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Redação

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 Jornalista/Radialista

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ISTAMBUL - Sentimento anti-imigrante, problemas econômicos e pressões políticas estão levando alguns dos 3,3 milhões de sírios que vivem na Turquia a planejar um retorno ao seu país de origem ou a buscar abrigo na Europa, de acordo com migrantes entrevistados pela Reuters.

Eles estão preocupados com o fato de que a retórica contra os migrantes possa ganhar força na campanha para as eleições locais de março, ecoando esforços para explorar sentimentos nacionalistas vistos durante as eleições gerais de maio.

Muitos dos que vivem atualmente em Istambul enfrentam uma preocupação mais imediata -- o prazo de 24 de setembro estabelecido pelas autoridades para que eles deixem a cidade se estiverem registrados em outras províncias turcas.

De acordo com grupos de direitos humanos, a violência racista contra sírios está aumentando e as autoridades adotaram uma política mais rígida em relação aos imigrantes não registrados em Istambul.

A Turquia abriga 3,3 milhões de sírios com permissão de proteção temporária, de acordo com as autoridades turcas. Istambul tem a maior população síria, com mais de 532 mil pessoas.

Especialistas acreditam que o sentimento anti-imigrante dominará a campanha da oposição para as votações de março, como aconteceu nas eleições de maio, e temem que isso possa levar a mais violência física e verbal contra os imigrantes, incluindo maior hostilidade nas mídias sociais.

"É provável que a retórica anti-imigrante aumente antes das eleições de março", disse Deniz Sert, professor associado de relações internacionais da Universidade Ozyegin.

Ali Mert Tascier, especialista em governo local, disse que os partidos de oposição provavelmente usarão a retórica anti-imigrante, já que os municípios são os principais atores no gerenciamento de migrantes.

Durante a campanha para as eleições de maio, o principal partido de oposição, o CHP, prometeu mandar os sírios de volta. Ele se recusou a comentar sobre sua perspectiva de migração para as votações locais.

O presidente Tayyip Erdogan criticou duramente a posição da oposição, dizendo em uma conferência nesta semana que a Turquia continuará a receber refugiados sem alterações.

No entanto, antes das eleições de maio, Erdogan enfatizou seus planos de repatriar 1 milhão de refugiados sírios.

"Continuaremos a seguir nossa política de retorno voluntário. No entanto, é inadequado usar os migrantes para obter ganhos políticos", disse Osman Nuri Kabaktepe, chefe do Partido AK de Erdogan em Istambul.

 

 

Por Burcu Karakas / REUTERS

ISRAEL - O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, disse na sexta-feira que acredita que seu país esta à beira de firmar um acordo de paz com a Arábia Saudita, prevendo que o trato poderá ser fechado pelo presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, e remodelar o Oriente Médio.

No entanto, em meio à insistência de Riad e Washington para que os palestinos sejam incluídos na diplomacia, Netanyahu disse na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas, em Nova York, que os palestinos não deveriam ter permissão para vetar o acordo regional.

As expectativas de que Israel possa normalizar as relações com a Arábia Saudita, que é lar dos dois santuários mais sagrados do Islã, aumentaram esta semana. O príncipe herdeiro saudita, Mohammed bin Salman, disse que um acordo estava se aproximando a cada dia, e Netanyahu e Biden realizaram uma reunião há muito esperada para discutir as perspectivas.

Netanyahu descreveu como os acordos de normalização de 2020 entre Israel e os Emirados Árabes Unidos e Barein, conhecidos como Acordos de Abraão e patrocinados pelo então presidente norte-americano, Donald Trump, como precursores do possível acordo com a Arábia Saudita.

"Não há dúvida: os Acordos de Abraão anunciaram o início de uma nova era de paz", disse ele. "Acredito que estamos à beira de um avanço mais dramático: uma paz histórica entre Israel e a Arábia Saudita."

Esse acordo provavelmente exigirá um amplo apoio entre os parlamentares dos Estados Unidos -- uma tarefa difícil com uma eleição presidencial em 2024.

"Acredito que podemos alcançar a paz com a Arábia Saudita com a liderança do presidente Biden", disse ele.

Embora tenha expressado sua disposição de buscar alguma acomodação com os palestinos -- cujas metas de criação de um Estado são descartadas por seu governo de extrema direita -- Netanyahu disse: "Não devemos dar aos palestinos um veto sobre os novos tratados de paz com os países árabes".

Na quinta-feira, o presidente palestino, Mahmoud Abbas, disse no mesmo fórum: "Quem quer que pense que a paz no Oriente Médio é possível antes que nosso povo alcance seu pleno direito está delirando."

