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Redação

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 Jornalista/Radialista

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UCRÂNIA - A Ucrânia está a construir fortificações na fronteira com a Bielorrússia para reforçar a sua defesa, após o Presidente russo, Vladimir Putin, e o seu homólogo bielorrusso, Aleksandr Lukashenko, terem anunciado o envio conjunto de militares para a região.

"Continuamos a aumentar as nossas capacidades para afastar um possível ataque do inimigo do lado bielorrusso. Juntamente com as Forças Armadas, a Polícia Nacional e a Guarda Nacional, estamos a realizar ações para melhorar a eficácia perante uma possível ameaça", disse o vice-chefe do Serviço de Fronteiras do Estado da Ucrânia, major-general Sergii Serdiuk.

O vice-ministro do Interior da Ucrânia, Ihor Bondarenko, inspecionou a zona de fronteira com a Bielorrússia onde as fortificações estão a ser construídas com o objetivo de "fortalecer os locais de implantação" das tropas ucranianas.

"O Ministério do Interior determina e realiza constantemente a tarefa de esclarecer rapidamente as necessidades das divisões relevantes do Ministério do Interior para resolvê-las imediatamente", disse Bondarenko, citado em comunicado.

Aleksandr Lukashenko indicou hoje que o envio de tropas conjuntas com a Rússia foi uma medida tomada "devido ao agravamento da situação na fronteira ocidental entre ambos os países".

 

 

Lusa

Notícias ao Minuto

CHILE - Pelo menos dez pessoas foram detidas durante uma manifestação de povos originários em Santiago na segunda-feira (10), em repúdio à militarização de regiões do sul do Chile, onde grupos radicais indígenas reivindicam demandas do povo mapuche.

Ao som de tambores e buzinas, os manifestantes vestidos com seus trajes típicos e coloridos, e portando bandeiras de seus respectivos povos, avançaram pela Alameda, a principal avenida da capital chilena, onde entraram em enfrentamento em diversas ocasiões com a polícia, que os dispersou usando canhões com jatos d'água e gás lacrimogênio, constatou a AFP.

"Um carabineiro [policial militar] foi ferido e dez pessoas foram detidas, que serão colocadas à disposição do Ministério Público", informou a polícia chilena à imprensa local.

A marcha, realizada no contexto da comemoração do "Dia do Encontro de Dois Mundos", como é conhecido no Chile a data da chegada de Cristóvão Colombo às Américas, rechaçou a militarização de áreas das regiões de Biobío e La Araucanía, no sul do país, onde ocorrem ataques incendiários e enfrentamentos de grupos radicais mapuche, que reivindicam a posse de terras ancestrais.

"Hoje estamos reunidos, não para comemorar um encontro, mas para expressar nosso repúdio à militarização que sofremos como mapuches", disse à AFP Marco Espiñel, um manifestante indígena.

Há um ano, o ex-presidente conservador Sebastián Piñera decretou a militarização dessas regiões, durante a comemoração da chegada de Colombo às Américas.

O atual presidente de esquerda, Gabriel Boric, pôs fim à medida duas semanas depois de assumir o cargo em 11 de março passado.

Mas a radicalização da violência levou Boric a ordenar, em abril, o envio de militares para apoiar a polícia na segurança de rotas onde são frequentes os ataques a caminhões e edifícios privados.

"Seus direitos [dos mapuches] são violados sempre que possível. Este é um país ingrato com seus povos originários, que tem vergonha de nossas origens", afirmou Carla Fuente, outra manifestante.

Os mapuches são a principal etnia indígena do Chile. Algumas comunidades assentadas no sul do país reivindicam a restituição de terras que consideram suas por direitos ancestrais. Atualmente, essas propriedades estão majoritariamente nas mãos de empresas florestais e agricultores.

