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Redação

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 Jornalista/Radialista

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Com o início da estação mais fria do ano, roupas e calçados quentes ganham as ruas; Iguatemi São Carlos traz variedade e sugestões de combinações para o período

 

São Carlos/SP – O inverno começa dia 21 de junho, no entanto, dias mais frios já estão fazendo parte da rotina de São Carlos. Segundo dados meteorológicos do site especializado Weather Spark, julho e agosto prometem ser os meses com temperaturas mais baixas de 2021 na cidade. Atentas à estação, tida por muitas pessoas como “a mais elegante do ano”, operações do Iguatemi São Carlos prepararam dicas de como manter-se quente e confortável sem perder o estilo.

                Para Amanda Correa, supervisora de vendas e merchandising da Riachuelo no centro de compras, utilizar roupas mais versáteis por baixo e acrescentar casacos pesados nos períodos mais frios são as dicas para enfrentar as mudanças climáticas ao longo do dia. “Tricôs e blusas finas podem ser sobrepostas com casacos, jaquetas e moletons abertos, assim migram de um clima para outro com facilidade”, sugere.

                As cores também influenciam nas produções. Ao contrário do que muitas pessoas pensam, o inverno não precisa ser marcado apenas por preto e marrom. Vários tons garantem mais alegria às roupas, ainda que essas duas cores sejam coringas e prevaleçam na estação. Para isso, a marca traz referências diversas, do urbano e tecnológico ao regional e romântico, com neon, peças metalizadas, brilho, tons neutros e pastéis. “Apostar em pashminas e boinas, por exemplo, são boas opções neste inverno. Elas trazem o styling necessário e podem complementar o look, seja ele monocromático, seja colorido”, complementa Correa.

                E além da roupa adequada, é preciso aquecer os pés. Calçados fechados são os mais procurados nesta época, como os tênis e as botas, em seus mais diversos modelos. Para agradar a todos os estilos, a Arezzo do Iguatemi São Carlos possui um catálogo que atende desde as produções rotineiras até as mais surpreendentes. “As botas de cano curto e salto bloco são muito procuradas para o dia a dia, já que são confortáveis e versáteis. Já para as produções sofisticadas, a bota over acamurçada tem feito bastante sucesso entre as clientes”, conta Camila Daniele Domingos, gerente da marca no centro de compras. Mas para quem não dispensa o conforto e o estilo dos tênis, diversas cores nos formatos tradicional e slip também estão disponíveis na loja.

                Para conferir todas as opções para um inverno estiloso e com o look adequado, o Iguatemi São Carlos funciona de segunda-feira a sábado, das 10h às 21h, e as domingos e feriados, das 12h às 20h. Restaurantes e praça de alimentação seguem abertos todos os dias, das 11h às 21h. É possível ainda receber cortesia de duas horas do estacionamento: basta acessar ao shopping a partir das 11h e validar o cartão até às 14h; a ação é válida de segunda a sexta-feira (exceto feriados). Para mais informações, acesse: www.iguatemisaocarlos.com.br.

 

 

Serviço

Shopping Iguatemi São Carlos

Endereço: Passeio dos Flamboyants, 200, São Carlos

Informações: www.iguatemisaocarlos.com.br

Oferecida a distância a partir do segundo semestre, capacitação foca em Avaliações de Impacto

 

SÃO CARLOS/SP - Já estão abertas as inscrições para o Curso "Práticas Perícias Ambientais: Avaliação de Impacto Ambiental", que será ofertado a distância no segundo semestre de 2021 pela UFSCar. A capacitação vai ensinar os participantes a atuarem como Peritos Judiciais. Em tempos de mudanças no mercado de trabalho, profissionais com nível superior de diferentes áreas têm encontrado nesta profissão um novo caminho.

O professor Celso Maran, docente do Departamento de Ciências Ambientais da UFSCar e coordenador do curso, explica que, usando de métodos científicos, técnicas de dimensionamento e análises laboratoriais biológicas, químicas e físicas, o perito investiga danos ambientais e ainda é responsável por apontar maneiras de recuperar os prejuízos causados.

"Os laudos produzidos por peritos são essenciais para esclarecer questões técnicas relacionadas ao equilíbrio ecológico. Eles estudam e entendem do que se trata o processo judicial, vão a campo para coletar evidências de possíveis danos provocados, por quantas vezes for preciso e, assim, levantam provas e reúnem as informações no laudo para responder, em prol da defesa do meio ambiente, os questionamentos da justiça para que decisões responsáveis possam ser tomadas", descreve o especialista.

