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Redação

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 Jornalista/Radialista

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ARARAQUARA/SP - Um veículo Hinday/HB20 caiu no Córrego da Servidão, próximo ao Terminal Rodoviário, neste sábado, dia 25, na cidade de Araraquara. O carro foi atingido por outro veículo, que não respeitou a sinalização de parada obrigatória e atingiu lateralmente a traseira do HB20.

Segundo informações, o carro pertence a um motorista de aplicativo, que estava com um passageiro. Ninguém sofreu ferimentos. O Córrego da Servidão não conta com dispositivo de proteção, como Guard Rail.

Vários acidentes ocorreram neste local, com carro que saíram da Via Expressa, por diversos motivos, e foram parar dentro do rio. Questionada no ano passado, a Prefeitura alegou que não possui contrato para a implantação de Guard Rail no local.”

 

 

Chico Lourenço / PORTAL MORADA

JACARTA – A Indonésia aumentará os esforços para garantir um esquema de replantio de óleo de palma para elevar a produção em declínio e atingir a meta de 180.000 hectares este ano, disse uma autoridade na segunda-feira, enquanto os produtores do óleo comestível enfrentam maior escrutínio sobre a sustentabilidade.

O maior produtor mundial de óleo de palma lançou um programa subsidiado de replantio de óleo de palma para pequenos proprietários há cinco anos, em uma tentativa de aumentar a produção sem desmatar mais terras florestais e para ajudar a evitar ataques à sustentabilidade da cultura.

Os planos também surgem quando a União Europeia, o terceiro maior mercado para o óleo de palma da Indonésia, concordou com uma lei de desmatamento que exige que as empresas apresentem uma declaração de due diligence mostrando quando e onde as commodities foram produzidas e forneçam informações “verificáveis” provando que não foram cultivadas em terras desmatadas depois de 2020.

Em seu lançamento no final de 2017, a Indonésia tinha inicialmente como meta o replantio de 2,4 milhões de hectares (5,9 milhões de acres) até 2025. No entanto, a implementação lenta forçou as autoridades a ajustar a meta em 2019 para 180.000 hectares por ano, mas essa meta reduzida também não foi alcançada.

Entre 2017 e agora, apenas cerca de 278.000 hectares da cultura foram replantados, disse Musdhalifah Machmud, funcionário sênior do Ministério Coordenador de Assuntos Econômicos.

“A meta de 180.000 hectares deve realmente ser alcançada”, disse ela, acrescentando que as autoridades simplificaram os requisitos para o esquema e pediram melhorias na coordenação, além de aumentar o envolvimento de empresas privadas.

“O rendimento médio de 2,5 toneladas por hectare deve ser aumentado para 6 a 8 toneladas por hectare”, disse Musdhalifah em uma reunião com funcionários do governo e plantadores de óleo de palma.

O programa visa aumentar a produção de pequenos agricultores, que respondem por cerca de 40% dos 16 milhões de hectares de plantações de óleo de palma da Indonésia. Algumas palmeiras de plantações de pequenos proprietários não são replantadas há mais de 25 anos.

Agricultores têm enfrentado dificuldades para provar que suas terras atendem os requisitos, incluindo provar que sua plantação não está em uma área florestal e não se sobrepõe a outras concessões. Em tempos de altos preços do óleo de palma, os agricultores também relutam em aderir ao esquema de replantio, temendo perder lucro.

 

 

 

Por Fransiska Nangoy / REUTERS

COREIA DO NORTE - O líder da Coreia do Norte, Kim Jong Un, abriu uma reunião do partido para discutir o desenvolvimento agrícola, informou nesta segunda-feira (27) a imprensa estatal, após relatos de "grave" escassez de alimentos no país isolado.

Os encontros partidários geralmente são organizados duas vezes por ano, mas o atual acontece apenas dois meses depois do encontro anterior, também centrado em questões agrícolas.

A frequência incomum das reuniões sobre agricultura alimenta as especulações de que a Coreia do Norte pode estar sofrendo uma grave escassez de alimentos.