 

 

AFP

EUA - O Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial reforçaram o coro quanto à necessidade de a comunidade global unir esforços para ajudar os mercados emergentes e países em desenvolvimento diante das várias crises atuais, da financeira à climática. Ambos organismos, que iniciam nesta segunda-feria, 10, suas reuniões anuais em Washington, veem um maior risco de recessão diante do aumento dos juros para controlar a escalada da inflação, e atentam, sobretudo, para o impacto nas economias mais pobres, que sofrem com o aumento da pobreza, da fome e da desnutrição.

“A inflação ainda é um grande problema para todos, mas, especialmente, para os pobres”, disse o presidente do Banco Mundial, David R. Malpass, na abertura das reuniões anuais da organização em conjunto com o FMI, na manhã desta segunda.

Há em curso, na sua visão, uma “crise voltada para o desenvolvimento”. As economias avançadas estão, segundo Malpass, tomando muito do capital mundial, que vem na forma de déficits fiscais, principalmente de grandes corporações, e os próprios bancos centrais, comprando títulos de países desenvolvidos, o que coloca pressão no desenvolvimento do lado macro. “Um dos nossos principais desejos é ver mais recursos fluindo para o mundo em desenvolvimento”, afirmou.

A diretora-gerente do FMI, Kristalina Georgieva, reforçou o maior risco de recessão no mundo. Cálculos do Fundo indicam que, ao menos um terço vão enfrentar pelo menos dois trimestres seguidos de contração econômica entre este e o próximo ano. Assim, o FMI espera que US$ 4 trilhões em produtividade seja perdida até 2026. “Este é o tamanho do PIB da Alemanha”, comparou Georgieva, em sua fala.

Ela afirmou que o mundo enfrenta um ambiente “difícil”, especialmente os mais pobres, após eventos impensáveis e que geraram consequências significativas, citando a pandemia e a guerra na Ucrânia. A inflação, avaliou, é persistente e tem exigido um aperto das condições financeiras mais rápido do que o originalmente previsto. O primeiro desafio é controlar a inflação, defendeu. “Não podemos deixar que a inflação seja um trem desgovernado.”

De acordo com Georgieva, a inflação é um imposto dramático, especialmente sobre os pobres, mas é um caminho “difícil” porque se não for controlada, pode gerar mais problemas. Por sua vez, os impactos de um aperto monetário além da conta também preocupam. “de você apertar demais, os temores de recessão se materializarão em grande escala”, alertou a diretora-gerente do FMI.

Além do controle da inflação, Georgieva citou como um dos desafios o apoio às pessoas, bem direcionado, para que não seja mais combustível ao salto dos preços. “Temos que unir forças para ajudar os mercados emergentes e as economias em desenvolvimento que são particularmente atingidas pelo aperto das condições financeiras”, disse ela, defendendo que uma união de forçar poderia reduzir a dor que o mundo tem pela frente em 2023.

“É isso mesmo. É um esforço da comunidade global. Uma das questões é como obter mais produção, como obter mais crescimento”, emendou Malpass.

Ao comentar sobre os fluxos de capital, o presidente do Banco Mundial defendeu ainda um limite para dívidas tomadas por países. “É muito difícil pensar em um ambiente de crescimento mundial onde um certo pequeno grupo de países tem quantidades ilimitadas de dívidas que podem ser emitidas mesmo durante uma crise ou fora”, avaliou.

Para ele, é “urgente” a necessidade de canalizar recursos para os países mais pobres, cuja dívida atual é “impressionante”. Segundo ele, as estimativas apontam que essas economias teriam de desembolsar US$ 44 bilhões.

“Acho que precisamos realmente ter um foco urgente em reduzir essas dívidas insustentáveis para que possamos chegar a um ponto em que haja mais espaço fiscal para todas as outras coisas”, afirmou Malpass, citando este como um dos temas importantes para as reuniões do FMI e do Banco Mundial.