A crescente preocupação com estragos causados no meio ambiente, a pressão econômica sobre os recursos naturais e a judicialização de conflitos têm aumentado a procura por Peritos Ambientais Judiciais. Dividido em três módulos - estudo de Avaliação de Impacto Ambiental (AIA); vistorias e amostragens em perícia judicial; e práticas de redação em laudos -, o curso aborda teoria e prática, apresentando diversas técnicas usadas na área, análises de laudos periciais e estudos de casos com recursos audiovisuais.

"Com professores da própria UFSCar, além de especialistas convidados, nós tratamos de diferentes tipos de impactos ambientais, licenciamento, métodos de fiscalização, avaliação e diagnóstico", lembra Maran. A professora Cátia Farias, também docente do curso e perita judicial especialista em Engenharia de Avaliações, ressalta que a capacitação apresenta as práticas mais comuns à atividade, abordando tanto a rotina do perito, como também do assistente técnico.

"Esse curso é uma excelente oportunidade para que os alunos iniciem na carreira, podendo realizar perícias judiciais ambientais, mas também para aqueles que já estão neste mercado e desejam aprimorar seus conhecimentos. São 40 horas, sendo oito encontros agendados, nas noites de quartas e quintas-feiras a partir de agosto deste ano, além do conteúdo para os estudantes acessarem em seu horário de preferência", conta Farias. Profissionais com nível superior completo de diferentes áreas, que desejam se tornar Peritos Judiciais Ambientais, podem se inscrever até o dia 18 de agosto, pelo site http://bit.ly/periciasambientais. Na página, também há outras informações, como valor de investimento.

JAPÃO - O primeiro-ministro do Japão, Yoshihide Suga, pediu nesta quinta-feira (18) que a população do país veja os Jogos Olímpicos de Tóquio pela televisão para evitar a disseminação da covid-19, em um momento em que os organizadores do evento debatem se permitirão a presença de espectadores locais nas arenas olímpicas.

Em entrevista coletiva para anunciar o fim de algumas restrições impostas para conter o novo coronavírus em Tóquio e em outras regiões, Suga disse que o mais importante é evitar um repique no número de infecções e o colapso do sistema de saúde.

 

 

*Por Antoni Slodkowski - Repórter da Reuters

SÃO PAULO/SP - A indústria da construção passou a ocupar 22,5% menos pessoas e a pagar 11,5% menos aos seus trabalhadores do ano de 2010 a 2019, aponta pesquisa anual feita pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), que faz uma comparação entre os anos para apontar mudanças estruturais na área.

Uma dessas alterações durante a década foi a do perfil das empresas, analisado de acordo com a Classificação Nacional de Atividades Econômicas. No decênio, a atividade de serviços especializados para construção tornou-se a que mais empregou mão de obra (35,3%), passando da terceira para a primeira posição neste ranking.

Ficaram para trás as atividades construção de edifícios (34,9%) e obras de infraestrutura (29,8%), que desceram uma posição no ranking e passaram para a segunda e terceira posição, respectivamente. Essas duas tiveram perda de 32,9% do número de vagas desde 2010.

Com a mudança na empregabilidade, o perfil geral das empresas no setor foi impactado. "O porte das empresas também sofreu alterações importantes, reduzindo-se à quase metade: em 2019 eram cerca de 32 pessoas por empresa, passando para uma média de 15 pessoas em 2019", escreveram os autores do estudo.

A pesquisa apontou, porém, que o ano de 2019 revelou indícos de recuperação do setor antes da pandemia do novo coronavírus. O número de pessoas ocupadas naquele período, de 1.903.715, foi o primeiro resultado positivo de criação de vagas desde 2014.

Ao todo, as mais de 125,1 mil empresas ativas com 1 ou mais pessoas ocupadas realizaram incorporações, obras e outros serviços no valor de R$ 288,0 bilhões em 2019, pagando um total de R$ 56,8 bilhões em salários, retiradas e outras remunerações para 1,9 milhão de pessoas.

Desde 2010, o salário médio no setor passou de 2,6 salários mínimos para 2,3 em 2019. O movimento é explicado pelo IBGE devido à redução nos pagamentos nas atividades econômicas de Obras de Infraestrutura.

 

 

*Por: Gabriel Croquer, do R7

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