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Redação

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 Jornalista/Radialista

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WASHINGTON - Nos últimos dias, o governo dos Estados Unidos tem indicado uma possível mudança de tom em relação ao Brasil, com elogios pontuais à posição da diplomacia do país em meio à guerra na Ucrânia.

As falas contrastam com uma série de críticas públicas, carregadas de palavras duras, pela visita do presidente Jair Bolsonaro (PL) à Rússia, dias antes de a invasão começar.

No domingo (6), Brian Nichols, secretário-assistente para o Hemisfério Ocidental no Departamento de Estado, elogiou no Twitter a atuação do Brasil no Conselho de Direitos Humanos da ONU. "Cada voto para responsabilizar o Kremlin por essas ações horríveis importa. Os EUA estão orgulhosos de ficar ao lado do Brasil para defender os direitos humanos de todos na Ucrânia", escreveu.

As posições no Conselho de Segurança também foram bem recebidas, segundo um funcionário do Departamento de Estado ouvido pela reportagem. Sob condição de anonimato, ele ressaltou que, apesar das críticas públicas dos EUA à viagem de Bolsonaro, os dois países continuam a trabalhar juntos em vários níveis de governo para tentar ajudar a resolver a crise na Ucrânia.

Na semana passada, o Brasil votou a favor de duas resoluções no colegiado: uma condenando a invasão --o texto foi barrado pela Rússia, que tem poder de veto-- e outra que fez com que o tema fosse levado à Assembleia-Geral. Nela, uma moção de condenação às ações da Rússia foi aprovada no dia 2 de março, também com voto do Brasil.

Em entrevista ao podcast da revista America's Quartely no último dia 3, Juan Gonzalez, diretor para o Hemisfério Ocidental do Conselho de Segurança Nacional, buscou mostrar que compreende as dificuldades do governo brasileiro.

"Você tem uma zona de paz e segurança no Atlântico Sul, uma área que o Brasil e sua política externa buscam tornar um lugar de neutralidade, porque eles não querem virar peças de xadrez em uma, digamos, Guerra Fria. E a neutralidade é boa até que um país invade outro. Nesse ponto você tem que escolher um lado, e eu penso, sem especificar nenhum país, que a articulação da neutralidade é uma racionalização por não querer tomar uma posição", disse.

Apesar dos votos anti-Moscou da diplomacia brasileira na ONU, Bolsonaro tem falado em manter equilíbrio no conflito, temendo abalos que a guerra pode ter na economia, como no fornecimento de fertilizantes agrícolas --23% dos insumos consumidos no Brasil em 2021 vieram da Rússia. "Para nós, a questão do fertilizante é sagrada", afirmou o brasileiro. Desde que a invasão da Ucrânia começou, o presidente fez inclusive acenos públicos a Vladimir Putin.

Na entrevista, Gonzalez também falou de meio ambiente, um dos pontos recentes de tensão entre EUA e Brasil. Afirmou que o país é um líder global e regional nas questões climáticas e que o combate ao desmatamento seguirá sendo uma questão difícil, mesmo que Bolsonaro deixe o poder.

"O PT [de Luiz Inácio Lula da Silva, que lidera as pesquisas] não era pró-clima até isso se tornar uma questão global. Mesmo em um governo do PT, isso será muito difícil, porque há atores políticos muito fortes nessa área, muitos negócios poderosos ao redor. Não vou subestimar os desafios políticos que qualquer governo do Brasil terá na Amazônia", ponderou.

Esse tom mais ameno na diplomacia com Brasília se dá ao mesmo tempo em que os EUA buscam se reaproximar da Venezuela. Uma rara rodada de negociações foi realizada no fim de semana, seguida de especulações de que isso poderia abrir caminho para atenuar sanções e liberar a compra de petróleo venezuelano por Washington.

Dois americanos presos foram soltos nos últimos dias, após a visita da delegação de Joe Biden ao ditador Nicolás Maduro.

À reportagem o Departamento de Estado não comentou possíveis relações entre os dois movimentos. "A parceria estratégica de longo prazo é importante para as duas nações e para as duas regiões, baseada em um compromisso compartilhado com os valores democráticos. Continuaremos a trabalhar com o Brasil para enfrentar os desafios globais, incluindo ameaças à paz e à segurança globais", disse, em nota, um porta-voz do órgão.

Em fevereiro, o governo americano fez críticas públicas a Bolsonaro pelo fato de ele ter visitado a Rússia em meio à tensão entre Moscou e Kiev, que mais tarde desembocaria na guerra. Em 16 de fevereiro, o brasileiro esteve com Putin e se disse "solidário à Rússia" --sem especificar a que aspecto manifestava sua solidariedade.

No dia seguinte, o Departamento de Estado fez críticas. "O momento em que o presidente do Brasil expressou solidariedade com a Rússia, justo quando as forças russas estão se preparando para lançar ataques a cidades ucranianas, não poderia ser pior", disse um porta-voz da pasta, em nota a jornalistas. "Isso mina a diplomacia internacional direcionada a evitar um desastre estratégico e humanitário."

Logo depois foi a vez de a porta-voz da Casa Branca, Jen Psaki, falar. "Eu diria que a vasta maioria da comunidade global está unida em sua visão de que outro país tomando parte de sua terra, aterrorizando seu povo, é certamente algo não alinhado aos valores globais. Então, penso que o Brasil pode estar do outro lado em que a maioria da comunidade global está."