 

 

Aline Bronzati / ESTADÃO

SANTOS/SP - Depois de duas derrotas seguidas, o Santos se reencontrou com a vitória nesta segunda-feira. Atuando na Vila Belmiro, o Peixe superou o Juventude por 4 a 1, pela 31ª rodada do Campeonato Brasileiro. Lucas Braga (duas vezes), Marcos Leonardo e Madson anotaram os gols dos mandantes. Bruno Nazário descontou.

A partida ainda marcou a estreia de Miguel Teceros, mais conhecido como Miguelito. O meia boliviano é uma das grandes promessas das categorias de base do Alvinegro Praiano. O jogador de 18 anos entrou já no segundo tempo, após pedidos da torcida

Com o resultado, o clube paulista subiu para a 11ª colocação do torneio, com 40 pontos, oito a menos que o Athletico-PR, que abre a zona de classificação à Libertadores de 2023. O Ju, por sua vez, segue afundado na lanterna, com 20 pontos.

O Santos volta a campo agora na próxima segunda-feira, quando visita o Red Bull Bragantino, pela 32ª rodada do Brasileirão. A bola rola no gramado do Estádio Nabi Abi Chedid a partir das 20 horas (de Brasília). Já o Juventude recebe o Atlético-GO no domingo, às 18 horas.

O jogo - Mesmo atuando com o apoio de seus torcedores, os mandantes iniciaram o primeiro tempo com muitas dificuldades para se impor. Assim, os visitantes aproveitaram para se arriscar. Com apenas um minuto, Moraes finalizou de longe e obrigou João Paulo a fazer boa defesa. Aos 18, Chico cobrou falta da entrada da área e carimbou a trave.

Do outro lado, o Peixe até rondava a área dos gaúchos, mas não conseguia furar a marcação. Contudo, logo na primeira chance real, a rede balançou. Ângelo fez jogada individual pela esquerda e cruzou rasteiro. A defesa afastou nos pés de Sánchez, que bateu de primeira para a defesa de Pegorari. No rebote, Lucas Braga chutou firme e abriu o placar aos 24 minutos.

O empate quase saiu logo na sequência. Pitta recebeu ótimo cruzamento por trás da marcação e cabeceou firme. Atento, João Paulo agarrou.

Os donos da casa responderam na mesma moeda. Ângelo cruzou pela esquerda e achou Lucas Braga. O atacante subiu mais que a defesa e desviou por cima.

 

2º Tempo

Na volta do intervalo, o Santos voltou mais aceso. Com apenas dois minutos, Marcos Leonardo foi acionado na intermediária e finalizou com perigo. Já aos oito, o atacante não perdoou. O camisa 9 recebeu ótimo lançamento de Ed Carlos, ganhou de Paulo Miranda e tocou de cobertura para marcar um golaço e ampliar.

E não demorou para a vantagem aumentar. Com 17 minutos, Felipe Jonatan cobrou falta com veneno e Madson se antecipou à marcação para cabecear para o fundo da meta.

Mesmo com a larga vantagem, o Alvinegro Praiano seguiu empilhando boas chances. Aos 23, Ângelo enfiou belo passe de três dedos para Marcos Leonardo, que invadiu a área e finalizou pela esquerda. Na sequência, Sandry arriscou da intermediária e parou em Pegorari.

Já aos 30, Ângelo recebeu ótimo passe de Lucas Braga, invadiu a área e deixou na medida para o camisa 30, que só precisou completar para o gol vazio para ampliar.

Dois minutos depois, o Juventude diminuiu o prejuízo. Bruno Nazário foi acionado na entrada da área e soltou um foguete para descontar.

Com 34 minutos, Orlando Ribeiro promoveu a estreia de Miguelito. O meia de apenas 18 anos entrou muito aplaudido pela torcida santista e correspondeu bem. Aos 40, o boliviano pegou a bola na direita, cortou para o meio e chutou para a defesa de Pegorari.

A partir de então, o Santos apenas controlou a posse de bola até o apito final do árbitro, confirmando a goleada sobre o lanterna do campeonato.

 

 

Rodrigo Matuck / GAZETA ESPORTIVA

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