Kim presidiu no domingo a abertura do encontro de altos funcionários do regime para "analisar e revisar (...) o programa da revolução rural na nova era e decidir sobre as tarefas imediatas e as tarefas urgentes", afirmou a agência estatal KCNA.

Os participantes "aprovaram os tópicos da agenda por unanimidade e iniciaram uma discussão sobre o tema", acrescentou a KCNA, sem revelar mais detalhes.

O ministério Unificação da Coreia do Sul destacou recentemente relatos de fome na Coreia do Norte.

Nós consideramos que a escassez de alimentos é grave", disse na semana passada o porta-voz do ministério, Koo Byoung-sam. Ele acrescentou que Pyongyang parece ter solicitado ajuda do Programa Mundial de Alimentos, da ONU.

O site 38 North, que monitora a situação na Coreia do Norte, afirmou que a atual escassez de alimentos no país é a mais grave em décadas.

Uma análise dos preços do arroz e do milho no mundo e na Coreia do Norte mostram uma divergência "significativa" desde o início de 2021, o que significa que estes alimentos são muito mais caros no Norte, um indício do "colapso" do abastecimento, explica o site.

Porém, um comentário recente publicado pelo jornal estatal norte-coreano Rodong Sinmun afirma que o país deve continuar com sua "economia autossuficiente" como parte de sua luta contra os "imperialistas".

A Coreia do Norte, que é objeto de várias sanções por seus programas armamentistas, enfrenta dificuldades para obter alimentos há muitos anos.

O país é vulnerável a desastres naturais, como inundações e secas devido à ausência crônica de infraestrutura, desmatamento e décadas de má administração do Estado.

A situação foi agravada por um fechamento prolongado das fronteiras a partir do início da pandemia de coronavírus, que só foi flexibilizado recentemente para permitir o comércio com a China.

A Coreia do Norte já foi afetada por vários episódios de fome. Na década de 1990, a fome matou centenas de milhares de pessoas, mas algumas estimativas citam milhões de vítimas fatais.

 

 

AFP

BRASÍLIA/DF - O consumidor não pagará taxa extra sobre a conta de luz em março. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) manteve a bandeira verde para o próximo mês para todos os consumidores conectados ao Sistema Interligado Nacional (SIN).

A conta de luz está sem essas taxas desde o fim da bandeira de escassez hídrica, que durou de setembro de 2021 até meados de abril de 2022. Segundo a Aneel, na ocasião a bandeira verde foi escolhida devido às condições favoráveis de geração de energia, com os reservatórios das usinas hidrelétricas em níveis satisfatórios.

Caso houvesse a instituição das outras bandeiras, a conta de luz refletiria o reajuste de até 64% das bandeiras tarifárias aprovado em junho de 2022 pela Aneel. Segundo a agência, os aumentos refletiram a inflação e o maior custo das usinas termelétricas neste ano, decorrente do encarecimento do petróleo e do gás natural nos últimos meses.

Bandeiras

Criadas em 2015 pela Aneel, as bandeiras tarifárias refletem os custos variáveis da geração de energia elétrica. Divididas em níveis, as bandeiras indicam quanto está custando para o SIN gerar a energia usada nas casas, em estabelecimentos comerciais e nas indústrias.

Quando a conta de luz é calculada pela bandeira verde, não há nenhum acréscimo. Quando são aplicadas as bandeiras vermelha ou amarela, a conta sofre acréscimos, que variam de R$ 2,989 (bandeira amarela) a R$ 9,795 (bandeira vermelha patamar 2) a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. Quando a bandeira de escassez hídrica vigorou de setembro de 2021 a 15 de abril de 2022, o consumidor pagava R$ 14,20 extras a cada 100 kWh.

O Sistema Interligado Nacional é dividido em quatro subsistemas: Sudeste/Centro-Oeste, Sul, Nordeste e Norte. Praticamente todo o país é coberto pelo SIN. A exceção são algumas partes de estados da Região Norte e de Mato Grosso, além de todo o estado de Roraima.

Atualmente, há 212 localidades isoladas do SIN, nas quais o consumo é baixo e representa menos de 1% da carga total do país. A demanda por energia nessas regiões é suprida, principalmente, por térmicas a óleo diesel.

 

 

Por Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil

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