutor cardiologista Antônio Masseto, no dia 6 de junho", contou.

Otaviano relatando o caso: "Num simples ecocardiograma, ele detectou o avanço de algo que estava colocando minha vida em risco. Eu estava com um aneurisma da aorta ascendente torácica num nível muito perigoso, que a qualquer momento, por eu não estar com nenhum sintoma externo detectável, poderia ter o rompimento da minha aorta", explicou.

Thiago Fragoso, Tatá Werneck, Boninho, Mumuzinho e Eliana comentaram a publicação e desejaram uma boa recuperação ao artista.

 

POR RAFAEL DAMAS

SÃO PAULO/SP - Luan Santana e Jade Magalhães anunciaram que estão esperando o primeiro filho na noite desta segunda-feira (22).Os dois compartilharam a novidade nas redes sociais, onde receberam uma enxurrada de felicitações de amigos famosos como Maisa Silva, Larissa Manoela, Camila Queiroz, Marina Ruy Barbosa, Carla Diaz, entre outros. Os fãs do cantor também vibraram com a notícia.

O casal se relacionou por 12 anos, chegou a noivar em alto estilo, morar junto, mas anunciou separação em 2020 nas redes sociais. O pedido de casamento havia sido feito nas alturas: durante passeio de balão em Portugal, em setembro de 2019.

 

Em 2021, o cantor assumiu namoro com a modelo Izabela Cunha com quem também chegou a noivar, mas Jade, desde então, não havia assumido nenhum outro relacionamento. Os dois ficaram quatro anos e, em fevereiro deste ano, fãs do sertanejo repararam que ele e a ex-noiva estavam postando fotos e vídeos nas redes sociais em locais similares no Caribe. Logo depois, eles assumiram a reconciliação.

A assessoria do sertanejo confirmou a gravidez em um comunicado. "O nome dele significa "poderoso como um leão", "ele protege e é justo", "guerreiro", "relativo à Lua", "o filho da Lua". O dela é originário da palavra em espanhol "ijada", está associado à pedra preciosa conhecida por sua beleza e valor histórico, sendo utilizada como amuleto para proteção e cura e considerada um símbolo de pureza, sabedoria e harmonia. Luan e Jade buscam agora o nome do bebê que vem por aí", disse o comunicado.

 

 

POR FOLHAPRESS

BRASÍLIA/DF - Um levantamento feito pela fundação holandesa IDH, com apoio do instituto de pesquisa WRI Brasil, mostra que há, pelo menos, meio milhão de hectares de caatinga com potencial de restauração. Segundo o estudo, divulgado nesta terça-feira (23), em São Paulo, as áreas ficam no Cariri Ocidental, na Paraíba; no Sertão do Pajeú, em Pernambuco; e no Sertão do Apodi, no Rio Grande do Norte.

A pesquisa destaca que a vegetação nativa restaurada  poderá oferecer oportunidades econômicas sustentáveis, proporcionando renda e empregos para as populações locais. Entre outros benefícios, a restauração da mata local traria regulação hídrica, estabilização do solo e controle da erosão.

“A conservação e a restauração da paisagem na caatinga são cruciais para a resiliência climática, a segurança hídrica e a sobrevivência de suas comunidades”, diz a coordenadora de projetos do WRI Brasil e uma das autoras do trabalho, Luciana Alves.

Os arranjos de restauração mais indicados para os territórios analisados são o Sistema AgroFlorestal (SAF) forrageiro, tendo a palma forrageira (Opuntia fícus-indica) como espécie principal; o SAF Melífero, focado em espécies para apicultura e meliponicultura; o SAF Frutífero, combinando árvores com espécies frutíferas, forrageiras e agrícolas; a Integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF) de caprinocultura com produção de forragem e árvores; a Regeneração Natural Assistida (RNA); a Restauração Ativa, com plantio de mudas e sementes; e a Restauração Hidroambiental, baseada em intervenções para reverter a degradação e restaurar solo e vegetação, indica a  pesquisa.  

Recursos internacionais

“Pela forte intersecção com a agenda climática, a restauração da caatinga poderá se beneficiar significativamente de recursos internacionais e privados destinados ao fortalecimento dessa agenda”, destaca Luciana.

Dos seis biomas que ocupam o território nacional, a caatinga é o único exclusivamente brasileiro. Ocupando aproximadamente 850 mil quilômetros quadrados, é a região do semiárido mais densamente povoada do mundo porque aproximadamente 27 milhões de pessoas vivem nela.

Em junho deste ano, o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) anunciou a seleção de 12 projetos prioritários para a criação de unidades de conservação federais no bioma caatinga, a serem implantadas até 2026, que resultarão no aumento de mais de um milhão de hectares das áreas protegidas.

 

 

Por Bruno Bocchini - Repórter da Agência Brasil

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