Netanyahu, que sempre usou a ONU para alertar contra o Irã, descreveu o arqui-inimigo de seu país como a "mosca na sopa" que tentará destruir um acordo com a Arábia Saudita.

No entanto, ele considerou que a normalização já está em andamento, citando o corredor aéreo que já existe há três anos para as companhias aéreas israelenses sobre o território saudita e um plano ambicioso, anunciado por Biden este mês, para que ambos os países façam parte de uma rede ferroviária e marítima que vai da Índia ao Mar Mediterrâneo.

 

 

 

Reportagem de Dan Williams e James Mackenzie / REUTERS

ARARAS/SP - O Programa de Pós-Graduação em Educação em Ciências e Matemática, (PPGEdCM), do Campus Araras da UFSCar, está com processo aberto para seleção de alunos regulares para Mestrado Acadêmico, com ingresso no primeiro semestre de 2024.

Estão sendo oferecidas oito vagas distribuídas nas duas linhas de pesquisa do programa, sendo quatro vagas para a linha de Pesquisa 1: Ensino e Aprendizagem em Ciências e Matemática: fundamentos, processos e produções; e quatro vagas para a linha de Pesquisa 2: Formação de Professores em Ciências e Matemática: conhecimentos, sujeitos e espaços educativos.

Os interessados devem se inscrever entre 30 de agosto e 28 de setembro, neste formulário eletrônico. Documentos para inscrição, cronograma e demais informações podem ser obtidos no edital, que está disponível no site do PPGEdCM.

LIMEIRA/SP - Seguindo seu principal propósito, que é desenvolver loteamentos e empreendimentos em sinergia com seus valores corporativos, a partir de um minucioso planejamento urbano, arquitetônico e ambiental, a Perplan chega aos seus 23 anos celebrando a solidez e a expansão estratégica para importantes regiões brasileiras. 
 
Hoje atuando em 5 estados do Brasil, a incorporadora anuncia a tão esperada chegada à região de Campinas, prevendo o lançamento de 8 empreendimentos assinados pela PERPLAN. “Esta sempre foi uma área de interesse para a companhia. A expansão na região de Campinas foi detalhadamente estruturada e será implementada prezando pela máxima qualidade em todos os processos e entregas, refletindo a marca registrada do nosso DNA”, afirma Ricardo Telles, CEO da Perplan. 
 
O primeiro lançamento na região será em Indaiatuba, em outubro, um empreendimento vertical, com 25 pavimentos, quatro apartamentos de 120 m² por andar, com uma fachada arrojada e localização privilegiada. “Teremos os diferenciais dos empreendimentos Perplan também nas cidades de Itatiba, Jaguariúna, Limeira, Paulínia, Piracicaba e Americana, todos já em fase de implantação”, completa Telles. 
 
A PERPLAN EM NÚMEROS:
 
+ 7 mil unidades entregues
+ 40 empreendimentos lançados
+ 6 milhões m² de áreas urbanizadas
Presente em 29 cidades
10 projetos em obra
04 empreendimentos lançado somente em 2023
 
ORGULHO DA TRAJETÓRIA, DOS TALENTOS E DAS PARCERIAS 
 
A Perplan foi fundada em 20 de setembro de 2000, em Ribeirão Preto, após a união de duas empresas com mais de 25 anos de experiência reconhecida no setor – a Construtora Perdiza Villas Boas e a CP Construplan. 
Desde então, vem revolucionando os conceitos de urbanização com empreendimentos verticais e horizontais, valorizando grandes áreas, enriquecendo a paisagem das cidades onde atua e proporcionando qualidade de vida para seus clientes.
 
Entre os pontos altos dessa trajetória em Ribeirão Preto estão o desenvolvimento do complexo Bosque dos Juritis, no alto da Avenida João Fiúsa, o Civitas Complexo Sul, que reúne hotéis, uma torre residencial, lajes corporativas e um mall, o Über Parque Sul “Roberto Francói” e, mais recentemente, o Marquises Residence e o Hype Residence. Além dos produtos, a Perplan também se tornou uma referência no relacionamento com o cliente. “Existe uma dedicação intensa da empresa em criar uma experiência que seja, de fato, única, em todas as etapas e em todos os segmentos em que atua”, explica o CEO. 
 
O investimento em desenvolvimento de talentos e boas práticas de gestão de pessoas e clima organizacional são essenciais para a Perplan, que se orgulha de, pelo 5º ano consecutivo, ser recertificada com o selo Great Place to Word, atribuído pela consultoria GPTW Brasil que reconhece as melhores empresas para trabalhar.

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