 

 

RAFAEL BALAGO / FOLHA

EUA - A Western Union anunciou na quinta-feira, 10, que está suspendendo seus serviços na Rússia e em Belarus depois de avaliar fatores internos e externos em meio à invasão da Ucrânia.

A empresa de transferência de dinheiro e pagamentos condenou o que chama de "invasão não provocada e injustificada" e disse que se envolveu em "amplo diálogo" com várias partes interessadas antes de tomar a decisão.A empresa disse que as considerações incluíam os efeitos sobre seus funcionários, parceiros e clientes, mas que, em última análise, tomou a decisão à luz do impacto contínuo do ataque prolongado da Rússia à Ucrânia.

As sanções recentemente impostas à Rússia e Belarus não são mencionadas na declaração da Western Union. Mas a empresa disse em seu relatório anual de 2021, apresentado em fevereiro, que as sanções governamentais relacionadas à Rússia e à Ucrânia estavam afetando sua capacidade de oferecer serviços na região e que mais instabilidade ou tensão na região poderiam fazer com que ela mudasse seu modelo operacional.

A Western Union também disse na quinta-feira que suas equipes estão trabalhando para apoiar seus clientes ucranianos nas últimas semanas, especialmente aqueles que foram deslocados. A empresa disse que essas medidas incluem fazer doações para apoiar os esforços de ajuda humanitária e isentar as taxas por serviços de transferência de dinheiro. A Western Union teve forte crescimento de receita no serviço de transferência de consumidor para consumidor na Rússia em 2021, de acordo com seu relatório anual. A empresa não divulgou os números de receita da Rússia, mas disse que a receita em seus negócios de transferência de consumidor para consumidor na Europa e na Rússia totalizou cerca de US$ 1,3 bilhão em 2021, um aumento de 3% em relação a 2020.

Algumas outras empresas internacionais de transferência de dinheiro, incluindo Remitly Global, Wise e WorldRemit, disseram na semana passada que suspenderam o serviço para a Rússia. As maiores redes de cartões de crédito dos EUA, Visa e Mastercard, não estão mais lidando com transações para instituições financeiras sujeitas às sanções da Rússia.

 

 

ESTADÃO CONTEUDO

 

SÃO PAULO/SP - Com um gol do atacante Rony, o Palmeiras se deu melhor do que o São Paulo no Choque-Rei, disputado na noite de quinta-feira (10) no estádio do Morumbi, válido pela 4ª rodada da primeira fase do Campeonato Paulista.

Ao conquistar estes três pontos, o Alviverde permanece na ponta do Grupo C com 23 pontos, além de se manter como líder geral da competição. Já o Tricolor, mesmo com o revés, mantém a primeira posição do Grupo B com 17 pontos

O único gol da partida saiu logo aos 9 minutos do primeiro tempo. Dudu encontrou Marcos Rocha, que cruzou para Rony cabecear. A bola bateu na trave, desviou nas costas do goleiro Tiago Volpi e entrou no gol.

A partir daí, São Paulo e Palmeiras criaram oportunidades de lado a lado, mas o placar permaneceu inalterado até o fim.

As duas equipes voltam a entrar em campo no domingo (13). O Tricolor visita o Mirassol, enquanto o Alviverde disputa clássico com o Santos.

 

 

AGÊNCIA BRASIL

SÃO CARLOS/SP - O Comitê Emergencial de Combate ao Coronavírus de São Carlos se reuniu na manhã desta quinta-feira (10/03) com representantes da Secretaria da Saúde, da Segurança Pública, Comunicação, Procon e do Comitê Científico. A pauta da reunião foi a decisão do Governo do Estado que anunciou a liberação do uso das máscaras em qualquer ambiente aberto.

O Comitê, após analisar a curva epidemiológica que mostra a diminuição no número de casos positivos de COVID-19 em São Carlos, de internações, de óbitos e o índice elevado de pessoas vacinadas no município, decidiu seguir o Plano SP, portanto o uso de máscaras em locais abertos não será mais obrigatório. O uso da proteção continua obrigatório no transporte público e em todos os ambientes fechados de acesso público, como salas de aula, comércio (lojas, farmácias, supermercados, shoppings, escritórios), igrejas, hospitais, academias, entre outros. 

“Analisamos o relatório do Comitê Técnico que foi favorável quanto a retirada da obrigatoriedade do uso de máscaras em ambientes abertos e sem aglomerações, porém ressaltamos que as pessoas imunossuprimidas, com comorbidades ou qualquer sintoma gripal, devem manter o uso de máscaras mesmo nos ambientes abertos. Os demais protocolos sanitários devem continuar sendo cumpridos como a higienização das mãos, álcool gel a 70% e evitar aglomerações. A nossa decisão também foi fundamentada na vacinação. Em São Carlos 93,83% da população já está vacinada com pelo menos uma dose, 83,53% com as duas doses e 52% com as três doses”, ressaltou Luís Antonio Panone, coordenador do Comitê Emergencial de Combate ao Coronavírus.

O decreto, nº 71/2022, que altera o dispositivo do decreto anterior de nº 182, de 6 de maio de 2020, já foi assinado pelo prefeito Airton Garcia e publicado em edição extra do Diário Oficial do Município desta quinta-feira (10/03).

Ano passado 24 estabelecimentos foram multados em São Carlos pelo não uso ou uso inadequado de máscaras em ambiente interno, totalizando R$ 168 mil. 10 pessoas também foram multadas por circularem em ambiente aberto (vias públicas) sem máscaras, o que corresponde a R$ 5 mil.

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